top of page

TODOS OS PRODUTOS

Eventos futuros

Uma freira interrompeu uma sessão fotográfica em Nápoles, no sul da Itália, para impedir um beijo entre duas atrizes. A gravação aconteceu na manhã deste domingo e logo ganhou repercussão nas redes sociais.

As atrizes Serena de Ferrati e Kyshan Wilson estavam prestes a protagonizar um beijo lésbico quando uma corajosa Freirinha apareceu e impediu o ato que é considerado um pecado gravíssimo pela Santa Igreja.

A sessão teve de ser paralisada depois da intervenção da freira idosa. Ela apareceu no momento em que os lábios das duas iriam se tocar e gritou:

“O que você está fazendo? Não! É o diabo!”

Assista o vídeo:


Em seguida, a freira benzeu-se invocando “Jesus, José e Maria”.

Ainda existem pessoas que temem a Deus e não se deixam levar por este mundo corrompido. A beleza do gesto está pelo zelo com o Sagrado. Amar o próximo é querer que ele alcance o céu, assim como nós mesmos queremos alcançar.

Os pecados que bradam ao Céu e pedem vingança a Deus são quatro:

1º Homicídio voluntário; 2º Pecado impuro contra a natureza; (atos homossexuais, bestialidades, sexo anal ou oral mesmo que hetero, etc.) 3º Opressão de órfãos e viúvas; 4º Não pagar o salário a quem trabalha. Por que se diz que estes pecados pedem vingança a Deus?

Diz-se que estes pecados pedem vingança a Deus, porque o diz o Espírito Santo, e porque a sua malícia é tão grave e manifesta, que provoca o mesmo Deus a puni-los com os mais severos castigos. Leia também PODE UMA PESSOA COM TENDÊNCIAS HOMOSSEXUAIS SER UM BOM CATÓLICO?

 
 
 

“Nós procuramos o sacerdote porque buscamos a Deus, não porque queremos salvar o planeta”, afirmou o cardeal africano

“Está na hora de a Igreja voltar ao que se espera dela: falar de Deus”, afirmou o cardeal Robert Sarah, prefeito emérito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, durante entrevista ao jornal francês Le Figaro.

Para o cardeal africano, “nós procuramos o sacerdote porque buscamos a Deus, não porque queremos salvar o planeta”: ele questiona certas visões em voga sobre a Igreja como se fosse uma ONG cheia de atribuições terrenas que lhe tiram o caráter eminentemente espiritual.

Sarah acaba de lançar o livro “Catecismo da Vida Espiritual”, em maio deste ano. Trata-se de um guia para quem deseja aprofundar sua vida espiritual a partir de uma perspectiva prática, não acadêmica. É por isso que o livro se estrutura em torno dos sacramentos:

“Infelizmente, os sacramentos foram transformados em cerimônias puramente externas. Mas eles são, na verdade, os meios sensíveis pelos quais Deus nos toca, nos cura, nos nutre, nos perdoa e nos conforta. Acredito que, também na Igreja, muitos desconhecem a realidade interior, espiritual e mística dos sacramentos. Só olhamos para os ritos sociais, quando no sinal sacramental se revela o mistério; o próprio Deus se doa”.

O purpurado relatou, na entrevista, que escreveu seu novo livro durante o confinamento imposto pela covid-19:

“Esta crise revelou a incrível sede espiritual dos corações. As pessoas anseiam por silêncio, por profundidade, por uma vida com Deus”.

Para ele, a pandemia pode ter servido como um chamamento a prestarmos mais atenção ao espírito:

“Cuidávamos da vida dos corpos, mas deixamos morrer as almas. A vida espiritual é, no entanto, o que há de mais íntimo em nós, o que temos de mais precioso”.

Ele observou, a propósito, que a palavra “oração” foi um dos termos mais pesquisados no Google durante a pandemia, uma provação que “revelou que a superficialidade e a negação da vida interior são as doenças que causam sofrimento e angústia entre os nossos contemporâneos”.

Diante disso, o cardeal afirma:

“Está na hora de a Igreja voltar ao que se espera dela: falar de Deus, da alma, do além, da morte e, sobretudo, da vida eterna (…) A Igreja existe para que haja santos. O resto é secundário (…) A santidade não está reservada a uma pequena elite. Ela é para todos. Ser santo é deixar-se amar por Deus, é seguir a Cristo”.

A reportagem perguntou ao cardeal Sarah se os padres estão falando o suficiente sobre a vida espiritual. Ele respondeu:

“Às vezes, eles são tentados a se tornarem interessantes aos olhos do mundo falando sobre política ou ecologia. Mas acho que assim não interessam a ninguém. Nós procuramos o sacerdote porque buscamos a Deus, não porque queremos salvar o planeta”.

Sobre este mesmo aspecto, Sarah recordou que o Papa Francisco também afirmou que a Igreja não é uma ONG, e que, “se a Igreja deixar de buscar a Deus através da oração, ela corre o risco de traí-lo”.

Cardeal Sarah: “O Vaticano II deve ser lido à luz da Tradição”

O ex-Prefeito de Liturgia, Cardeal Robert Sarah, fala para La Nef sobre seu novo livro, Catecismo da Vida Espiritual, e sobre a crise pela qual a Igreja está passando.

“Queria lembrar aos cristãos os fundamentos da vida com Deus para os quais são chamados”, explica Sarah ao La Nef sobre o último livro que publicou, Catecismo da Vida Espiritual. “Sem essa amizade com Deus que nos dá graça, essa intimidade da alma com seu Criador no amor, corremos o risco de nos tornarmos secos e incorpóreos ou macios e mornos.”

O ex-prefeito quer, assim, cobrir uma enorme lacuna na vida de muitos católicos nomeados: formação, conhecimento daquilo em que acreditam. “Quem sabe hoje o que é o estado de graça? Graça santificante?”, ele se pergunta. Penso que é necessário que os sacerdotes não tenham medo de ensinar a vida espiritual nas homilias e no catecismo. Afinal, não é esta a única coisa em que eles são insubstituíveis? Podemos encontrar leigos competentes para falar de política ou ecologia, mas quem guiará as ovelhas para o céu senão os pastores do rebanho?

A fé está afundando no Ocidente, e o cardeal encontra na atitude de muitos prelados durante a pandemia um reflexo dessa mornidão que está dizimando o rebanho. “Alguns padres foram admiráveis, visitando os doentes, ajudando os moribundos, levando a comunhão e pregando em todos os sentidos”, lembra Sua Eminência. “Não podemos, nunca podemos! – impedir que um moribundo receba assistência de um sacerdote. Cabe às autoridades políticas tomar as medidas necessárias para evitar a propagação de epidemias. Mas isso não pode ser feito à custa da salvação das almas. Qual é a utilidade de salvar corpos se você perder sua alma?

Essa atitude foi consequência de uma mornidão que, diz ele, “é a raiz mais profunda da apostasia em que vivemos. Quando vivemos como se Deus não existisse na prática, acabamos não acreditando nele. É por isso que “quanto mais o mundo é hostil a Deus, mais os cristãos devem cuidar de sua vida espiritual. É a única resistência possível ao ateísmo líquido que nos cerca e nos sufoca. Um cristão devoto é um verdadeiro resistente à cultura da morte que permeia a sociedade”.

Aos que querem ver no Concílio Vaticano II a raiz dos males que afligem a Igreja, Sarah lembra que “a Igreja não se contradiz. Consequentemente, estão errados aqueles que fazem do Concílio Vaticano II um ponto de ruptura, seja para se alegrar ou para lamentar. Eles consideram a Igreja como uma sociedade sujeita aos ventos de partidos e opiniões. Tudo isso é apenas a superfície das coisas.”

Por isso só pode haver uma leitura adequada do Concílio, em continuidade com tudo o que sempre foi ensinado. O Concílio deve ser lido à luz de todos os ensinamentos tradicionais da Igreja. Só traz à luz, sob uma nova luz, o que a Igreja sempre acreditou e ensinou para o crescimento da vida de graça em nossas almas”.

“Estamos diante de um grande e decisivo desafio”, conclui Sarah. “Somos capazes de oferecer a salvação da alma a todas essas populações que a ignoram? Agradeço a Deus que os missionários franceses tenham vindo a mim, à África, para me oferecer este benefício. Por sua vez, convido todos os cristãos a se tornarem missionários. As almas estão morrendo de sede, não podemos guardar os tesouros da vida espiritual”.

Fontes: Aleteia e Infovaticana

 
 
 

Produção começa em setembro e traz o astro Russell Crowe no papel do quase mítico pe. Gabriele Amorth

Por Aleteia – Embora haja registros escritos até mesmo na Sagrada Escritura sobre exorcismos realizados diretamente pelos apóstolos de Jesus Cristo, quando se fala em “exorcista” nos dias de hoje costuma vir à mente da maioria dos católicos bem informados um nome em particular: o do pe. Gabriele Amorth – que, portanto, é considerado por muitos como “o exorcista mais famoso da história da Igreja”, dado que praticamente todo o seu trabalho pastoral durante décadas foi dedicado a esse ministério.

De fato, o sacerdote italiano foi o principal exorcista do Vaticano e da diocese de Roma durante nada menos que 36 anos, até falecer em setembro de 2016, aos 91 anos.

Ao longo do seu ministério, ele enfrentou incontáveis “encontros” com o diabo durante os exorcismos, o que foi tema de inúmeras entrevistas concedidas pelo próprio exorcista a meios de comunicação do mundo inteiro.

Apesar dos aspectos sombrios envolvidos num ministério que combate diretamente a ação do mal sobre pessoas possuídas, o pe. Amorth era também reconhecido pelo grande senso de humor.

“O Exorcista do Papa”

A fama do pe. Amorth deverá crescer ainda mais com o lançamento de um novo filme a ser realizado pela produtora Screen Gems: “O Exorcista do Papa” (The Pope’s Exorcist), cujas filmagens começarão em setembro, na Irlanda.

Julius Avery, o diretor, se declara entusiasmado com o projeto e com o ator protagonista, o consagrado Russell Crowe (“Gladiador”).

Ainda não foram divulgados suficientes detalhes do roteiro para se saber de antemão se a produção respeitará o personagem histórico ou optará por distorções sensacionalistas para atrair espectadores.

Enquanto a obra não fica pronta, cabe recordar que não será a primeira que se propõe a retratar o pe. Amorth.

“O Diabo e o Padre Amorth”

Foi lançado em 2017 o documentário “O Diabo e o Padre Amorth”, produzido por William Friedkin, o mesmo diretor do icônico filme de ficção “O Exorcista”, adaptado em 1973 do romance homônimo de William Peter Blatty. Diferentemente do filme, o documentário registra um exorcismo verdadeiro realizado pelo próprio padre Amorth.

“O Diabo e o Padre Amorth” foi finalmente produzido após décadas de pedidos do cineasta ao exorcista para deixá-lo assistir a um dos exorcismos realizados por ele. Amorth considerava “O Exorcista” o seu filme favorito, porque, apesar de não ser totalmente preciso, havia chamado as atenções mundiais para esse ministério frequentemente mal compreendido.

William Friedkin se tornou amigo do padre Amorth, mas só conseguiu ser convidado por ele a testemunhar o seu trabalho em 2015. Como resultado, “O Diabo e o Padre Amorth” apresenta ao público o nono exorcismo realizado pelo sacerdote em uma mesma mulher que sofria possessões. O documentário dura 68 minutos.

Russell Crowe interpretará o exorcista Padre Amorth

O ator Russell Crowe, que ganhou o Oscar por “O Gladiador”, fará o papel do exorcista Padre Gabriele Amorth no filme The Pope’s Exorcist (“O Exorcista do Papa”).

Com filmagens previstas para começar em setembro de 2022 na Irlanda, o suspense terá direção do australiano Julius Avery (de “Operação Overlord” e “Sangue Jovem”) e roteiro de Evan Spiliotopoulos (de “A Bela e a Fera”, “As Panteras” e “Rogai por Nós”).

A produção é baseada em dois livros de memória do Padre. Amorth: “Um Exorcista Conta Sua História” e “Um Exorcista: Mais Histórias”.

O Padre Amorth

No filme, Russell Crowe terá a missão de dar vida a um dos mais conhecidos exorcistas do Vaticano. Estima-se que Pe. Gabriele Amorth tenha feito mais de 100.000 exorcismos.

Ele faleceu em setembro de 2016, aos 91 anos de idade. A vida dele, de fato, merece muito ser contata na telona.

Amorth foi ordenado sacerdote em 24 de janeiro de 1954, em Roma. Passou a atuar como exorcista na diocese de Roma em 1986, atuando também no Vaticano. Desde então, tornou-se conhecido através de uma imagem que, muitas vezes, o aproximou da caricatura de um padre severo e sombrio, que parecia vir direto da Idade Média.

Mas o exorcista foi um grande intelectual, sempre aberto à discussão com a ciência, autor de vários livros e inúmeros artigos para jornais e revistas.

Russell Crowe

Russell Crowe está, atualmente, passando por um período frutífero trabalho. Ele entrou recentemente no mundo da Marvel graças aos filmes “Kraven, o Caçador” e “Thor – Love and Thunder”.

O papel de Padre Gabriele Amorth, entretanto, será totalmente diferente daqueles que Russell Crowe fez até agora, apesar de, em 2014, ele ter feito o papel de Noé no filme homônimo.

 
 
 
CONTATO
Avalie-nosRuimNão muito bomBomMuito bomÓtimoAvalie-nos

Agradecemos pelo envio !

© 2019 - 2023. INTERVENÇÃO DIVINA - Criado por Divino Design.

Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

bottom of page
ConveyThis