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Será que essa linha impressionante, de milhares de quilômetros, representa a espada do Arcanjo que mandou o diabo para o inferno?

Uma linha reta impressionante e misteriosa, que vai da Irlanda a Israel, une sete mosteiros e santuários relacionados com o Arcanjo São Miguel. Será mera coincidência? Terá sido proposital? Os sete santuários ficam a grandes distâncias um do outro, mas estão alinhados de modo perfeito e assombroso.

A “Linha Sacra de São Miguel Arcanjo” simboliza, de acordo com a tradição, o golpe de espada que o Arcanjo infligiu ao diabo para enviá-lo ao inferno depois da batalha nos céus entre os anjos fiéis e os anjos rebeldes que, liderados por Lúcifer, tinham se voltado contra Deus.

Seja como for, é surpreendente a disposição de todos esses santuários ao longo de uma linha reta. Seria uma advertência do Arcanjo para que, respeitando as leis de Deus, os fiéis caminhem sempre na retidão? A Linha Sacra, além disso, fica perfeitamente alinhada com o poente no dia do solstício de verão no hemisfério Norte.

Como se não bastasse, os três mais importantes santuários da linha misteriosa ficam à mesma distância um do outro: a belíssima e famosíssima abadia do Mont Saint-Michel, na divisa entre as regiões francesas da Normandia e da Bretanha; a Sacra di San Michele, no vale italiano de Susa, região do Piemonte; e o santuário de Monte Sant’Angelo, no também italiano Monte Gargano, situado na região da Apúlia.

Conheça todos os sete santuários da Linha Sacra:

1) SKELLING MICHAEL

O traçado da Linha Sacra começa na Irlanda, numa ilha deserta onde o Arcanjo Miguel teria aparecido para São Patrício a fim de ajudá-lo a libertar o país dos ataques do demônio. É nessa ilha que se levanta o primeiro mosteiro: o de Skellig Michael ou Sceilig Mhichíl, em idioma gaélico (“Rocha de Miguel”).

2) SAINT MICHAEL’S MOUNT

Rumando para o sul, a linha passa pelo St. Michael’s Mount, na Inglaterra: é uma ilhota da Cornuália que, na maré baixa, se junta à terra firme. Nesse local, São Miguel teria falado com um grupo de pescadores. Leia também Conheça a origem da Quaresma de São Miguel Arcanjo

3) MONT SAINT-MICHEL

© Shutterstock

A Linha Sacra prossegue então para a França, cruzando outra célebre ilha que também se junta à terra firme nas baixas marés: o espetacular Mont Saint-Michel, outro local de aparição do Arcanjo. A beleza e a riqueza histórica e artística deste santuário e da sua baía na costa normanda fazem dele um dos lugares mais visitados de toda a França, além de terem garantido a sua proclamação como Patrimônio da Humanidade pela UNESCO em 1979. O Mont Saint-Michel já era cercado de forte misticismo desde a Alta Idade Média. Há mais de 1.300 anos, em 709, o Arcanjo apareceu, conforme a tradição, ao bispo de Avranches, Santo Aubert, pedindo a construção do santuário. Os trabalhos começaram logo, mas a abadia beneditina só foi ficar pronta no século X. Leia também Aprenda a rezar a Coroa Angélica de São Miguel Arcanjo

4) SACRA DI SAN MICHELE

A cerca de 1.000 quilômetros de distância, no vale piemontês de Susa, ergue-se o quarto santuário: a Sacra di San Michele (pronuncia-se “Mikéle”, em italiano). Este impressionante complexo de mais de dez séculos, formado por um mosteiro e uma igreja, foi construído entre os anos de 983 e 987 sobre uma enorme rocha do Vale de Susa, na região do Piemonte, aproximadamente a 40 quilômetros de Turim. Ao curso dos séculos, foram sendo acrescentadas novas estruturas como a hospedaria construída pelos monges beneditinos, já que o santo lugar ficava na rota dos peregrinos da Via Francígena, antiga estrada que ia da França para Roma.

Na noite de 24 de janeiro de 2018, um incêndio de grandes proporções provocou graves danos ao teto desta milenar abadia. Saiba mais sobre este episódio tão recente acessando este artigo: Incêndio atinge milenar abadia da “linha reta dos 7 santuários” de São Miguel Arcanjo.

5) SANTUÁRIO DO MONTE SANT’ANGELO

Mais 1.000 quilômetros em linha reta e se chega à também italiana região da Apúlia, mais precisamente ao Monte Gargano. Ali, uma caverna de acesso muito difícil se transformou em lugar sagrado e viu erguer-se o Santuário de São Miguel Arcanjo, iniciado no longínquo ano de 490. Ele marca a primeira aparição do Arcanjo Miguel a São Lourenço Maiorano. Leia também Aparição de São Miguel Arcanjo no Monte Gargano

6) MOSTEIRO DE SYMI

Deixando a Itália, a fascinante Linha Sacra de São Miguel chega ao sexto santuário, agora na ilha grega de Symi: aqui, o mosteiro alberga uma das maiores efígies do Arcanjo que existem no mundo, com três metros de altura.

7) MOSTEIRO DO MONTE CARMELO

A Linha Sacra termina em território israelense: o mosteiro do Monte Carmelo, em Haifa. O local é venerado desde a antiguidade, mas a construção do santuário cristão remonta ao século XII

 
 
 

Festa da Exaltação da Santa Cruz

Vemos na Cruz de Cristo duas realidades contrastantes. De um lado, o crime do deicídio, a morte crudelíssima do Homem-Deus; de outro, a caridade infinita com que o Pai, entregando-nos o seu Filho unigênito, quis libertar-nos do pecado e tirar-nos da miséria que nos levou a assassinar o nosso próprio Redentor.

É este último mistério de amor, tremendo e oculto à nossa pobre inteligência, o que hoje veneramos, Festa da Exaltação da Santa Cruz, donde pendeu entre dores terríveis a nossa Salvação.

Ouça a homilia do Padre Paulo Ricardo para esta quinta-feira, dia 14 de setembro, e deixemos nosso coração encher-se de alegria por nos sabermos amados com tão grande amor!


Evangelho (Jo 3,13-17)

— Aleluia, Aleluia, Aleluia.

— Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo, e vos bendizemos, porque pela cruz remistes o mundo!

— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus a Nicodemos: 13“Ninguém subiu ao céu, a não ser aquele que desceu do céu, o Filho do Homem. 14Do mesmo modo como Moisés levantou a serpente no deserto, assim é necessário que o Filho do Homem seja levantado, 15para que todos os que nele crerem tenham a vida eterna.

16Pois Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito, para que não morra todo o que nele crer, mas tenha a vida eterna. 17De fato, Deus não enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por ele”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

 
 
 

No mês de agosto inicia-se a Quaresma de São Miguel Arcanjo. Conheça a história da origem desta importante devoção ao príncipe das milícias celestes, vivida de modo especial por São Francisco de Assis.

Uma tradição franciscana, a Quaresma a São Miguel Arcanjo é um tempo especial de oração e penitência. Tem início, com a Festa da Assunção de Nossa Senhora em 15 de agosto e termina no dia 28 de setembro, véspera da festa em honra aos Santos Arcanjos Miguel, Gabriel e Rafael.

É costume que a Quaresma de São Miguel seja rezada diariamente, entre 15 de agosto e 29 de setembro, quando se celebra a festa deste Santo Arcanjo. Mas ela também pode ser feita em qualquer outra época do ano, por um período de 40 dias. Leia também Clique aqui para rezar conosco e baixe o um roteiro especial de orações para a Quaresma de São Miguel

São Francisco foi um santo que na sua vida mortal procurava nutrir muito sua alma para não esfriar o seu amor por Jesus, com um espírito de oração e sacrifício muito grande.

Para tanto, ele realizava por ano três quaresmas, além de outro período de jejum e oração em honra da Mãe de Deus, pela qual tinha um doce e especial amor, que ia da festa de São Pedro e São Paulo Apóstolos à festa da Assunção de Nossa Senhora. Foi de um modo muito especial que, na Quaresma de São Miguel Arcanjo, Deus coroou Francisco de graças abundantes, dentre elas a de marcá-lo em seu corpo, pelo profundo desejo de imitar ao seu Filho Jesus Cristo, com os sinais de sua Paixão. Todas essas quaresmas eram realizadas no Monte Alverne. (Alverne: “verna” vem de “vernare”, verbo utilizado por Dante e que significa “fazer frio”; gela.)

São Boaventura diz em sua Legenda Maior em seu capítulo 9, parágrafo 3 dos escritos biográficos de São Francisco: “um vínculo de amor indissolúvel unia-o aos anjos cujo maravilhoso ardor o punha em êxtase diante de Deus e inflamava as almas dos eleitos”. Por devoção aos anjos, celebrava uma quaresma de jejuns e orações durante os quarenta dias que seguem a Assunção da Santíssima Virgem Maria.

São Miguel, sobretudo, a quem cabe o papel de introduzir as almas no paraíso, era objetivo de uma devoção especial, em razão do desejo que tinha o santo de salvar a todos os homens. Era do conhecimento de Francisco a autoridade e o auxílio que o Arcanjo Miguel tem em exercício das almas, em salvá-las no último instante da vida e o poder de ir ao purgatório retirá-las de lá.

Esse era o principal motivo pelo qual Francisco realizava sua quaresma e isso nos é relatado na legenda Terusiana no número 93 de sua biografia, na qual o santo vai dizer no ano de 1224, ano em que recebeu os estigmas ao avistar o Monte Alverne em visita ao eremitério: “Para honra de Deus, da bem-aventurada Virgem Maria e de São Miguel, Príncipe dos Anjos e das almas, quero fazer aqui uma quaresma”.

É neste mesmo ano que ele realizou a 1ª quaresma em hora de São Miguel Arcanjo. Foi neste ano que estando Francisco a rezar no Monte Alverne, relata a Legenda Menor de sua biografia. Em sua primeira quaresma em honra do glorioso Arcanjo Miguel, sentiu ele com maior abundância do que nunca, a suavidade de contemplação Celeste, o andor dos desejos sobrenaturais, a profusão das graças divinas transportado até Deus num fogo de amor seráfico, e transformado pelos arroubos de uma profunda compaixão naquele que, em seus extremos de amor, quis ser crucificado.

Orava certa manhã numa das partes do monte. Aproximava a festa da Exaltação da Santa Cruz, quando ele viu descer do alto do Céu um Serafim de seis asas flamejantes, o qual, num rápido vôo, chegou perto do lugar onde estava o homem de Deus.

O personagem apareceu-lhe não apenas munido de asas, mas também crucificado, mãos e pés estendidos e atados a uma cruz. Duas asas elevavam-se por cima de sua cabeça, duas outras estavam abertas para o vôo, as duas últimas cobriam-lhe o corpo.

Tal aparição deixou Francisco mergulhado num profundo êxtase, enquanto em sua alma se mesclava a tristeza e a alegria: uma alegria transbordante ao contemplar a Cristo que se lhe manifestava de uma maneira tão milagrosa e familiar, mas ao mesmo tempo uma dor imensa, pois a visão da cruz transpassava sua alma com uma espada de dor e de compaixão.

Aquele que assim externamente aparecia e o iluminava também internamente. Francisco compreendeu então que os sofrimentos da paixão de modo algum podem atingir um Serafim que é um espírito imortal.Mas essa visão lhe fora concedido para ensinar que não era o martírio do corpo, mas o amor o incendiou a alma que deveria transformá-lo, tornando-o semelhante a Jesus Crucificado. Após uma conversação familiar, que nunca foi revelada aos outros, desapareceu aquela visão, deixando-lhe o coração inflamado de um ardor seráfico e imprimindo-lhe na carne a semelhança externa com o crucificado, como a marca de um sinete na cera que o calor do fogo fez derreter.

Logo começaram, com efeito, a aparecer em suas mãos e pés as marcas dos cravos.Quando o verdadeiro amor transformou o amigo de Cristo na semelhança d’Aquele que ele amava, terminado os quarenta dias previsto no monte e na solidão, chegou a festa de são Miguel; e Francisco, homem evangélico, desceu do Monte, trazendo a imagem do crucificado, não esculpida em tábuas de pedra ou de madeira pela mão de algum artifício, mas reproduzida em sua própria carne pelo dedo do Deus Vivo.

Francisco para não se igualar a Jesus que ficou 40 dias e 40 noites em jejum total, come ao final destes dias um pedaço de pão e bebe água, pois se achava indigno de se igualar a Jesus. Clevinho Maia (Combatentes de São Miguel Arcanjo)

Aos que desejarem conhecer mais e melhor essa prática, sua origem e seu significado espiritual, recomendamos que assistam aos seguintes programas “Ao vivo com Pe. Paulo”, sobre esse tema:


 
 
 
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Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

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