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Saiba como receber indulgência plenária nesta solenidade do Sagrado Coração de Jesus.

Por ocasião da solenidade do Sagrado Coração de Jesus, a Igreja concede indulgência plenária ao fiel que recitar publicamente o Ato de Reparação Sagrado Coração de Jesus, que pode aprender abaixo.

Que é a Indulgência?

“A Indulgencia é a remissão diante de Deus da pena temporal devida pelos pecados já perdoados quanto à culpa, que o fiel, convenientemente disposto e mediante certas condições definidas, obtém por intervenção da Igreja que, como administradora da Redenção, distribui e aplica com autoridade o tesouro da satisfações de Cristo e dos Santos”

É importante lembrar que, para ganhar indulgências plenárias, são necessários: a confissão sacramental, a comunhão eucarística a oração pelo Sumo Pontífice, desapego a qualquer pecado (inclusive veniais) e praticar o ato proposto, no caso de hoje a Reparação ao Sagrado Coração de Jesus.

Aproveitemos a solenidade do Sagrado Coração de Jesus para dobrar os nossos joelhos pelo sucessor de São Pedro, a fim de “que o Senhor o conserve, lhe dê vida longa, o faça santo na terra, e não o entregue à vontade de seus inimigos”.

Ato de Reparação ao Sagrado Coração de Jesus

Dulcíssimo Jesus, cuja infinita caridade para com os homens é por eles tão ingratamente correspondida com esquecimentos, friezas e desprezos, eis-nos aqui prostrados na vossa presença, para vos desagravarmos, com especiais homenagens, da insensibilidade tão insensata e das nefandas injúrias com que é, de toda a parte, alvejado o vosso amorosíssimo Coração. Reconhecendo, porém, com a mais profunda dor, que também nós, mais de uma vez, cometemos as mesmas indignidades, para nós, em primeiro lugar imploramos a vossa misericórdia, prontos a expiar não só as próprias culpas, senão também as daqueles que, errando longe do caminho da salvação, ou se obstinam na sua infidelidade, não vos querendo como pastor e guia, ou, conculcando as promessas do batismo, sacudiram o suavíssimo jugo da vossa santa lei.

De todos estes tão deploráveis crimes, Senhor, queremos nós hoje desagravar-vos, mas, particularmente, da licença dos costumes e modéstias do vestido, de tantos laços de corrupção armados à inocência, da violação dos dias santificados, das execrandas blasfêmias contra vós e vossos Santos, dos insultos ao vosso Vigário, e a todo o vosso Clero, do desprezo e das horrendas e sacrílegas profanações do Sacramento do divino amor, e, enfim, dos atentados e rebeldias das nações contra os direitos e o magistério da vossa Igreja.

Oh! se pudéssemos lavar, com o próprio sangue, tantas iniquidades!

Entretanto, para reparar a honra divina ultrajada, vos oferecemos, juntamente com os merecimentos da Virgem Mãe, de todos os Santos e almas piedosas, aquela infinita satisfação, que vós oferecestes ao Eterno Pai sobre a cruz, e que não cessais de renovar, todos os dias, sobre nossos altares.

Ajudai-nos, Senhor, com o auxílio da vossa graça, para que possamos, como é nosso firme propósito, com a vivacidade da fé, com a pureza dos costumes, com a fiel observância da lei e caridade evangélicas, reparar todos os pecados cometidos por nós e por nosso próximo, impedir, por todos os meios, novas injúrias de vossa divina Majestade e atrair ao vosso serviço o maior número de almas possíveis.

Recebei, ó benigníssimo Jesus, pelas mãos de Maria santíssima reparadora, a espontânea homenagem deste nosso desagravo, e concedei-nos a grande graça de perseverarmos constantes, até a morte, no fiel cumprimento dos nossos deveres e no vosso santo serviço, para que possamos chegar todos à pátria bem-aventurada, onde vós com o Pai e o Espírito Santo viveis e reinais, Deus, por todos os séculos dos séculos. Amém.

Em outras circunstâncias, a reza deste Ato de Reparação alcança indulgências parciais.

Não basta apenas rezar, para adquirir a INDULGÊNCIA PLENÁRIA é preciso recitar as orações publicamente e preencher as condições básicas para qualquer indulgência plenária:

a) confissão sacramental – cada confissão vale para as indulgências obtidas até uns 15 dias antes e para as que serão obtidas até uns 15 dias depois de recebido o sacramento;

b) comunhão eucarística – é necessária uma comunhão para cada indulgência;

c) oração nas intenções do Sumo Pontífice – rezar para cada indulgência;

d) exclusão de qualquer apego ao pecado, mesmo venial. (importante)

e) Cumprir a obra prescrita, que para esse dia o Ato de Reparação ao Sagrado Coração de Jesus.

 
 
 

Todos os anos, os fiéis que visitem uma igreja franciscana em qualquer lugar do mundo desde o meio-dia do dia 01 de agosto e todo o dia 2 de agosto, poderão obter a chamada indulgência plenária da Porciúncula.

Para isto, além da visita, as condições habituais de confissão sacramental, comunhão eucarística e a oração pelas intenções do Papa.

As 5 condições são:

1. Visitar uma igreja no dia 2 de Agosto, fazendo uma visita espiritual à igreja da Porciúncula, renovando a profissão de fé através da recitação do Credo, para reafirmar a identidade cristã;

2. Ouvir a Santa Missa e comungar neste dia;

3. Rezar pelas intenções do Santo Padre, neste dia. Normalmente reza-se um Pai-Nosso, uma Avé-Maria e um Glória, no entanto pode ser rezada qualquer oração com a referida intenção.

4. Confessar-se no período desde 8 dias antes a 8 dias depois desta data;

5. Ter ódio ao pecado, não só mortal mas também venial.

Em declarações para o Grupo ACI, o Ir. Gonzalo Cateriano, ex-provincial dos Franciscanos Capuchinos no Peru, ressaltou o “grande desejo de São Francisco de Assis de que todas as almas se salvem” e que os fiéis “com piedade e devoção” recebam a indulgência cumprindo as disposições da Igreja.

O frade assinalou que “antigamente era muito difícil que a Igreja concedesse indulgências” já que só se obtinham em peregrinação a alguns lugares como Terra Santa e, portanto, foi um grande presente que São Francisco obteve por seu amor às almas.

“Agora o Perdão de Assis pode-se obter em todas as igrejas franciscanas do mundo desde a véspera da festa central”, pontuou.

A concessão da Indulgência da Porciúncula se deu em 1216, quando São Francisco partiu para Perusa junto de outro frade para ver o Papa Honório III, depois de uma aparição do próprio Cristo e da Virgem rodeados de anjos na capela de Santa Maria dos Anjos, em Assis.


Nesta aparição, o santo pediu ao Senhor que concedesse uma indulgência a quantos visitassem a Igreja dedicada à Virgem sob a devoção de Nossa Senhora dos Anjos. O Senhor aceitou e ordenou que se dirigisse a Perusa, para obter do Papa o favor desejado. O Santo Padre concedeu a graça.

Em 1966 o Papa Pablo VI publicou a Carta Apostólica “Sacrosancta Portiunculae ecclesia” com ocasião do 750º aniversário da concessão da indulgência da Porciúncula, onde expressou que “a instituição desta indulgência seja celebrada de maneira que verdadeiramente a Porciúncula seja aquele lugar santo onde se consegue o perdão total e se faz estável a paz com Deus”.

Além disto, referindo-se às peregrinações que os fiéis realizam para o lugar, indicou: “Queira Deus que a peregrinação, transmitida durante séculos, à igreja da Porciúncula, que Nosso mesmo Predecessor João XXIII empreendeu com ânimo piedoso, não termine mas que cresça continuamente a multidão de fiéis que acodem ali ao encontro com Cristo rico em misericórdia e com sua Mãe, que intercede sempre perante ele”.

A pequena igreja conhecida como Porciúncula que São Francisco de Assis dedicou a Santa Maria dos Anjos, encontra-se dentro da grande Basílica que leva o mesmo nome desta devoção Mariana. A Basílica data dos séculos XVI e XVII.

Esta igreja foi a segunda morada do santo e de seus primeiros irmãos, assim como o lugar onde na tarde de 3 de outubro de 1226, São Francisco faleceu. Este também foi o lugar, onde no domingo de Ramos de 1211 São Francisco recebeu a consagração da Santa Clara, dando origem à ordem das clarissas.

Fonte: ACIdigital

Veja o vídeo feito pelos frades de Assis, com entrevista em italiano


Indulgência Plenária

Para lucrar uma INDULGÊNCIA PLENÁRIA é preciso preencher algumas condições condições:

a) confissão sacramental – cada confissão vale para as indulgências obtidas até uns 15 dias antes e para as que serão obtidas até uns 15 dias depois de recebido o sacramento;

b) comunhão eucarística – é necessária uma comunhão para cada indulgência;

c) oração nas intenções do Sumo Pontífice – rezar para cada indulgência;

d) exclusão de qualquer apego ao pecado, mesmo venial.


A história

Numa noite do mês de Julho de 1216, como acontecia em tantas outras noites, na silenciosa solidão da pequena Igreja da Porciúncula, São Francisco ajoelhado, estava profundamente mergulhado nas suas orações, quando, subitamente, uma luz vivíssima e fulgurante encheu todo o recinto e no meio dela, apareceu Jesus ao lado da Virgem Maria sorridente, sentados num trono e circundados por diversos Anjos.

Jesus perguntou-lhe: “Qual o melhor auxílio que desejarias receber, para conseguir a salvação eterna da Humanidade?”

Sem hesitar Francisco respondeu: “Senhor Jesus, peço-Vos que, a todos os arrependidos e confessados, que visitarem esta Igreja, lhes concedais um amplo e generoso perdão, uma completa remissão de todas as suas culpas.”

“O que pedes Francisco, é um benefício muito grande,”disse-lhe o Senhor, “muito embora sejas digno e merecedor de muitas coisas. Assim, acolho o teu pedido, com uma condição, deverás solicitar essa indulgência ao meu Vigário na Terra.”

No dia seguinte, Francisco, acompanhado pelo Frei Masseu, seguiu para Perúgia, a fim de se encontrar com o Papa Honório III. Chegando disse-lhe: “Santo Padre, há algum tempo, com o auxílio de Deus, restaurei uma Igreja em honra a Santa Maria dos Anjos. Venho pedir a Vossa Santidade que concedais, nesta Igreja uma indulgência a quantos a visitarem, sem a obrigação de oferecerem qualquer coisa em pagamento, a partir do dia da dedicação da mesma.”

O Papa ficou surpreendido e comoveu-se com o tal pedido. Depois perguntou: “Por quantos anos pedes esta indulgência?”

“Santo Padre, não peço anos, mas penso em muitos homens e mulheres que precisam sentir o perdão de Deus”, respondeu Francisco.

“Que pretendes, em concreto, dizer com isto?” retorquiu o Papa.

“Se aprouver a Vossa Santidade, gostava que todas as pessoas que venham a visitar a Porciúncula, contritos dos seus pecados, em “estado de graça”, confessados e tendo recebido a absolvição sacramental, obtenham a remissão de todos os seus pecados, na pena e na culpa, no Céu e na Terra, desde o dia do seu baptismo até ao dia em que entre na Porciúncula.”

“Mas não é um costume a Cúria Romana conceder tal indulgência!”

“Senhor, disse o ‘Poverello’, este pedido não o faço por mim, mas por ordem de Cristo, da parte de quem estou aqui.”

Ouvindo isto, o Papa, cheio de amor, repetiu três vezes:“Em nome de Deus, Francisco, concedo-te a indulgência que em nome de Cristo me pedes.”

Tendo alguns Cardeais, ali presentes, manifestado desacordo, o Papa reafirmou: “Já concedi a indulgência. Todo aquele que entrar na Igreja de Santa Maria dos Anjos da Porciúncula, sinceramente arrependido das suas faltas e confessado, seja absolvido de toda pena e de toda culpa. Esta indulgência valerá apenas durante um dia, em cada ano, “in perpetuo”, desde as primeiras vésperas, incluída a noite, até às vésperas do dia seguinte.”

A ‘consagração’ da igrejinha aconteceu no dia 2 de Agosto do mesmo ano de 1216.

A Indulgência da Porciúncula apenas era concedida a quem visitasse a Igreja de Santa Maria dos Anjos, entre a tarde do dia 1 Agosto e o pôr-do-sol do dia 2 Agosto. Mas a 9 de Julho de 1910, o Papa São Pio X concedeu autorização aos Bispos de todo o mundo, só naquele ano de 1910, para que designassem qualquer Igreja Pública das suas Dioceses, a fim de que também nelas, as pessoas recebessem a Indulgência da Porciúncula. (Acta Apostolicae Sedis, II, 1910, 443 sq.; Acta Ord. Frat. Min., XXIX, 1910, 226).

Este privilégio foi renovado por um tempo indefinido por decreto da Sagrada Congregação de Indulgências, a 26 Março de 1911 (Acta Apostolicae Sedis, III, 1911, 233-4).

O que significa que, actualmente, qualquer igreja franciscana ou paroquial de qualquer país, tem o benefício da Indulgência que São Francisco conseguiu de Jesus para toda Humanidade.

Deste modo, ganharão a Indulgência, todas as pessoas que estando em “estado de graça”, visitarem uma igreja nos dias mencionados, rezarem um Credo, um Pai-Nosso e um Glória, suplicando ao Criador o benefício da indulgência, e rezando também, um Pai-Nosso, uma Ave-Maria e um Glória, pelas intenções do Santo Padre.

Poderão utilizar a Indulgência em seu próprio benefício ou em favor de pessoas falecidas.

Fonte: Senza Pagare


 
 
 

A Santa Igreja concede indulgência plenária para aqueles que no dia 31 de dezembro rezarem o “TE DEUM” e aqueles que no dia 1 de janeiro rezarem o “VENI CREATOR”, ambos publicamente.

Para cada um dos dias nós podemos lucrar indulgência plenária para nós mesmos ou pela alma de algum fiel defunto.

Não basta apenas rezar. Para adquirir a INDULGÊNCIA PLENÁRIA é preciso recitar as orações publicamente e preencher essas quatro condições básicas para qualquer indulgência plenária:

a) confissão sacramental – cada confissão vale para as indulgências obtidas até uns 15 dias antes e para as que serão obtidas até uns 15 dias depois de recebido o sacramento;

b) comunhão eucarística – é necessária uma comunhão para cada indulgência;

c) oração nas intenções do Sumo Pontífice – rezar para cada indulgência;

d) exclusão de qualquer apego ao pecado, mesmo venial.

e) Cumprir a obra prescrita, que para esses dias são a oração do TE DEUM e o VENI CREATOR.

A confissão vale para os dois dias, mas a comunhão e a oração pelo papa devem ser feitas para cada um dos dias.

Seguem os hinos:

1 – HINO TE DEUM (A VÓS, Ó DEUS, LOUVAMOS) – Para o dia 31/12

Te Deum

A Vós, ó Deus, louvamos e por Senhor nosso Vos confessamos. A Vós, ó Eterno Pai, reverencia e adora toda a Terra. A Vós, todos os Anjos, a Vós, os Céus e todas as Potestades; A Vós, os Querubins e Serafins com incessantes vozes proclamam: Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus dos Exércitos! Os Céus e a Terra estão cheios da vossa glória e majestade. A Vós, o glorioso coro dos Apóstolos, A Vós, a respeitável assembléia dos Profetas, A Vós, o brilhante exército dos mártires engrandece com louvores! A Vós, Eterno Pai, Deus de imensa majestade, Ao Vosso verdadeiro e único Filho, digno objeto das nossa a adorações, Do mesmo modo ao Espírito Santo, nosso consolador e advogado. Vós sois o Rei da Glória, ó meu Senhor Jesus Cristo! Vós sois Filho sempiterno do vosso Pai Onipotente! Vós, para vos unirdes ao homem e o resgatardes não Vos dignastes de entrar no casto seio duma Virgem! Vós, vencedor do estímulo da morte, abristes aos fiéis o Reino dos Céus, Vós estais sentado à direita de Deus, no glorioso trono do vosso Pai! Nós cremos e confessamos firmemente que de lá haveis de vir a julgar no fim do mundo. A Vós portanto rogamos que socorrais os vossos servos a quem remistes como vosso preciosíssimo Sangue. Fazei que sejamos contados na eterna glória, entre o número dos vossos Santos. Salvai, Senhor, o vosso povo e abençoai a vossa herança, E regei-os e exaltai-os eternamente para maior glória vossa. Todos os dias Vos bendizemos E esperamos glorificar o vosso nome agora e por todos os séculos. Dignai-Vos, Senhor, conservar-nos neste dia e sempre sem pecado. Tende compaixão de nós, Senhor, compadecei-Vos de nós, miseráveis. Derramai sobre nós, Senhor, a vossa misericórdia, pois em Vós colocamos toda a nossa esperança. Em Vós, Senhor, esperei, não serei confundido.

2 – VENI CREATOR – Para o dia 01/01

Vem Espírito Criador

Vinde, Espírito Criador, visitai as almas dos Vossos; enchei de graça celestial os corações que criastes! Sois o Divino Consolador, o dom do Deus Altíssimo, fonte viva, o fogo, a caridade, a unção dos espirituais. Com os Vossos sete dons: sois o dedo da direita de Deus, Solene promessa do Pai Inspirando nossas palavras. Acendei a luz nos sentidos; insuflai o amor nos corações, amparai na constante virtude a nossa carne enfraquecida. Afastai para longe o inimigo; Trazei-nos prontamente a paz Assim guiados por Vós Evitaremos todo o mal. Por Vós explicar-se-á o Pai E conheceremos o Filho; Dai-nos crer sempre em Vós Espírito do Pai e do Filho. Glória ao Pai, Senhor, Ao Filho que ressuscitou Assim como ao Consolador. Por todos os séculos. Amém.

Concede-se indulgência parcial ao fiel que recitar o hino Te Deum (A vós, ó Deus) em ação de graças, e será plenária, quando recitado em público no último dia do ano. Concede-se indulgência parcial ao fiel que recitar devotamente o hino Veni Creator (Ó vinde, Espírito Criador). A indulgência será plenária no dia primeiro de janeiro e na solenidade de Pentecostes, se o hino se recitar publicamente. (Manual das Indulgências aprovado pela Santa Sé e publicado em 1990 pela CNBB. Edições Paulinas: SP, 1990, P.15-19).

ORAÇÕES EM LATIM


Te Deum

Te Deum laudamus: te Dominum confitemur. Te aeternum Patrem omnis terra veneratur. Tibi omnes Angeli; tibi caeli et universae Potestates; Tibi Cherubim et Seraphim incessabili voce proclamant: Sanctus, Sanctus, Sanctus, Dominus Deus Sabaoth. Pleni sunt caeli et terra maiestatis gloriae tuae. Te gloriosus Apostolorum chorus, Te Prophetarum laudabilis numerus, Te Martyrum candidatus laudat exercitus. Te per orbem terrarum sancta confitetur Ecclesia, Patrem immensae maiestatis: Venerandum tuum verum et unicum Filium; Sanctum quoque Paraclitum Spiritum. Tu Rex gloriae, Christe. Tu Patris sempiternus es Filius. Tu ad liberandum suscepturus hominem, non horruisti Virginis uterum. Tu, devicto mortis aculeo, aperuisti credentibus regna caelorum. Tu ad dexteram Dei sedes, in gloria Patris. Iudex crederis esse venturus. Te ergo quaesumus, tuis famulis subveni: quos pretioso sanguine redemisti. Aeterna fac cum sanctis tuis in gloria numerari. [adicionado posteriormente, oriundos dos provérbios dos Salmos:] Salvum fac populum tuum, Domine, et benedic hereditati tuae. Et rege eos, et extolle illos usque in aeternum. Per singulos dies benedicimus te; Et laudamus Nomen tuum in saeculum, et in saeculum saeculi. Dignare, Domine, die isto sine peccato nos custodire. Miserere nostri Domine, miserere nostri. Fiat misericordia tua, Domine, super nos, quemadmodum speravimus in te. In te, Domine, speravi: non confundar in aeternum.


Veni Creator

Veni Creator Spiritus, Mentes tuorum visita, Imple superna gratia, Quae tu creasti, pectora. Qui diceris Paraclitus, Altissimi donum Dei, Fons vivus, ignis, caritas, Et spiritalis unctio. Tu septiformis munere, Digitus Paternae dexterae, Tu rite promissum Patris, Sermone ditans guttura. Accende lumen sensibus, Infunde amorem cordibus, Infirma nostri corpis Virtute firmans perpeti. Hostem repellas longius, Pacemque dones protinus; Ductore sic te praevio, Vitemus omne noxium. Per te sciamus da Patrem Noscamus atque Filium; Teque utriusque Spiritum Credamus omni tempore. Deo Patri sit gloria, Et Filio, qui a mortuis Surrexit, ac Paraclito In saeculorum saecula. Amen.

Requisitos para recebimento da Indulgência plenária, segundo a CONSTITUIÇÃO APOSTÓLICA INDULGENTIARUM DOCTRINA

“N. 7. Para adquirir a indulgência plenária é preciso fazer uma obra enriquecida de indulgência e preencher as seguintes três condições: confissão sacramental, comunhão eucarística e oração nas intenções do Sumo Pontífice. Requer-se além disso rejeitar todo o apego ao pecado, qualquer que seja, mesmo venial. Se falta essa plena disposição ou não se cumprem as supramencionadas condições, ficando intacta a prescrição da norma 11 para os que se acham “impedidos”, a indulgência será apenas parcial. N. 8. As três condições podem ser preenchidas em dias diversos, antes ou após a realização da obra prescrita; mas convém que a comunhão e a oração nas intenções do Soberano Pontífice se façam no mesmo dia em que se faz a obra. N. 9. Com uma só confissão sacramental, podem adquirir-se várias indulgências plenárias, mas para cada indulgência plenária é necessária uma comunhão e as orações nas intenções do Sumo Pontífice. N. 10. A condição da oração nas intenções do Sumo Pontífice pode ser plenamente cumprida recitando em suas intenções um Pai-nosso e Ave-Maria; mas é facultado a todos os fiéis recitarem qualquer outra oração conforme sua piedade e devoção para com o Pontífice Romano”

 
 
 
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Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

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