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Após as intensas polêmicas envolvendo valores anticristãos na Campanha da Fraternidade Ecumênica de 2021, a Igreja Sirian Ortodoxa de Antioquia comunica o seu desligamento do CONIC.

Nesta quinta-feira a Igreja Sirian Ortodoxa de Antioquia no Brasil publicou um comunicado datado de 16 de fevereiro no qual comunicam seu desligamento Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC).

No comunicado eles ressaltam que, segundo sua compreensão, o papel do movimento ecumênico não visa a desconstrução dos valores cristãos, a relativização das verdades fundamentais de nossa fé ou a desqualificação de nossas realidades históricas e espirituais.

De acordo com a nota, os motivos principais para o desligamento foram que, em diversas temáticas e questões trabalhadas e executadas pela referida entidade, não se sentiram plenamente contemplados e respeitados e que a abordagem, midiática e prática, de determinados temas mostrou-se inúmeras vezes trabalhada sob perspectivas com as quais não compactuam.

Com essa saída, o CONIC passa a ser formado apenas por seis membros: Igreja Católica Apostólica Romana, Igreja Cristã Reformada, Igreja Episcopal Anglicana do Brasil (IEAB), Igreja Metodista, Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB) e Igreja presbiteriana Unida (IPU).

Observando a atitude exemplar deste comunicado, diversos católicos foram às redes sociais comemorar esperançosos de que o núncio da Igreja Católica Apostólica Romana no Brasil seja um dos próximos a comunicar o desligamento, uma vez que também os valores essenciais da fé Católica foram gravemente ultrajados com a Campanha da Fraternidade.

Leia abaixo o comunicado na íntegra:

Saiba mais Veja tudo que já foi dito sobre a Campanha da Fraternidade 2021 até agora À Diretoria do CONIC — Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil Que a paz esteja convosco! Prezados (as), “Tomai, portanto, a armadura de Deus, para que possais resistir nos dias maus e manter-vos inabaláveis no cumprimento do vosso dever. Ficai alerta, à cintura cingidos com a verdade, o corpo vestido com a couraça da justiça, e os pés calçados de prontidão para anunciar o Evangelho da paz” – Efésios 6,13-15

Nossa Igreja Sirian Ortodoxa de Antioquia — Patriarcado de Antioquia e Todo Oriente, é uma ativa incentivadora e promotora de ações em prol do diálogo e da paz, tanto entre as diversas confissões cristãs em todo o mundo bem como com outras religiões não-cristãs. Também somos protagonistas e apoiadores de ações concretas de assistência e caridade aos mais fragilizados, especialmente aos refugiados, assim como às ações de promoção a justiça social e ao bem comum. Somos membros do CMI — Conselho Mundial de Igrejas e do Conselho das Igrejas do Oriente Médio (MECC), além de outras iniciativas regionais, abundantemente divulgadas pelos meios de comunicação em todo o mundo.

Acreditamos sim no diálogo, no respeito e no acolhimento. Acreditamos sim que nossas Igrejas têm como missão (São Mateus 25,31-40) inseparável ao anúncio do Santo Evangelho a promoção da paz (Romanos 14,19), da justiça (São Mateus 5,6), da igualdade (Gálatas 3,28) bem como o dever de emergir contra toda violência (1′ Tessalonicenses 5,22) e contra toda exploração (Provérbios 28,16; 29,2).

Participamos, portanto, do movimento ecumênico por compreendermos (e agirmos segundo a compreensão) que seu papel não visa a desconstrução dos valores cristãos, a relativização das verdades fundamentais de nossa fé ou a desqualificação de nossas realidades históricas e espirituais. Ao contrário, acreditamos sim que o diálogo pode e deve levar os cristãos a encontrar pontos convergentes e mutuamente sensíveis em suas realidades eclesiais particulares, onde as diversas comunidades cristãs possam trabalhar plenamente em conjunto, concomitantemente ao respeito e ao inalienável direito de permanecerem firmes em sua forma de crer e se expressarem-se a partir de suas perspectivas de fé.

Consideramos que, desde seu ingresso, a participação de nossa Igreja Sirian Ortodoxa de Antioquia no Brasil nos organismos ecumênicos, em particular no CONIC — Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil, não se apresentou de forma a expressar concretamente o princípio de equidade das igrejas-membro, em particular e, especialmente, à nossa Igreja; que em diversas temáticas e questões trabalhadas e executadas pela referida entidade não nos sentimos plenamente contemplados e respeitados; que a abordagem, midiática e prática, de determinados temas mostrou-se inúmeras vezes trabalhada sob perspectivas com as quais não compactuamos, de acordo com nossa fé e tradição e no exercício de nosso direito à liberdade religiosa, favorecendo narrativas, novamente, em detrimento do princípio de equidade; bem como, em inúmeros casos, na falta da recíproca abertura à convivência respeitosa e fraterna das igrejas-membro, COMUNICAMOS que:

Nós, da Igreja Sirian Ortodoxa de Antioquia no Brasil — ISOA — Arquidiocese Sirian Ortodoxa de Brasília e Todo Brasil e América Latina, bem como suas respectivas correspondentes jurídicas (ICOSB — ASFAC -partes inseparáveis de nossa Igreja no Brasil), a partir da presente data, voluntariamente nos DESLIGAMOS do CONIC — Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil.

Não obstante, continuamos abertos ao diálogo e ao respeito mútuo, dado que ambos não são propriedade particular de qualquer igreja ou entidade, desde que fundamentados nos princípios já apresentados, os quais não estão para nós sob discussão de mérito. Aos nosso clero bem como a todos os fiéis das paróquias, comunidades missionárias e obras sociais da Igreja Sirian Ortodoxa de Antioquia no Brasil, pedimos que continuem a serem promotores da paz e sem medo do diálogo (São João 16,33) sem, contudo, jamais abrir mão da verdade (São João 17,15-17) e da fé (Gálatas 5,5).

No Amor de Cristo, Dom Tito Paulo George Hana Arcebispo e Núncio Apostólico

 
 
 

Fiéis se reuniram em frente a Paróquia Sagrado Coração de Jesus para fazer reparação pelos sacrilégios cometidos na abertura da Campanha da Fraternidade.

Um grupo de fiéis organizou neste domingo algo que está se tornando cada vez mais raro, uma Ação de reparação ao Sagrado coração de Jesus, em frente à paróquia onde um padre concelebrou a Santa Missa, na última quarta-feira de cinzas, com um pastor protestante.

Os Sacrilégios aconteceram quando um pastor protestante foi convidado para participar da liturgia da Santa Missa (abertura da Campanha da Fraternidade), porém ao invés de colocá-lo como espectador convidado, colocaram-no como “co-celebrante” no altar ao lado do Sacerdote, no qual rezou parte da oração eucarística, fez a elevação do Corpo e Sangue de Nosso Senhor, e por fim foi convidado pelo pároco para comungar.

Pelas redes sociais alguns dos fiéis deixaram mensagens comentando o ato de desagravo. Leia também Sacrilégio: Pastor protestante co-celebra e recebe comunhão na abertura da Campanha da Fraternidade

Leia a mensagem postada pelo Apostolado Santo Inácio de Loyola e em seguida veja algumas fotos do ato:

O Apostolado Santo Inácio de Loyola participou de algo que é quase inexistente na Igreja hoje: Ato de Desagravo! Todos ficaram sabendo da ofensa pública que Nosso Senhor recebeu na Missa Profanada na ultima quarta-feira em Jundiaí, mas pouquíssimas pessoas cobraram um ato de desagravo por parte do bispo da Diocese de Jundiaí, e o bispo de lá nem ao menos citou a possibilidade em seu pronunciamento sobre o caso. Nossa indignação não podia ficar somente na internet, por isso fomos lá nos juntarmos aos bravos católicos daquela diocese que foram reparar a ofensa que sofreu Nosso Senhor. Teria sido bom se o bispo tivesse celebrado uma Missa em reparação, ou algum outro sacerdote daquela diocese, mas isso até agora não aconteceu. É claro que rezamos no nosso particular em desagravo, mas uma ofensa pública exige uma reparação pública!! Essa semana passada um padre de Itú postou um video de 17:30 minutos onde ele se dedica única e exclusivamente a PEDIR PERDÃO pelas ofensas que enventualmente receberam o padre protagonista da profanação e também ao pastor herege, mas em momento algum pediu perdão a Deus pela ofensa. É incrível a mentalidade do clero modernista!! Deus pode ser ofendido e ultrajado, mas as pessoas não!! Nosso Apostolado seguirá fazendo ações nessa quaresma contra a maldita campanha da fraternidade ecumenica 2021! @apostsantoinacio

Oração:

“Dulcíssimo Jesus, cuja infinita caridade para com os homens é por eles tão ingratamente correspondida com esquecimentos, friezas e desprezos, eis-nos aqui prostrados na Vossa presença, para Vos desagravarmos, com especiais homenagens, da insensibilidade tão insensata e das nefandas injúrias com que é de toda parte alvejado o Vosso amorosíssimo coração.”
 
 
 

Bispo afirma que o caso foi encaminhado para Roma, para análise da Congregação para a Doutrina da Fé, e o Sacerdote envolvido foi afastado do cargo.

Em uma nova nota publicada neste sábado (20), o bispo de Jundiaí – SP, Dom Vicente Costa lamentou que o acontecimento gerou grande desorientação e divisão entre os fiéis, e disse acreditar que o responsável Padre José Carlos Pedrini não tenha agido de má-fé. Que foi um ato impulsivo baseado em uma inadequada compreensão do que significa ecumenismo e “que sua ação parece não derivar da consciência expressa de querer desobedecer às normas da Igreja Católica ou ferir a sacralidade da Santíssima Eucaristia.”

Assista o vídeo, abaixo, do ocorrido, e em seguida leia a nota de esclarecimento.


NOTA DE ESCLARECIMENTO DA DIOCESE DE JUNDIAÍ

“Irmãos, no caso de alguém ser surpreendido numa falta (…), corrigi-o, em espírito de mansidão” (Gl 6,1).

Diante do fato ocorrido na Quarta-feira de Cinzas, 17 de fevereiro pp., na Igreja Matriz Sagrado Coração de Jesus, Bairro Colônia, cidade de Jundiaí – SP, quando o Pároco, Revmo. Padre José Carlos Pedrini, CS, celebrou a Santa Eucaristia com a participação ativa de um ministro não pertencente à Igreja Católica – fato este não permitido pelas normas de nossa Igreja –, queremos esclarecer aos fiéis quanto segue:

  1. Lamentamos sinceramente o acontecimento que gerou, com razão, grande desorientação e divisão entre os fiéis. Além disso, como se não bastasse a perturbação da comunidade local, a ampla divulgação do evento pelas mídias digitais tem causado reações muito diversas e completamente opostas, acentuando ainda mais a ferida infligida à unidade eclesial, que encontra justamente na Santa Eucaristia a sua fonte e o fundamento último de sua unidade na mesma fé, esperança e caridade.

  2. Acreditamos que o referido Presbítero, conhecido por sua dedicação e generosidade, particularmente aos pobres e aos migrantes, não tenha agido de má-fé. Uma inadequada compreensão das iniciativas relacionadas ao sempre louvável diálogo ecumênico talvez esteja na base de seu impulso. Importa salientar, portanto, que sua ação parece não derivar da consciência expressa de querer desobedecer às normas da Igreja Católica ou ferir a sacralidade da Santíssima Eucaristia.

  3. Continuamos a acreditar firmemente no diálogo ecumênico sadio e autêntico com outras comunidades cristãs, tão defendido pelo Concílio Vaticano II e pelos pronunciamentos dos últimos Papas, a fim de podermos atender à prece de nosso Senhor Jesus Cristo: “Que todos sejam um” (Jo 17,21). E renovamos nossos sentimentos de fraterna estima pela Igreja Presbiteriana Unida do Brasil, que, na pessoa de um de seus pastores, malgrado seu, se viu envolvida numa situação que nos é tão sensível.

  4. Conforme a vigente legislação da Igreja em situações como esta, enviamos o ocorrido à Congregação para a Doutrina da Fé, em Roma, a fim de que nos seja indicado qual o caminho a seguir. Neste tempo, achamos oportuno, em comum acordo com o Superior Regional da Congregação dos Missionários de São Carlos (Scalabrinianos), que o Revmo. Padre José Carlos Pedrini, SC, seja afastado do ofício de Pároco. E no seu lugar, foi nomeado o Revmo. Padre Giuseppe Bortolato, CS, como o Administrador Paroquial da Paróquia Sagrado Coração de Jesus.

  5. Por fim, asseguramos a todos que essas medidas foram tomadas num ambiente de diálogo fraterno entre todas as partes envolvidas, pois cremos na “fraternidade e diálogo: compromisso de amor”.

Que Cristo, nossa Paz, fortaleça nossa união, “para que do que era dividido, Ela faça uma unidade” (cf. Ef 2,14a), tornando-nos cada vez mais “um só Corpo e um só Espírito”.

Jundiaí – SP, 20 de fevereiro de 2021.

Dom Vicente Costa Bispo Diocesano de Jundiaí

Assista também a maravilhosa formação do padre Ubirajara Vieira sobre os problemas da Campanha da Fraternidade: A Campanha da Fraternidade sequestrou a Quaresma

Entenda o que aconteceu

Nesta Quarta-Feira (17) em que celebramos a solene liturgia da Quarta-Feira de Cinzas, ocorreu também, em paróquias de todo território nacional, a abertura da Campanha da Fraternidade.

Como já era de se esperar, junto com a campanha da fraternidade da Teologia da Libertação, que este ano é ecumênica, já começaram a surgir os primeiros abusos litúrgicos e sacrilégios.

A desobediência está enraizada na Teologia da Libertação, propagam que a Hierarquia da Igreja deve ser demolida, que a Igreja deve ser refundada e que, na nova igreja, Cristo é o revolucionário morto pelos poderosos de sua época tão somente, e que o fiel tem o mesmo direito e poder de um Sacerdote.

Um fato que ganhou destaque aconteceu na paróquia Sagrado Coração de Jesus, diocese de Jundiaí. Um “pastor” foi convidado para participar da liturgia da Santa Missa (abertura da Campanha da Fraternidade), porém não como espectador, mas colocaram-no como “co-celebrante” no altar ao lado do Sacerdote, no qual rezou parte da oração eucarística, fez a elevação do Corpo e Sangue de Nosso Senhor, e por fim foi convidado pelo pároco para comungar.

O Código de Direito Canônico (CDC) veda que fiéis católicos participem da Liturgia Eucarística, como vemos abaixo:

Cân. 907 Na celebração eucarística, não é permitido aos diáconos e leigos proferir as orações, especialmente a oração eucarística, ou executar as ações próprias do sacerdote celebrante.

Cân. 908 É proibido aos sacerdotes católicos concelebrar a Eucaristia junto com sacerdotes ou ministros de Igrejas ou comunidades que não estão em plena comunhão com a Igreja católica.

E ainda reforçam a importância da liturgia da missa, as Instruções Gerais do Missão Romano:

30. Entre as partes da Missa que pertencem ao sacerdote, está em primeiro lugar a Oração eucarística, ponto culminante de toda a celebração. Vêm a seguir as orações: a oração coleta, a oração sobre as oblatas e a oração depois da comunhão. O sacerdote, que preside à assembleia fazendo as vezes de Cristo, dirige estas orações a Deus em nome de todo o povo santo e de todos os presentes . Por isso se chamam “orações presidenciais.”

A partir do momento que compreendemos a gravidade do ocorrido, entendemos que não foi atoa que o vídeo viralizou nas redes, o que chamou a atenção do bispo, Dom Vicente Costa, que imediatamente emitiu uma nota dizendo que o fato ocorreu sem seu conhecimento e consentimento.

Mediante a gravidade dos fatos, “Portanto, as devidas medidas canônicas administrativas cabíveis a este caso já estão sendo tomadas.

 
 
 
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