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Um grupo de fiéis se reuniu em frente a igreja para poder encerrar a novena e comemorar a solenidade de São José na cidade Belo Horizonte em Minas Gerais. Veja algumas fotos no final da matéria.

Eles também rezam para que o arcebispo, Dom Walmor Oliveira de Azevedo, que também é o presidente da CNBB, mude de posição e permita que os fiéis voltem a participar das celebrações, uma vez que o governo do estado já liberou, pois considera as atividades religiosas como essenciais.

Pelas redes sociais eles fizeram o seguinte comentário:

“Estivemos rezando frente a Igreja São José em BH, enquanto fazíamos a Via Sacra como que prisioneiros, torturados na fé por um Clero ateu, sucessores de Judas, do lado de fora da Igreja com uma centena de fiéis que demonstraram sua fé, lá dentro os “amigos do rei” faziam cena para a televisão ver… enquanto faziam um Santuário de enfeite, as almas se perdiam! “Vaidade das vaidades, tudo é vaidade” Mas comemoramos a solenidade do Padroeiro da Santa Igreja Católica!

Estivemos reunidos novamente na fé, pedindo pela volta das Igrejas, em repúdio a Campanha de sacrilégio da CNBB, rezando a Via Sacra publicamente e encerrando a Novena do Glorioso São José. Não queremos aparecer para televisão, mas viver para Cristo, Nosso Senhor! Um belo momento, muitos fiéis relataram sua tristeza em mais um ano sem a festa de São José, abandonados pelo Clero de BH; Clero submisso as vontades civis mundanas. São José, como que nos abraçando, nos trouxe fiéis que distribuíram lembranças de uma festa que não tiveram, ganhamos flores e muitas pessoas agradecendo a ocasião.

Rezamos também o Terço, como podem ver sob as grades de um Santuário, no ano do Padroeiro e no dia de sua festa… vimos idosos, crianças, adultos, todos emocionados e de grande fé, e onde esta o Clero abraçando estas almas?! Estas são algumas fotos de hoje. Estivemos no bom combate demonstrando nossa fé e devoção, de maneira simples, sem muita pompa e vaidade; mas com imensa fé, lá dentro sobrava pompa e vaidade mas faltava fé! Clamamos pela conversão destes e piedade de São José a eles. Pouco conhecido, mas São José também esteve no milagre de Fátima. E nada nos impele mais hoje quanto o apelo de Fátima: “Não ofendam mais a Deus Nosso Senhor”.

E ele, São José, o maior de todos os santos lá esteve e hoje também conosco! Recebemos como lírios de sua pureza flores laranja hoje, várias lembranças da festa, Novena, Ladainha, Via Sacra, Terço… e apesar da omissão dos que mais deveriam amar, nos alegremos com o Glorioso Patriarca de amor, porque ele foi exaltado em sublimidade sem igual e obteve tamanha graça, como ninguém mais, e assim para a glória de Deus e para toda Santa Igreja e nosso bem! Nos alegremos por este dia solene deste Santo tão grandioso e modelo para todos nós!

Viva São José! Veja algumas fotos e vídeos:


 
 
 

Novo documento do Pacto assinado entre CNBB e cinco organizações da sociedade civil “pela vida” é utilizado para tecer críticas ao governo federal.

As instituições signatárias do Pacto pela Vida e pelo Brasil, conhecidas por se oporem ao governo como um braço da esquerda, lançaram na tarde desta quinta-feira, 11 de março, uma nota frente ao quadro de agravamento da pandemia do novo Coronavirus e das suas trágicas consequências na vida do povo brasileiro, do Sistema Único de Saúde (SUS) e do Brasil.

O Pacto pela Vida e Pelo Brasil foi lançado no Dia Mundial da Saúde, em 7 de abril de 2020, pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), juntamente com a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a Comissão Arns, a Academia Brasileira de Ciências, a Associação Brasileira de Imprensa e a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência.

No documento, intitulado “O povo não pode pagar com a própria vida!” eles atribuem toda a culpa da terrível tragédia e das mortes da pandemia ao governo federal, isentando a responsabilidade dos Governadores e Prefeitos que possuíam autoridade elencada pelo próprio STF: “A ineficiência do Governo Federal, primeiro responsável pela tragédia que vivemos, é notória. Governadores e prefeitos não podem assumir o papel de cúmplices no desprezo pela vida.” Leia também CNBB: CADA VEZ MAIS PERTO DO PT…CADA VEZ MAIS LONGE DO POVO DE DEUS

Leia a nota na íntegra:

O povo não pode pagar com a própria vida!

Nós, entidades signatárias do Pacto pela Vida e pelo Brasil, sob o peso da dor e com sentido de máxima urgência, voltamos a nos dirigir à sociedade brasileira, diante do agravamento da pandemia e das suas consequências. Nossa primeira palavra é de solidariedade às famílias que perderam seus entes queridos.

Não há tempo a perder, negacionismo mata. O vírus circula de norte a sul do Brasil, replicando cepas, afetando diferentes grupos etários, castigando os mais vulneráveis. Doentes morrem agonizando por falta de recursos hospitalares. O Sistema Único de Saúde – SUS continua salvando vidas. No entanto, os profissionais da saúde, após um ano na linha de frente, estão à beira da exaustão. A eles, nosso reconhecimento.

É hora de estancar a escalada da morte! A população brasileira necessita de vacina agora. O vírus não será dissipado com obscurantismos, discursos raivosos ou frases ofensivas. Basta de insensatez e irresponsabilidade. Além de vacina já e para todos, o Brasil precisa urgentemente que o Ministério da Saúde cumpra o seu papel, sendo indutor eficaz das políticas de saúde em nível nacional, garantindo acesso rápido aos medicamentos e testes validados pela ciência, a rastreabilidade permanente do vírus e um mínimo de serenidade ao povo.

A ineficiência do Governo Federal, primeiro responsável pela tragédia que vivemos, é notória. Governadores e prefeitos não podem assumir o papel de cúmplices no desprezo pela vida. Assim, apoiamos seus esforços para garantir o cumprimento do rol de medidas sanitárias de proteção, paralelamente à imunização rápida e consistente da população. Que governadores e prefeitos ajam com olhos não só voltados para os seus estados e municípios, mas para o país, através de um grande pacto. Somos um só Brasil.

Ao Congresso Nacional, instamos que dê máxima prioridade a matérias relacionadas ao enfrentamento da COVID-19, uma vez que preservar vidas é o que há de mais urgente. Nesse sentido, o auxílio emergencial digno, e pelo tempo que for necessário, será imprescindível para salvar vidas e dinamizar a economia. Ao Poder Judiciário, sob a liderança do Supremo Tribunal Federal, pedimos que zele pelos direitos da cidadania e pela harmonia entre os entes federativos. Que a imprensa atue livre e vigorosamente, de forma ética, cumprindo sua missão de transmitir informações confiáveis e com base científica, sobre o que se passa. Enfim, que a voz das instituições soe muito firme na defesa do povo brasileiro!

Fazemos ainda um apelo particular à juventude. O vírus está infectando e matando os mais jovens e saudáveis, valendo-se deles como vetores de transmissão. Que a juventude brasileira assuma o seu protagonismo histórico na defesa da vida e do país, desconstruindo o negacionismo que agencia a morte.

Sabemos que a travessia é desafiadora, a oportunidade de reconstrução da sociedade brasileira é única e a esperança é a luz que nos guiará rumo a um novo tempo. Leia também O Escândalo da Campanha da Fraternidade 2021: COMO É POSSÍVEL?

Quarta-feira, 10 de março de 2021 Dom Walmor Oliveira de Azevedo Presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB Felipe Santa Cruz Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB José Carlos Dias Presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos Dom Paulo Evaristo Arns – Comissão Arns Luiz Davidovich Presidente da Academia Brasileira de Ciências – ABC Paulo Jeronimo de Sousa Presidente da Associação Brasileira de Imprensa – ABI Ildeu de Castro Moreira Presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência – SBPC

 
 
 

O Bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney, Dom Fernando Rifan, acaba de condenar a Campanha da Fraternidade Ecumênica de 2021 e recentemente ele publicou uma série de normas para reconquistar os fiéis que esfriaram e se afastaram da Igreja. E recorda a lei suprema da Igreja: a salvação das almas! Os pastores têm ouvido a voz do rebanho. Estes têm clamado de forma reiterada, filial e respeitosa, contra os lobos que estão infiltrando o texto-base ideológico nas dioceses e buscando direcionar, mais uma vez, os recursos obtidos no domingo de ramos para organizações revolucionárias. Segue a condenação de Dom Rifan e o texto na íntegra:

“Infelizmente, a atual Campanha da Fraternidade trouxe divisão. Por ser ecumênica, confiaram, a meu ver equivocadamente, por ser um texto a ser colocado nas mãos dos católicos, a redação do texto base ao CONIC, sendo a autora principal uma pastora protestante. Isso não se constitui em um sadio ecumenismo, que deve ser feito na caridade e na verdade. Saiu um texto ruim, com insinuações errôneas e tendenciosas, e, por isso mesmo, objeto de fundadas críticas. Mas é um texto base de sugestão, para discussão. Não é doutrinário nem obrigatório. A CNBB já declarou que não abre mão da doutrina católica do Magistério. E todo católico sabe disso. Críticas respeitosas ao texto são bem-vindas. Os leigos têm direito de se manifestar e devem ser ouvidos, pois eles também são Igreja.”

Além do comentário sobre a Campanha da Fraternidade ele publicou recentemente um documento com uma série de normas e orientações de trabalho para buscar recuperar os fiéis perdidos para este tempo de pandemia. Continue lendo… Saiba mais Veja tudo que já foi dito sobre a Campanha da Fraternidade 2021 até agora Assista o vídeo e em seguida leia o documento na íntegra:


ORIENTAÇÕES PARA A RECUPERAÇÃO DO POVO NESSE TEMPO DE PANDEMIA

Dom Fernando Arêas Rifan Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney Campos, RJ, Brasil ORIENTAÇÕES PARA A RECUPERAÇÃO DO POVO NESSE TEMPO DE PANDEMIA ​Caríssimos sacerdotes, meus irmãos e colaboradores, ministros do Senhor. ​Minha saudação para essa Quaresma, que seja bem frutuosa, e, desde já, os meus votos de Santa e Feliz Páscoa.

​Essa grave pandemia nos preocupa a todos. O sofrimento e a morte de muitas pessoas, a dor das suas famílias, o risco que todos corremos, o medo que nos atinge, são provações que Nosso Senhor permitiu e que devemos aceitar com conformidade à sua vontade, que sempre quer o nosso bem.

​Todos devemos nos precaver, pois Deus pede de nós a prudência e a precaução, para evitarmos o contágio, nosso e dos que nos são confiados.

​Lembro a todos a necessidade de socorrer as pessoas pobres, que mais sofreram necessidades nessa pandemia. Socorramos os necessitados com a distribuição de cestas básicas de alimentos e outros recursos advindos do dízimo e das ofertas. Incentivemos os fiéis a essa colaboração e os padres estejam atentos a esse socorro. “Tive fome e me destes de comer…” (Mt 25,35). Paróquias solidárias e fiéis caritativos, incluindo os padres! Esse é o verdadeiro espírito da Campanha da Fraternidade, que, paralelamente à oração e penitência, deve animar a Quaresma. Mas, o que mais nos deve preocupar como ministros de Deus, a quem a Igreja confiou o cuidado espiritual dessas almas, é o esfriamento na fé e nas práticas religiosas, o que pode leva-las ao afastamento da religião, à tibieza e à perda das suas almas. Com a diminuição das Missas presenciais e orações públicas, muitos podem cair nessa tentação. Pois as Missas e orações transmitidas pelos meios de comunicação não substituem as orações públicas presenciais da comunidade nem, muito menos, a Santa Missa presencial e a comunhão sacramental. Por isso, precisamos nos mobilizar para a reconquista dos nossos fiéis e de muitos outros que esfriaram e se afastaram da Igreja. Aliás, essa é a lei suprema da Igreja: a salvação das almas (CDC cânon 1752). São João Bosco teve uma visão sobre a crise na Igreja. A barca de Pedro, a Igreja, sacudida pelas ondas, amarrada em dois pilares que a sustentam: A Santíssima Eucaristia e Nossa Senhora. Aí já temos a indicação de onde deve partir a reconquista: A Santíssima Eucaristia, a Igreja, com seu Magistério, Nossa Senhora e, neste ano a ele, São José.

Em primeiro lugar, a Santíssima Eucaristia, nos seus três aspectos: Sacrifício da Missa, Comunhão sacramental e Presença real: “O augustíssimo Sacramento é a santíssima Eucaristia, na qual o próprio Senhor Jesus Cristo se contém, se oferece e se recebe, e pela qual continuamente vive e cresce a Igreja. O Sacrifício eucarístico, memorial da morte e ressurreição do Senhor, em que se perpetua através dos séculos o Sacrifício da Cruz, é a culminância e a fonte de todo o culto e da vida cristã, pelo qual se significa e se realiza a unidade do povo de Deus e se completa a edificação do Corpo de Cristo… (Cânon 897).— Os fiéis tenham em suma honra a santíssima Eucaristia, participando ativamente na celebração do augustíssimo Sacrifício, recebendo com grande devoção e com frequência este sacramento, e prestando-lhe a máxima adoração… (Cân. 898). Portanto: Santa Missa bem celebrada e participada, comunhão sacramental fervorosa, adoração eucarística e visitas ao Santíssimo Sacramento.

Em segundo lugar, conhecimento do Magistério da Igreja, bem expresso no Catecismo da Igreja Católica e fidelidade a ele. No seu tempo, São Pio X, o Papa do catecismo, já dizia da sua época, o que podemos aplicar aos dias de hoje: “Se a maioria dos cristãos dos nossos tempos não têm mais fé e vivem como pagãos, quer dizer que o catecismo não foi ensinado, ou foi mal ensinado” (Enc. Acerbo Nimis).

Em terceiro lugar, a devoção a Nossa Senhora, sobretudo a reza do Santo Rosário: “De novo, pois, e categoricamente, não hesitamos em afirmar de público que depositamos grande esperança no Rosário de Nossa Senhora como remédio dos males do nosso tempo” (Venerável Pio XII, Enc. Ingruentium malorum).

Em quarto lugar, a oração a São José, padroeiro de toda a Igreja, em cujo ano estamos, proclamado pelo Papa Francisco: “Depois de Maria, a Mãe de Deus, nenhum Santo ocupa tanto espaço no magistério pontifício como José, seu esposo. Os meus antecessores aprofundaram a mensagem contida nos poucos dados transmitidos pelos Evangelhos para realçar ainda mais o seu papel central na história da salvação: o Beato Pio IX declarou-o ‘Padroeiro da Igreja Católica’, o Venerável Pio XII apresentou-o como ‘Padroeiro dos operários’;’ e São João Paulo II, como ‘Guardião do Redentor’. O povo invoca-o como ‘padroeiro da boa morte’… Ó Bem-aventurado José, mostrai-vos pai também para nós e guiai-nos no caminho da vida. Alcançai-nos graça, misericórdia e coragem, e defendei-nos de todo o mal. Amen”. (Francisco, Carta Apostólica Patris Corde).

Assim sendo, considerando essas quatro indicações para a reconquista do nosso povo, estabelecemos as seguintes normas a serem observadas a partir do 1º domingo da Quaresma:

1) Que a as nossas Santas Missas sejam realmente bem celebradas e participadas, com devoção e piedade, com pequenas e moderadas explicações, com cânticos piedosos e condizentes, com tempos de silêncio. Que as comunhões sejam fervorosas, com algum silêncio após a recepção do Senhor. Que nas Missas as homilias sejam curtas (10 minutos), sólidas, bem preparadas, sobre as leituras da Missa. Pode-se fazer citação e referência ao Catecismo da Igreja Católica, conforme o Diretório Homilético anexo como sugestão para se inserir nas homilias. Que se promovam adorações eucarísticas e, sobretudo, se incentivem as visitas ao Santíssimo Sacramento. “Quereis que o Senhor vos dê muitas graças? Visitai-o muitas vezes…” (São João Bosco).

2) Que seja dada pelo sacerdote, já de alva e estola, uma catequese de 10 m antes de todas as Missas Dominicais (incluindo a de Sábado à noite), sobre os temas indicados no Esquema Catequético anexo. Nesse ano, trataremos sobre os artigos da Fé, primeira parte do Catecismo, o Credo. 3) Meia-hora antes de todas as Missas Dominicais se reze o Terço do Rosário de Nossa Senhora. Ou o sacerdote, preferencialmente, ou algum leigo ou leiga. 4) Após o Terço, reze-se a oração indulgenciada a São José, pedindo a sua proteção: “A Vós, São José, recorremos em nossa tribulação…). E a jaculatória: “São José, pai adotivo de Jesus Cristo, verdadeiro esposo da Maria Virgem, rogai por nós e pelos agonizantes deste dia”.

Assim, com a força do alto, nós nos santificaremos e reconquistaremos o nosso povo para Deus e sua Igreja. Com meus agradecimentos e minha bênção episcopal Campos, 11 de fevereiro de 2021 Festa de Nossa Senhora de Lourdes Fernando Arêas Rifan

Leia também esta formação especial: Dicas valiosas para viver bem o Tempo da Quaresma

 
 
 
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