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Veja a resposta do Venerável Bispo Fulton Sheen a este questionamento:

“Quem vai salvar nossa Igreja? Nem nossos bispos, nem nossos padres e religiosos. Depende de você, povo… Sua missão é fazer com que seus padres ajam como padres, seu bispo como bispo e seus religiosos ajam como religiosos”. Venerável Fulton J. Sheen

Complementando a frase deste santo bispos, o padre Wellington José de Castro escreveu através de suas redes sociais:

Ouço muito a frase “precisamos de padres que sejam padres”… eu concordo, obviamente, mas acrescento:

– Precisamos de pais que sejam pais! Que não tenham medo de ter filhos e de educá-los na fé da Igreja! Que saibam dizer “não”, que os amem, que lhes ajude a ir para o Céu! Pais que não neguem nem adiem o Batismo aos filhos e que lhes testemunhem a vida na Graça. Pais que não permitam aos filhos dormir na casa de namorados, mas que lhes transmitam os valores que nunca passam. Pais que ensinem os filhos a pedir “bença”, a respeitar os mais velhos, a servir-se por último à mesa. Pais que tenham coragem de não dar celular a suas crianças, não cedendo aos modismos atuais.

– Precisamos de esposos que sejam esposos! Que vivam santa e verdadeiramente o Matrimônio! Que se respeitem, que se perdoem, que sejam um! Que sejam responsáveis e abertos à vida!

– Precisamos de cristãos que sejam cristãos! Sem “mas”, sem escolher no que crer, que lutem, que chorem, que amem e defendam a Igreja, que desejem com todas as forças ser santos! Cristãos que busquem a vida sacramental e a vivam intensamente! Que se confessem, que recebam sempre a Eucaristia, que tenham vida de oração, de piedade, que rezem o Rosário, que se alimentem da Palavra de Deus e da vida dos santos!

– Precisamos de homens que sejam homens! Com valentia, com coragem, com ternura quando preciso! Que vivam desapegados das coisas passageiras. Que se esforcem pelo que é eterno. Homens que desejem mudar o mundo pela força do amor de Cristo!

– Precisamos de gente com coragem, com audácia, com ânimo, com valentia, com destemor, com amor, com inteligência. Nada de frouxidão e tibieza!! Nada de sentimentalismo, mas movidos por uma fé heroica! Nada de postura ideológica, mas que se configurem em tudo a Cristo Jesus!

PRECISAMOS DE SANTOS!!


 
 
 

Nos últimos dias um texto viralizou na internet e foi compartilhado por milhares de católicos. Neste texto a autora apresenta, através da beleza de um poema, os grandes problemas enfrentados pela Santa Igreja em nossos tempos. Leia:

TIRARAM JESUS DO CENTRO!

Tiram as imagens, a arte, a cor, a escultura, os quadros, o ouro, o incenso, os panos, as velas, a cruz, o sacrário, o confessionário e a mesa da comunhão. Deixam em pedra lisa, feito neve, cheia de led, parece que já foi feita pra espantar a multidão;

Tiram o órgão, o coro, o hinário, o latim, o gregoriano, a salmodia e o cantochão. Trocam por bateria, chororô e gritaria, estragam a melodia e não tem mais letra não; quando tem é pra falar de luta de classe e opressão;

Tiram os gestos, os ritos, a penitência, os jejuns, os preceitos, a solenidade e a oração; Na hora da homilia, não importa qual o dia, é preciso tirar o inferno e o céu da pregação. Melhor falar de floresta, política, televisão, algum conto, aceitação ou de uma tal libertação, mas nada de conversão;

Tiram o beijo na mão, a benção e a unção, sem hora pra confissão, tiram o joelho do chão, e a comunhão? Direto na boca não! Tiram o silêncio, a santidade e a simplicidade, o que desperta a piedade e o interesse pela vocação;

Tiram a casula, a renda, a batina, o clergyman e até a camisa pra dizer: não preciso disso não; o que sobra é um shortinho pra ir na padaria, na academia ou talvez para gravar uma dancinha do verão;

Tiram Jesus do centro, levam tudo de ruim pra dentro dizendo que a Igreja precisa de inovação;

E assim tiram a fé do pobre, enganam o pecador, iludem o jovem, faz da Igreja que era nobre um lugar de invenção. Depois não entendem quando o povo, cansado de tanto novo, resolve procurar longe outro lugar de adoração.

🤷🏻‍♀️ – Texto de Maene Santos

💡 Compartilhe este lindo poema com o maior número de católicos possível. Mesmo belo, ele revela a terrível realidade que testemunhamos na Igreja.

 
 
 

A declaração de fé feita pela atriz Cássia Kis deixou a internet em polvorosa. Se por um lado essa profissão de fé pública, acompanhada pela defesa da vida e luta contra o aborto, feita de modo tão entusiasmado por uma celebridade, foi um grande sinal de esperança para os cristãos, especialmente católicos, por outro lado estremeceu o meio artístico, foi um escândalo!

Leia o comentário do Padre José Eduardo sobre este importante acontecimento…

A palavra escândalo é praticamente uma transliteração latina da palavra grega “skándalon”, que significa simplesmente “pedra de tropeço”. No Evangelho, indica o ato de fazer alguém pecar, cair.

Aos poucos, a palavra foi ganhando significados mais difusos, como o de um acontecimento chocante que ofende os sentimentos morais vigentes numa sociedade qualquer.

Numa cultura crescentemente pagã, como a nossa, em que os valores cristãos são considerados contra-valores e a santidade é praticamente ofensiva para o comodismo no pecado que predomina sobre a maior parte dos corações dessa geração impenitente, não vai ter outro jeito: teremos de escandalizar!

Trata-se do “escândalo pro bem”, ou seja, de uma atitude ostensiva de virtude que provoque uma “queda pra cima”. Os homens do nosso tempo precisam ser chocados, têm de ser confrontados com testemunhos heróicos que os façam “cair no sobrenatural”.

Esses dias, vendo o testemunho da Cássia Kiss no “Encontro”, percebi quanto bem provocam esses “escândalos pro bem”, quando humildemente um cristão vai e enfrenta pacificamente a mediocridade majoritária e professa a fé sem respeitos humanos mas com educação, elegância e, sobretudo, caridade.

Quantos cristãos têm a coragem de, no meio de uma reunião de família, simplesmente dizer: “tchau, eu tenho que ir à missa”; ou, entre parentes mundanos, dar testemunho eloquente da própria virgindade e pureza de vida?…

Como Daniel, que não se dobrou diante do ídolo de Nabucodonosor e causou um “escândalo” na Babilônia, nós teremos de simpaticamente causar os nossos pequenos “escândalos pro bem”, confiando que Deus sempre honrará quem o honra.

Fica a dica. Não se dobre diante da ditadura do pecado. Nós precisamos dar testemunho de Jesus Cristo e, por isso, ter a coragem cheia de doçura de dizer a quem nós servimos, não apenas com os nossos lábios, mas sobretudo com as nossas obras, com a nossa vida. Leia também A escandalosa ignorância dos católicos a respeito de sua própria doutrina

 
 
 
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