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Padre Sérgio, num gesto de profunda humildade e amor, reconhece que errou ao celebrar a Missa “carismática” e pede perdão aos fiéis.

Nesta semana o Padre Sérgio da Paróquia Nossa Senhora da Conceição, no Bairro de Periperi – Salvador – BA, apresentou um pedido de perdão aos fiéis pelos inúmeros abusos litúrgicos cometidos durante as missas carismáticas que celebrava.

Assista seu pedido de perdão:


A Santa Missa é o que existe de mais precioso e sagrado na face da terra e de forma alguma deveria receber rótulos e nem ter sua estrutura adulterada.

Não deveriam existir as rotuladas missas Carismáticas, Sertanejas, missas Afro, missas das Crianças, missas de Cura ou Libertação, etc… A Santa Missa é sempre a atualização do Calvário, independentemente do tempo litúrgico em que se celebra, portanto é dever do sacerdote e da equipe de liturgia seguir sempre as instruções do missal, sem modificações, invenções, interrupções de qualquer tipo.

Entretanto, como bem sabemos, não é isso que acontece na maioria das paróquias. Em missas previamente rotuladas, tornou-se extremamente comum acontecer todo tipo de abusos. O que é muito grave.

Além das adulterações serem uma terrível ofensa ao sagrado, os abusos litúrgicos acabam ainda afetando negativamente a fé de muitas pessoas, que comparam a Santa Missa a outras celebrações muito menos importantes, e consequentemente continuam tratando o cristianismo como algo superficial, impedindo, dessa forma, de se aprofundam na fé, o que impede que haja uma conversão sincera.

O que muitos ainda não compreenderam é que a Santa Missa precisa ser respeitada acima de tudo, pois mais do que ritos, estamos presenciando de maneira velada aquilo que aconteceu no Calvário. De maneira simplificada, é como se nós estivéssemos em uma máquina do tempo, uma vez que para Deus o tempo não existe pois é eterno, Ele permite que participemos deste mistério.

A maioria dos católicos que são obrigados a frequentar missas adulteradas, não compreendem a sua importância por perceber que aqueles deveriam zelar pela liturgia, não o fazem! A consequência disso é que muitos ainda não conhecem o verdadeiro significado da Eucaristia, e por este motivo recebem-na, por diversas vezes, sem o devido preparo, às vezes até mesmo em estado de pecado mortal, pois também não são orientados a buscar a confissão com frequência como manda a Igreja, uma vez que em nossos tempos é muito incomum encontrar pessoas que permaneçam ao menos 1 semana sem cometer pecados graves.

Enfim, é importante lembrar que grande parte da culpa de tudo isso acontecer são dos próprios dos bispos que permitem uma péssima formação nos seminários e não ficam atentos aos sacerdotes pelos quais são responsáveis. Também tem culpa os padres que permitem ou estimulam tais abusos, pois deveriam, no mínimo, ter conhecimento profundo sobre a liturgia e sobre a doutrina da igreja. No meio desta grave crise na igreja, os mais prejudicados são aqueles que estão no meio do povo, pois acabam ficando desorientados, como se estivessem sem pastor.


 
 
 

Em carta dirigida aos presidentes das conferências episcopais, o cardeal Robert Sarah, prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, afirma a necessidade de voltar à normalidade da vida cristã, onde a situação de saúde ligada ao coronavírus permite: assistir à missa pela mídia não é comparável à participação física na igreja, enfatiza.

É urgente voltar à normalidade da vida cristã com a presença física na missa, quando as circunstâncias o permitirem: nenhuma retransmissão é comparável a uma participação pessoal ou não pode substituí-la, explica em substância o cardeal Robert Sarah, Prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, em uma Carta sobre a celebração da liturgia durante e após a pandemia de Covid-19, intitulada “Voltemos com alegria à Eucaristia!” O texto, dirigido aos presidentes das conferências episcopais da Igreja Católica, foi assinado em 15 de agosto e aprovado pelo Papa Francisco em 3 de setembro.

A dimensão comunitária da vida cristã

«A pandemia do novo coronavírus, escreve o cardeal Sarah , tem causado transtornos não só na dinâmica social e familiar (…) mas também na vida da comunidade cristã, inclusive na dimensão litúrgica». O prelado recorda que «a dimensão comunitária tem um significado teológico: Deus é a relação das Pessoas na Santíssima Trindade» e «se põe em relação com o homem e a mulher e os chama a uma relação com ele. “ . Assim,“Enquanto os pagãos construíam templos dedicados à única divindade, aos quais o povo não tinha acesso, os cristãos, assim que gozavam da liberdade de culto, imediatamente construíam lugares que seriam domus Dei e domus ecclesiæ, onde os fiéis poderiam se reconhecer como comunidade de Deus ”. Por isso, “a casa do Senhor pressupõe a presença da família dos filhos de Deus”.

Colaboração da Igreja com as autoridades civis

“A comunidade cristã”, diz a carta , “nunca buscou o isolamento e nunca fez da igreja uma cidade a portas fechadas. Formados no valor da vida comunitária e na busca do bem comum, os cristãos sempre buscaram a inserção na sociedade ”. “E mesmo na emergência da pandemia, surgiu um grande sentido de responsabilidade: ouvindo e em colaboração com as autoridades civis e com os especialistas, os bispos e suas conferências territoriais tomaram rapidamente decisões difíceis e dolorosas, até a suspensão prolongada da participação dos fiéis na celebração da Eucaristia ” , lembra o prefeito da Congregação para o Culto Divino.

Uma emergência: retorno à normalidade da vida cristã

“Porém, logo que as circunstâncias o permitirem, sublinha o Cardeal Sarah , “é necessário e urgente regressar à normalidade da vida cristã, que tem como casa a construção da Igreja e a celebração da liturgia, em particular a A Eucaristia, como “cume para o qual tende a ação da Igreja e ao mesmo tempo fonte da qual emana todas as suas forças” (Sacrosanctum Concilium, 10). Cientes de que Deus nunca abandona a humanidade que criou, e que mesmo as mais severas provações podem dar os frutos da graça, aceitamos estar longe do altar do Senhor como um tempo de jejum. Eucarístico, útil para nos fazer redescobrir a sua vital importância, beleza e incomensurável preciosidade. O mais rápido possível ” com«Com um desejo cada vez maior de encontrar o Senhor, de ficar com Ele, de recebê-lo para levá-lo aos nossos irmãos com o testemunho de uma vida cheia de fé, de amor e de esperança» , assegura o prelado.

Necessidade de participação pessoal na missa

Como o Cardeal Sarah explica, “Embora os meios de comunicação prestem um serviço valioso aos enfermos e aos que não podem ir à igreja, e tenham prestado um grande serviço na transmissão da Santa Missa em um momento em que não havia possibilidade de celebrar d ‘De forma comunitária, nenhuma transmissão é igual ou pode substituir a participação pessoal. Com efeito, estas transmissões, por si mesmas, arriscam-nos a afastar-nos de um encontro pessoal e íntimo com o Deus encarnado que se doou a nós não de forma virtual, mas realmente, ao dizer: “Aquele que come a minha carne e bebo o meu sangue permaneço em mim, e eu permaneço nele ”(Jo 6,56). Esse contato físico com o Senhor é vital, indispensável, insubstituível., encorajando aqueles que estão “desanimados, assustados e por muito tempo ausentes ou distraídos”.

Sugestões para um retorno à celebração da Eucaristia

A carta também sugere “sugerir algumas linhas de ação para promover um retorno rápido e seguro à celebração da Eucaristia. Uma atenção particular às normas de higiene e segurança não pode levar à esterilização de gestos e ritos ” , alertamos. Além disso, a Congregação conta com“A ação prudente mas firme dos bispos para que a participação dos fiéis na celebração da Eucaristia não seja desclassificada pelas autoridades civis como um“ encontro ”, e não seja considerada comparável ou mesmo subordinada a formas de agregação recreativa. As normas litúrgicas não são matéria sobre a qual as autoridades civis possam legislar, somente as autoridades eclesiásticas competentes o podem fazer (cf. Sacrosanctum Concilium, 22) ” .

Respeito pelas normas litúrgicas

O Cardeal Sarah exorta “a facilitar a participação dos fiéis nas celebrações”, “mas sem experiências rituais improvisadas e no pleno respeito das normas contidas nos livros litúrgicos que regem o seu desenvolvimento” , e reconhecendo “aos fiéis o direito de receber os Corpo de Cristo e adorar o Senhor presente na Eucaristia da forma prevista, sem limitações que vão além do previsto pelas normas de higiene emanadas das autoridades públicas ou dos bispos ” .

Um princípio seguro: obediência aos bispos

Sobre este ponto, o cardeal dá uma indicação precisa: “A obediência é um princípio seguro para não se errar. Obediência às normas da Igreja, obediência aos bispos. Em tempos de dificuldade (por exemplo, pensamos em guerras, pandemias), os bispos e as conferências episcopais podem emitir regulamentos provisórios que devem ser cumpridos. A obediência salvaguarda o tesouro confiado à Igreja. Essas medidas ditadas pelos bispos e pelas conferências episcopais expiram quando a situação volta ao normal ”.

Saúde pública e salvação eterna

A Igreja, conclui o Prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, protege a pessoa humana “em sua totalidade”, e “com a preocupação necessária para a saúde pública”, ela  “une o anúncio e a ‘acompanhamento das almas para a salvação eterna das almas

 
 
 

Nestes tempos de pandemia, em que a maioria dos católicos foram liberados por seus bispos de cumprir o preceito dominical, muitos fiéis se acostumaram a substituir a missa pela oração do terço, momentos de oração, adoração ou mesmo assistir missas no conforto de suas casas pela TV.

A grande maioria dos católicos aparentam não estar preocupados, com a ausência das Santa Missa uma vez que mesmo antes da pandemia as pesquisas já mostravam que apenas 5% dos católicos buscavam cumprir preceito dominical.

Tudo isso é reflexo de uma catequese superficial e uma doutrina diluída pelo relativismo e o politicamente correto que surgiram com o modernismo dentro da Igreja.

Com base neste contexto, em que muitos católicos desconhecem o próprio credo, que viemos lembrar a importância da Santa missa, em um fato que aconteceu com Dom Marcony Vinícius Ferreira, Bispo Auxiliar de Brasília.

Leia abaixo:

“Nada substitui uma Missa! 1000 ave marias, não sei quantos terços, adoração ao Santíssimo… Nada substitui uma única Missa. Durante a Missa, o Santíssimo não deve estar exposto. E se o Padre fizer? Então o Padre está errado! Mas não desobedeçam seus párocos. Certa vez, na Catedral, o pessoal do cerco de Jericó estava fazendo uma adoração. Seriam 7 dias de adoração perpétua. Quando fui retirar o Santíssimo para começar a celebrar (a Missa), uma senhora entrou na minha frente e disse: Não, Dom Marcony! Se não forem 7 dias sem parar as muralhas não cairão. Então eu disse a ela: “minha senhora, se a senhora não sair da frente a unica coisa que vai cair é você. Nada substitui uma Missa!”

Vejamos o que nos ensinam os santos

São Padre Pio de Pietrelcina:

“Se todos soubessem o valor da Santa Missa, seria preciso guardas nas portas das Igrejas. Guardas nas portas, para proteger o nosso maior tesouro que é a Eucaristia.”

São Leonardo de Porto Maurício:

“Se não houvesse o Sol, que seria da Terra? Oh! Tudo seria trevas, horror, esterilidade e desolação. E se o Mundo não tivesse a Santa Missa, que seria de nós?

Que tesouro imenso! Que mina de inestimáveis riquezas possuímos na Igreja de DEUS! Felizes de nós se pudéssemos assistir devotamente a todas as Santas Missas! Que capital de méritos amontoaríamos! Que abundância de graças nesta vida, e que grau de glória na outra nos proporcionará a devota e amorosa assistência a tantas Santas Missas!

Conta-se de uma santa alma que, totalmente abrasada de Amor a DEUS, traduzia em mil desejos o ardor de sua ternura: “Ah! meu DEUS”, dizia ela, “quisera ter tantos corações e tantas línguas como há de folhas em todas as árvores, de átomos no ar e de gotas d´água no oceano, para vos amar e louvar como mereceis. Oh! Se eu os tivesse em meu poder e todos se consumissem de amor por vós, contanto que eu vos amasse mais que todas juntas, mais que todos os Anjos, os Santos e todo o Paraíso!” – Certo dia em que tal desejo se repetia com mais fervor do que nunca, ouviu ela o SENHOR responder-lhe: “Consola-te, minha filha, pois com uma só Missa da qual participas com devoção, dás-me toda esta Glória que me desejas, e ainda mais, infinitamente”.

Deixai, aqui, empolgar-vos de admiração, e reconhecei que é absolutamente verdade dizer que, ao assistirmos com devoção à Santa Missa, damos a DEUS mais glória do que lhe dão, com suas adorações, todos os Anjos e todos os Santos juntos: pois, definitivamente, eles são apenas simples criaturas e, portanto, suas homenagens são limitadas e curtas. Na Santa Missa, porém, JESUS se aniquila, e esta Humilhação é de valor e mérito infinitos.

Afirmo-vos que podeis alimentar a doce esperança de alcançar diretamente o Paraíso, sem passar pelo Purgatório. À Santa Missa, portanto, à Santa Missa! E que jamais se ouça de vossos lábios esta palavra escandalosa: “Uma Missa a mais, uma Missa a menos, não tem importância…”.

 
 
 
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