top of page

TODOS OS PRODUTOS

Eventos futuros

Na mesma semana em que a CNBB finalmente emitiu uma nota contra o avanço do terrível mal do aborto no Brasil, também tivemos notas de bispos em apoio ao governo e ainda fizeram pouco caso do avanço do aborto, como pode ser visto nesta matéria.

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou na manhã desta quarta-feira, 18 de janeiro, uma nota na qual manifesta reprovação a toda e qualquer iniciativa que sinalize para a flexibilização do aborto a exemplo das últimas medidas do Ministério da Saúde, constantes da Portaria GM/MS de nº 13, publicada no último dia 13.

A portaria permitiu a desvinculação do Brasil com a Convenção de Genebra e a revogação de outra portaria que determina a comunicação do aborto por estupro às autoridades policiais. A Nota da CNBB pede esclarecimento do Governo Federal considerando que a defesa do nascituro foi compromisso assumido em campanha.

No documento, a CNBB reitera que “a hora pede sensatez e equilíbrio para a efetiva busca da paz e reforça que é preciso lembrar que qualquer atentado contra a vida é também uma agressão ao Estado Democrático de Direito e configura ataques à dignidade e ao bem-estar social”. Confira, abaixo, a íntegra do documento.

Em contraste à nota emitida pela CNBB, nesta semana tivemos também uma nota assinada pelo bispo da diocese de Governador Valadares – MG, na qual demonstra apoio ao governo, e ainda demonstrou desdém com relação à defesa da vida. É possível ler a nota do bispo da diocese de Valadares na íntegra, no final da matéria.

A VIDA EM PRIMEIRO LUGAR

Nota da CNBB

“Diante de vós, a vida e a morte. Escolhe a vida!” (cf. Dt 30,19)

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) não concorda e manifesta sua reprovação a toda e qualquer iniciativa que sinalize para a flexibilização do aborto. Assim, as últimas medidas, a exemplo da desvinculação do Brasil com a Convenção de Genebra e a revogação da portaria que determina a comunicação do aborto por estupro às autoridades policiais, precisam ser esclarecidas pelo Governo Federal considerando que a defesa do nascituro foi compromisso assumido em campanha.

A hora pede sensatez e equilíbrio para a efetiva busca da paz. É preciso lembrar que qualquer atentado contra a vida é também uma agressão ao Estado Democrático de Direito e configura ataques à dignidade e ao bem-estar social.

A Igreja, sem vínculo com partido ou ideologia, fiel ao seu Mestre, clama para que todos se unam na defesa e na proteção da vida em todas as suas etapas – missão que exige compromisso com os pobres, com as gestantes e suas famílias, especialmente com a vida indefesa em gestação.

Não, contundente, ao aborto!

Possamos estar unidos na promoção da dignidade de todo ser humano.

Brasília-DF, 18 de janeiro de 2023

Dom Walmor Oliveira de Azevedo Arcebispo de Belo Horizonte (MG) Presidente da CNBB

Dom Jaime Spengler Arcebispo de Porto Alegre (RS) Primeiro Vice-Presidente da CNBB

Dom Mário Antônio da Silva Arcebispo de Cuiabá (MT) Segundo Vice-Presidente da CNBB

Dom Joel Portella Amado Bispo auxiliar da arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro (RJ) Secretário-geral da CNBB

BISPO DE GOVERNADOR VALADARES EMITE APOIO A LULA E DIZ: “ABORTA QUEM QUER”

Em contraste à nota emitida pela CNBB, nesta semana tivemos também uma nota assinada pelo bispo da diocese de Governador Valadares – MG, na qual demonstra apoio ao governo, e ainda demonstrou desdém com relação à defesa da vida.

Amados irmãos, amadas irmãs!

Nos últimos tempos, o povo brasileiro tem convivido com muita tensão e agressividade por causa da polarização política. Passadas as Eleições e com a posse do novo Governo, é hora de reconstruirmos as relações que foram feridas ou desfeitas, inclusive entre cristãos e católicos. É hora de retomarmos a vida com esperança de dias melhores, sem medo do comunismo, mesmo porque o presidente eleito já esteve no poder por dois mandatos e o seu partido, por quatro mandatos, e nada disso aconteceu. Nada de medo! É hora de termos fé e confiança em Deus, que tem o comando de tudo.

Não podemos nos esquecer de que todo extremismo é ruim, tanto o de esquerda como o de direita. Porém, temos que ter medo, não do comunismo, um movimento extremista de esquerda, que está quase extinto. Temos que ter medo é do fascismo, movimento de extrema direita, cujos defensores instrumentalizam a Pátria, a Família e a Religião a serviço dos seus interesses políticos, econômicos e ideológicos; pessoas que defendem a intervenção militar e o armamento da população; que invadem e destroem prédios e lugares públicos e incendeiam veículos; que promovem premeditadamente a desinformação; que agridem até fisicamente quem pensa diferente deles…

Instrumentalizam a Pátria, porque não respeitam as suas instituições democráticas, questionam o sistema eleitoral e o resultado das eleições, sem prova alguma de que tenha havido, de fato, alguma irregularidade.

Instrumentalizam a Família, porque dizem que são contra o aborto, mas muitas dessas pessoas já o praticaram. Muitos, por exemplo, são donos de farmácia e, sem nenhum peso de consciência, vendem a pílula do dia seguinte, que é abortiva. Isso é incoerência! Depois, a lei do aborto não obriga ninguém a abortar; aborta quem quiser. Os donos de farmácia também não são obrigados a vender a pílula do dia seguinte. Mas por que a vendem? Não será porque o lucro fala mais alto do que sua consciência!

Instrumentalizam a Religião, porque a usam em benefício próprio ou do seu grupo, a fim de conseguirem os seus intentos maquiavélicos e desonestos. Deturpam de propósito o sentido da Palavra de Deus e fazem do templo um lugar para campanha eleitoral e para falar mal dos adversários – o que não condiz com a verdadeira Religião.

Deixemos de dar ouvidos às falsas notícias, veiculadas nas redes sociais! Por que acreditarmos em mentiras oriundas de fontes duvidosas, se temos tantos meios para obtermos informações verídicas!

Quem segue de fato a Jesus Cristo põe em prática o amor a Deus. Mas ao Deus Criador e Salvador, Deus da Vida e da Misericórdia, e não a um falso deus, que é contra o aborto, mas aprova o porte e uso de armas de fogo, que matam pessoas inocentes; e que fecha os olhos à destruição criminosa do meio ambiente para que empresas multinacionais possam obter lucros exorbitantes à custa do sofrimento do povo.

Quem segue de verdade a Jesus Cristo põe em prática o amor ao próximo. Mas a todos, sobretudo os mais fracos e necessitados, inclusive os inimigos, assim como Jesus nos amou, doando a sua vida na Cruz por nós e pela salvação de toda a humanidade.

Por isso, venho conclamar a todos a deixarmos de lado as diferenças e as divisões, a nos unirmos em vista do bem comum, sem preconceitos, discriminações, provocações e polarizações, mas com muita abertura ao perdão, ao diálogo, à solidariedade e à paz.

Meu abraço amigo, minha bênção! Fiquem com Deus.

Texto na íntegra em: www.diocesevaladares.com.br

 
 
 

Caso foi encerrado sem qualquer indício de culpa por parte do prelado.

Por ACI Digital – O arcebispo de Belém (PA), dom Alberto Taveira, disse hoje (30) que os processos contra ele por acusação de assédio e abuso sexual foram encerrados por todas as autoridades competentes, sem ter “qualquer indício de culpabilidade”. Em 2020, o arcebispo tinha sido acusado por quatro ex-seminaristas de assédio e abuso sexual. O caso teve grande repercussão nacional, com reportagens nas principais emissoras de televisão do Brasil.

“Estes últimos dois anos foram de muito sofrimento, profunda oração e perseverante confiança na Providência Divina e na justiça de Deus, como foi demonstrado na análise, conclusão e declaração da minha inocência ante as calúnias levantadas contra a minha honra”, afirmou dom Taveira em um pronunciamento publicado hoje pela arquidiocese de Belém.

Em janeiro de 2021, reportagem do programa ‘Fantástico’, da TV Globo, apresentou relatos de quatro ex-seminaristas da arquidiocese de Belém que narraram em detalhe como teriam sido os supostos abusos cometidos pelo arcebispo. Segundo a reportagem, os casos de abuso e assédio moral e sexual teriam acontecido entre 2010 e 2014, quando os acusadores tinham entre 15 e 18 anos. Os ex-seminaristas já tinham procurado a Polícia Civil e o Ministério Público em agosto de 2020. As denúncias ganharam repercussão em vários veículos da mídia nacional.

Na época, o advogado de dom Taveira, Roberto Lauria, disse que os acusadores eram “um grupo de pessoas que têm um profundo recalque, um profundo sentimento de vingança por dom Alberto”, por causa de sua “gestão austera”. Segundo ele, são pessoas que “foram afastadas do seminário por comportamento incompatível com a vida religiosa”.

Dom Taveira do Pará foi inocentado e a justiça foi restabelecida. Porém, o caso do arcebispo do Pará não é único. Existem outros homens de Deus que estão sendo falsamente acusados. Revelamos tudo no documentario CANCELADOS. Disponível em:


Em seu pronunciamento de hoje, dom Taveira contou que “há pouco mais de um ano” recebeu a “decisão de arquivamento de todos os procedimentos levados a efeito junto às autoridades públicas competentes, após uma longa e dolorosa investigação”. Segundo ele, durante esse processo civil, “foram ouvidas muitas pessoas, com a comprovação da falta de provas” contra ele.

Entretanto, o processo canônico na Santa Sé ainda estava em andamento e, “no dia 28 de outubro de 2022, foi assinada a sentença definitiva por parte do Colégio Judicante constituído no Brasil pela Sé Apostólica”. Os juízes concluíram que não há “qualquer indício de culpabilidade” nos atos do arcebispo.

Dom Taveira disse que, no dia 26 de novembro, recebeu “o documento, confirmando a sentença assinada aqui no Brasil e declarando encerrado definitivamente o referido processo”.

“Quero agradecer-lhes, porque durante este período muitos estiveram rezando e acreditando fielmente na verdade inspirada por Deus. Foram milhares de mensagens que recebi de tantos lugares do Brasil e do mundo de carinho e muitas orações. Rezem comigo em ação de graças por este momento que Deus preparou de forma especial para nós”, afirmou o arcebispo.

Além disso, pediu orações “pelas pessoas que utilizaram de tamanha maldade contra nossa Igreja”. “Deus lhes conceda o perdão e a paz, e a todos nós, a maturidade espiritual para sermos capazes de sempre preservar a Caridade e a Comunhão Fraterna”, acrescentou.

 
 
 

Bispos católicos se manifestam contra carta anônima de bispos comunistas, que critica o atual governo do presidente Bolsonaro.

Muitos estão perguntando sobre uma Carta divulgada por um grupo que se apresenta como “Bispos do diálogo pelo Reino”.

Um grupo de “bispos” lançou, na manhã desta segunda-feira (24), uma carta contra a reeleição de Jair Bolsonaro (PL) à Presidência da República, sem citar diretamente o presidente, mas se referindo ao governo atual.

Intitulado “Bispos do Diálogo pelo Reino”, se supõe que o coletivo reúne bispos da Igreja Católica de várias regiões do Brasil e, no documento, afirma que o segundo turno das eleições coloca a população brasileira “diante de um desafio dramático” que não permite a neutralidade.

Afirmam ainda que o atual governo supostamente “virou as costas para a população mais carente, principalmente no tempo da pandemia”, e que, junto de seus apoiadores, abusou “do nome de Deus para legitimar seus atos e ainda o usam para fins eleitorais”, condenando ainda a disseminação de fatos inverídicos.

Contrapondo essa carta, uma nova carta foi divulgada por um novo grupo de bispos fiéis ao Papa Francisco com o seguinte título: PAZ E HARMONIA EM ÉPOCA DE ELEIÇÕESSobre a carta de um grupo que se intitula “Bispos do Diálogo pelo Reino”. Leia na íntegra:

“Que todos sejam um como eu e Tu, ó Pai, somos um, para que o mundo creia” (João 17, 21).

Muitos estão perguntando sobre uma Carta divulgada por um grupo que se apresenta como “Bispos do diálogo pelo Reino”.

Em plena sintonia com o Amado Papa Francisco, que deseja ardentemente uma Igreja sinodal, o que significa uma igreja unida, cujos membros procuram caminhar juntos, à luz da palavra de Cristo: “Que todos sejam um, como eu e Tu, Pai, somos um, para que o mundo creia” (Jo 17, 21); ouvindo sua sabia homilia pronunciada no dia 11 de outubro passado na celebração dos 60 anos da abertura do Concílio Vaticano II; também em sintonia com a CNBB que reúne todos os bispos católicos do Brasil, independente de posições políticas; respeitando a opinião de cada um, dentro do espírito de diálogo fraterno; esclarecemos o seguinte:

1) A referida carta divulgada no dia 25 de outubro não é texto oficial da CNBB, nem da Igreja em seu sentido mais amplo. É uma posição de alguns bispos cujos nomes não sabemos.

2) A CNBB goza de paz entre seus membros no que há de essencial na fraternidade episcopal e nas questões de fé, mas respeita opiniões e opções políticas, havendo grupos diferentes, com numerosos bispos de um lado e de outro, sem imposição de ideias. Podemos dizer que há unidade no essencial, mas não há, nem precisa haver, uniformidade nas opções políticas. Hoje há menos uniformidade que no passado, pois o grupo de opiniões políticas diferentes tem aumentado.

3) Independente das posições políticas, somos todos fiéis ao Papa Francisco e comprometidos com a colegialidade episcopal na CNBB, não podendo um grupo se considerar superior ao outro, ou mais fiel que o outro.

4) Respeitosamente, julgamos que a linguagem da mencionada carta não ajuda a fraternidade sinodal, porquanto ataca pessoas a partir de uma ótica unilateral e fechada. A linguagem dos Pastores não deve ser essa. Vejamos que o Papa Francisco tem inúmeros textos sobre questões sociais, mas nunca atinge pessoas, nem direta nem indiretamente, mas trabalha com ideias, sempre respeitosamente, como é tradição da Igreja.

5) Embora a carta condene o uso da religião para fins eleitoreiros, ela mesma acaba utilizando do mesmo método, porquanto usa da autoridade episcopal para induzir os votos dos fiéis.

6) Vários bispos estão tristes com esse uso indevido do nome da CNBB e do Papa Francisco, dando a impressão de que somente este referido grupo é que está em plena comunhão com o Papa e com a CNBB, o que não corresponde à verdade.

7) Caro eleitor cristão, seja muito fiel à Igreja e respeite sempre seus Pastores, porém, em questões políticas você é livre para escolher seus candidatos. Sobretudo, você deve rezar, pedir as luzes do alto para votar. Ponha-se diante de Deus, com o coração em paz, análise qual o candidato, segundo a sua consciência, esteja mais de acordo com os princípios de sua fé católica e confira-lhe seu voto.

Em sintonia com o coração do Papa Francisco, pedimos a intercessão de Nossa Senhora Aparecida para que sejam eliminados de nosso meio todo ódio, toda intolerância, toda violência, reine a paz e o respeito mútuo.

Deus o (a) abençoe e lhe dê serenidade.

Um grupo de bispos que trabalham pela harmonia sinodal na construção do Reino de Deus entre nós!

 
 
 
CONTATO
Avalie-nosRuimNão muito bomBomMuito bomÓtimoAvalie-nos

Agradecemos pelo envio !

© 2019 - 2023. INTERVENÇÃO DIVINA - Criado por Divino Design.

Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

bottom of page
ConveyThis