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UM CATÓLICO PODE FREQUENTAR PRAIAS OU PISCINAS MISTAS?

Veja o que nos ensinam alguma Papas e Teólogos sobre a piscina mista e a praia moderna.

Do livro “O Príncipe dos Cruzados” (compilação doutrinária inédita).

A medida que a humanidade caminha para o nudismo hippie da IV Revolução, a revolução tribalista, fica cada vez mais difícil distinguir a piscina mista e a praia moderna do caminho de casa até a padaria mais próxima. Assim, quase todo ambiente vira ocasião de pecado próximo. No entanto, o princípio vale até mesmos nestas situações, devendo nós termos cuidado e desejo de não permanecer em ambientes assim senão por necessidade justa, desviando sempre o olhar.

São Cipriano

“19. E o que se dirá das que acudem aos banhos em promiscuidade, e prostituem diante dos olhares curiosos e lascivos a castidade? Quando ali vêem desnudos os homens e são vistas por eles sem vergonha, acaso não fomentam e provocam a paixão dos presentes para sua própria ignomínia e afronta? Mas, dirá, lá se acha quem tenha tais intenções, mas eu não tenho outro interesse que curar e lavar meu corpo. Não te excusa deste pretexto, não te livras do pecado de lascívia e dissolução. Mais te mancha que te lava este banho, não te limpa os membros, mas os macula. Poderás tu não olhar a ninguém com olhos desonestos, mas outros te olharão. Não enfeia teus olhos comsemelhante deleite, mas, quando causas plazer aos outros, tu mesma te enfeia (…). Ali fica excluído todo recato, ali se despoja ao mesmo tempo o vestido que cobre, e a dignidade e pudor do corpo, e sedescobre os membros virginais para serem objetos de olhares e curiosidades. Considera, pois, se vão crer os homens que aquela queestá vestida é casta, quando ela teve a audácia de despir sem pudor(…). Frequentem-se os banhos, mas que com a de vosso sexo, para queseja decente mutualmente” [1].

Santo Afonso Maria de Ligório citando a Escritura e São Bernardino de Siena

“Falando aqui da ocasião de pecado, temos em vista a ocasião próxima, pois deve-se distinguir entre ocasiões próximas e remotas. Ocasião remota é a que se nos depara em toda a parte e que raramente arrasta o homem ao pecado. Ocasião próxima é a que, por sua natureza, regularmente induz ao pecado. Por exemplo, achar-se-ia em ocasião próxima um jovem que muitas vezes e sem necessidade se entretêm com pessoas levianas de outro sexo. Ocasião próxima para uma certa pessoa é também aquela que já a arrastou muitas vezes ao pecado. Algumas ocasiões consideradas em si não são próximas, mas tornam-se tais, contudo, para uma determinada pessoa que, achando-se em semelhantes circunstâncias, já caiu muitas vezes em pecado em razão de suas más inclinações e hábitos. Portanto, o perigo não é igual nem o mesmo para todos (…).

São Bernardino de Siena diz que dentre todos os conselhos de Jesus Cristo, o mais importante e como que a base de toda a religião, é aquele pelo qual nos recomenda a fuga da ocasião de pecado.

Se fores, pois, tentado, e especialmente se te achares em ocasião próxima, acautela-te para não te deixares seduzir pelo tentador. O demônio deseja que se se entretenha com a tentação, porque então torna-se-lhe fácil a vitória. Deves, porém, fugir sem demora, invocar os santos nomes de Jesus e Maria, sem prestar atenção, nem sequer por um instante, ao inimigo que te tenta (…).

Não nos deixemos enganar pelo pretexto da ocasião ser necessária, como dizem os teólogos, e que por isso não estamos obrigados a evitá-la, pois Jesus Cristo disse: ‘Se teu olho direito te escandaliza, arranca-o e lança-o de ti’ (Mt 5, 29). Mesmo que seja teu olho direito deverás arrancá-lo e lançar fora de ti, para que não sejas condenado. Logo, deves fugir daquela ocasião, ainda que remota, já que, em razão de tua fraqueza, tornou-se ela uma ocasião próxima para ti (…).

Como queremos salvar nossa alma, é nosso dever fugir da ocasião do pecado. Principalmente devemos abster-nos de contemplar pessoas que nos suscitam maus pensamentos. (…).

Mas será pecado fitar pessoas de outro sexo ? Se estas forem jovens, será pecado venial, pelo menos, e quando se prende nelas atenciosa e demoradamente as vistas, e isso repetida vezes, há mesmo perigo de pecado mortal. Segundo S.Francisco de Sales, um só olhar já é prejudicial e muito mais repetidos olhares” [2].

Pio XI (direcionado para a ginástica, com trajes semelhantes ou até menos piores do que os de praia ou piscina, portanto válido para os mesmos) “III. Que os pais mantenham suas filhas longe do público de jogos e competições de ginástica, mas se as suas filhas são obrigadas a frequentar essas exposições, deixá-los ver que elas estejam totalmente e modestamente vestidas. Que eles nunca permitam que suas filhas usem trajes indecentes. (…)

V. As Superioras mencionadas e professores não devem receber em suas faculdades e escolas meninas vestidas indecentemente, e não devem nem mesmo abrir uma exceção no caso das mães dos alunos. Se, após a admissão, as meninas insistirem em vestir-se indecentemente, as alunas devem ser rejeitadas. (…)

IX. Donzelas e mulheres vestidas indecentemente devem ser impedidas de receber a Comunhão e de atuar como madrinhas dos sacramentos do Batismo e da Confirmação, e, além disso, se o delito for extremo, podem mesmo ser proibidas de entrar na Igreja [3].

Pio XII

“É supérfluo recordar quanto o rádio e o cinema foram usados e abusados para a difusão daquele materialismo, e do mesmo modo: o mau livro, a licenciosa revista ilustrada, o espetáculo impudico, o baile imoral, a imodéstia das praias contribuíram para aumentar a superficialidade, o mundanismo, a sensualidade da juventude” [4].

Livro de Plinio Corrêa de Oliveira aplaudido por Pio XII e Paulo VI (quando secretário de Estado)

B) – DIVERSÕES

Cumpre à Filha de Maria, na medida do possível, somente apresentar-se em sociedade na companhia de sua família (…).

b) – Praias: a Filha de Maria deve, em qualquer praia de banho, conservar a máxima distinção, como o requer o título que a honra. Escolherá com sensatez o seu traje e, em hipótese alguma, deixará o seu roupão toda a vez que se achar fora d’água. Em nenhuma outra ocasião lhe será permitido abster-se de meias ou usá-las curtas.

c) – Piscinas: É expressamente vedado à Filha de Maria tomar parte em banhos mistos em piscinas.

d) – Clubes de regatas ou de natação: Dada a promiscuidade inevitável dos clubes de regatas e de natação, proíbe-se à Filha de Maria inscrever-se em seus quadros sociais [5].

Cardeal Pietro Palazzini

“Os banhos em comum (…) se são entre pessoas de sexo diferente, dificilmente (especialmente hoje em dia) estão isentos do perigo de pecado, sendo, portanto, ilícitos. O excesso de liberdade, comum em tais banhos, constitui um forte incentivo ao mal. Tampouco se pode crer que o perigo diminua com o hábito, conforme o axioma ab assuetis nulla fit passio, posto que no homem, especialmente nos jovens, o contínuo ver, mesmo que proximamente não suscite os baixos estímulos do mal, debilita todavia o pudor natural e faz com que a pessoa se permita facilmente qualquer leviandade. Portanto, as paixões não diminuem, pelo contrário aumentam, especialmente nas praias, piscinas etc., onde ao relaxamento físico se acrescenta o do espírito” [6].

Pe.Antonio Royo Marín (condecorado por João Paulo II)

“b) Praias e piscinas

O banho ao ar livre nas praias ou piscinas é altamente higiênico e saudável, mas sob o pretexto dele se cometem gravíssimos escândalos.

O ideal seria a separação absoluta dos sexos, como se tem estabelecido já em algumas praias boas e em muitas piscinas públicas. Mas, como é muito difícil que se generalize este são costume, eis aqui as normas a que se devem ater as personas de boa consciência que não queiram lidar com a grave responsabilidade do pecado de escândalo.

I.° Não se pode tolerar qualquer traje de banho que, postas as circunstâncias do ambiente ou da pessoa que o usa, seja gravemente provocativo para os demais.

2.° Na praia ou fora da piscina permaneçam sempre cobertas com o roupão de banho. Se querem tomar banhos de sol, deveram distanciar-se das pessoas do sexo contrário, ou ao menos colocar-se ou resguardar-se de tal forma que deixe completamente a salvo a moral cristã.

3º. Aumente o cuidado nas piscinas, mais perigosas que a praia por sua menor extensão, maior aglomeração de gente, etc. Uma pessoa de boa consciência não frequentará jamais uma piscina mista.

4.° Apresentam especiais perigos as excursões campestres com banho misto em uma lagoa ou rio; pois aos inconvenientes do banho público em geral é preciso adicionar os que provêm da frivolidade, irreflexão e liberdade excessiva de um dia de excursão. Os pais católicos não permitam jamais a suas filhas semelhantes excursões mistas” [7].

Pe.Antonio Peinador, CMF

“Não devem ser escusados de pecado grave as pessoas de diferente sexo que mutuamente se olham, conversam, passeiam, etc., quase nuas, nos balneários públicos, com trajes sumaríssimos que cobrem apenas as partes genitais dos homens ou das mulheres e os seios destas últimas. Embora não se procurem movidos por má intenção, entretanto o convívio demorado será necessariamente gravemente excitante. Ademais, quem assim se expõe à contemplação pública, comete pecado de grave escândalo” [8].

 
 
 

Disse Nossa Senhora, em Fátima, 1917: “Serão introduzidas certas modas que ofenderão muito Nosso Senhor”. Ante o crescimento de um culto materialista a entidades maternas pagãs, é preciso lembrar que a verdadeira mãe da humanidade é aquela cujo fruto nos alimenta para a eternidade. São Padre Pio de Pietrelcina dizia sobre a modéstia:

“As mulheres que procuram vaidade no vestuário, nunca poderão vestir a vida de Jesus Cristo, pois logo que nesse ídolo entra em seus corações, perdem cada um dos ornamentos da alma. Eu quero que todos vocês, meus queridos filhos espirituais, combatam com o exemplo, e sem respeito humano, uma Santa batalha contra a moda indecente”.

Hoje, infelizmente, essas advertências foram mutiladas. Embora seja repetitivo, vale a pena lembrar estas verdades à alma adormecida dos católicos modernos e comodistas, que caminham a passos largos para a total apostasia. Após a revolução sexual, foram diversas rebeliões para mudar os costumes e a moral da sociedade. A mulher objeto é o modelo oposto da mãe cristã modesta, que é a Santíssima Virgem como referência. A engenharia social também converteu o homem em objeto de desejo, afeminando-o e aficionando-o a cremes, dietas, depilação. Este processo de degeneração no vestir tem crescido de forma constante no século XXI. Em qualquer cidade ocidental, desapareceu totalmente a modéstia no vestir, especialmente no verão. Esta é a fonte de muitos pecados e ocasiões de pecado. Todo mundo que se veste provocativamente, no Dia do Juízo, vai dar contas a Deus deste mal e dos pecados de todas as pessoas que fizeram cair. Diz a Sagrada Escritura: “Inevitavelmente haverá escândalos, mas, ai de quem eles vêm! Seria melhor que ele tivesse uma pedra amarrada no pescoço e fossem precipitados ao mar, ao invés de escandalizar um destes pequeninos” – (Lucas 17: 1). É dever de zelo católico, advertir o pastor e, se necessário, o prelado, desses dolorosos abusos e corrigir as pessoas mal vestidas no templo. Claramente, se percebe que se ofende cada vez mais e muito à Nosso Senhor, pela falta de respeito nas modas e os pecados de impureza. Igualmente grave é o dever de pastores e catequistas garantirem que os jovens se vistam e se comportem como verdadeiros Católicos. Quem dera as roupas que as pessoas usam em nossos dias tivessem um toque de modéstia, o respeito pela dignidade humana.

Aqueles que aparecem vestidos indecentemente são um incentivo ao pecado, e por isso são responsáveis não só por seus próprios pecados, mas também por aqueles que outros podem cometer por causa deles. Deus não nos deu a roupa como um adorno para alimentar nossa vaidade humana e frivolidade. Não! Ele deu-nos como uma proteção contra o pecado. Por esta razão, todos temos de nos vestir decentemente, modestamente e com dignidade. O vestuário modesto com o qual devemos nos cobrir, é uma marca distintiva que nos diferencia no fluxo de imoralidade, e nos capacita a ser, para o mundo, verdadeiras testemunhas de Cristo. Lembrando as fortíssimas Palavras de Nossa Senhora do Bom Sucesso, a Madre Mariana de Jesus Torres, no Convento da Imaculada Conceição, em Quito, no Equador, em 02 de fevereiro de 1634: “Naqueles dias, o espírito de impureza como um dilúvio de imundície vai inundar as ruas, praças e locais públicos. A depravação será tal que não haverá mais almas virgens no mundo”. Pais e mães, deveis ter cuidado antes de tudo da alma, e depois do corpo dos filhos, educando-os segundo às Leis de Deus. Deveis guiá-los especialmente na adolescência e na juventude, com o exemplo e a palavra, com a vigilância e a prece, com o amor, e às vezes com a vara. Ai daquele que dá escândalo aos filhos! E ai de vós genitores, se permitis aos filhos, dar escândalo em presença da sociedade! É a má conduta das vossas filhas e filhos, que deve pesar fortemente sobre a vossa consciência, se não tiverdes feito o possível para impedir-lhe a moda má!

Pais, refleti sobre esta verdade: é responsável pelo pecado aquele quem o faz e quem devia impedi-lo e culpavelmente não o impede. Permitindo a moda livre e provocante, vós não amais as vossas filhas, antes quereis o seu mal, porque a colocais na estrada da condenação eterna. Haverá instruções para nos vestirmos decentemente? A moral social e as regras de vestir sofreram uma derrocada. Mas nós havemos de responder perante Deus pelas nossas ações, inevitavelmente. Lamentavelmente, as pessoas desconhecem totalmente a doutrina e a moral católica, bem como escritos dos grandes santos, papas e cardeais sobre o assunto. Sim, grandes santos, doutores e Papas, escreveram sobre a modéstia. O Venerável Papa Pio XII, diz:“Enquanto a modéstia não for colocada em prática, a sociedade vai continuar a degradar. A sociedade revela o que é pelas roupas que veste”. Também Santo Afonso Maria de Ligório afirma que: “O exterior é sim muito importante, e mais ainda, o exterior é o REFLEXO do nosso interior. Interiormente devemos arder em amor divino; exteriormente, alumiar, pela nossa modéstia, a todos os que o vêem“ – (Fonte: Escola da Perfeição Cristã). E também o doutor Angélico, Grande São Tomás de Aquino, na Suma Teológica diz: “O vestuário externo deve ser consistente com o estado da pessoa, segundo o costume geral. Por isso, é em si pecaminoso para uma mulher vestir roupas de homem, ou vice-versa, especialmente se isso for causa de prazer sensual, e é expressamente proibido pela Lei (Dt 22)” – (Fonte: Summa Theologica II, II, questão 169, artigo 2, a resposta à objeção 3).

Se pretende ser Cristã de fato e não apenas de nome, se quer ajudar, e não impedir a ação da Graça para reformar as consciências, se amanhã não quer sentir remorsos nem o peso da culpa, então redobre os esforços para se vestir segundo a modéstia mariana. Lembremos sempre do alerta de Nossa Senhora em Fátima, sobre as modas mundanas, que foram, são, e serão, a causa da perdição de muitas e muitas almas no inferno. Vejam o que o demônio diz, em um exorcismo, a sobre as saias curtas: “Com elas agarro os homens e mulheres e encho o meu reino. [gargalhada longa e estridente] que satisfação, que alegria, que contentamento” – (Fonte: PELLEGRINO ERNETTI. Livro “Estratégias de Satanás: O Demônio existe! A era de Satanás: a nossa!”, página 19).

Se por um lado, a falta de modéstia e a imoralidade no vestir desagradam e ofendem Deus, estas causam satisfação, alegria, contentamento, em Satanás. Como bons Católicos, não deixemos que o espírito do mundo entre em nossas vidas, inclusive, em nosso modo de nos vestir. Tertuliano estava certo em dizer que do sangue dos mártires nascem cristãos; não vamos fazer mártires; mas vamos popularizar o vício entre as multidões; que eles possam respirar isso por meio de seus cinco sentidos; que eles possam beber e ficar saturados. Faça corações perversos e não haverá mais católicos. É a corrupção em grande escala que empreendemos, a corrupção que deve um dia permitir-nos conduzir a Igreja à sua sepultura. Ultimamente, eu ouvi um dos nossos amigos rindo filosoficamente sobre nossos projetos, dizendo: ‘Para destruir o catolicismo, devemos acabar com as mulheres’. A ideia é boa de certa forma, mas já que não se consegue se livrar das mulheres, vamos corrompê-las com a Igreja. Corruptio optimi, pessima. A melhor adaga para atacar a Igreja é a corrupção” – (Fonte: BENEDITINOS. Nossa Senhora e a Modéstia. Citação da Carta de Vindice para Nubius; [pseudônimos dos 2 líderes da Alta Venda Italiana] datada de 09 de agosto de 1838).

A modéstia, de fato, é uma bela e grande virtude! Lembramos também, o Papa Pio XII, en sua Sacra Virginitas, n. 56; 25 de março de 1954: “Bem melhor fariam os educadores da juventude clerical, inculcando-lhe as normas do pudor cristão, que tanto contribui para manter incólume a virgindade, e bem pode chamar-se a prudência da castidade. O pudor adivinha o perigo, obsta a que se afronte, e leva a evitar aquelas mesmas ocasiões de que não se acautelam os menos prudentes. Ao pudor não agradam as palavras torpes ou menos honestas, e aborrece-lhe a mais leve imodéstia. Ele afasta-se da familiaridade suspeita com pessoas do outro sexo, porque enche a alma de profundo respeito pelo corpo, membro de Cristo (cf. l Cor 6, 15), e templo do Espírito Santo (l Cor 6, 19). A alma cristãmente pudica tem horror de qualquer pecado de impureza e retira-se ao primeiro assomo da sedução”

O que faz a graça à nossa natureza humana? Em primeiro lugar, faz do corpo um templo de Deus. Esta é uma das razões a favor da pureza. O que é um templo? Um templo é um local onde habita Deus. Recordemos que, quando Jesus foi ao templo de Jerusalém e os Fariseus pediram um sinal, e Nosso Senhor disse: ‘Destruí este templo e reconstruí-lo-ei em três dias’. Não estava a falar daquele templo terreno; estava a falar do templo do Seu corpo, porque Deus habitava naquela natureza humana de Cristo. Pela nossa participação naquela vida divina, Ele habita em nós. É por isso que o corpo é sagrado. É por isso que lhe devemos reverência. O corpo não é um verme, algo de desprezível. É o Seu templo, e um dia também será glorificado. Se tivermos atenção a estas coisas por amor de Deus, ofereceremos a Ele, um templo puro e belo, onde Ele poderá residir.

 
 
 
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