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O filme recém lançado nos cinemas “O Exorcista do Papa”, cujo personagem principal é o renomado Padre Gabriele Amorth, que durante muitos anos foi o exorcista chefe do vaticano, interpretado pelo premiado ator Russell Crowe, criou polêmicas quando seu trailer aparentou que este seria apenas mais um filme de terror.

Entretanto um católico bem formado assistiu o filme, compartilhou sua experiência real nas redes sociais, e surpreendeu positivamente muitos católicos. Leia seu comentário divulgado pelas redes sociais:

“Hoje assisti ao filme que estava ansioso para ver, pois tem como personagem principal o Padre Gabriele Amorth, que foi o exorcista chefe do Vaticano por muitos anos e faleceu em 2016. Eu fui sem ter nenhuma ideia sobre se eu veria um filme que difamaria a Santa Igreja Católica ou que a defendesse de alguma forma, e fiquei torcendo durante todo o filme para que nada difamatório ocorresse. Fiquei realmente surpreendido pelo filme, que não é um mero filme de terror, que faz você sair de lá com medo de ir dormir e ter pesadelos à noite.

O filme é mais do que isso, ele critica e constrói um drama entre parte da igreja moderna e seus padres e cardeais que não acreditam mais no demônio e em questões espirituais e os padres fiéis, conservadores e crédulos nos poderes espirituais.

O latim é exaltado como língua sagrada e poderosa contra o demônio nos exorcismos, a medalha de São Bento está presente o tempo todo e o crucifixo também. Existem várias referências de personagens do filme a membros reais do magistério, que qualquer católico bem avisado consegue sacar.

Mesmo sem citar o nome do Papa João Paulo II e do Cardeal Sarah, fica bem claro que são personagens muito importantes no filme e que estão o tempo todo do lado do Padre Amorth.

A Inquisição é bem explorada e os erros e excessos da Inquisição espanhola são todos atribuídos a Satanás e suas influências.

Quem conhece um pouco dos dramas existentes dentro da Santa Igreja hoje consegue aproveitar muito bem o filme.

Outra coisa que não poderia deixar de comentar é o que o filme deixa claro nas ações do demônio o quanto ele gosta e se aproveita dos pecados dos homens, principalmente os pecados da luxúria que estão muito ligados aos pecados de ordem sexual.

Durante os exorcismos, o diabo usava muito da arte de lançar os pecados na face dos padres e se aproveitava de seu medo para usar os sentidos deles a seu favor. Padre Amorth sempre recorria ao fato de que estava absolvido de todos os pecados pelo próprio Jesus Cristo, e há também várias confissões e absolvições sacramentais durante o filme, o que dá muita importância para o sacramento da confissão.

A oração perseverante se revela uma enorme arma do católico contra Satanás e seus demônios.

O diabo, no filme, revela que sua maior ambição é destruir a Igreja de dentro para fora, o que nos obriga a fazer muitas conexões com os problemas enfrentados hoje e com a famosa “fumaça de Satanás” mencionada pelo Papa São Paulo VI.

Minha sensação ao terminar o filme foi de grande surpresa e admiração pelas várias boas lições que o filme pode ensinar, dentre elas a de que o amor e oração são como já mencionei, armas poderosíssimas contra o reino das trevas, além do Sacramento da Confissão e do uso de símbolos sagrados.

Rezemos pela Santa Igreja, pelo Papa, pelo clero e por todos os leigos, para que continuemos triunfantes sobre os poderes malignos!”

Assista ao trailer do filme:


 
 
 

A grandeza do filme “A Paixão de Cristo”, de 2004, dificilmente será superada, não só porque é uma produção católica, mas porque se trata de uma verdadeira obra de arte.

A festa da Páscoa ocupa o centro da identidade e da missão da Igreja e tem reflexos não só no interior de seus átrios, mas na própria sociedade que a circunda. Vários dos símbolos integrantes da cultura ocidental, como o crucifixo, possuem um profundo significado místico. Feriados de que hoje as pessoas se servem simplesmente para descansar e festejar, como o Carnaval e o próprio Corpus Christi, mudam de data todos os anos por uma razão religiosa: de meados de março até o começo de abril, os cristãos — e, no Brasil, especialmente os católicos — se preparam para lembrar o evento mais importante de suas vidas: a Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo, no período que é conhecido como Semana Santa.

Mesmo contando com uma data específica no calendário civil e religioso, os discípulos de Cristo são chamados a “fazer memória” da Paixão de seu Mestre sempre, e a razão disso se depreende do próprio significado desse evento: foi por esse fato histórico, ocorrido em Jerusalém, no ano 33 d.C., que a humanidade inteira foi salva de seus pecados e introduzida na própria vida divina. Com a “passagem” de Cristo da morte à ressurreição, todos os homens também são chamados a morrer para o pecado e para uma vida velha, e nascer, ressurgir, para uma vida nova de graça e santidade.

Jesus de Nazaré não morreu por uma causa, não se entregou simplesmente por uma “mensagem bonita” em que acreditava. Ele morreu para salvar todos os homens e cada um deles em particular.

É essa a mensagem universal, contida nos Evangelhos, que é retratada pelo filme de 2004, The Passion of the Christ (“A Paixão de Cristo”), de Mel Gibson, ao qual vale a pena assistir novamente nesta Semana Santa. O filme começa, de fato, com a conhecida descrição de Isaías sobre o Servo Sofredor: “Ele foi ferido por causa de nossas transgressões, esmagado por causa de nossas iniquidades; por suas feridas somos curados” (Is 53, 5). Cristo não morreu por uma causa, não Se entregou simplesmente por uma “mensagem bonita” em que acreditava. Também os que morrem por razões humanas são capazes disso. Jesus de Nazaré morreu para salvar todos os homens e cada um deles em particular. Por esse motivo, a mensagem de “A Paixão de Cristo” toca a todas as pessoas, independentemente do clã a que pertençam.

Alguém pode perguntar o porquê da menção específica à “Paixão” de Mel Gibson, quando tantas outras obras artísticas retratam a vida de Jesus — desde as várias pinturas que hoje temos a um clique na Internet, passando pelos oratórios de Johann Sebastian Bach, até os filmes mais recentes ligados ao mesmo tema, como o lançamento Risen (“Ressurreição”, no Brasil), com um foco nos episódios posteriores à Ressurreição. O que traz de novo, afinal, “A Paixão de Cristo”? Por que recomendar esse filme em especial — mesmo doze anos após o seu lançamento?

As respostas para essa pergunta são várias porque a produção de Mel Gibson é extraordinária em muitos sentidos: o realismo com que se representa o sofrimento de Cristo, o cuidado na escolha das personagens e na sua caracterização, o uso do aramaico e do latim para reproduzir os diálogos originais… Há muito sobre o que falar, tanto em relação aos bastidores quanto à exibição em si. Uma característica, no entanto, merece especial atenção: a “catolicidade” do filme, manifesta principalmente na alusão ao sacramento da Eucaristia e no destaque que é dado à figura de Nossa Senhora.

Cumpre falar, antes de qualquer coisa, da experiência pessoal com a fé católica que compartilham os principais envolvidos na produção cinematográfica.

Mel Gibson, o diretor, já falou em várias entrevistas sobre a sua identidade católica — ainda que muitos escândalos tenham obscurecido a sua reputação nos últimos anos. Jim Caviezel, que interpretou Jesus Cristo, revelou que comungava todos os dias antes das gravações. “Nós somos ambos católicos romanos”, diz Caviezel, referindo-se a Mel. “Ele arrumou uma missa em latim para mim. Eu também recebia todo dia a comunhão eucarística antes de filmar”.

As filmagens propriamente ditas constituíam uma verdadeira batalha espiritual, como confessa o protagonista (as perguntas vão em itálico e os negritos são nossos):

Como era o processo de maquiagem? Nos períodos piores, demorava das 2h da manhã até as 10h. Precisava ficar curvado, e eles aplicavam a pele em mim. Era torturante, começou a me enfraquecer. Era difícil de engolir a comida, sentia frio o tempo todo, desloquei o ombro, lutei contra a hipotermia, sofri uma infecção no pulmão e uma pneumonia, tinha um corte de 35 centímetros nas minhas costas, esfolados e dores por causa das correntes, dores de cabeça severas e infecções na pele — e, um dia, fui atingido por um raio. Como aconteceu? Nós estávamos num penhasco, nos preparando para rodar o Sermão da Montanha e fui atingido por um raio. As pessoas começaram a gritar e me contaram que eu tinha fogo nos dois lados da cabeça e uma luz em volta de mim. Foi assustador. Quanto você esteve perto de não sobreviver? Muito perto. Usar a coroa parece desconfortável. Era muito difícil. Tinha dores de cabeça porque os espinhos eram presos por um fio na minha cabeça, já que o vento era demais. E tinha de focar com meu olho fechado, o que me levou a terríveis dores de cabeça também. Quais foram os efeitos em você? Foi muito cansativo. Tinha de duas a três horas de sono por noite. Você começa a ficar louco e a entrar em pânico. Não conseguia respirar, estremecia, não tinha paciência. E tive essas dores de cabeça, que me atormentavam. De quanta força física você precisava para ficar na cruz? Tinha de ir à academia depois da filmagem porque ia ficar na cruz o dia todo naquela posição estranha. Precisava de força. Finalmente, quando estava na cruz, foi tão ruim que, na hora em que digo, “Senhor, por que me abandonaste?”, eu realmente senti aquilo! No subtexto, estava falando: “Você obviamente não se importa se eu faço este filme ou não, quem sabe se você existe?”. Mas posso dizer que, passando por tudo isso, compreendi muito profundamente que Ele existe. Eu o amo mais agora do que nunca.

Além da fé católica do diretor e do ator principal do filme, vale lembrar o milagre da “conversão de Judas”, que aconteceu no decorrer das filmagens. O italiano Luca Lionello, que interpretou Judas Iscariotes, se converteu à Igreja após o filme, atribuindo à Paixão a sua mudança de vida. Ele era ateu.

É claro que nenhuma dessas características produz necessariamente um bom espetáculo — para tanto, demanda-se talento artístico, além da fé. Essas referências, todavia, põem à luz como que “a alma” do filme, que não consistiu apenas em reproduzir “a arte pela arte”, mas em externar o profundo senso religioso de seus realizadores. Além da óbvia alusão ao Novo Testamento, sabe-se, por exemplo, que Gibson lançou mão de algumas mensagens de Nosso Senhor a uma beata católica — a religiosa alemã Anna Catharina Emmerich —, as quais, embora não obriguem à fé, ajudam muito na meditação dos sofrimentos do Redentor.

A “catolicidade” da trama é muito nítida, além disso, na íntima conexão que se dá entre a celebração da Última Ceia e a cena da crucificação. A associação desses dois episódios não vem da cabeça de Mel, mas da doutrina católica, que vê nos dois sacrifícios — o da Eucaristia e o da Cruz — essencialmente o mesmo sacrifício [1], pelo que, quando celebra a Santa Missa, o sacerdote renova a entrega única e definitiva de Cristo e dá a todos os que O comungam colher em suas vidas os frutos de Sua oblação. Por isso, quando comungamos, diz um santo da Igreja [2], é como se nos aproximássemos do próprio Cristo pendente na Cruz para beber do sangue que brota de Seu lado ferido pela lança.

Igualmente notável é o tratamento especial dado à Mãe do Redentor ao longo de toda a história. Alguns críticos de matriz protestante questionaram essa “obsessão” com Maria — as suas aparições seriam “exageradas” e incompatíveis com a narrativa evangélica.

Para nós, católicos, no entanto, não havia surpresa nenhuma: a mesma piedade que fez Mel Gibson mostrar a Virgem das Dores permanentemente ao lado de seu Filho, seja na Sua vida oculta, seja na Sua agonia, não só faz ecoar os Evangelhos (cf. Lc 2, 51; Jo 19, 25-27), como constitui a mesma devoção que desde sempre inspirou os cristãos a cantarem louvores à Mãe de Deus — como no famoso hino medieval Stabat Mater —, a retratarem o seu luto nas inúmeras obras a que se deu o nome de Pietà, e a meditar durante a Quaresma o belíssimo e emocionante encontro entre o Filho e a Sua Mãe na Via Crucis.

Os cristãos sempre veneraram Nossa Senhora com honras e títulos especialíssimos — vide o Concílio de Éfeso e os louvores que o próprio Lutero, fundador do protestantismo, teceu à Mãe de Deus. São os protestantes modernos que tentam “inventar a roda” e talhar um cristianismo à sua própria medida, sem nenhuma referência à Mãe de Jesus ou aos Seus amigos mais íntimos, que são os santos. Nesse sentido, a “Paixão” de Mel Gibson não é um filme mariano porque é exagerado, mas simplesmente porque é verossímil.

Dita verossimilhança salta aos olhos, por exemplo, quando se assiste ao recém-lançado Risen (“Ressurreição”), do diretor Kevin Reynolds — aparentemente, uma tentativa de dar sequência à produção de Mel Gibson, mais restrita à narrativa da Paixão. No filme deste ano, de tendência assumidamente protestante, Nossa Senhora aparece tão somente na cena da crucificação, gritando histericamente no meio de uma multidão amorfa de pessoas. O retrato pode até não configurar propriamente um insulto, mas é de um reducionismo absurdo e revoltante. Tudo bem que o foco do filme tenha sido outro período da vida de Jesus — e, quanto a isso, talvez valha a pena escrever uma resenha especial sobre o filme inteiro —, mas nada justifica um tratamento tão frio e indiferente à Mãe de Deus, quando os próprios Evangelhos ressaltam a sua presença especial aos pés da Cruz, chegando mesmo a sustentar um diálogo com seu Filho (cf. Jo 19, 25-27). Aparentemente, para ignorar a Mãe de Deus, até mutilar indevidamente as Escrituras está valendo.

De qualquer modo, não é necessário servir-se de muitas comparações para concluir que a grandeza da “Paixão” de Mel Gibson dificilmente será superada. Não porque é uma produção católica, mas porque é uma verdadeira obra de arte — e, como toda arte autêntica, põe os seus admiradores em contato com o belo. Quando o tema da obra é o Verbo encarnado, então, ela vai elevada à enésima potência — ao infinito, melhor dizendo, de onde saiu o Cristo que padece por nós no Calvário.

Nesta Semana Santa, vale a pena assistir uma vez mais a The Passion of the Christ e redescobrir o grande mistério da nossa salvação. “De tal modo Deus amou o mundo, que lhe deu o seu Filho único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3, 16). Creia firmemente nisso e deixe que essa verdade transforme a sua vida.

Por Equipe Christo Nihil Praeponere | padrepauloricardo.org

 
 
 

Filme original será lançado na Quarta-feira Santa e poderá ser assistido até por quem não assina a plataforma de streaming

Um documentário original, gravado na Terra Santa e que mostra de forma inédita o caminho que Jesus Cristo percorreu na Via Sacra. A Lumine — maior plataforma católica de streaming da América Latina — esteve em Jerusalém para gravar sua primeira produção internacional. O longa-metragem será exibido gratuitamente ao público, às 20h da quarta-feira da Semana Santa (5 de abril), em seu canal de YouTube, além de na própria plataforma.

“A Via Sacra”, que já conta com um trailer disponível, propõe aos fiéis percorrerem juntos cada passo de Jesus nos lugares onde Ele sofreu, a partir de um olhar contemplativo sobre o mistério salvífico. Com aproximadamente 80 minutos de duração, o filme é conduzido pelo Padre Lucas Mendes, que é reitor da Basílica Menor de Nossa Senhora das Dores, de Porto Alegre. O sacerdote percorre as 14 estações da Via Crúcis, andando pelas ruas da capital de Israel e propondo meditações com base nos textos de São Josemaria Escrivá.

A equipe da Lumine — que reuniu Gustavo Leite na direção, Bruno Dall’Alba na assistência de fotografia e Janaína Martins na produção — teve acesso a locais restritos e muito raros de serem registrados. É o caso da capela da terceira e da quarta estações, a que os peregrinos e o próprio guia que acompanhou os profissionais não costumam ter autorização para visitar. Com isso, foi possível obter imagens únicas.

“Essa produção original nos faz refletir sobre como esse lugar, durante todos esses séculos, possui o mesmo clima da época de Jesus. Imaginamos as pessoas nas ruas, com seus comércio, e o próprio Cristo caminhando por ali e carregando sua cruz no meio deles. É um olhar para a realidade, tanto física como espiritual. O espectador não vai só assistir a um filme: ele vai rezar e meditar a Via Sacra”, avalia Leite.

Uma ideia que veio dos próprios assinantes

De acordo com Matheus Bazzo, fundador da Lumine, a ideia de fazer um especial de Páscoa sobre a Via Sacra partiu do próprio público. Uma pesquisa foi realizada pelo serviço de vídeo sob demanda, e o resultado apontou uma carência de conteúdos relacionados ao tema que tivessem tanto profundidade como qualidade audiovisual.

Ele acrescenta que, mais do que falar sobre o futuro da Lumine, “Via Sacra” traduz a essência da marca. “Nossa missão é trazer a beleza, os valores católicos e os dramas humanos através do cinema. E isso tudo poderá ser visto em profundidade nesse filme. Ao mesmo tempo, tocamos em uma temática central dos valores católicos, que é a Paixão, a Morte e a Ressurreição de Nosso Senhor. E, permeando tudo isso, apresentamos aspectos muito concretos dos dramas dessa região, tanto pelas questões históricas como pela realidade dos nossos dias na Terra Santa”, diz.

Bazzo salienta que a plataforma católica de streaming já nasceu com uma vocação internacional, ao compreender que seu conteúdo não se restringe à população brasileira. “Nós queremos falar ao espírito humano e mostrar a beleza do catolicismo em toda a sua abrangência. Então, é absolutamente necessário e natural que a gente vá a outros países e mostre a presença da religião. Começamos pela Terra Santa, mas teremos mais produções no exterior pela frente”, afirma, antecipando que outras ocorrerão ainda em 2023.

Quaresma: eis o tempo de conversão

A Quaresma é o período mais importante do ano para católicos de todo o mundo. Pensando em proporcionar uma vivência mais intensa para os fiéis ao longo desses 40 dias, a Lumine preparou uma programação especial. Além de “A Via Sacra”, ela inclui o lançamento de outra produção original e a chegada de um sucesso nas bilheterias à plataforma de streaming, além de uma animação voltada ao público infantil.

Aberta a todo o público, inclusive não-assinantes, “Quaresma: onde a graça toca o tempo” está disponível no YouTube. Trata-se de uma meditação conduzida pelo padre Felipe Konzen, em que ele explica de forma catequética e poética o que representa essa tradição para os cristãos, abordando também sua simbologia e história. Na produção original da Lumine, o sacerdote reflete sobre as práticas quaresmais e traz à tona aspectos da Via Sacra.

Outro destaque da programação especial de Quaresma do serviço de streaming criado no Brasil é o filme “Purgatório”. O longa-metragem polonês é dirigido por Michał Kondrat, conhecido pela criação de “Duas Coroas” — que também faz parte do acervo da Lumine. “Purgatório” traz o assunto a partir de relatos de santos como Padre Pio de Pietrelcina e Santa Faustina Kowalska. O docudrama esteve poucos dias em exibição nos cinemas do país, ficando em quarto lugar em bilheteria, e foi diretamente para a plataforma, onde já é novamente fenômeno de audiência.

Dos adultos aos pequenos: seleção especial para chegada à Páscoa

Criado especificamente para as crianças, o “Burrinho do Rei” é uma produção original que integra o catálogo da Lumine Kids. Na animação, a Paixão de Cristo é retratada aos pequenos pelo animal que carregou Jesus em suas costas no Domingo de Ramos, tendo sua vida transformada. A história é contada de uma maneira lúdica e, ao mesmo tempo, profunda, reforçando valores e estimulando a reflexão.

Além dessas novidades, o serviço de vídeo sob demanda fez uma seleção especial para seus assinantes — reunindo todos os conteúdos que se relacionam com a Quaresma ou podem evocar sentimentos e provocações necessárias para viver bem o período. Nessa playlist, há títulos como “O Evangelho Segundo São Mateus”, “Domínio de Bárbaros”, “Renascer: as vidas transformadas por Padre Pio”, “O Grande Silêncio”, ao longo de outros filmes. Completam o acervo indicado pela Lumine: “A Vida Vale a Pena”, que traz uma série de vídeos do venerável Fulton Sheen, e a produção original “A Vida Interior”.

Evoluir na fé a partir do consumo de um bom conteúdo

Fundador da Lumine, Matheus Bazzo ressalta que a Quaresma propõe a penitência como um sentido de vida. “Não é apenas um período para se fazer jejum, mas para se meditar a respeito de tudo que estamos ingerindo. Não só o alimento, mas tudo que consumimos”, reflete.

Bazzo pontua que, hoje em dia, vivemos um comportamento vicioso nas redes sociais e nas plataformas de mídia. “Somos forçados a consumir, a ver, a interagir o tempo todo. A Quaresma é um convite para um afastamento, onde colocamos tudo isso em perspectiva”, defende.

Nesse sentido, segundo ele, ao ver filmes e séries com valores universais, qualquer pessoa é capaz de sentar para assistir a um dos conteúdos da Lumine e sair diferente. “Os bons filmes são capazes de despertar sentimentos de contrição, empatia, tristeza e alegria. E, em uma camada mais profunda, ativar propósitos de mudança de vida, proporcionar uma nova forma de ver o mundo e até mesmo transformar nossa postura diante das dificuldades”, conclui.

 
 
 
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