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Padre e fiéis católicos que impediram um rito umbandista dentro de uma Igreja Católica são acusados de discriminação religiosa.

Um vídeo divulgado nas redes sociais mostra o fato, que ocorreu esta semana na Igreja do Rosário em Porto Alegre – RS, no qual alguns fiéis e o próprio Padre pedem aos praticantes de umbanda que não realizem seu culto dentro do templo católico.

No vídeo é possível perceber que os umbandistas tentam argumentar com o padre dizendo que este é um costume tradicional, que já praticam há muitos anos sem impedimento, e que impedir essa prática é uma discriminação religiosa.

De maneira coerente os fiéis católicos e o pároco da igreja argumentam e apresentam aos presentes um documento que aparenta ser algumas normas da igreja que impedem que tais sincretismos religiosos sejam praticados dentro da Igreja Católica.

Assista ao vídeo abaixo:


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“The Veil Removed” é um curta-metragem que revela a união do céu e da terra na missa, como é visto pelos santos e místicos, revelados pelas escrituras e no catecismo da Igreja Católica. Assista:


1. O que é Santa Missa?

A Santa Missa é a renovação incruenta do Sacrifício do Calvário, e constitui “a fonte e o ápice de toda a vida cristã” É o mesmo e único sacrifício infinito de Cristo na Cruz, que foi solenemente instituído na Última Ceia. Nesta cerimônia ímpar, Cristo é ao mesmo tempo vítima e sacerdote, se oferecendo a Deus para pagamento dos pecados, e aplicando a cada fiel seus méritos infinitos.

2. O que quer dizer “Renovação incruenta do Sacrifício do Calvário”?

A palavra incruenta significa “sem sangue”. Isto porque na Missa Cristo se imola novamente para nossa salvação, como Ele fez na Cruz, embora na Missa seja sem sofrimento físico.

3. Não é a Missa uma “ceia” ou “banquete”? Ou uma festa?

A Missa até pode ser considerada como uma “ceia” ou “banquete”, mas não uma ceia ou banquete qualquer. É ceia, mas é ceia sacrificial. É banquete, mas banquete sacrificial, no qual se redime o gênero humano. “O banquete e o sacrifício pertencem de tal modo ao mesmo mistério que um está ligado ao outro, no mais estreito vínculo” De todas as coisas que se possa dizer sobre a Missa, a mais importante e essencial é que ela é sacrifício. Desta compreensão sacrificial deriva toda a teologia que estudamos.

4. Mas o Sacrifício da Cruz não foi suficiente uma só vez?

Diz o Concílio de Trento:

Ainda que bastasse Nosso Senhor se oferecer uma só vez ao seu Pai, unindo-se no altar da Cruz para realizar a redenção eterna, Ele quis deixar à sua Igreja um sacrifício visível, tal como requer a natureza dos homens, pelo qual se aplicasse, de geração em geração, para a remissão dos pecados, a virtude deste sangrento sacrifício, que devia cumprir-se somente uma vez na Cruz; na última ceia, na mesma noite em que foi entregue, declarando-se sacerdote eterno, conforme a ordem de Melquisedeque, Ele ofereceu, a Deus Pai, seu corpo e seu sangue, sob as espécies de pão e de vinho, os deu aos seus apóstolos, a quem os tornou, então, sacerdotes do Novo Testamento, com estas palavras: Fazei isto em memória de mim, investindo-os, assim, e aos seus sucessores, no sacerdócio, para que oferecessem a mesma hóstia” (Sessão XXII, I).

5. Por que a Santa Missa é um Sacrifício?

Todo o sacrifício é um dom oferecido a Deus, a fim de reconhecer a Sua soberania e prestar a Ele um ato de adoração e submissão. Quando Cristo morre no Calvário, a Sua morte realizou um verdadeiro Sacrifício, puro e perfeito, no qual Jesus prestou ao Pai um ato de adoração, louvor e entrega total, a fim de que essa Oferta santíssima servisse para o perdão dos nossos pecados, e assim recuperássemos a vida da graça e a felicidade eterna.

Se o Sacrifício do Calvário possui mérito infinito, bastaria que Jesus morresse uma única vez para salvar todos os homens. No entanto, ainda resta a necessidade de se aplicar pessoalmente os frutos da Sua Paixão, e para isso Cristo institui a Santa Missa, que é a atualização mística e incruenta do Seu Sacrifício. Na Santa Missa, Jesus torna presente no tempo e no espaço o mesmo Sacrifício do Calvário, sem que Ele venha a morrer novamente. É o mesmo e único Sacrifício, tornado presente e atual a cada Missa celebrada.

A Missa também é idêntica ao Calvário porque é Jesus mesmo que Se oferece, mas usando do sacerdote celebrante, através da sua voz e de seus atos. Quando o sacerdote reza a Missa, é o próprio Jesus a agir através do Padre, para que o Seu divino Sacrifício torne-se presente misticamente no altar, e assim todos aqueles que dele participam possam se unir ao próprio Jesus em imolação à glória da Trindade Santíssima.

 
 
 

O primeiro domingo do Advento é o primeiro dia do novo Ano Litúrgico – a partir de agora Ano A – para a Igreja Católica e, nesta ocasião, no Evangelho (Mt 24,37-44), Jesus encoraja os fiéis a ficar “atentos, porque não sabeis em que dia virá o Senhor”.

“Por isso, também vós ficai preparados! Porque, na hora em que menos pensais, o Filho do Homem virá”, diz o Senhor.

As leituras bíblicas desta primeira semana e pregação são um convite a estar vigilantes, atentos para quando o Senhor vier. Por isso, é importante que as famílias façam um propósito que lhes permita avançar no caminho para o Natal.

Em um momento propício ou talvez depois de acender a primeira vela da Coroa do Advento, os membros da família poderiam começar revisando as relações familiares e terminar pedindo perdão a quem tenham ofendido, assim como perdoando os outros.

Este deve ser o princípio de um ano renovado que buscará seguir crescendo em um ambiente de harmonia e amor familiar, o qual também deverá se estender aos demais grupos com os quais se relaciona cotidianamente, seja na escola, no trabalho, na vizinhança etc.

Por fim, é importante recordar que o Ano Litúrgico é o conjunto das celebrações com as quais a Igreja comemora anualmente o mistério de Cristo.

O tempo do Advento, que é o primeiro período do Ano Litúrgico, tem a duração de quatro semanas, começando neste domingo, 1º de dezembro, e se estende até o dia 24 de dezembro.

Evangelho: Mt 24,37-44

Naquele tempo, Jesus disse aos seus discípulos: 37“A vinda do Filho do Homem será como no tempo de Noé. 38Pois nos dias, antes do dilúvio, todos comiam e bebiam, casavam-se e davam-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca. 39E eles nada perceberam, até que veio o dilúvio e arrastou a todos. Assim acontecerá também na vinda do Filho do Homem.

40Dois homens estarão trabalhando no campo: um será levado e o outro será deixado. 41Duas mulheres estarão moendo no moinho: uma será levada e a outra será deixada.

42Portanto, ficai atentos, porque não sabeis em que dia virá o Senhor.

43Compreendei bem isto: se o dono da casa soubesse a que horas viria o ladrão, certamente vigiaria e não deixaria que a sua casa fosse arrombada.

44Por isso, também vós ficai preparados! Porque, na hora em que menos pensais, o Filho do Homem virá”.

Via ACI Digital

 
 
 
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