top of page

TODOS OS PRODUTOS

Eventos futuros

“Situação é preocupante”, comenta bispo: “Não estamos tendo reposição com novas vocações”

Diminuem no Brasil as vocações sacerdotais e religiosas, segundo os dados da mais recente edição do Annuarium Statisticum Ecclesiae (Anuário Estatístico da Igreja). O compêndio, publicado em 2022, consolida as informações de 2019 e 2020.

Os dados mostram que o número de católicos batizados no planeta tem aumentado em relação à população, mas, em contrapartida, o número de sacerdotes e seminaristas vem diminuindo.

Em 2019, os seminaristas eram 114.058 em todo o mundo. Em 2020, totalizaram 111.855.

De acordo com dom João Francisco Salm, bispo de Novo Hamburgo, RS, e presidente da Comissão dos Ministérios Ordenados e da Vida Consagrada da CNBB, há congregações cuja quase totalidade dos membros é idosa, particularmente no caso feminino. “É preocupante porque, dentro de 10, 15 anos, esse pessoal não existirá mais entre nós e não estamos tendo uma reposição com novas vocações”.

Falando ao Vatican News, o bispo avalia que diminuem as vocações por causas bastante complexas, que incluem a superficialidade na vivência da fé.

Ele acrescenta que é “altamente desafiador levar o jovem ao encontro com Jesus”, porque, diferentemente das gerações anteriores, quando não apenas as famílias eram cristãs, mas também a comunidade era cristã, agora “não é mais assim: o cristão não nasce cristão; ele se faz”.

Por causa disto, o prelado considera necessário fazer o “primeiro anúncio” de Cristo às crianças e aos jovens, já que muitos pais não falam mais d’Ele e da Igreja para os filhos.

Uma iniciativa da Igreja para lidar com nova esta realidade social é lançar na próxima festa de Cristo Rei, em 20 de novembro, um Ano Vocacional no Brasil, bem como enfatizar a iniciação à vida cristã:

“Para termos vocações à vida consagrada e à vida sacerdotal, precisamos dar aos possíveis candidatos a possibilidade da experiência do encontro com Jesus. Outra coisa é que estamos num tempo de comunicações, em que crianças e jovens estão logo em contato com o mundo, com ofertas mais diferentes e nem sempre com a mesma intensidade têm contato com aqueles que são os nossos modos de participar da Igreja”.

Opinião

Consideramos que está cada vez mais difícil que os jovens despertem sua vocação vivendo em ambientes dessacralizados.

A vocação primeira de todo padre é a vocação cristã, que deveria começar no berço. Infelizmente percebemos como a maioria das famílias católicas estão desestruturadas. Entenda melhor lendo o artigo “Quando é que os pais compreenderão sua missão em relação aos próprios filhos?”.

Além da falta de ambiente verdadeiramente católico em casa, a sociedade está totalmente paganizada, seja nos ambientes acadêmicos, de lazer ou mesmo de trabalho.

Se não fosse suficiente, percebemos que até mesmo na igreja prevalece um ambiente de apostasia, no qual os fiéis não encontram o que suas almas anseiam. Em boa parte das paróquias, encontramos padres não conhecem fundamentos básicos da própria Fé, defendem ideologias contrárias à Doutrina Católica, transformam a liturgia em algo irreconhecível, e defendendo até mesmo a não existência do inferno e do demônio.

Identificamos que este contexto é produzido principalmente pela degradação dos seminários, onde os seminaristas entram católicos fervorosos e saem praticamente “ateus ordenados”. Diversos seminaristas denunciam que as universidades de teologia e filosofia estão infestados de militantes que tomaram o lugar dos professores.

Outro aspecto essencial, que muitas vezes passa despercebido, é a invasão feminina no Ministério de Acólitos. Historicamente o serviço no altar sempre foi feito pelos jovens do sexo masculino, e com a mudança cultural promovida dentro da Igreja estimulando o serviço feminino no altar, percebemos a drástica queda nas vocações sacerdotais que só podem ser exercidas por homens. Sobre este assunto falaremos mais abaixo.

Para concluir, chegamos à conclusão que, para mudar essa realidade é preciso, além de priorizar a restaurar os seminários e investir na reciclagem dos padres. Seguem algumas sugestões:

  1. Rezem e ensinem o povo a rezar;

  2. Aprendam e ensinem o que é pecado;

  3. Meditem e falem com frequência sobre as realidades últimas, Morte, Céu, Inferno e Purgatório;

  4. Façam catequeses com o povo sempre que possível;

  5. Incentivem o povo a viver os Sacramentos;

  6. Atendam confissões muitas vezes por semana;

  7. Celebrem a liturgia da Santa Missa com dignidade, seguindo o Missal;

  8. Que incentivem os jovens rapazes a auxiliar no altar como acólitos;

  9. Que reformem as Igrejas, tornando-as mais belas (a beleza evangeliza);

  10. Que não tenham vergonha ou aversão à Tradição e História da Santa Igreja;

  11. Que usem roupas modestas, especialmente valorizem o uso da batina;

  12. Que estimulem a piedade ao invés de perseguir os católicos piedosos;

  13. Que ensinem a autêntica espiritualidade católica ao invés de ideologias anticristãs;

  14. Que não tenham medo de denunciar o Mal, o Pecado e Ideologias anticristãs;

Não há nada mais “radical” e desafiador que ser um sacerdote… Se os jovens soubessem disso, certamente haveria muito mais vocações… Mas infelizmente eles não conseguem enxergar isso, pois realmente temos muito poucos verdadeiros sacerdotes…

Cardeal Raymond Burke: Igreja ‘feminizada’ e coroinhas causaram escassez de padres

O cardeal Raymond Burke, um clérigo americano sênior em Roma que tem sido um dos críticos mais sinceros do esforço de reforma do Papa Francisco, está agitando as águas mais uma vez, desta vez argumentando que a Igreja Católica se tornou muito “feminizada”.

Burke, em janeiro de 2015, apontou a introdução de coroinhas para explicar por que menos homens estão ingressando no sacerdócio.

“Os meninos não querem fazer coisas com as meninas. É natural”, disse Burke em entrevista publicada na segunda-feira. “Acho que isso contribuiu para a perda de vocações sacerdotais”.

“É preciso uma certa disciplina viril para servir como coroinha em serviço ao lado do padre, e a maioria dos padres tem suas primeiras experiências profundas da liturgia como coroinhas”, disse o ex-arcebispo de St. Louis a Matthew James Christoff, que dirige um ministério de homens católicos que chamou de Projeto Nova Emancipação.

“Se não estamos treinando jovens como coroinhas, dando-lhes uma experiência de servir a Deus na liturgia, não devemos nos surpreender que as vocações tenham diminuído drasticamente”, disse ele.

A Igreja Católica retirou a proibição de meninas ajudarem os padres durante a missa em 1983, e hoje é comum ver mais meninas do que meninos ajudando no altar. Apenas uma diocese dos EUA, em Lincoln, Nebraska, ainda proíbe as coroinhas, embora várias paróquias individuais as tenham barrado na esperança de encorajar mais meninos e homens a considerar o sacerdócio exclusivamente masculino.

Na entrevista, Burke também culpou o clero gay pela crise de abuso sexual da Igreja, dizendo que os padres “feminizados e confusos sobre sua própria identidade sexual” foram os que molestaram crianças.

Burke disse que se lembrava de “jovens me dizendo que estavam, de certa forma, assustados com o casamento por causa das atitudes radicalizantes e autocentradas das mulheres que estavam surgindo na época. Esses jovens estavam preocupados que entrar em um casamento simplesmente não trabalham por causa de uma constante e insistente exigência de direitos para as mulheres.”

Ele disse que “o movimento feminista radical influenciou fortemente a Igreja” também.

O foco nas questões das mulheres, disse ele, mais “um colapso completo” do ensino da fé e “experimentação litúrgica desenfreada”, levou a igreja a se tornar “muito feminizada”. Isso afastou os homens que “respondem ao rigor, precisão e excelência”, disse Burke.

“Além do padre, o santuário ficou cheio de mulheres”, disse ele. “As atividades na paróquia e até a liturgia foram influenciadas pelas mulheres e se tornaram tão femininas em muitos lugares que os homens não querem se envolver”.

Burke, um tradicionalista litúrgico e um conservador doutrinário, também disse que “os homens precisam se vestir e agir como homens de uma maneira que respeite a si mesmos, às mulheres e às crianças”.

Com informações de Aleteia e NCRegister.com

 
 
 

“Dia Internacional da Mulher”… Você já parou para pensar no porquê da comemoração dessa data? Tudo começou no final do século XIX, quando mulheres que trabalhavam em indústrias reivindicaram melhores condições de trabalho e melhores salários. As reivindicações não pararam por aí. Ao longo do tempo, elas foram tomando corpo, fomentadas pelas ideologias feministas, até chegarem hoje nas discussões sobre a igualdade de gêneros, sexualidade e “saúde da mulher” [leia-se a “luta” pela descriminalização do aborto, etc.]. Nenhuma mulher cristã em sã consciência deveria comemorar o dia “8 de Março”. Acredito que as pessoas não têm ideia de como e por que surgiu o “Dia Internacional da Mulher”, pois se soubessem, não ficariam procurando no Google mensagens “católicas” para comemorar este dia, já que de católicas as reivindicações feministas não têm nada! E mais: semelhanças entre teorias comunistas, socialistas e feministas não é mera coincidência! Segundo Clara Zetkin, Lênin “considerava a plena igualdade social da mulher como um princípio indiscutível do comunismo.” Ele afirmava: Devemos criar necessariamente um poderoso movimento feminino internacional, fundado sobre uma base teórica clara e precisa. É claro que não pode haver uma boa prática sem teoria marxista. Nós, comunistas, devemos manter sobre tal questão nossos princípios, em toda sua pureza. Devemos distinguir-nos claramente de todos os outros partidos. […]. Assista antes de continuar a leitura:


E infelizmente, este “movimento feminino internacional” aconteceu. Comunismo, marxismo, socialismo, feminismo, tudo de mãos dadas, e eis onde a mulher chegou na modernidade: escrava de princípios e valores totalmente anticristãos. A mulher abdicou do seu papel de mãe e educadora em busca de uma equiparação com o homem que foi lhe imposta por essas ideologias. A maternidade é vista como desgraça e ser mãe hoje em dia é praticamente sinônimo de vergonha! As mulheres almejam, antes de tudo, possuir uma carreira de sucesso do que constituir famílias grandes, sólidas e cristãs, de acordo com a vontade Divina. Alguém já se deu conta de qual é o papel que a mulher assume agora perante o mundo? Ela simplesmente virou escrava do seu trabalho fora do lar. Está fadada a uma jornada dupla, ou até mesmo tripla de trabalho, sendo que isto ocorre, na maioria das vezes, por vontade própria, não por necessidade, já que o que está em jogo é sua “auto realização” e “satisfação pessoal”. A mulher moderna quis “independência” do seu marido, mas, em contrapartida, tornou-se dependente dos seus patrões e de uma carreira de sucesso, mesmo que isto signifique o prejuízo de sua saúde e/ou o abandono da sua família. Às vezes me pergunto: que lugar as crianças de hoje ocupam na vida corrida das suas mães com carreiras brilhantes?

A Igreja sempre ensinou que a tarefa principal da mulher que é mãe e esposa é educar seus filhos e cuidar do seu lar. Ensina Pio XII que “o ofício da mulher, sua maneira, sua inclinação inata, é a maternidade. Toda mulher é destinada a ser mãe; mãe no sentido físico da palavra, ou em um significado mais espiritual e elevado, mas não menos real.”[5] Porém, este ofício feminino vem sendo desmantelado, não coincidentemente. A revolução feminista/marxista/socialista veio exatamente tirar a mulher do centro do seu reino, porque destruindo o lar se destrói a família, e destruindo a família, se destrói e se corrompe a sociedade. Não foi à toa que São Pio X disse a seguinte frase: “Dai-me mães verdadeiramente cristãs e eu lhes darei santos”, e que Pio XII proferiu a seguinte sentença: “a esposa e mãe é o sol da família”[6]. Tirai este sol que ilumina e dá graça ao lar e tudo será escuridão, lugubridade e trevas!

Que desde muito tempo os acontecimentos públicos tenham-se desenvolvido de modo não favorável ao bem real da família e da mulher é um fato inegável. E para a mulher, voltam-se vários movimentos políticos, para ganhá-la à sua causa. Alguns sistemas totalitários colocam diante de seus olhos magníficas promessas; igualdade de direitos com os homens, proteção das gestantes e das parturientes, cozinha e outros serviços públicos comuns que libertarão do peso das obrigações domésticas. […] Permanece, porém, o ponto essencial da questão, a que já acenamos: a condição da mulher com isto se tornou melhor? A igualdade de direitos com o homem, trazendo o abandono da casa onde ela era Rainha, sujeita a mulher ao mesmo peso e tempo de trabalho. Desprestigiou-se a sua verdadeira dignidade e o sólido fundamento de todos seus direitos, quer dizer, perdeu-se de vista o fim desejado pelo Criador para o bem da sociedade humana e sobretudo pela família. Nas concessões feitas à mulher é fácil de perceber, mais que o respeito de sua dignidade e de sua missão, a mira de promover a potência econômica e militar do Estado totalitário, do qual tudo deve inexoravelmente ser subordinado.[7]

Sabendo que o socialismo, o marxismo, o comunismo e o feminismo são, por essência, anti-cristãos, e sabendo que eles foram as ideologias de base da revolução sócio-psico-cultural feminina e motivadores deste dito “Dia Internacional da Mulher”, pergunto a você, leitor(a): 8 de Março: O que a mulher cristã comemora mesmo?

Assista também:


Entenda a ligação entre o Dia Internacional da Mulher e o feminismo socialista

Leia abaixo trechos de uma matéria pró-feminismo:

Movimento feminista celebra 100 anos do Dia Internacional da Mulher “100 anos de 8 de março: mulheres em luta por autonomia, igualdade e direitos”

Há exatos 100 anos, a socialista alemã Clara Zetkin propôs, durante a 2ª Conferência Internacional das Mulheres Socialistas, realizada em Copenhague, na Dinamarca, a criação de um Dia Internacional da Mulher. Havia alguns anos, diferentes datas eram marcadas por jornadas de luta feminista, organizadas sobretudo em torno da defesa do voto feminino e da denúncia contra a “exploração e opressão das mulheres”.

A partir daí, as comemorações começaram a ter um caráter internacional. Um século se passou e hoje, em todo o mundo, o dia 8 de março é considerada pelas feministas uma data de “celebração e afirmação da luta das mulheres por igualdade, autonomia e liberdade.”

Mas quais os direitos que as feministas ainda lutam?

Estão entre as principais reivindicações das feministas: a defesa da integralidade do Programa Nacional de Direitos Humanos, incluindo a resolução sobre o aborto, que foi alterada pelo governo federal; da Lei Maria da Penha, que vem sofrendo inúmeros obstáculos para sua implementação e legitimação; As feministas também denunciam os efeitos da crise econômica na vida das mulheres, que foram as maiores vítimas do desemprego; a criminalização dos movimentos sociais e o acordo assinado entre o Brasil e o Vaticano, que viola a laicidade do Estado brasileiro.

Sobre o 8 de Março

Do final do século XIX até 1908, uma série de greves e repressões de trabalhadoras marcaram a construção do movimento feminista nos Estados Unidos. O primeiro “Woman’s day” foi comemorado em Chicago em 1908, e contou com a participação de 1500 mulheres. O dia foi dedicado à causa das operárias, denunciando a exploração e a opressão das mulheres e defendendo a igualdade entre os sexos e a autonomia das mulheres, incluindo o direito ao voto.

De novembro de 1909 a fevereiro de 1910, uma longa greve dos operários têxteis de Nova Iorque, liderada pelas mulheres, terminou pouco antes do “Woman’s Day”, realizado no Carnegie Hall, quando três mil mulheres se reuniram em favor do sufrágio, conquistado em 1920 em todo os EUA. Neste ano, a socialista alemã Clara Zetkin propôs, na 2a Conferência Internacional das Mulheres Socialistas, a criação do Dia Internacional da Mulher, que seguiu sendo celebrado em datas diferentes, de acordo com o calendário de lutas de cada país.

Em 1914, ele foi comemorado pela primeira vez em 8 de março, na Alemanha. Mas é a ação das operárias russas no dia 8 de março de 1917, precipitando o início das ações da Revolução Russa, a razão mais provável para a fixação desta data como o Dia Internacional da Mulher.

Documentos de 1921 da Conferência Internacional das Mulheres Comunistas revelam a proposta de uma feminista búlgara do 8 de março como data oficial. A partir de 1922, a celebração internacional é oficializada neste dia.

Essa história se perdeu nos grandes registros históricos, mas faz parte do passado político das mulheres e do movimento feminista de origem socialista no começo do século.

Numa era de grandes transformações sociais, o Dia Internacional da Mulher transformou-se no símbolo da participação ativa das mulheres para transformarem a sua condição e a sociedade como um todo.

Alguns trechos dos escritos de Clara Zetkin

«Devemos criar necessariamente um poderoso movimento feminino internacional, fundado sobre uma base teórica clara e precisa» — começou ele, depois de haver-me saudado. «É claro que não pode haver uma boa prática sem teoria marxista. Nós, comunistas, devemos manter sobre tal questão nossos princípios, em toda sua pureza. Devemos distinguir-nos claramente de todos os outros partidos.Infelizmente, nosso II Congresso Internacional não teve tempo de tomar posição sobre esse ponto, embora a questão feminina tivesse sido ali levantada. A culpa é da comissão, que faz com que as coisas se arrastem. Ela deve elaborar uma resolução, teses, uma linha precisa. Mas até agora seus trabalhos não avançaram muito. Deveis ajudá-la

Dizia Lênin:

Devemos educar as mulheres que ganharmos para nessa causa e torná-las capazes de participar da luta de classe do proletariado, sob a direção do Partido Comunista. Não me refiro apenas às mulheres proletárias, que trabalham na fábrica ou em casa. Também as camponesas pobres, as pequeno-burguesas, são vítimas do capitalismo e o são ainda mais em caso de guerra.

A mentalidade antipolítica, anti-social e atrasada dessas mulheres, o isolamento a que as obriga sua atividade, todo o seu modo de vida; eis fatos que seria absurdo, completamente absurdo, subestimar. Necessitamos de organismos apropriados para realizar o trabalho entre as mulheres. Isso não é feminismo: é o caminho prático, revolucionário…

Temos o direito de estar orgulhosos de possuir no Partido e na Internacional a fina flor das mulheres revolucionárias. Mas isso não basta. Devemos atrair para o nosso campo milhões de mulheres trabalhadoras das cidades e do campo. Devemos atrai-las para o nosso lado a fim de que contribuam em nossa luta e particularmente na transformação comunista da sociedade.Sem as mulheres não pode existir um verdadeiro movimento de massas…

Pode haver prova mais condenável do que a calma aceitação dos homens diante do fato de as mulheres se consumirem no trabalho humilhante, monótono, da casa, gastando e desperdiçando energia e tempo e adquirindo uma mentalidade mesquinha e estreita, perdendo toda sensibilidade, toda vontade?…

Naturalmente, não me refiro às mulheres da burguesia, que descarregam sobre as empregadas a responsabilidade de todo o trabalho doméstico, inclusive a amamentação dos filhos. Refiro-me à esmagadora maioria das mulheres, às mulheres dos trabalhadores e àquelas que passam o dia numa oficina. Pouquíssimos homens — mesmo entre os proletários — se apercebem da fadiga e da dor que poupariam à mulher se dessem uma mão ‘ao trabalho da mulher’.

Mas não, isto vai de encontro aos ‘direitos e à dignidade do homem’: este quer paz e comodidade. A vida doméstica de uma mulher constitui um sacrifício diário, feito por mil ninharias. A velha supremacia do homem sobrevive em segredo. A alegria do homem e sua tenacidade na luta diminuem, diante do atraso da mulher, diante de sua incompreensão dos ideais revolucionários: atraso e incompreensão que, como cupim, secretamente, lentamente mas sem salvação, roem e corroem…

Um congresso não é uma sala de visitas, onde as mulheres brilham com seus encantos, como dizem os romances. É a arena onde começamos a agir como revolucionários. Demonstrai que sabeis lutar. Antes de tudo, contra o inimigo, naturalmente, mas, se é preciso, mesmo no seio do Partido. Teremos o que fazer, com milhões de mulheres. Nosso Partido russo será favorável a todas as propostas e medidas que contribuam para atraídas para nossa movimento. Se não estão conosco, a contra-revolução poderá conduzi-las contra nós. Devemos sempre pensar nisto. Devemos conquistar as massas femininas, quaisquer que sejam as dificuldades.”

 
 
 

O Carnaval é um jeitinho brasileiro que o diabo encontrou para levar muitas almas para o inferno

São João Maria Vianney: o Santo Cura D’ars, há pouco mais de 150 anos atrás dizia que ”não há um só mandamento que os bailes não transgridam”.

Esse grande santo, modelo dos párocos, dizia ainda que ”os bailes eram a escola de todos os vícios, caminho certo para o inferno.”

O detalhe é que os bailes daquele tempo eram com violinos e as mulheres tinham longos vestidos…

Ele dizia também que ”quando alguém entra em um baile, seu anjo da guarda fica do lado de fora e quem o acompanha é uma espécie de ‘demônio da guarda’, e que aquele ambiente teria então tantos demônios quantos fossem os bailarinos”.

O que o santo diria então dos carnavais de hoje?

Parafraseando o Pe. Marcelo Rossi creio que ele diria: ”Não sei o inferno subiu ou a terra desceu… só sei que está cheio de capeta naquele lugar…”.

Assista o vídeo antes de continuar a leitura:


O CARNAVAL E A COLHEITA MALDITA

Se em algum tempo ou lugar o carnaval já foi uma festa sadia, desde muito deixou de sê-lo.

O fato é que essa festa se tornou a expressão de uma sociedade paganizada que virou as costas para Deus e que, cegada pelas paixões acabou por exaltar e promover os vícios que a tem destruído.

Regada com abundante dinheiro de nossos impostos, essa festa diabólica, querida por muitos do povo, incentivada por políticos fanfarrões e abençoada por boa parte do clero que perdeu a clareza fé e o compromisso de conduzir o rebanho de Deus à salvação eterna, tem feito estragos sempre maiores na vida de muitas pessoas, famílias e na sociedade em geral.

A pretexto de se divertirem ou terem momentos de alegria, se manda às favas os valores e à saúde moral e mesmo física de nosso povo.

Colaboram nessa loucura muitos cristãos que compreendendo mal o conceito de alegria e de liberdade acabam por apoiar ou participar de um evento que leva ao pecado e à destruição de muitos. Estes bons moços que se dizem seguidores de Cristo, sempre alegam que o carnaval não é mal em si mesmo, basta não fazer nada de errado…basta participar como um cristão…que não é pecado se divertir…que Deus nos quer ver com alegria, etc, etc, etc…

Não é por acaso que no profeta Oséas(4,6) Deus diz: ”Meu povo se perde por falta de conhecimento.” A ignorância e o desprezo pela Palavra de Deus estão na raiz desse tipo de argumento por parte dos que se dizem cristãos. Mas a Palavra de Deus, em vários pontos é pródiga em condenar esse tipo de evento (Rom.1,29; 1Cor.6,9ss; Gal.5,19ss; 2Tim.3,1ss; etc…) e deixa claro que não entrará nos céus os que deles participam ou os promovem.

O carnaval promove toda espécie de vícios e pecados e é completamente incompatível com os ensinamentos de Cristo, que veio justamente para nos libertar do pecado e de sua consequência última que é o inferno.

O carnaval é o caminho mais curto para a condenação. É o jeitinho brasileiro que o diabo encontrou para levar muitas almas para o inferno. Nessa época, por meio desse evento o demônio faz uma grande colheita sob o olhar cúmplice dos pastores que não vigiam sobre seus rebanhos.

Mas porque mesmo o carnaval é tão mal? vejamos entre outras coisas:

1- Exalta e promove a nudez, pornografia, sexo livre, prostituição e adultério; 2- Promove e incentiva o consumo de álcool e drogas em geral, razão pela qual muitos se encorajam a fazerem muitas loucuras, que em circunstâncias normais não fariam; 3- Nos meses que se seguem após o carnaval o índice de aborto aumenta muito por conta dos que se prostituíram naquele evento; 4- Grande aumento de acidentes com considerável número de vítimas, por causa das bebidas e drogas; 5- Aumento da violência, brigas, assassinatos e estupros; 6- famílias que se desfazem ou entram em crise por causa dos adultérios e prostituição; 7- A disseminação de doenças sexualmente transmissíveis, especialmente da AIDS(pois ao contrário da propaganda, os preservativos falham); 8- A disseminação de uma moral relativista que quebra ou enfraquece a resistência ao pecado e ao que é condenado pela Palavra de Deus.

Ainda que haja padres ou bispos que ”abençoem” sambódromos e por seu incentivo ou omissão, apoiem essa festa imunda, Deus jamais aprovará.

É imoral que cristãos participem ou apoiem esse evento. É imoral que os governos patrocinem essa escola de vício e pecado.

O conceito filosófico de alegria é: deleite de um bem honesto. Portanto, ainda que a pessoa não entre em nenhum vício, a sua simples participação nessa festa é uma forma de apoio um evento que arrasta milhões de pessoas a práticas pecaminosas e aos vícios condenados por Deus. Sendo assim, não se trata de uma diversão sadia ou de uma verdadeira alegria pois é uma satisfação obtida às custas da perda de muitos.

Quem participa do carnaval ou o apoia de alguma forma é cúmplice moral de tudo o que ali acontece e é promovido.

Templário de Maria

 
 
 
CONTATO
Avalie-nosRuimNão muito bomBomMuito bomÓtimoAvalie-nos

Agradecemos pelo envio !

© 2019 - 2023. INTERVENÇÃO DIVINA - Criado por Divino Design.

Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

bottom of page
ConveyThis