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No dia 15 de Agosto a Igreja celebra a solenidade da Assunção de Nossa Senhora. Significa que Nossa Senhora ressuscitou e já está de corpo e alma no Céu.

Mas Nossa Senhora Morreu? A tradição da Igreja diz que Maria morreu, diversas afirmações teológicas justificam tal ideia. São João Paulo II disse em uma audiência no dia 25 de junho de 1997: “a experiência da morte enriqueceu a pessoa da Virgem; passando pela comum sorte dos homens, Ela pode exercer com mais eficácia a sua maternidade espiritual em relação àqueles que chegam à hora suprema da vida.”

Veja como São João Damasceno descreve a morte de Nossa Senhora:

“A Mãe de Deus não morreu de doença, porque ela, por não ter pecado original, não tinha porque receber o castigo da doença. Ela não morreu de velhice, porque não tinha por que envelhecer, já que a ela não lhe chegava o castigo do pecado dos primeiros pais: envelhecer e acabar por fraqueza. Ela morreu de amor. Era tanto o desejo de ir para o céu onde estava o seu Filho, que este amor a fez morrer.

Cerca de quatorze anos após a morte de Jesus, quando já tinha empregado todo o seu tempo em ensinar a religião do Salvador a pequenos e grandes, quando tinha consolado tantas pessoas tristes e tinha ajudado tantos doentes e moribundos, fez saber aos Apóstolos que já a data de partir deste mundo se aproximava para a eternidade.

Os Apóstolos a amavam como à mais bondosa de todas as mães e se apressaram a viajar para receber dos seus maternais lábios as suas últimas dicas, e de suas mãos sacrossantas a sua última bênção.

Foram chegando, e com lágrimas copiosas, e de joelhos, beijaram essas mãos santas que tantas vezes os tinham abençoado. Para cada um deles teve a excelsa Senhora palavras de conforto e de esperança. E depois, como quem se dorme no mais plácido dos sonhos, foi ela fechando santamente os seus olhos; e a sua alma, mil vezes abençoada, partiu para a eternidade.

A notícia se espalhou por toda a cidade, e não houve um cristão que não viesse a chorar ao lado do seu corpo, como pela morte da própria mãe. O seu enterro mais parecia uma procissão de Páscoa do que um funeral. Todos cantavam o aleluia com a mais firme esperança de que agora tinham uma monárquica protetora no céu, para interceder por cada um dos discípulos de Jesus. Leia também: Conheça mais sobre o Dogma da Assunção de Nossa Senhora

No ar sentiam-se suavíssimos mas fortes aromas, e parecia ouvir cada um, harmonias de músicas muito suaves. Mas, Tomé Apóstolo, não tinha alcançado de chegar a tempo. Quando ele chegou, eles já tinham voltado de enterrar a mãe abençoada.

Pedro, – disse Tomé – Não podes negar-me o grande favor de poder ir para o túmulo da minha mãe e dar um último beijo a essas mãos santas que tantas vezes me abençoaram. E Pedro aceitou.

Eles foram todos para o santo sepulcro, e quando já estavam por perto começaram a sentir de novo suavíssimos aromas no ambiente e harmoniosas músicas no ar.

Abriram o sepulcro e em vez de ver o corpo da Virgem encontraram somente, uma grande quantidade de flores muito lindas. Jesus Cristo tinha vindo, tinha ressuscitado a sua Mãe Santíssima e a tinha levado para o Céu.

Isto é o que chamamos a Assunção da Virgem Maria.

E quem de nós, se tivesse os poderes do Filho de Deus, não teria feito o mesmo com a própria mãe?” Leia também O menino que, guiado pela Virgem, revelou ao Papa o dogma da Assunção

 
 
 

Ser devoto de Maria, para um católico, não é uma “moda” nem uma “opção”: é antes uma necessidade, querida pelo próprio Deus.

Por Pe. Gabriel M. Roschini

Todo coração católico sente-se irresistivelmente atraído por Maria. Quem tem a graça de crer, mesmo que careça de maior instrução, reconhece nela, por um suave instinto do Espírito Santo, não só a Mãe de Deus segundo a carne, mas também a própria Mãe segundo a graça.

Mas, apesar dessa inclinação espontânea que todos temos a Nossa Senhora, será que é realmente necessário ser devoto dela? Não seria possível ser católico e conseguir a salvação eterna sem ter por Maria SS. um amor especial e uma singular veneração?

Nesta nova matéria, de autoria do Pe. Gabriel M. Roschini, grande mariólogo italiano, você irá entender por que tantos santos, baseados nas Escrituras e na razão humana, afirmaram que a devoção mariana é não apenas útil e conveniente, mas uma verdadeira necessidade, querida por Deus para a nossa santificação e salvação.

É realmente necessário que um católico seja devoto de Maria? Será mais fácil respondermos a esta pergunta, de consequências tão decisivas para a nossa vida espiritual, se levarmos em consideração as seguintes verdades, fundamentadas no testemunho tanto das Escrituras quanto da razão humana.


Como sabemos, todos os eleitos devem reproduzir em si mesmos a imagem de Jesus, cujo nome, segundo o Apocalipse, levarão escrito em suas frontes (cf. Ap 22, 4), porque, conforme as palavras do Apóstolo, “os que Ele distinguiu de antemão, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho” (Rm 8, 29).

Como é possível crer no mistério de um Deus feito homem, sem crer ao mesmo tempo no mistério de uma mulher Mãe de Deus?

Ora, Jesus é por natureza Filho de Deus e de Maria; e nós, pela graça, somos filhos de Deus e de Maria. Logo, para reproduzirmos em nós a semelhança e a vida de Jesus e, portanto, sermos predestinados, temos de imitar o seu terno amor, não só ao Pai, mas também à sua Mãe. Em outras palavras, se para sermos salvos devemos ser cópias vivas de Jesus, e se Jesus, como bom Filho, teve por Maria grande veneração, quem não tiver devoção a Ela não será salvo, porque lhe faltará um elemento característico de Jesus, modelo único dos eleitos.

Além disso, a necessidade da devoção à Virgem SS. para obter a inestimável graça da eterna salvação decorre como que de três princípios inconcussos, de suas três qualidades fundamentais:

  1. de sua condição de Mãe de Deus;

  2. de sua condição de Mãe dos homens; e

  3. de sua condição de Mediadora entre Deus e os homens.

Essa necessidade decorre, antes de tudo, de sua condição de Mãe de Deus. De fato, é sabido que para alcançar a salvação eterna é preciso crer no mistério da Encarnação [1]. Ora, como é possível crer no mistério da Encarnação, ou seja, no mistério de um Deus feito homem, sem crer ao mesmo tempo no mistério de uma mulher Mãe de Deus? Com efeito, há um vínculo íntimo entre o filho e a mãe, entre o Verbo encarnado e a Mãe deste Verbo encarnado.

O mesmo ato de fé necessário para salvar-se abarca, portanto, o homem-Deus, Jesus, e a Mãe de Deus, Maria. Por isso, desde os tempos apostólicos, e com grande probabilidade desde os próprios Apóstolos, pedia-se ao batizando, antes de receber o Batismo, um ato de fé explícito em “Jesus Cristo, nascido da Virgem Maria”. Ora, este mesmo ato de fé na Encarnação e em Maria deve-se repetir, de acordo com a opinião mais comum, aliquoties in vita, isto é, algumas vezes durante a vida, sob pena de pecado grave.

Logo, para salvar-se é preciso também, necessariamente, um ato de fé em Maria. Ora, este ato de fé em Maria, Mãe do Verbo encarnado, não é porventura um ato de culto, ou seja, de devoção, uma vez que a fé é o grande obséquio da inteligência a uma verdade revelada? Não se salva, portanto, quem, ao menos aliquoties in vita, não quiser render à divina maternidade de Maria, inseparável do conceito de Encarnação do Verbo, a devida homenagem.

Ademais, em toda a linguagem humana, entre as tantas palavras que a compõem, há uma que por si só forma um verdadeiro poema de amor. É uma palavra que fala ao coração e só ao coração; uma palavra que não respira outra coisa que amor; é a primeira palavra que floresce nos lábios e geralmente é também a última que deles se desprende. É a palavra “mãe”.

Uma vez que a Virgem Santíssima cooperou para a nossa regeneração, é evidente que devemos reconhecê-la e saudá-la como nossa verdadeira Mãe espiritual.

Pois bem, Maria é nossa Mãe, Mãe espiritual dos homens. Mãe, com efeito, é aquela que coopera para dar a vida, e quando a dá, rodeia-a de cuidados até alcançar seu pleno e completo desenvolvimento. Ora, acaso não cooperou a Virgem SS. com o divino Redentor para dar-nos a vida sobrenatural da graça, vida divina da qual, desgraçadamente, estávamos privados pelo pecado de nossos progenitores?


A graça, com efeito, é princípio da vida: ela é para a alma o que esta é para o corpo. É a alma o que dá vigor e movimento ao corpo: numa palavra, toda a sua vida. E, da mesma maneira, a graça é o que dá uma nova vida à alma, a vida sobrenatural dos filhos adotivos, dos amigos de Deus: com razão, pois, a graça é chamada “alma de nossa alma”. Pois bem, uma vez que a Virgem SS. cooperou para a nossa regeneração, para a nossa vida da graça, é evidente que devemos reconhecê-la e saudá-la como nossa verdadeira Mãe espiritual.

É verdade, sim, que não existe nenhuma definição explícita e solene desta grande e consoladora verdade. Os Sumos Pontífices, no entanto, ressaltaram com frequência que se trata de uma verdade inquestionável. Portanto, a S. Escritura, assim como a Tradição, com as quais a razão, entusiasmada, faz coro, são também muito claras e explícitas acerca deste suavíssimo tema. Acertadamente, pois, o Cardeal H.-M. Lépicier a qualifica de “verdade católica, pertencente propriamente à fé. De maneira que negá-la seria algo, não só temerário, mas de sabor herético” (Trac. de B. M. V., III, c. 1, a. 1, p. 456).

Ora, há um preceito formal que obriga todo filho a honrar pai e mãe. Se Maria é verdadeira Mãe espiritual dos homens, Mãe não só de nome, mas especialmente com os fatos, pelos diligentes cuidados maternais que Ela prodigaliza a todos os seus filhos, é nosso dever honrá-la. E dado que seria coisa monstruosa não conhecer os deveres de piedade filial com respeito à própria mãe terrena, assim também, e com maior razão, seria monstruoso desconhecer os deveres de piedade filial com respeito à própria mãe celestial, Maria. A graça, com efeito, não destrói a natureza, mas a aperfeiçoa.

Uma outra razão teológica, que bastaria por si só a provar a nossa tese, está tomada do ofício de Mediadora dos homens. O ofício de Mediadora pode ser considerado sob um duplo aspecto: enquanto indica a cooperação na aquisição das graças e especialmente de nossa reconciliação com Deus, pelo que mereceu o título de Corredentora do gênero humano; e enquanto indica a cooperação de Maria na distribuição das graças, pelo que merece o título de Dispensadora de todas as graças.

Pois bem, a gratidão àqueles que nos fizeram algum bem e nos livraram do mal é um dever. “Grati estote”, exorta o Apóstolo (cf. Col 3, 15). Ora, ninguém, depois de Deus, nos fez tantos benefícios e nos livrou de tantos males como a Virgem SS. Com efeito, enquanto Corredentora do gênero humano, Ela nos livrou do inferno e nos abriu as portas do céu. Não seria monstruoso, pois, negar-lhe o culto da inteligência, não reconhecendo sua participação na obra de nosso resgate, e negar-lhe o culto do coração, com o agradecimento por tudo o que Ela fez e padeceu por nós?

É de fé, além disso, que sem a graça atual não podemos ser salvos. A graça é necessária para todo ato sobrenatural, porque deve haver certa proporção entre o efeito e seu princípio. Nós, por nossas próprias forças, por mais que usemos bem de nossa liberdade, não podemos nem dispor-nos positivamente à conversão nem perseverar no bem por um tempo notável, e muito menos perseverar até a morte: “Sem mim”, diz Jesus a seus discípulos, “nada podeis fazer”. Não podeis ter sequer um bom pensamento, acrescenta S. Paulo, porque Deus é quem obra em vós o querer e o operar (cf. Jo 15, 5; 2Cor 3, 5; Fl 2, 13).

Quanto mais fervorosa e frequente for a nossa devoção a Maria, sobretudo a nossa oração, mais generosamente Ela fará descer sobre nós suas graças e favores celestiais.

Pois bem, sem levar em conta a graça primeira, que nos é dada gratuitamente sem que a peçamos e que constitui o princípio mesmo da oração, é uma verdade indiscutível que a oração é o meio normal, eficaz e universal pelo qual Deus quer que tenhamos todas as graças atuais. Ora, não é a Virgem SS. a Mediadora de todas as graças? Acaso não passam por suas mãos todas as graças concedidas aos homens? Não é Ela como que o “pescoço” pelo qual passam os influxos da Cabeça, Jesus? Não é Ela o canal por que passam as águas que correm da fonte, Jesus? Nenhuma graça, e muito menos a mais preciosa de todas — a perseverança final — é concedida a quem quer que seja, sem a sua maternal intervenção. E se tal é assim, como se poderia negar a necessidade de sua devoção?

O Doutor Angélico, Santo Tomás de Aquino, depois de estabelecer a necessidade da oração, propõe-se a seguinte pergunta: devemos rogar aos santos para que intercedam a nosso favor? E responde enunciando uma lei estabelecida pelo próprio Deus, segundo a qual a ordem da oração deve corresponder à ordem dos benefícios. Ora, os benefícios provêm de Deus por meio dos santos; logo, é pelo mesmo meio que a Deus deve chegar a nossa oração: as coisas inferiores, com efeito, devem dirigir-se a Deus por aquelas que são como meios até Ele.

O que o Angélico afirma de modo geral da mediação dos santos deve ser dito, de uma maneira particular, também da Rainha de todos os santos. O mesmo Doutor Angélico nos ensina que a mediação de Maria é anterior à de todos os outros eleitos. E acrescentamos, de nossa parte, que a mediação de Maria é necessária, ao passo que a mediação dos outros eleitos é, ao menos, utilíssima: porque até nas graças obtidas pelos santos não está ausente a intercessão de Maria.

Ela é, portanto, o canal necessário de nossas súplicas. E se tal é assim, como não dizer que é necessário o culto de oração à Virgem SS.? Como não chamar necessária à devoção de Maria para a salvação? Além disso, é fato digno de ter em conta, porquanto não carece de força probatória: em todo o mundo católico, floresce e se desenvolve a flor da devoção a Maria; todos os fiéis, movidos pelo instinto que a todos nos move em direção à nossa Mãe, se voltam a Ela, proclamam-na bem-aventurada, encomendam-se a Ela, pondo em suas mãos especialmente o negócio importantíssimo de sua eterna salvação. Quem, entre os fiéis, não conhece e não reza a Ave-Maria? É a primeira oração, ao lado do Pai-Nosso, que se aprende a balbuciar sobre o aconchego do colo materno.

Ninguém, depois de Deus, nos fez tantos benefícios e nos livrou de tantos males como a Virgem Santíssima.

Todo o mundo católico, todos os fiéis, sem exceção, sentem a necessidade da devoção a Maria: sentem-na e, mais do que tudo, praticam-na. Poderíamos, é claro, perguntar em que grau, ou seja, em que medida é necessária a devoção a Maria, e especialmente o culto de oração, para salvar-se. É difícil determinar semelhante coisa, porque depende de múltiplas e variadas circunstâncias. O que, sim, se pode e deve dizer é o seguinte: quanto mais fervorosa e frequente for a nossa devoção a Maria, sobretudo a nossa oração, mais generosamente Ela fará descer sobre nós suas graças e favores celestiais, com cuja ajuda podemos estar seguros de nossa eterna salvação.

Se assim é, “quem de nós”, diz S. Leonardo de Porto Maurício, “recusará alistar-se no número dos devotos de Maria, a fim de assegurar o grande negócio de sua eterna salvação?” (Disc. 7, n. 3). “Abracemos todos com grande fervor a verdadeira devoção a Maria, e assim nos salvaremos todos” (Disc. 16, n. 4).

Repitamos, pois, mais com o coração do que com a língua, em união com este santo:

Ó Maria! Já que está em vossas mãos a minha salvação, e vós salvais todos os que vos são devotos e se encomendam a vós, eis-me aqui, ó grande Virgem: lanço-me desde este momento em vossos braços e professo-me para sempre vosso verdadeiro devoto. Ó amada Maria, aceitai-me e salvai minha pobre alma! (Disc. 10, n. 3).

Notas

  1. As opiniões discrepam quanto a isso. Cf., e.g., A. R. Marín, “A fé da Igreja”, n. 38: “Para obter a vida eterna, além da fé habitual unida à caridade, é necessário a todos os homens adultos com uso da razão crer expressamente que Deus existe e que é remunerador, ou seja, premiador dos bons e castigador dos maus”; n. 39: “Não consta com certeza que, para salvar-se, seja necessária a todos os homens do mundo a fé explícita na Encarnação do Verbo”, salvo nos casos em que se tenha recebido instrução suficiente acerca dos mistérios da fé.

Por Pe. Gabriel M. Roschini | Tradução: Equipe Christo Nihil Praeponere

 
 
 

A Ladainha da Virgem Maria, também conhecida como Ladainha de Loreto, é uma oração aprovada pela intercessão de Maria pela Igreja desde o final do século XVI, com seu uso registrado ainda antes.

CIDADE DO VATICANO – O Papa Francisco aprovou a inclusão de três invocações adicionais na Ladainha da Virgem Maria, também chamada Ladainha de Loreto.

Em uma carta de 20 de junho aos presidentes das conferências dos bispos, o cardeal Robert Sarah, prefeito da Congregação para a Divina Liturgia e a Disciplina dos Sacramentos, disse que as invocações “Mater misericordiae”, “Mater spei” e “Solacium migrantium” deve ser inserido na litania mariana.

“Os títulos e invocações que a piedade cristã reservou para a Virgem Maria ao longo dos séculos, como o caminho privilegiado e seguro para um encontro com Cristo, são inúmeros”, escreveu Sarah.

“Mesmo neste momento presente, marcado por sentimentos de incerteza e apreensão, o recurso devoto a ela, cheio de afeto e confiança, é profundamente sentido pelo povo de Deus”, continuou o cardeal.

O cardeal Sarah disse que o Papa Francisco saudou o desejo das pessoas de incluir essas invocações no formulário da litania.

A Ladainha da Virgem Maria, também conhecida como Ladainha de Loreto, é uma oração aprovada pela intercessão de Maria pela Igreja desde o final do século XVI, com seu uso registrado ainda antes.

Consiste na recitação de títulos formais e informais de Maria, seguida pelo pedido de Maria para “orar por nós”.

A ladainha pode ser rezada em latim ou em vernáculo.

Em sua carta, o cardeal Sarah observou onde cada invocação deveria ser adicionada, usando as formulações latinas. “Mater misericordiae”, que significa “Mãe da misericórdia”, deve ser colocada após “Mater Ecclesiae”.

“Mater spei”, que significa “Mãe da esperança”, deve seguir “Mater divinae gratiae” e “Solacium migrantium”, que significa “Conforto dos migrantes”, deve seguir “Refugium peccatorum”.

“Com todo desejo e consideração, desejamos confiar esta notificação a você para sua informação e solicitação”, escreveu Sarah às conferências dos bispos. A carta é datada de 20 de junho, dia em que a Igreja celebra o memorial do Imaculado Coração de Maria.

O cardeal Sarah disse que “a Igreja que caminha pelos caminhos da história como peregrina em direção à Jerusalém celestial e desfruta de comunhão inseparável com Cristo, seu cônjuge e salvador, confia-se àqueles que creram na palavra do Senhor”.

Traduzido de Catholic Herald

 
 
 
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