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Você conhece bem a imagem de Nossa Senhora Aparecida? Hoje trazemos várias curiosidades, bem como os significados dos símbolos contidos na imagem.

Provavelmente, a imagem foi esculpida por frei Agostinho de Jesus, por volta do ano de 1600. Há indícios de que era uma imagem colorida e era uma representação do título de Nossa Senhora da Imaculada Conceição. Por isso, durante muitos anos os devotos a chamavam de “Nossa Senhora da Conceição Aparecida”. Por ter ficado um tempo no Rio Paraíba, a imagem perdeu a cor e enegreceu, como a conhecemos hoje. Quando encontrada pelos pescadores, em 1717, ela recebeu então o novo título de Nossa Senhora Aparecida.


A imagem possui três flores na cabeça, que representam a Santíssima Trindade. O olhar dela, apesar de não ter as pupilas desenhadas, é profundo e amplo. A fita na cintura representa que Maria está grávida, o que justifica também o sorriso que ela traz nos lábios. Sorriso discreto talvez, mas que se olharmos bem de perto, é possível até ver seus dentes.

Na parte inferior da imagem, encontramos outros importantes símbolos. Embaixo dos pés, está a lua, que mostra que ela é a mulher de Apocalipse. Maria é singela, delicada, mãe, mas também é aquela que nos protege de todo o mal. É possível ver também um anjo. A figura do anjo nos representa um anúncio que Deus deseja fazer ao povo e é justamente o que o encontro da imagem de Aparecida representa.

Há 300 anos, quando os pescadores encontraram a imagem, o Brasil ainda vivia o período da escravidão. Na época, os senhores abusavam das escravas e, quando elas ficavam grávidas, eles as degolavam e jogavam o corpo e a cabeça no rio. E Maria vem desta maneira: negra, grávida, com cabeça e corpo separados, porque ela é a mãe que aponta sempre o Cristo, aquele que nos traz vida e salvação. Ouçam abaixo um trecho de uma ótima formação contendo detalhes sobre a magnífica história da Imagem de Nossa Senhora Aparecida.

A Princesa Isabel e Nossa Senhora Aparecida

O Brasil nasceu católico, sob a égide da Santa Cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo, estampada nas velas das naus dos colonizadores portugueses. Da mesma forma, a devoção a Nossa Senhora está arraigadíssima na alma brasileira desde o início. Cabral, em suas naus fazia expor e venerar imagens da Virgem, tanto que em sua cabine particular trouxe consigo uma imagem de pedra de Nossa Senhora da Esperança que adornou o altar da primeira missa celebrada no Brasil.

A história dos favores que Nossa Senhora dispensava ao povo brasileiro, sobretudo a partir do seu santuário em Aparecida fora adquirindo notoriedade nacional. Em 1860, a Princesa Isabel, buscando tratamento médico para que pudesse engravidar recorreu às águas termais da estância de Caxambu, em Minas Gerais. De lá, a princesa e seu esposo se dirigiram à Aparecida para rezar a Nossa Senhora suplicando pela graça de gerar um herdeiro. Dois anos depois a princesa gerava o primeiro de seus três filhos. O voto feito para Nossa Senhora era o de lhe oferecer um manto e uma coroa, mas somente em 1888 foi que a princesa conseguiu retornar à Aparecida e cumprir seu voto.

Assista a formação abaixo para se aprofundar sobre A Princesa Isabel e Nossa Senhora Aparecida.


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A Restauração da Imagem de Nossa Senhora Aparecida

Em 1978, houve um atentado à imagem original de Nossa Senhora Aparecida executado por um jovem iconoclasta que invadiu o nicho da imagem aproveitando-se de um blecaute, que termina na destruição da cabeça da imagem e na quebra do corpo em vários pedaços. Houve uma restauração da imagem feita no Masp concluída no mesmo ano, e seu retorno a Aparecida.

Conheça mais sobre o restauro da imagem de Nossa Senhora Aparecida. Assista a entrevista em que ela conta os detalhes dessa restauração:


Conheça mais sobre a história de Nossa Senhora Aparecida, acesse: Nossa Senhora da Imaculada Conceição Aparecida

 
 
 

Existem as duas tradições: entenda o que é dito substancialmente por esse dogma fascinante

Uma das dúvidas mais frequentes no tocante ao dogma da Assunção de Nossa Senhora é esta: afinal, ela morreu biologicamente, como todos nós, antes de ser elevada aos Céus, ou não passou pela experiência da morte do corpo?

Vamos tentar entender por partes.

Para começar, o que é um dogma?

Na Igreja Católica, é entendida por “dogma” toda verdade de fé absoluta, definitiva, infalível, irrevogável e inquestionável, revelada por Deus mediante as Sagradas Escrituras ou a Sagrada Tradição, e que, uma vez proclamada como dogma pelo Magistério da Igreja, não pode mais ser revogada nem negada por quem quer que seja: nem sequer pelo Papa ou por um Concílio. Os dogmas, portanto, fazem parte indissociável da doutrina da Igreja.

A respeito de Nossa Senhora, especificamente, há 4 dogmas: Leia nessa formação especial sobre os 4 Dogmas de Nossa Senhora


O que diz o dogma da Assunção de Maria?

Esta verdade da nossa fé nos afirma que Maria, Mãe de Jesus, foi glorificada em corpo e alma e levada ao Céu ao final da sua vida terrena.

O dogma foi promulgado em 1º de novembro de 1950, mediante a constituição apostólica Munificentissimus Deus, do Papa Pio XII. O documento pontifício afirma, “ex cathedra“:

“A Imaculada Mãe de Deus, a sempre Virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre, foi assunta em corpo e alma à glória celestial”.

Assunção é a mesma coisa que Ascensão?

Não. A palavra “assunção” quer dizer que Maria “foi assunta”, “foi assumida”, “foi tomada”, “foi levada” por Deus.

Já a palavra “ascensão” refere exclusivamente a Jesus Cristo, pois significa “subida”: Ele ascendeu aos Céus, subiu aos Céus, por Si mesmo, como Deus.

Mas, então: Maria morreu ou não morreu?

O documento pontifício não especifica se Maria morreu do ponto de vista biológico.

A esse respeito, entrevistado pela agência católica ACI Digital, o respeitado exorcista espanhol pe. José Antonio Fortea comenta que a ambiguidade na constituição apostólica é proposital: “Não foi coincidência; foi expressamente desejada“.

O cerne deste dogma, afinal, “é somente a Assunção“: ou seja, o que é declarado como verdade de fé é que Maria foi assunta por Deus aos Céus. Se ela havia morrido previamente, é uma questão secundária que não afeta o dogma em si: não há demérito algum em morrer, dado que faz parte da natureza humana, nem haveria impedimento algum para que Deus poupasse Maria da morte física, dado que é Deus.

De fato, as duas possibilidades eram levadas em conta pela tradição. Os cristãos orientais adotaram preponderantemente a interpretação chamada de “dormição da Virgem Maria“: para eles, Nossa Senhora havia dormido, não morrido, e assim foi assunta sem passar pela morte. Em paralelo, também havia a tradição segundo a qual Nossa Senhora tinha, sim, falecido fisicamente, conforme o fluxo natural da vida terrena.

O pe. Fortea conclui:

“Como não havia unanimidade nesse tema e o que os dogmas expressam é a fé, optaram por deixá-lo ambíguo. A Igreja não se opôs às pessoas que disseram uma coisa nem às que disseram outra, sem chegar nunca a esclarecer o tema”.

São João Paulo II, por exemplo, considerava que Nossa Senhora morreu, sim, antes de ser assunta. Na catequese de 25 de junho de 1997, ele afirmou:

“[O Papa Pio XII] não quis negar o fato da morte; apenas não julgou oportuno afirmar solenemente a morte da Mãe de Deus, como verdade que devesse ser admitida por todos os crentes. Refletindo sobre o destino de Maria e sobre a sua relação com o Filho divino, parece legítimo responder afirmativamente: dado que Cristo morreu, seria difícil afirmar o contrário no que concerne à Mãe”.

A substância da Assunção é descrita assim pelo Catecismo da Igreja Católica, em seu número 966:

“A Assunção da Santíssima Virgem constitui uma participação singular na Ressurreição do seu Filho e uma antecipação da Ressurreição dos demais cristãos”.

Assim sendo, tanto a tradição da dormição quanto a do falecimento coincidem na essência: por especial privilégio de Deus, Nossa Senhora não experimentou a corrupção do seu corpo, tendo sido assunta ao céu em corpo e alma para viver gloriosamente junto com Jesus.

A vida eterna com Deus é oferecida a todos os que forem salvos, mas, em nosso caso, passaremos normalmente pela morte e pela corrupção física do nosso corpo.

Nosso corpo, no entanto, será ressuscitado e tomará uma forma gloriosa, que não sabemos como será: trata-se de uma certeza de fé garantida por Deus, mas, nesta vida, o modo como ela se dará na eternidade permanece envolto no mistério.

Fonte: Aleteia


 
 
 

Conheça tudo sobre os dogmas marianos: o que são, quais são, quando foram proclamados e a sua importância para a nossa fé.

A Santíssima Virgem Maria é imaculada, é mãe de Deus, é perpetuamente virgem e foi assunta aos Céus. Essa frase, muito densa teologicamente, resume os quatro Dogmas Marianos, que são verdades de fé relacionadas à pessoa de Maria.

Neste texto convidamos todos a mergulharem em realidades extraordinárias relacionadas à história da Salvação por Jesus Cristo. Entender esses dogmas é entender a fé católica e, apesar de carregar o nome “mariano”, apontam apenas para Nosso Senhor.

O que é um dogma?

O Catecismo da Igreja Católica diz:

O Magistério da Igreja faz pleno uso da autoridade que recebeu de Cristo quando define dogmas, isto é, quando propõe, dum modo que obriga o povo cristão a uma adesão irrevogável de fé, verdades contidas na Revelação divina ou quando propõe, de modo definitivo, verdades que tenham com elas um nexo necessário[1].

Em resumo, um dogma é uma verdade de fé. É importante entendermos que o Papa proclamar um dogma não faz com que, a partir daquele momento, foi-se feita uma verdade. O que acontece é a confirmação de uma realidade que sempre existiu. Um exemplo prático: imaginem que dentro de uma caixa há um chocalho. No entanto, essa caixa está bem selada. Até o momento em que não se é revelado o que está dentro da caixa, qualquer pessoa pode tentar desvendar qual é o objeto: seja pelo peso, pelo barulho… Porém, a partir do momento em que se é revelado que é um chocalho, não há mais motivos para discussões. É assim com o dogma: aquela verdade sempre esteve ali, mas uma vez elevada ao “nível” de dogma, se cessa qualquer debate sobre sua procedência.

No verdadeiro desenvolvimento do dogma, nada se inventa, tudo se descobre. Vai-se do implícito ao explícito. Surgem então novas perspectivas, não propriamente dados novos [2].

O que são dogmas marianos?

Portanto, quando acrescentamos a subcategoria “marianos”, estamos tratando de verdades de fé que envolvem a pessoa da Virgem Santíssima. Afinal, Maria não é uma mulher qualquer. É a escolhida por Deus para receber em seu seio o Redentor da humanidade, Nosso Senhor Jesus Cristo. Ao pensarmos em Maria, pensamos em Jesus. Então, de maneira quase medular, é deduzível que ao redor de Nossa Senhora, tenham acontecimentos extraordinários fundamentais para que a história da Salvação fosse plenamente realizada. Durante a história da Igreja, esses acontecimentos foram sendo elevados ao status de dogma. Hoje, são quatro. 

Quatro verdades básicas que todo católico deve saber sobre a Imaculada e Sempre Virgem Mãe de Deus Assunta aos Céus

Os dogmas sobre Maria são verdades de fé declaradas por um Concílio ou por um Papa e nas quais o fiel católico é obrigado a acreditar e professar.

Eles foram enunciados em momentos importantes para a história da Igreja e tocam em pontos sensíveis relativos à doutrina.


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Quais são os dogmas marianos?

Peguem a frase do início do texto. Ela resume bem os dogmas marianos.

  1. A Maternidade Divina: Maria é Mãe de Deus

  2. A Virgindade Perpétua: Maria é virgem desde antes, durante e depois do parto de Nosso Senhor

  3. A Imaculada Conceição: Maria foi preservada da mancha do pecado original

  4. A Assunção: Maria foi assunta em corpo e alma ao Céu

1. Maternidade divina

Cristo é pessoa divina e Maria é a Sua mãe. Foi declarado no Concílio de Éfeso, em 431. Na época a Igreja vivia uma profunda polêmica interna causada pelos nestorianos, corrente muito popular entre as comunidades cristãs do Oriente. Segundo eles, Jesus tinha duas naturezas, uma humana e outra divina, mas pouco ligadas. Maria seria mãe apenas de Cristo como homem. Para combater esse pensamento, a Igreja outorgou-lhe o título de Theotokos (Teótokos), expressão grega que significa “Mãe de Deus”.

Pode parecer meio estranho essa afirmação que Maria é Mãe de Deus. Deus pode ter mãe? Não seria equivocado afirmar que Deus, que é, foi de alguma maneira “gerado” por uma mulher? Pois bem, esse tipo de questionamento que gerou debates acalorados (e de certa forma se mantém em boa parte das denominações protestantes). Tudo se resolve com uma expressão: união hipostática. Maria gerou a natureza humana de Nosso Senhor. No entanto, a natureza humana e a natureza divina estão unidas inseparavelmente desde o primeiro instante de sua concepção. Por isso podemos afirmar que Maria é Mãe de Deus. E isso foi bem definido no Concílio de Éfeso, em 431.

Tamanha a importância desse dogma que o celebramos no dia primeiro de janeiro, na solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus. Inclusive, é missa de preceito, ou seja, obrigatória a todo fiel católico, salvo motivo grave.

Lembra que comentamos que um dogma não é algo inventado, mas o reconhecimento formal de uma verdade de fé que sempre existiu? Antes mesmo da proclamação oficial do Dogma da Mãe de Deus, o povo já cultuava a Virgem Maria dessa forma, tanto que uma multidão reuniu-se em Éfeso à espera da confirmação da Igreja. Quem relata é o historiador Daniel Rops:

A multidão da cidade , devota da Virgem Maria, organizava manifestações contra os adversários da Mãe de Deus e levava em triunfo, à luz de archotes, o legado papal, Cirilo, e os partidários da fé[3], vol. II.

2. Virgindade perpétua

Maria foi virgem antes, durante e depois do parto. Foi declarado no segundo Concílio de Constantinopla, em 553. A virgindade de Maria é uma ideia tradicional, que remonta às origens do cristianismo, mas gerou bastante polêmica ao longo da história da Igreja. Foi questionada pelos pagãos, que não compreendiam como uma virgem poderia dar à luz. Já as tendências gnósticas dentro do cristianismo achavam que Jesus era filho de José.

Num mundo cientificista como o que vivemos, uma voz que se levanta para dizer que Maria foi virgem antes do parto, durante o parto e após o parto encontra chacota e descrença. Mas ninguém explica Deus e seus caminhos. A nós, é pedido apenas que creiamos nesse lindo mistério de fé.

E nada para Deus é por acaso. Maria já havia consagrado sua virgindade ao Senhor mesmo antes de receber o anúncio do Arcanjo Gabriel. Daí surgem algumas implicações místicas muito profundas:

  1. A virgindade perpétua tornou mais significativa a entrega que Jesus fez na Cruz ao discípulo amado: ali, Maria foi feita mãe da humanidade.

  2. A virgindade perpétua eleva a fecundidade que dela nasceu.

  3. A virgindade perpétua prefigura a própria Igreja, que é santa, imaculada e desposada apenas por Nosso Senhor.

Esse dogma já havia sido citado no Concílio de Constantinopla, em 553, e proclamado em 649 no Concílio de Latrão.

3. Imaculada Conceição

“Je suis l’Immaculée Conception”, Eu sou a Imaculada Conceição. Foi assim que a Virgem se apresentou para a camponesa Bernadette Soubirous, na pequena cidade de Lourdes em 1858. Essa apresentação é uma grande confirmação do dogma para um mundo imerso no ceticismo.

Maria foi totalmente isenta de pecado, inclusive quando concebida por seus pais, Santa Ana e São Joaquim. Todo o resto da humanidade, desde os nossos primeiros pais, nasceu com pecado original – daí, aliás, a necessidade da Salvação. Proclamado pelo Papa Pio IX em 1854, o dogma da Imaculada Conceição teve como pano de fundo a luta que na época a Igreja travava contra o racionalismo enviesado e exacerbado. Essa corrente, com ares de “científica”, negava a possibilidade de forças sobrenaturais agirem no mundo. O dogma da Imaculada realça justamente a intervenção direta de Deus no mundo ao preservar Maria do pecado original.

Nas aparições de Lourdes, a própria Nossa Senhora confirmou essa verdade de fé.

E, em outro caso impressionante, durante um exorcismo na Itália em 1823, dois sacerdotes dominicanos fizeram o diabo reconhecer esse mesmo dogma 30 anos antes de que ele fosse promulgado!.

Afinal:

  1. Essa verdade de fé tinha sido proclamada apenas quatro anos antes, em 1854.

  2. Santa Bernadette era iletrada e frequentemente faltava a escola por problemas de saúde, portanto não tinha conhecimento catequético básico.

  3. Interrogada diversas vezes pelas autoridades eclesiais, a professora de Bernadette (muito cética com relação a menina, diga-se de passagem) afirmava categoricamente que sequer mencionara esse dogma.

Dizer que Maria foi concebida sem pecado significa dizer que ela foi preservada da mancha do pecado original para que, pura, pudesse gerar Jesus, também puro. E isso foi feito por Deus antecipando para a Santíssima Virgem a graça redentora que Nosso Senhor conquistaria pela Cruz.

Como diz Santo Afonso Maria de Ligório, era conveniente às três pessoas da Trindade a Imaculada Conceição de Maria. A Deus Pai, porque se Maria iria mediar a vinda do Salvador, não poderia de maneira alguma ser “inimiga”, pelo pecado, de Quem iria redimir o mundo. A Deus Filho, porque a um rei é digna uma rainha e não uma escrava. A Deus Espírito Santo porque merecia uma perfeita esposa.

Em honra da Santa e indivisível Trindade, para decoro e ornamento da Virgem Mãe de Deus, para a exaltação da fé católica e para o incremento da Religião Cristã, com a autoridade de Nosso Senhor Jesus Cristo, dos santos Apóstolos Pedro e Paulo e com a Nossa, DECLARAMOS, PRONUNCIAMOS E DEFINIMOS, como doutrina revelada por Deus, o seguinte:A Beatíssima Virgem Maria, no primeiro instante de sua concepção, por singular graça e privilégio de Deus onipotente, em vista dos méritos de Jesus Cristo, Salvador do gênero humano, FOI PRESERVADA IMUNE DE TODA MANCHA DE PECADO ORIGINAL. Essa doutrina, pois, deve ser crida firmemente e inviolavelmente por todos os fiéis. Portanto, quem presumir deliberadamente (que Deus não o permita!) pensar em seu coração uma opinião contrária a essa definição, conheça e saiba que se condena a si mesmo por seu próprio juízo, que fez naufrágio na fé, que se separou da unidade da Igreja e que incorreu automaticamente nas penas estabelecidas pelo Direito

4. Assunção

Após a morte, Maria subiu ao Céu em corpo e alma. Depois de Cristo, ela foi a única criatura que teve esta distinção. Foi declarado por Pio XII no pós-guerra, em 1950. Após a maciça mortandade da Segunda Guerra, o dogma fala da santidade da vida e da dignidade dos corpos humanos, ao lembrar que eles também estão destinados à Ressurreição.

O último dos dogmas marianos a ser proclamado. Foi em 1950, pelo Papa Pio XII. A Assunção nos deixa uma reflexão belíssima de como é oposta a passagem de Maria para a Vida Eterna. Afinal, a morte, para qualquer pessoa, é acompanhada de três aflições (em maior ou menor grau, a depender da progressão espiritual de cada um): 1) A incerteza da salvação 2) O apego aos bens terrestres 3) O remorso dos pecados. Maria tinha certeza da salvação, nunca cometeu nenhum pecado e era completamente desapegada do mundo. Dessa maneira, sua passagem (há divergências se teria morrido ou apenas dormido, visto que não havia pecado) foi gloriosa, elevada aos Céus em corpo e alma pelo próprio Jesus, para ser coroada Rainha.

Estando em corpo e alma junto de Deus, entendemos a grandiosidade de Maria frente a todos os outros santos. Sua união com a Santíssima Trindade chega ao nível mais elevado possível. Portanto, pedir a intercessão de Maria é confiar nessa união e entender que os pedidos que fazemos à Mãe chegam com carinho e piedade ao Filho. 

Confira este vídeo raro, onde o Papa Pio XII proclama o dogma da Assunção de Nossa Senhora:


Extra: um possível quinto dogma?

Há alguns movimentos espalhados pelo mundo que defendem a proclamação de um quinto dogma mariano: Maria como Corredentora/ Medianeira de Todas as Graças.

Maria é a Medianeira porque intercedeu para trazer Cristo, fonte de todas as graças, ao mundo e Jesus ainda a entregou para esse fim na Cruz, no diálogo com o discípulo amado.

Maria compartilhou de maneira única o sacrifício de Cristo para redimir a humanidade dando o Seu corpo e sofrendo com Cristo no Calvário. Por isso chamá-la de Corredentora (o que não significa ser igual).

Saiba mais sobre o movimento em torno do quinto dogma neste site.

Se isso irá acontecer, não devemos nos preocupar, pois Jesus conduz sua Igreja! Devemos manter a paz e a alegria de poder ver de perto o espetáculo que é a Fé Católica.

Enquanto isso peçamos intercessão da Bem-Aventurada Sempre Virgem Maria, que é Mãe de Deus, imaculada e que está junto de Jesus em corpo e alma.

Com informações de Aleteia e Minha Biblioteca Católica.

 
 
 
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Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

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