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Todo o mundo quer ser amado como pessoa, não como coisa; como um “quem”, não como um “quê”. A virtude da modéstia é uma proteção contra um sem número de perigos; desprezá-la, porém, um convite a uma multidão de pecados.

Em meu último artigo sobre modéstia, defini essa virtude e expliquei por que ela é essencial, e não opcional, à vida cristã. Ela está longe, é fato, de ser a virtude mais importante; mas, ainda assim, vivê-la é uma proteção contra um sem número de perigos, enquanto desprezá-la é um convite a uma multidão de pecados.

A modéstia é uma profunda necessidade humana. Por isso, não é possível rejeitá-la senão à custa da própria integridade e autoestima. Quantas mulheres não haverá por aí, feridas em sua dignidade, assombradas pela lembrança de terem sido usadas uma e outra vez apenas por causa de seus corpos?

São vítimas de má instrução, de má educação, de maus conselhos. São mulheres carentes de modéstia, virtude intimamente vinculada ao fato e à percepção da dignidade humana. E por terem sofrido a falta que faz tal virtude, dela necessitam ainda mais para poder recuperar sua dignidade e a consciência do quanto valem, simplesmente por serem pessoas, que merecem ser amadas por si mesmas. Todo o mundo quer ser amado como pessoa, não como coisa; como um quem, não como um quê.

Viver a modéstia é uma proteção contra um sem número de perigos.


O cristão é chamado a proclamar a primazia do divino sobre o humano e deste sobre o animal. Reconhecemos, assim, a bondade natural e a capacidade de tornar-se santo de todo corpo animado por uma alma imortal, criada à imagem e semelhança de Deus: “O Senhor Deus formou, pois, o homem do barro da terra, e inspirou-lhe nas narinas o sopro da vida e o homem se tornou um ser vivente” (Gn 2, 7); “Vós me tecestes no seio de minha mãe […], nada de minha substância vos é oculto, quando fui formado ocultamente, quando fui tecido nas entranhas subterrâneas” (Sl 138, 13.14).

O corpo é criação de Deus, templo do Espírito Santo, purificado e ungido no batismo, herdeiro da promessa de ressuscitar um dia para a eterna bem-aventurança. A nossa aparência e o nosso comportamento deveriam ser testemunhas da verdade caracteristicamente católica — atestada com toda a clareza no Novo Testamento — de que tanto o matrimônio como o celibato honram o corpo humano como algo digno de amor, como canal da graça e sinal sagrado, quando consagrado pelos sacramentos de Jesus Cristo: “O corpo não é para a impureza, mas para o Senhor e o Senhor para o corpo” (1Cor 6, 13).

Quer se trate do corpo físico, do corpo político ou do Corpo místico, cada um deles é, à sua maneira, uma unidade composta de várias partes distintas, distribuídas e relacionadas hierarquicamente. A pessoa humana, neste sentido, consiste numa hierarquia de elementos que lhe compõem a personalidade: há muitos níveis e camadas do “eu”, e nem todas elas devem estar à mostra. Um igualitarismo antropológico radical, que atribui igual valor ao corpo e à alma, ou às diferentes potências da alma — pondo, por exemplo, a imaginação ou a vontade no mesmo nível que a inteligência —, não está menos equivocado do que o igualitarismo político ou eclesiológico.

A dimensão corporal da pessoa é inseparável do seu significado sacramental, sobretudo quando falamos do corpo nu. Este é o dom mais expressivo que os esposos podem oferecer um ao outro. Ao darem seus corpos, eles se doam a si mesmos, já que o corpo não é apenas algo que “possuo”, como se fora outra propriedade mais, mas parte daquilo que eu sou. A pessoa humana não “está” em um corpo, senão que ela é corporal: somos seres encarnados. Eis o que Santo Tomás nos tem a dizer a esse respeito:

Por que há no corpo natural tantos membros: mãos, pés, boca e assim por diante? Porque tais membros servem às diferentes funções da alma. Ora, a alma, enquanto tal, é causa e princípio desses membros, que são o que a alma é virtualmente. Com efeito, o corpo está feito para alma, e não ao contrário. Por isso, o corpo físico é como que certa plenitude da alma.

Por conseguinte, o corpo, mais do que qualquer outro dom que se possa dar, há de ser descoberto e possuído somente por aquele ou aquela a quem ele houver sido consagrado solenemente, à semelhança da Eucaristia, que, sendo o corpo verdadeiro de Cristo, há de ser recebido apenas pelo batizado que estiver unido a Cristo pela caridade. O corpo do marido, ensina São Paulo, já não pertence a ele, mas à sua esposa, e o corpo desta ao marido (cf. 1Cor 7, 4). Leia também A insistência de Padre Pio sobre a modéstia

Vale a pena refletir sobre o estreito vínculo sacramental que une os esposos e a completa modéstia, a sensibilidade de alma, por ele exigida. A modéstia é uma virtude essencial, não porque os corpos ou as paixões sejam, em si mesmos, coisa vergonhosa, mas porque a bondade que lhes corresponde e o poder que têm de servir como ministros da graça impõem o dever de protegê-los de todo abuso, manipulação e desordem. Recordemos as belas palavras de São Paulo, tão exaltadas, tão cheias de amor por tudo o que Deus criou e redimiu: “Não sabeis que o vosso corpo é templo do Espírito Santo, que habi­ta em vós, o qual recebes­tes de Deus e que, por isso mesmo, já não vos pertenceis? Porque fostes comprados por um grande preço. Glorificai, pois, a Deus no vosso corpo” (1Cor 6, 19-20).

O corpo há de ser descoberto e possuído somente por aquele ou aquela a quem ele houver sido consagrado solenemente.

Os seres humanos somos chamados a guardar o segredo da nossa personalidade, dom precioso que recebemos de Deus, mistério que não devemos expor para “consumo público”. Aos namorados e noivos, aos recém-casados e esposos de longa data foi confiada uma verdade divina, que eles têm o dever de defender contra as forças hostis que ameaçam profaná-la. Homem e mulher, no fundo, são dois segredos a serem compartilhados no amor; são como uma câmara íntima, que não deve ser escancarada, como uma praça pública: deve, pelo contrário, ser tratada com reverência, como se estivéssemos diante de um santuário ou do sacrário de uma igreja.

Fonte: Peter Kwasniewski – Tradução: Equipe Christo Nihil Praeponere

 
 
 

Padre Pio levava muito a sério as virtudes da pureza, colocava, já no seu tempo, à dura prova aquelas que primavam por se apresentar usando vestidos decotados e saias curtas. Ele era, de fato, bem consciente dos efeitos nocivos da moda indecente, que induz muitas almas a cair em pecado grave.

São Pio exercitou ao longo de toda sua vida as virtudes da pureza em grau heróico e, sabendo o valor elevado para a realização do Reino dos Céus, exigia que os outros a conservassem zelosamente também, e se preservassem intactos de qualquer mácula do pecado.

Sobre a mulher Padre Pio tinha um conceito muito elevado, o que o levou a denunciar qualquer coisa que denegrisse e aviltasse a dignidade das mulheres e as reduzisse a um mero objeto de prazer, especialmente a moda. Mesmo antes dos anos sessenta, quando não imperava ainda a moda da minissaia, prevendo as tendências futuras na moda que as mulheres iriam usar, Padre Pio estava preocupado em incutir o amor à modéstia e à decência no vestir. Exigia, portanto, de modo intransigente, que as mulheres estivessem vestidas decentemente, como convém a um povo temente a Deus, tomando como referência de conduta a Nossa Senhora, um excelente modelo de imaculada pureza. O Santo sofreu bastante com as modas escandalosas, que chamou de “um mal terrível” para as almas, porque conduz os homens ao pecado, aos maus pensamentos e desejos turbulentos. Ele não podia suportar que as mulheres mercantilizassem seus corpos vestindo-se de forma provocante para atrair a atenção do sexo masculino.

Padre Pio levava tão a sério o problema da pureza nas regras de conduta cristã no que diz respeito ao vestuário que estas também se tornaram alvo de cartas para seus filhos espirituais.

Entre seus muitos escritos, lemos:

“As mulheres que procuram as vaidades do vestuário nunca poderão vestir a vida de Jesus Cristo, pois logo que esse ídolo entra em seus corações perdem cada um dos ornamentos da alma. Seu vestuário, assim como São Paulo quer, deve ser decentemente e modestamente adornado, sem nenhum tipo de roupa que tenha um toque de luxo e ostentação do fausto”. Leia também Padre Paulo Ricardo faz alerta às mulheres sobre uso da Saia

Nisto, o santo de Gargano, retomava maravilhosamente a mensagem de Nossa Senhora de Fátima, que tinha anunciado para a bem-aventurada Jacinta, a mais jovem dos três pastorinhos, a vinda de modas que ofenderiam Nosso Senhor.

Todas as filhas espirituais de Padre Pio seguiam o seu conselho sincero para alongar a barra da saia até depois dos joelhos para contrabalançar o mal que faziam as outras mulheres que usavam saias e vestidos indecentes. No confessionário, Padre Pio muitas vezes bateu a porta na cara dos penitentes que apareciam usando vestuário impróprio para a sacralidade do lugar…

Repreendeu com dureza mesmo aquelas mulheres que para aparecem à sua frente, abriam o fecho da saia para puxá-la para baixo e fazê-la parecer mais longa. Muitas vezes ouvi frases como: “Palhaça…”, “vista-se como uma cristã!”, “desgraçada, vá se vestir!”, “serre seus braços … porque você sofre menos do que aqueles que sofrem no Purgatório… a carne descoberta vai queimar!”

Um dia, uma senhora, para se confessar com ele, ocasionalmente alongou a saia, mas notei que o Santo mandou-a embora. Leia também Padre José Augusto: “Cuidado, sua roupa poderá te levar ao Inferno!”

Na parte da tarde a mesma senhora foi apresentada ao Padre, como uma grande benfeitora, e ele disse: “Desculpe, esta manhã, eu dei-lhe o fora, mas agora, Senhora, eu farei novamente o mesmo”. Mas a senhora, que tinha aprendido a lição, agradeceu-lhe gentilmente a repreensão.

Nem mesmo os homens saíam ilesos da cruzada de Padre Pio pela decência no vestir. Para um homem que tinha entrado para se confessar com ele usando uma camiseta sem mangas, chamou com uma firmeza que não admitia réplicas: “Vá-se, ou você alonga as mangas ou corta os braços!”

“Eu quero que todos vocês, meus queridos filhos espirituais, combatam com o exemplo, e sem respeito humano uma santa batalha contra a moda indecente. Deus estará com vocês e irá salvá-los! As mulheres que procuram as vaidades do vestuário nunca poderão vestir a vida de Jesus Cristo, perdem cada um dos ornamentos da alma, logo que esse ídolo entra em seus corações. Cuidado com qualquer vaidade em suas roupas, porque o Senhor permite a queda dessas almas por causa dessa vaidade.” ~São Pio de Pietrelcina Leia também “Roupa não define caráter:” sacerdote responde essa e outras afirmações usadas para destruir a modéstia

Padre Pio insistiu na Modéstia

Padre Pio não toleraria vestidos curtos ou com decotes baixos, saias justas, e ele proibiu suas filhas espirituais de vestir meias-calças transparentes*. A cada ano a sua severidade aumentava. Ele teimosamente as mandava embora do seu confessionário, mesmo antes de pôr o pé dentro, se julgasse que elas estavam indevidamente vestidas. Em algumas manhãs, ele expulsou uma após a outra, até que ele acabou por ouvir muito poucas confissões. Seus irmãos observaram estes drásticos expurgos com certo mal-estar e decidiram pregar uma placa na porta da igreja:

Por desejo explícito do Padre Pio, a mulher deve entrar no confessionário vestindo saias pelo menos 20 centímetros abaixo do joelho.

Evitemos o menor risco de ofender a Deus nesta área ou de ser uma ocasião de tentação para o nosso vizinho. Que as modas do mundo não sejam o modelo para o nosso vestuário, mas sim a Virgem Maria e os Santos. Vamos seguir os padrões de recato no vestuário, e recordar as palavras de Nossa Senhora a Beata Jacinta Marto de Fátima:

“Os pecados que mais levam almas para o inferno são os pecados da carne. Hão de vir muitas modas que hão de ofender muito a Nosso Senhor… As pessoas que servem a Deus não devem andar na moda. A Igreja não tem modas. Nosso Senhor é sempre o mesmo”.

Algumas vezes, quando o Padre Pio recusou-se a absolver seus penitentes e fechou a porta do pequeno confessionário em seus rostos, as pessoas iam censurá-lo perguntando por que ele agiu desta forma. “Vocês não sabem”, ele perguntou: “Que dor que custa-me fechar a porta a alguém? O Senhor tem me forçado a fazê-lo. Eu não chamo ninguém, nem recuso a ninguém também. Existe alguém que chama, e que as recusa. Eu sou Sua ferramenta inútil”.

Citação de uma das cartas do Padre Pio:

“Há, além disso, três virtudes que aperfeiçoam a pessoa devota no que diz respeito ao controle dos seus próprios sentidos. Estas são: a modéstia, a continência e a castidade. Em virtude da modéstia a pessoa devota governa todos os seus atos exteriores. Com razão, então, São Paulo recomendou esta virtude a todos e declarou como é necessária e como se isso não bastasse, ele considera que esta virtude deveria ser óbvia para todos. Pela continência a alma exercita a retenção de todos os sentidos: visão, tato, paladar, olfato e audição. Pela castidade, uma virtude que enobrece a nossa natureza e faz com que seja semelhante à dos Anjos, nós suprimimos a nossa sensualidade e a afastamos dos prazeres proibidos. Este é o retrato magnífico da perfeição cristã. Feliz aquele que possui todas estas belas virtudes, todas elas frutos do Espírito Santo que habita dentro dele. Essa alma não tem nada a temer e vai brilhar no mundo como o sol no céu”.

Uma mulher que vendia calças em sua loja de varejo em Vancouver foi se confessar na Itália com Padre Pio e sua absolvição foi recusada… Leia também A Modéstia e a Comunhão na visão de Lúcifer

“Ele ordenou que ela voltasse para casa no Canadá e se livrasse de todo seu estoque, e não desse qualquer um dos itens para as pessoas que poderiam usá-los, e se ela quisesse sua absolvição, poderia voltar à Itália e recebê-la, só depois que ela realizasse piedosamente suas ordens.”

O Santo Padre Pio deve ter tido uma forte consciência dos perigos da falta de modéstia para as nossas almas imortais, e dos perigos da tentação para o nosso próximo. “Que as modas do mundo não sejam o modelo para o nosso vestuário, mas sim a Virgem Maria e os Santos”.

Uma garota de mini-saia foi informada que era preciso de um vestido maior para se confessar com o Padre Pio. Ela foi na loja com a mãe comprar as roupas apropriadas. Olhando a si mesma no espelho com o novo vestido ela disse: “Se eu o meu namorado me vesse assim ele iria pensar que eu sou um palhaço”. Quando a vez dela de se confessar chegou e a portinhola abriu ela ouviu “Vai embora! Eu não confesso palhaços“

“Shorts e mangas curtas, até em crianças não era aceito pelo Padre Pio. Para um homem indo para a confissão de maga curta ele disse: “ou alongue as suas mangas ou encurte seus braços”. Leia também Veja o que ensina São Padre Pio de Pietrelcina sobre o grave pecado do aborto

A Canonização do Padre Pio nos dá a oportunidade para recordar a gravidade do Santo de San Giovanni Rotondo, que colocou este cartaz na porta de sua igreja:

“A Igreja é a casa de Deus. É proibido para os homens entrar com os braços nus ou usando shorts. É proibido para as mulheres entrarem usando calças, sem um véu sobre sua cabeça, com roupas curtas, decotes baixos, roupas sem mangas ou vestidos imodestos”.

Outras citações sobre a importância da modéstia

Papa Pio XII (1954)

“Bem melhor fariam os educadores da juventude clerical, inculcando-lhe as normas do pudor cristão, que tanto contribui para manter incólume a virgindade, e bem pode chamar-se a prudência da castidade. O pudor adivinha o perigo, obsta a que se afronte, e leva a evitar aquelas mesmas ocasiões de que não se acautelam os menos prudentes. Ao pudor não agradam as palavras torpes ou menos honestas, e aborrece-lhe a mais leve imodéstia. Ele afasta-se da familiaridade suspeita com pessoas do outro sexo, porque enche a alma de profundo respeito pelo corpo, membro de Cristo (cf. l Cor 6, 15), e templo do Espírito Santo (l Cor 6, 19). A alma cristãmente pudica tem horror de qualquer pecado de impureza e retira-se ao primeiro assomo da sedução.”

Palavras de Nossa Senhora do Bom Sucesso, a Madre Mariana de Jesus Torres (1634)

“Naqueles dias, o espírito de impureza como um dilúvio de imundície vai inundar as ruas, praças e locais públicos. A depravação será tal que não haverá mais almas virgens no mundo”.

São Francisco de Sales (1567-1622)

“São Paulo quer que as mulheres cristãs (o que há de entender-se também dos homens) se vistam segundo as regras da decência, deixando de todo excesso e imodéstia em seus ornatos. Ora, a decência dos vestidos e ornatos depende da matéria, da forma e do asseio” [8].

Pio XI“Carta sobre a modéstia cristã” (1930)

“Os pais, conscientes das suas graves obrigações da educação, especialmente religiosa e moral, dos seus filhos, devem esforçar-se para que as suas filhas sejam solidamente instruídas na doutrina cristã desde o princípio da infância; e eles próprios devem incutir assiduamente nas suas almas, por palavras e pelo exemplo, o amor às virtudes da modéstia e da castidade; e como as suas famílias devem seguir o exemplo da Sagrada Família, devem dirigi-las de maneira que os seus membros, educados dentro das paredes do lar, tenham razões e incentivos para amar e conservar a modéstia.”

Venerável Fulton J. Sheen

“O que faz a graça à nossa natureza humana? Em primeiro lugar, faz do corpo um templo de Deus. Esta é uma das razões a favor da pureza. O que é um templo? Um templo é um local onde habita Deus. Recordemos que, quando Jesus foi ao templo de Jerusalém e os Fariseus pediram um sinal, e Nosso Senhor disse: ‘Destruí este templo e reconstrui-lo-ei em três dias.’ Não estava a falar daquele templo terreno; estava a falar do templo do Seu corpo, porque Deus habitava naquela natureza humana de Cristo. Pela nossa participação naquela vida divina, Ele habita em nós. É por isso que o corpo é sagrado. É por isso que lhe devemos reverência. O corpo não é um verme, algo de desprezível. É o Seu templo, e um dia também será glorificado.”

Os pecados da humanidade que ofendem sobremaneira a Deus, são especialmente os pecados da carne, que segundo Nossa Senhora, são os pecados que mais levam as almas para o inferno.

A Santíssima Virgem em Fátima alertou sobre uma questão que poucas pessoas dão importância atualmente, e que contribuem muitíssimo para o pecado da carne: as modas indecentes. Disse a Santíssima Mãe de Deus:

“Virão modas que ofenderão muito Nosso Senhor. As pessoas que servem a Deus não devem seguir essas modas”.
 
 
 

A modéstia deixou de ser algo importante na vida das pessoas. Infelizmente, grande parte das mulheres sente aversão ao uso de saias e vestidos, tendo adotado roupas que tradicionalmente são masculinizadas, como calças e shorts, e pior, denotam a sensualidade do corpo feminino levando outras pessoas ao pecado.

Veja o alerta do Padre Paulo Ricardo.


É obrigatório o uso de saias e véu após a consagração a Nossa Senhora?

O crescimento no movimento de consagração a Jesus Cristo e a Santíssima Virgem Maria trouxe consigo algumas dificuldades, especialmente quanto ao piedoso uso do véu e à prática da modéstia no vestir para as mulheres. Práticas tão belas e salutares como essas têm criado discórdias, por vezes incontornáveis, em muitas comunidades e até em dioceses inteiras.

Mesmo com o espírito de modernidade que invadiu a igreja, ainda há muitas jovens moças e senhoras que mantém este belo espirito de ritualidade e adoração, que é o uso do véu na Santa Missa. Entretanto, multiplicaram-se os casos de mulheres reclamando que são proibidas e até mesmo humilhadas quando tentam manter este belo costume da tradição da Igreja.

Não há validade ou efeito na proibição de se usar véu na santa missa ou em outros momentos de oração ou sacramentos da Igreja, pois se trata de uma prática aprovadas e louvadas pela Igreja, não cabendo portanto a padres ou mesmo bispos legislarem a esse respeito. O uso do véu é bíblico e com forte referência na tradição e na prática de piedade das fiéis católicas. Até 1983 era obrigatório o uso. Com o advento do novo Código de Direito Canônico, deixou de ser obrigatório, mas não deixou de ser recomendado.

Saiba mais sobre o véu lendo o artigo: Um padre pode me proibir de usar véu na Santa Missa?

Sobre a forma de se vestir, é importante que compreendamos que não existe uma regra… Não é proibido usar calças… assim como não é obrigatório usar saias.

Neste sentido é importante para nós católicos ficarmos atentos ao que ensina a Santa Igreja. A Doutrina da Igreja nos pede para nós vestirmos com modéstia e pudor. Infelizmente para nós que buscamos viver a santidade em todos os aspectos da vida, atualmente está bem difícil encontrar roupas modestas, principalmente para as mulheres. Leia também “Roupa não define caráter:” resposta para essa e outras afirmações usadas para destruir a modéstia

Podemos observar que a maioria das calças disponíveis no mercado marcam muito o corpo, no intuito de torná-lo mais sensual. Até mesmo boa parte dos vestidos e saias longas que estão disponíveis nas lojas são bem imodestos, exatamente por serem muito justos e demarcarem demais as formas femininas. O mesmo ocorre com as roupas masculinas. É uma imposição cuja tendência é piorar cada vez mais.

Se prestarmos atenção nos evangelhos, perceberemos que Jesus foi muito específico quando elevou ao nível de adultério o olhar impuro quando disse:

“Todo aquele que olhar para uma mulher, com o desejo de possuí-la, já cometeu adultério com ela no seu coração”

Isso vale tanto para homens quanto para mulheres… Portanto é importante escolher bem a roupa que vestimos, para não nos tornarmos ocasião de pecado para o próximo.

A partir do momento que percebemos a importância da modéstia e de viver a santidade, é muito comum que façamos gradualmente uma transição do nosso guarda-roupas, retirando deles roupas que “Nossa Senhora ou Jesus não usariam”. Leia também A Modéstia e a Comunhão na visão de Lúcifer

De fato, para algumas pessoas essa transição é um grande e doloroso sacrifício, principalmente para as mulheres, uma vez que muita se torna cada vez mais comum encontrar mulheres que sente aversão no uso de vestidos e saias. Como se acostumam a vestir calças e shorts apertados desde crianças, é uma mudança bem dolorosa. Mas é um aspecto da vida do cristão importantíssimo. Por isso é preciso dar o primeiro passo, e observar roupa por peça por peça do nosso guarda-roupas que possivelmente não agrade a Deus e tentar desapegar.

Se por um lado a modéstia é uma grande ajuda no caminho de santidade, ela também ajuda em outro aspecto muito importante e necessário em nossos dias.

O uso de vestidos e saias modestas deixa as mulheres mais femininas e mais bonitas… Algo que é muito necessário atualmente, uma vez que os papéis estão se invertendo cada vez mais pela imposição da demoníaca “revolução sexual”. Neste sentido gostaria de recomendar algumas formações em vídeo:

Pudor e Modéstia


Modéstia, como as mulheres devem se portar – Parte 1


Modéstia, como as mulheres devem se portar – Parte 2


Modéstia não é só saia (Deia e Tiba)


Biquíni. Por que não convém?


Modéstia masculina | Sunga | biquíni e afins


Formação para mães católicas


Modéstia no olhar em relação ao sexo oposto


CUIDADO: SUA ROUPA PODERÁ TE LEVAR AO INFERNO


 
 
 
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Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

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