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Convidamos a todos para assistir a formação ao vivo que acontecerá hoje (24/04) às 21h.

TEMA: MATERNIDADE: COMO SER UMA MÃE AGRADÁVEL A DEUS

Após assistir e ler esta formação, assista também a seguinte formação: Um grave problema: Terceirizar a educação dos filhos

👉 Clique aqui para assistir o vídeo:


Quando é que os pais compreenderão sua missão em relação aos próprios filhos?

A perda da fé e confusão de nossos tempos se faz sentir de maneira muito intensa nas famílias.

Pais que amam seus filhos e querem o melhor para eles, por causa da desorientação em que se encontram, acabam sendo os primeiros a minar-lhes a felicidade.

A questão é gritante e se impõe a indagação: Como é possível que alguém que ame os seus filhos possa contribuir para a infelicidade deles? Se trata de uma pergunta grave, que deveria ser encarada com a devida seriedade. A resposta a essa grave questão passa pelas palavras: DESCONHECIMENTO, IGNORÂNCIA, ENGANO.

Nenhum pai ou mãe, que mereça esse nome, deseja ou trabalha para a destruição da felicidade dos próprios filhos; pelo contrário: a grande maioria dos pais morreriam mil vezes para poupar os próprios filhos.

Naturalmente todos os pais querem o bem e a felicidade de seus filhos. Donde vem então que grande parte dos filhos são infelizes, sendo que muitos desenvolvem quadros depressivos, angústias existenciais e fobias de várias coisas? Como explicar que tantos filhos acabem adentrando no mundo dos vícios como drogas, pornografia, prostituição, jogos e outros? Como compreender a rebeldia e desrespeito de tantos filhos pelos pais que lançam uns e outros em grandes sofrimentos?

O que está em questão não é a intenção dos pais, mais a ideia que os pais de hoje têm sobre FELICIDADE e o caminho que tomam para alcançá-la.

Ao ter uma ideia errada sobre o que seja a felicidade e uma visão equivocada sobre o sentido da vida, os pais irão guiar seus filhos erroneamente e esses filhos terão uma visão deturpada sobre a vida, buscando a felicidade onde ela não pode ser encontrada.

A grande maioria dos pais têm uma ideia errada do que seja a felicidade e de como educar e conduzir os filhos de modo a torná-los pessoas boas e felizes.

Os pais, em sua maioria, estão equivocados em seus conceitos, confusos com o mundo e por isso perdidos em seus caminhos… como dizia o poeta de Brasília: “São crianças como você…”. Os pais desejam o melhor, mas frequentemente não sabem como fazer, nem por onde ir. Se tornaram pastores desorientados porque antes foram (e estão sendo) “como ovelhas sem pastor”, pois quem deveria ensiná-los o sentido da vida, dar clareza de sua missão e fortalecê-los na fé, também se perderam em meio ao modernismo, às ideologias e mundanismos de nossos tempos. De novo, nas palavras cantadas pelo poeta: “Nem os ‘santos’ têm ao certo a medida da maldade…” e por isso “a tempos são os jovens que adoecem. “…Herdeiros são da virtude que perdemos”.

A medida em que a maior parte do clero católico foi perdendo a fé, passando a ter uma péssima formação filosófica e teológica, sendo capturado ou se deixando levar por toda sorte de ideologias e heresias, também foi deixando de lado sua gravíssima missão, que seria a condução do rebanho aos Céus; para isso, ensinando-o a verdade de Deus e comunicando a graça de Nosso Senhor por meio dos sacramentos, levando as pessoas a viverem de maneira cristã, cumprindo seus deveres de estado, para com Deus, para com próximo, para com a sociedade e para consigo mesmos.

De maneira muito especial, o clero deveria ajudar os pais a compreender e a desempenhar sua missão junto aos filhos, mas, na maior parte dos casos não é o que tem ocorrido, pois ao perderem a fé, deixando de ter uma cosmovisão cristã do mundo e da sociedade, deixaram de ensinar de forma coerente com a doutrina católica.

Em outras palavras, a maioria dos padres e bispos NÃO ensinam mais a Doutrina Católica em nossas paróquias e dioceses, de modo que, em geral, os católicos NÃO têm recebido a verdade sempre ensinada pela Igreja por meio daqueles que teriam a obrigação de transmiti-la… mesmo porque ninguém pode dar aquilo que não tem…

Com a revolução tecnológica e a facilitação do acesso a informação e aos meios formativos, muitos fiéis leigos começaram a despertar e perceber a distância que havia (e há) entre aquilo que a maioria dos padres e bispos diziam e aquilo que a Igreja sempre ensinou. Assim, muitos perceberam que, em vários lugares as lideranças da Igreja foram capturadas pelas ideologias, reproduzindo em suas falas e ensinamentos muitos erros grosseiros já combatidos pela Igreja.

Começaram a enxergar também (com muita dor) que tinham errado muito na formação de seus filhos, porque deixaram (ou talvez nunca tenham recebido) uma visão verdadeiramente católica da vida, do mundo, da sociedade e especialmente da família.

Por causa da falta de formação, os pais deixaram de ter os instrumentos e critérios para avaliar a realidade e distinguir o que é certo do que é errado, o que é falso do que é verdadeiro, os caminhos que podem ser bons e os devem ser evitados.

Mas, em boa parte dos casos o estrago já estava feito e restava reparar e tentar remediar, suplicando a Deus misericórdia pelos erros cometidos para com os filhos… e talvez, quem sabe, tentar ajudar os netos, sobrinhos e essa nova geração a perceberem e a trilharem o caminho para a verdadeira felicidade.

Muitas famílias estariam ainda inteiras; muitos vícios e sofrimentos não teriam entrado nos lares e nas vidas, muitos filhos ainda estariam conosco, se simplesmente os pais tivessem aprendido bem qual é a vontade de Deus, como deviam enxergar e compreender o mundo e a família para bem cumprirem sua missão.

Embora todos tenham sua parcela de responsabilidade pessoal, seguramente se esses pais tivessem tido uma boa catequese e a ajuda de bons sacerdotes em suas paróquias, a história de muitos filhos e de muitas famílias, e mesmo de nossas sociedades, seria muito diferente.

Pais bem formados na fé sabem da absoluta necessidade de se viver na graça de Deus e por isso mesmo teriam uma vida de oração e ensinariam seus filhos a rezar e a buscar viver sempre na presença de Deus.

Pais bem formados jamais descuidariam da missa dominical, da confissão e da formação catequética de seus filhos, se esforçando para que eles desejassem mais as coisas do alto do que qualquer glória da terra, seja dada por diplomas, carreiras bem-sucedidas ou poder adquirido.

Pais bem formados na fé da Igreja jamais deixariam entrar em seus lares aquilo que pudesse destruir a santidade e a virtude de seus filhos, atraindo-os para os vícios, como é o caso das novelas imundas, das músicas e modas imorais, de algumas modalidades de jogos etc.

Pais conscientes não matriculariam seus filhos em escolas que pudessem deformar sua visão cristã do mundo e ensinar contravalores, nem deixariam seus filhos frequentar festas que são escolas de vícios como carnaval, raves, discotecas, pancadões etc.

Pais cristãos JAMAIS votariam em partidos ou políticos que propõe leis e levantam bandeiras contrárias a lei de Deus.

Pais formados na verdadeira doutrina católica compreenderiam que o matrimônio é uma missão, e que a felicidade e salvação de seus filhos depende, em grande parte, do exemplo de fé e da educação cristã que receberem.

Entretanto, mais uma vez é preciso dizer que não basta constatar os erros e as lacunas, mas é preciso tentar reparar o que for ainda possível e rezar e fazer penitência por aquilo que não depende mais de nós.

Algo que podemos fazer é buscar aprender bem a doutrina, estudando A Palavra de Deus, o Catecismo e demais documentos da Igreja.

Podemos melhorar nossa espiritualidade adquirindo o hábito da oração diária, especialmente do terço ou rosário.

E, de modo muito especial, uma vez que aprendemos ao menos o básico da doutrina, podemos ajudar outras pessoas a conhecerem a nossa fé católica. Particularmente, podemos ajudar os pais a educar seus filhos na fé, para que reconheçam o que é bom e agradável a Deus, despertando o desejo de viver na virtude, buscando a graça e perseverando na comunhão com Deus. Que Deus abençoe seu povo e lhe a graça de conhecer, viver e transmitir sua verdade. E que os filhos aprendam com os pais o caminho do céu. Templário de Maria Escravo inútil da Santíssima Virgem

 
 
 

Muitos possuem uma visão errada de que o processo de nulidade seja uma espécie de “divórcio” ou mesmo que poderia “anular” um casamento. Isso não existe!

O processo de nulidade matrimonial apenas declara, através da análise dos fatos, que um casamento nunca ocorreu, para isso é estritamente necessário ter conhecimento da verdade. Aqueles que adulteram fatos estão cometendo um grave pecado, e caso contraiam matrimônio com outra pessoa já sendo casado na igreja, viverá em estado de adultério.

O papa Francisco disse que qualquer “alteração ou manipulação voluntária” dos fatos para conseguir a nulidade matrimonial é “inadmissível”, segundo Vatican News, serviço de informações da Santa Sé.

Em sua audiência com os juízes do Tribunal da Rota Romana por ocasião da inauguração do Ano Judiciário, em 27 de janeiro, o papa destacou que, embora “no julgamento ocorra as vezes uma dialética entre teses opostas”, é importante que cada caso se desenvolva “sempre com uma adesão sincera ao que parece ser verdadeiro para cada um, sem se fechar em sua própria visão, mas estando também abertos à contribuição dos demais participantes do processo”.

“A disponibilidade para oferecer a própria versão subjetiva dos acontecimentos torna-se frutífera no contexto de uma comunicação adequada com os outros, o que também pode levar à autocrítica”, disse Francisco. “Portanto, é inadmissível qualquer alteração ou manipulação voluntária dos fatos, visando a obtenção de um resultado pragmaticamente desejado.”

O Tribunal da Rota Romana, encarregado, entre outras funções, de receber recursos e processos de segunda instância, é uma das mais altas instâncias judiciárias da Santa Sé, apenas abaixo do Supremo Tribunal da Congregação para a Doutrina da Fé e do Supremo Tribunal da Assinatura Apostólica.

O papa Francisco também destacou a importância do “compromisso para favorecer o perdão e a reconciliação entre os cônjuges, e, também, para validar um matrimônio nulo quando isso for possível e prudente”.

“Desta forma, entende-se também que a declaração de nulidade não deve ser apresentada como se fosse o único objetivo a ser alcançado diante de uma crise matrimonial, ou como se isso constituísse um direito independentemente dos fatos”, afirmou. Leia também Casais em segunda união podem receber o Sacramento da Comunhão?

Francisco destacou aos juízes que “ao considerar a eventual nulidade, é necessário fazer com que os fiéis reflitam sobre os motivos que os levam a solicitar a declaração de nulidade do consentimento matrimonial, favorecendo uma atitude de acolhimento da sentença definitiva, ainda que não corresponda à própria convicção”.

O papa exortou a “aprender a escutar, que não é simplesmente ouvir”, porque “é preciso compreender a visão e as razões do outro, quase identificar-se com o outro”.

“Como em outras âmbitos da pastoral, também na atividade judiciária é necessário promover a cultura da escuta, condição prévia da cultura do encontro”, disse.

O papa Francisco disse que “as respostas padrão aos problemas concretos das pessoas são deletérias. Cada uma delas, com sua experiência muitas vezes marcada pela dor, constitui para o juiz eclesiástico a ‘periferia existencial’ concreta da qual toda ação pastoral judiciária deve se mover”.

“Neste sentido, em sua ação como ministros do tribunal, nunca deve faltar um coração pastoral, um espírito de caridade e compreensão para com as pessoas que sofrem com o fracasso de sua vida conjugal”.

Francisco disse que “o êxito deste caminho é a sentença, fruto de um discernimento atento que conduz a uma palavra crível sobre a experiência pessoal, iluminando os percursos que podem ser abertos a partir dali”.

“Portanto, a sentença deve ser compreensível às pessoas envolvidas: só assim se tornará um momento de especial relevância no seu caminho humano e cristão”, disse ele. Fonte: ACI Digital Leia também Casais que “vivem juntos” e não possuem o Sacramento do Matrimônio, podem se consagrar a Nossa Senhora?

 
 
 

A escola católica Recanto do Espírito Santo, em Itaúna (MG), emitiu comunicado aos pais e responsáveis sobre símbolos “anti-família”. O texto, que trata de imagens usadas em material de alunos na escola, como unicórnios, caveiras, bandeira do orgulho gay e o rosto do líder revolucionário comunista Ernesto Che Guevara, viralizou nas redes sociais.

“As estampas nos objetos que utilizamos também dizem muito a respeito do que vivemos e acreditamos”, diz o comunicado da escola. “Aliás, a moda é um forte instrumento de identificação de grupos. Você já pensou que a escolha dos itens escolares também faz parte da formação das crianças? Antes de escolher, faça a si mesmo algumas perguntas: Qual o significado desta estampa? O que ela representa para meus filhos?”.

A escola identifica nos “cadernos e camisetas com caveiras” uma apologia da cultura de morte. O emblema da foice e do martelo, e o rosto de Che Guevara, “grande assassino e revolucionário comunista, estão na moda há décadas”, continua o texto, que está assinado pela direção da escola.

O comunicado identifica alguns novos riscos. O arco-íris, símbolo de aliança de Deus com Noé, “foi raptado pela militância LGBT”, assim como a figura do unicórnio, perigosa por representar pessoas não-binárias, alguém que “não se enquadra em nada e vive totalmente sem padrões. Resumindo, é mais um símbolo contrário à lei natural, contrário aos planos de Deus”. A escola cita o Shake Unicórnio, sobremesa lançada pela rede de restaurantes Burger King em comemoração ao dia da parada gay, em apoio de sua interpretação do símbolo.

O comunicado do colégio gerou comentários contrários e favoráveis nas redes sociais. “Os responsáveis pelo colégio estão de parabéns. Cumpriram a missão de educador que é orientar o educando”, escreveu Periscópio. “Cruz credo”, disse Sueli.

 
 
 
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