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Quinta-feira da 3.ª Semana da Quaresma

O diabo tem duas maneiras de impedir que o homem chegue ao Céu. Por um lado, ele se usa de alguns para fazer, por meio de mentiras e dúvidas ardilosas, com que muitos não deem o passo da fé, sempre exigindo provas, argumentos e até sinais extraordinários do que Deus ensina através de sua Igreja.

Mas ele também se usa de outros para fazer uma aberta oposição a Cristo, a quem chegam a acusar do que eles mesmos são, mentirosos e endemoniados.

Ouça a homilia do Padre Paulo Ricardo para esta quinta-feira, dia 7 de março, e peçamos ao Espírito Santo que nos dê suavidade para assentir, como convém à salvação eterna, à verdade revelada em Jesus Cristo, pois quem não está com Ele, está contra Ele.


Evangelho (Lc 11,14-23)

— Jesus Cristo, sois bendito, sois o ungido de Deus Pai!

— Voltai ao Senhor, vosso Deus, ele é bom, compassivo e clemente. (Jl 2,12-13)

— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.

— Glória a vós, Senhor. Naquele tempo, 14 Jesus estava expulsando um demônio que era mudo. Quando o demônio saiu, o mudo começou a falar, e as multidões ficaram admiradas. 15 Mas alguns disseram: ‘É por Belzebu, o príncipe dos demônios, que ele expulsa os demônios.’ 16 Outros, para tentar Jesus, pediam-lhe um sinal do céu. 17 Mas, conhecendo seus pensamentos, Jesus disse-lhes: ‘Todo reino dividido contra si mesmo será destruído; e cairá uma casa por cima da outra. 18 Ora, se até Satanás está dividido contra si mesmo, como poderá sobreviver o seu reino? Vós dizeis que é por Belzebu que eu expulso os demônios. 19 Se é por meio de Belzebu que eu expulso demônios, vossos filhos os expulsam por meio de quem? Por isso, eles mesmos serão vossos juízes. 20 Mas, se é pelo dedo de Deus que eu expulso os demônios, então chegou para vós o Reino de Deus. 21 Quando um homem forte e bem armado guarda a própria casa, seus bens estão seguros. 22 Mas, quando chega um homem mais forte do que ele, vence-o, arranca-lhe a armadura na qual ele confiava, e reparte o que roubou. 23 Quem não está comigo, está contra mim. E quem não recolhe comigo, dispersa.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

 
 
 

Quarta-feira da 3.ª Semana da Quaresma

A vida cristã, para ser realmente cristã, deve começar pelo mínimo indispensável: a observância dos Mandamentos. Sem isso, podemos ter certeza de que não conhecemos a Jesus Cristo, ainda que nos achemos muito católicos.

Nesse caso, não passamos de uns mentirosos, nos quais não está nem a verdade nem o amor do Pai. Pois como podemos dizer que conhecemos Aquele que é amor, se não o amamos nem lhe obedecemos?

Ouça a homilia do Padre Paulo Ricardo para esta quarta-feira, dia 6 de março, e aproveitemos este tempo de Quaresma para pormos a limpo a nossa vida espiritual por meio de uma boa confissão e pelo propósito firme de cumprir sempre os Mandamentos da lei de Deus.


Santo do Dia: Santa Coleta, abadessa

Evangelho (Mt 5,17-19)

— Glória a Cristo, Palavra eterna do Pai, que é amor!

— Senhor, tuas palavras são espírito, são vida; só tu tens palavras de vida eterna! (Cf. Jo 6,63c.68c)

— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 17 “Não penseis que vim abolir a Lei e os Profetas. Não vim para abolir, mas para dar-lhes pleno cumprimento. 18 Em verdade, eu vos digo: antes que o céu e a terra deixem de existir, nem uma só letra ou vírgula serão tiradas da Lei, sem que tudo se cumpra. 19 Portanto, quem desobedecer a um só desses mandamentos, por menor que seja, e ensinar os outros a fazerem o mesmo, será considerado o menor no Reino dos Céus. Porém, quem os praticar e ensinar será considerado grande no Reino dos Céus”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

 
 
 

Terça-feira da 3.ª Semana da Quaresma

Quando se fala do sacramento da Confissão, é comum ouvirmos, tanto dos inimigos da Igreja quanto dos católicos mais relapsos, objeções como: “Eu me confesso diretamente a Deus”, ou: “Deus já conhece a minha consciência, não preciso contar meus pecados a um padre”.

O Evangelho de hoje, no entanto, sobre a importância de perdoar, recorda-nos que a salvação que recebemos de Cristo é inseparável do perdão que damos aos nossos irmãos, membros que são da Igreja, corpo místico do mesmo Redentor.

Ouça a homilia desta terça-feira e perceba que o próprio Cristo estabeleceu que o perdão dos pecados seria dado em nome de Deus e de sua Igreja!


Evangelho (Mt 18,21-35)

— Jesus Cristo, sois bendito, sois o ungido de Deus Pai!

— Voltai ao Senhor, vosso Deus, ele é bom, compassivo e clemente. (Jl 2,12-13)

— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 21 Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou: ‘Senhor, quantas vezes devo perdoar, se meu irmão pecar contra mim? Até sete vezes?’ 22 Jesus respondeu: ‘Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete. 23 Porque o Reino dos Céus é como um rei que resolveu acertar as contas com seus empregados. 24 Quando começou o acerto, trouxeram-lhe um que lhe devia uma enorme fortuna. 25 Como o empregado não tivesse com que pagar, o patrão mandou que fosse vendido como escravo, junto com a mulher e os filhos e tudo o que possuía, para que pagasse a dívida. 26 O empregado, porém, caiu aos pés do patrão, e, prostrado, suplicava: ‘Dá-me um prazo! e eu te pagarei tudo’. 27 Diante disso, o patrão teve compaixão, soltou o empregado e perdoou-lhe a dívida.

28 Ao sair dali, aquele empregado encontrou um dos seus companheiros que lhe devia apenas cem moedas. Ele o agarrou e começou a sufocá-lo, dizendo: ‘Paga o que me deves’. 29 O companheiro, caindo aos seus pés, suplicava: ‘Dá-me um prazo! e eu te pagarei’. 30 Mas o empregado não quis saber disso. Saiu e mandou jogá-lo na prisão, até que pagasse o que devia. 31 Vendo o que havia acontecido, os outros empregados ficaram muito tristes, procuraram o patrão e lhe contaram tudo. 32 Então o patrão mandou chamá-lo e lhe disse: ‘Empregado perverso, eu te perdoei toda a tua dívida, porque tu me suplicaste. 33 Não devias tu também, ter compaixão do teu companheiro, como eu tive compaixão de ti?’ 34 O patrão indignou-se e mandou entregar aquele empregado aos torturadores, até que pagasse toda a sua dívida. 35 É assim que o meu Pai que está nos céus fará convosco, se cada um não perdoar de coração ao seu irmão.’

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

 
 
 
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