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O triunfo do Imaculado Coração de Maria depende de nossa conversão pessoal e de uma vida íntima de oração com Deus.

Apesar de todas as más notícias dos últimos anos, a esperança nas promessas da Senhora de Fátima permite-nos saborear a paz dos santos mesmo nos momentos de amargura. A paz que muitos procuram atualmente é uma paz de ordem material e imediata, que não exige sacrifícios nem renúncias.

Que o Coração Imaculado de Maria triunfe sobre todo mal. É isso o que deseja qualquer católico. Todavia, a mensagem de Fátima não diz respeito somente a uma vitória de Nossa Senhora sobre as hostes infernais. Para que essa vitória ocorra, explica a Virgem, o homem deve voltar-se para o mundo interior, numa verdadeira atitude de conversão, e parar de ofender a Deus com seus pecados. Deve, aliás, rezar diariamente o santo terço e fazer as comunhões reparadoras aos cinco primeiros sábados. Em suma, a humanidade tem de procurar viver para o Céu, cumprindo as suas promessas batismais. Essas são as condições para que o mal caia e o bem triunfe.

Uma meditação sincera sobre tais pedidos da Virgem leva-nos a concluir que sua mensagem não é um conjunto de previsões sobre um futuro sombrio, como poderiam pensar alguns curiosos; ela é uma “exortação à oração como caminho para a ‘salvação das almas'”, um caminho que se faz também pela penitência e pela conversão. E talvez seja por isso que as aparições de Fátima despertam tanto incômodo em alguns ambientes, pois falam de uma realidade que já não parece tão interessante, uma realidade aparentemente já superada, a saber, a “salvação das almas”. Infelizmente, é preciso reconhecer que a paz que muitos procuram atualmente é uma paz de ordem material e imediata, que não exige sacrifícios nem renúncias. Mas esse tipo de paz definitivamente não é a paz cristã, tampouco é a paz pregada pela Virgem Maria aos três pastorinhos.

De fato, nenhuma paz é verdadeira se não nasce de uma entrega essencialmente amorosa. Quem vive buscando o bem-estar neste mundo acaba provocando o mal-estar próprio e de seus irmãos, já que uma vida cujo objetivo final não é o Céu torna-se, aos poucos, um projeto em que o pecado não é só uma opção, mas um caminho. Isso pode ser visto no dia a dia de qualquer pessoa.

Tudo começa com a oração, momento em que o homem se desarma perante Deus e coloca-se à sua escuta.

“Quereis oferecer-vos a Deus para suportar todos os sofrimentos que Ele quiser enviar-vos, em ato de reparação pelos pecados com que Ele mesmo é ofendido e de súplica pela conversão dos pecadores?”. Ao atenderem a esse convite da Virgem Maria, Lúcia, Jacinta e Francisco anteciparam em suas vidas aquele “triunfo” do qual falávamos anteriormente. Eles ofertaram-se amorosamente em sacrifício de expiação pela conversão dos pecadores. Neste sentido, a paz se tornou uma realidade tanto para eles quanto para aqueles que eram objetos de sua caridade ardente. Nós precisamente fomos beneficiados com o amor dessas crianças, que hoje intercedem do Céu por nós. É assim que devem triunfar os Corações de Jesus e de Maria. Trata-se do cumprimento daquilo que dizia São Pedro em uma de suas cartas: “Antes de tudo, mantende entre vós uma ardente caridade, porque a caridade cobre a multidão dos pecados” (1 Pe 4, 8).

Eis, então, as três condições para o triunfo do Imaculado Coração de Maria: oração, penitência e apostolado. Uma é necessariamente consequência da outra. Quem reza, ou seja, tem intimidade com a pessoa de Cristo, vai querer mudar seu estilo de vida e, por meio dessa mudança, conquistará outros para o caminho de Jesus. Mas tudo começa com a oração, momento em que o homem se desarma perante Deus e coloca-se à sua escuta. A oração é um diálogo com Deus, “é a hora das intimidades santas e das resoluções firmes”.

A oração, por outro lado, não é simplesmente um palavreado piedoso. Como explicou Bento XVI certa vez, “sabemos que a oração não se deve dar por certa: é preciso aprender a rezar, quase adquirindo esta arte sempre de novo”. Isso nos ensina também o exemplo dos santos, sobretudo dos três videntes de Fátima, que tiveram de entrar na “escola da oração”, cuja professora era a própria Virgem Maria. Eles aprenderam a guardar o próprio coração das perturbações do mundo para ouvirem a voz suave de Deus, que se escuta na brisa. Quiçá nós também tenhamos essa vigilância, “uma vigilância interior do coração que, na maior parte do tempo, não possuímos por causa da forte pressão das realidades externas e das imagens e preocupações que enchem a alma”.

“Oh! Se também tu, ao menos neste dia que te é dado, conhecesses o que te pode trazer a paz!”, lamentou-se Jesus sobre Jerusalém (Lc 19, 42). Em verdade, esse lamento também está sobre nós que, buscando a paz fora da oração, refugiamo-nos em falsos acordos e falsas seguranças. Mas, em Fátima, Maria nos mostrou mais uma vez o caminho para a paz. Aproveitemos, portanto, a grande oportunidade deste Ano Mariano para redescobrirmos os frutos da oração cristã e, assim, apressarmos “o anunciado triunfo do Coração Imaculado de Maria para glória da Santíssima”.

Fonte: padrepauloricardo.org


 
 
 

“O Meu Imaculado Coração Triunfará”

De todos os eventos da história recente da Igreja, nenhum foi objeto de tantos debates e especulações quanto as aparições de Nossa Senhora em Fátima. Foi em 1917, quando a Mãe de Deus apareceu a três crianças portuguesas Francisco, Jacinta e Lúcia — e lhes revelou uma série de impressionantes mistérios, segredos e profecias. Passados já 100 anos desse acontecimento sobrenatural, é hora de recordarmos a mensagem de Nossa Senhora em toda a sua profundidade.

Será que nós realmente compreendemos o apelo de Fátima?

Assista essa formação especial:


 
 
 

“Se todas as mães, com muita razão, choram ao perder os seus entes queridos, como negar que Maria haja chorado ao ver o seu Jesus, tão maltratado, morrendo como um criminoso na Cruz!”

Nos anos 1930, a Virgem Maria e Jesus apareceram à uma Freira Estigmatizada chamada Amália Aguirre, no Instituto das Missionárias de Jesus Crucificado em Campinas – SP. Com o Título de Nossa Senhora das Lágrimas e Nosso Senhor intitulando-se: Jesus Manietado, trouxeram ao mundo a devoção às Lágrimas de Maria.

O prof. Raphael Tonon conta tudo sobre a impressionante aparição de Nossa Senhora das Lágrimas em aula especial para você. Saiba tudo sobre a aparição mariana de Campinas SP e não deixe de compartilhar esta formação. Clique aqui para assistir a formação:

APRENDA A REZAR A COROA DAS LÁGRIMAS DE NOSSA SENHORA

Ensinado por Nossa Senhora nas Aparições à Irmã Amália Aguirre, em Campinas, Brasil, na década de 1930.

ORAÇÃO INICIAL: “Eis-nos aos Vossos Pés, ó Dulcíssimo Jesus Crucificado, para Vos oferecer as Lágrimas d’Aquela que, com tanto amor, Vos acompanhou no caminho doloroso do calvário. Fazei, ó Bom Mestre, que nós saibamos aproveitar a lição que elas nos dão, para que realizando a Vossa Santíssima Vontade na Terra, possamos um dia, no Céus, Vos louvar por toda a eternidade. Amém!

NAS CONTAS GRANDES: “Vede ó Jesus, que são as Lágrimas d’Aquela que mais Vos amou na terra e que mais Vos ama nos Céus!” NAS CONTAS PEQUENAS (7x) ” Meu Jesus, ouvi os nossos rogos, pelas Lágrimas de Vossa Mãe Santíssima! “ NAS 3 CONTAS FINAIS: “Vede ó Jesus, que são as Lágrimas d’Aquela que mais Vos amou na terra e que mais Vos ama nos Céus! “

ORAÇÃO FINAL: ” Virgem Santíssima e Mãe das Dores, nós Vos pedimos que junteis os Vossos pedidos aos nossos, a fim de que Jesus, Vosso Divino Filho, a quem nos dirigimos, em nome das Vossas Lágrimas de Mãe, ouça as nossas preces e nos conceda, com as graças que desejamos a Coroa da Vida Eterna. Amém! “ JACULATÓRIAS: “Ó Virgem Dolorosíssima, as Vossas Lágrimas derrubaram o império Infernal!” “Por Vossa mansidão divina, Ó Jesus Manietado, salvai o mundo, do erro de que se acha ameaçado.”

Conheça mais sobre Nossa Senhora das Lágrimas

Um fato maravilhoso, amplamente divulgado na Alemanha e nos EUA, permanecia quase esquecido aqui no Brasil. Autorizado pelo Bispo Diocesano desde o início, foi acrescido de novo Imprimatur em cada país em que se difundiu.

No Instituto das Irmãs Missionárias de Jesus Crucificado, cujo fundador foi o Exmo. Sr. Dom Francisco de Campos Barreto, Bispo de Campinas, viveu a Irmã Amália de Jesus Flagelado. Assim como sua contemporânea Tereza Neumann, ela também foi distinguida com os Sagrados Estigmas de Cristo.

Irmã Amália pertenceu ao grupo das oito primeiras irmãs e foi co-fundadora do Instituto, onde recebeu o hábito religioso em 3 de maio de 1928 e fez seus votos perpétuos em 8 de dezembro de 1931.


A revelação dos merecimentos das Lágrimas de Maria

A esposa de um parente da Madre Fundadora da nova Congregação adoeceu gravemente. Diversos médicos declararam não haver mais possibilidade de ajuda. Com lágrimas nos olhos o pobre marido queixou-se: “O que será das minhas crianças pequenas?”

Os problemas do pai aflito foram diretamente ao coração da Irmã Amália. No mesmo instante ela pensou no Divino Salvador e sentiu então um impulso interior que a chamava para junto do Tabernáculo.

Imediatamente foi para a Capela, ajoelhou-se com os braços estendidos e disse a Jesus: “Se existir alguma possibilidade de salvar a esposa de T., eu estou pronta para oferecer minha vida pela mãe de família. O que o Senhor quer que eu faça?”

Jesus assim respondeu:

Se deseja obter esta graça, peça-a a Mim pelos merecimentos das Lágrimas de Minha Mãe

Irmã Amália continuou: “Como devo eu rezar?” Então Jesus ensinou-lhe as seguintes orações:

Meu Jesus, ouvi os nossos rogos pelas Lágrimas de Vossa Mãe Santíssima.

Vede, ó Jesus, que são as Lágrimas d’Aquela que mais Vos amou na terra… E que mais Vos ama nos céus.

Jesus então disse:

Minha filha, o que os homens Me pedem pelas lágrimas de Minha Mãe, Eu amorosamente concedo. Mais tarde, Minha Mãe entregará este tesouro para o nosso querido Instituto, como um sinal de Sua Misericórdia. (08/11/1929)

Coroa das Lágrimas

Em 8 de março de 1930, Irmã Amália teve uma aparição de Nossa Senhora, que se apresentou com uma túnica violeta, um manto azul e um véu branco que cobria Seu peito e ombros.

Deslizou em direção à Irmã, segurando em Suas Mãos um branco rosário brilhante, que lhe entregou dizendo: Este é o rosário de Minhas lágrimas, que foi prometido pelo Meu Filho ao nosso querido Instituto como uma parte de seu legado. Ele também já lhe deu as orações. Meu Filho quer Me honrar especialmente com essas invocações e, além disso, Ele concederá todos os favores que forem pedidos pelos merecimentos de Minhas lágrimas. Este rosário alcançará a conversão de muitos pecadores, especialmente dos possuídos pelo demônio. Uma especial graça está reservada para o Instituto de Jesus Crucificado, principalmente a conversão de vários membros de uma parte dissidente da Igreja. Por meio deste rosário o demônio será derrotado e o poder do inferno destruído. Arme-se para a grande batalha.

A Coroa (ou Rosário) que a Mãe de Deus entregou à Irmã Amália tinha 49 contas brancas, divididas em grupos de 7, por sete contas igualmente brancas. É, portanto, semelhante à Coroa das Dores de Maria, embora de cor diferente. Tinha ainda mais três contas finais e uma medalha com a imagem de Nossa Senhora das Lágrimas – de um lado – e a imagem de Jesus Manietado – de outro lado. A medalha é uma parte essencial desta Coroa, devendo ser exatamente como aquela que a Mãe de Deus mostrou à Irmã Amália, em Campinas, a 8 de abril de 1930.


A revelação da prodigiosa medalha de Nossa Senhora das Lágrimas e de Jesus Manietado

Na aparição do dia 8 de abril de 1930, a Santíssima Virgem pediu à Irmã Amália que mandasse cunhar uma medalha de Nossa Senhora das Lágrimas e de Jesus Manietado, e disse que essa mesma medalha devia ser muito divulgada para que o poder de Satanás no Mundo fosse vencido. Nossa Senhora ainda acrescentou que todos os fiéis que a trouxessem com amor e devoção obteriam inúmeras graças.

Por ordem da Santíssima Mãe de Deus, essa medalha traz cunhada na frente a imagem de Nossa Senhora das Lágrimas em atitude de entrega da Coroa das Lágrimas (exatamente como aconteceu na anterior aparição de 8 de março de 1930 à Irmã Amália) e rodeada pelas palavras: “Ó Virgem Dolorosíssima, as Vossas Lágrimas derrubaram o império infernal!”. No verso, traz cunhada a imagem de Jesus Manietado – ou seja, amarrado durante a Sua Dolorosa Paixão – e rodeada pelas palavras: “Por Vossa Mansidão Divina, ó Jesus Manietado, salvai o Mundo do erro que o ameaça!”.


Aprovação de D. Francisco

Trechos do prefácio de D. Francisco de Campos Barreto (foto), no livro Glórias e Poder de Nossa Senhora das Lágrimas, publicado em 1934:

Se todas as mães, com muita razão, choram ao perder seus entes queridos, como negar que Maria haja chorado ao ver o seu Jesus, tão maltratado, morrendo como um criminoso na Cruz! Se Jesus, como obra divina, estava feito para amar e sofrer mais que os outros homens, o mesmo diremos do coração maternal de Maria, criado e afinado nas suas dores e no seu amor.

É por isso que, dando a Maria o título de Nossa Senhora das Lágrimas, entendemos gravar, na coroa de seus grandes privilégios e de seus méritos sem fim, a mais preciosa jóia, como símbolo mais expressivo de sua dor e de seu amor por Jesus e pelos homens. Maria vendo Jesus morto e desprezado, chorou para merecer a conversão dos pecadores e lhes abrir as portas do céu.

A dor e o amor de Maria não podiam ser uma fantasia, mas, sim, uma grande realidade, por isso todos os homens devem bendizer as lágrimas daquela que melhor ouviu, guardou e praticou a Palavra de Deus. Eis porque, com toda razão, somos obrigados a reconhecer mais esse título glorioso, com que honramos a criatura mais perfeita e mais santa que saiu das mãos de Deus.

Nossa Senhora das Lágrimas quer dizer Mãe de Misericórdia, dos que gemem e choram, mãe amorosa que se compadece de todos que a Ela recorrem e que ainda hoje chora as loucuras dos pobres pecadores. Nossa Senhora das Lágrimas é ainda aquela mulher forte que soube aconselhar os discípulos, fortificando a Igreja nascente, dando ânimo e assistência aos apóstolos, para firmes na fé darem sua vida por Jesus.

Esse novo nome, significando as virtudes, os méritos e a compaixão de Maria, em união com os méritos e a paixão de Jesus, vem apenas confirmar a devoção a Nossa Senhora das Dores, já secular e aprovada na Igreja, da qual as Lágrimas são a sua máxima expressão.

Campinas, 20-2-34 + FRANCISCO, Bispo de Campinas


O sentido da invocação de Nossa Senhora das Lágrimas

Há diversas orações com aprovação eclesiástica que recorrem aos méritos das Lágrimas de Maria. Talvez a mais conhecida seja a novena da Medalha Milagrosa, na meditação do 2º dia.

O Papa São João Paulo II, ao consagrar em 1994 o Santuário de Nossa Senhora das Lágrimas em Siracusa, Itália (onde se deu um fenômeno de lacrimação de imagem de Nossa Senhora) proferiu este ensinamento catequético sobre o sentido dessa invocação mariana:

«Os relatos evangélicos não recordam o pranto da Virgem. Não escutamos seu choro nem na noite de Belém, quando chegou a hora de dar à luz ao Filho de Deus, nem no Gólgota, quando estava ao pé da cruz. Nem sequer sabemos de suas lágrimas de alegria, quando Cristo ressuscitou. Embora a Sagrada Escritura não faça alusão a esse fato, a instituição da fé fala em favor dele. Maria, que chora de tristeza ou de alegria, é a expressão da Igreja que se alegra na noite de Natal, sofre na Sexta-feira Santa ao pé da cruz e se alegra novamente na aurora da Ressurreição. Trata-se da Esposa do Cordeiro,… do livro do Apocalipse (cf. 21, 9).

Conhecemos algumas lágrimas de Maria pelas aparições com as quais Ela de vez em quando acompanha a Igreja em sua peregrinação pelos caminhos do mundo. Maria chora em La Salette, em meados do século passado(1), antes das aparições de Lourdes, em um período no qual o cristianismo na França enfrentava crescente hostilidade. Chora também aqui, em Siracusa, ao final da segunda guerra mundial(2). Pode-se compreender tal pranto precisamente no marco desses fatos trágicos: a imensa hecatombe causada pelo conflito, o extermínio dos filhos e filhas de Israel; e a ameaça para a Europa, vinda do leste, constituída pelo comunismo declaradamente ateu. Também nesse período chora a imagem da Virgem de Czestochowa, em Lublín: este é um fato pouco conhecido fora da Polônia(3). As lágrimas da Virgem pertencem à ordem dos sinais; testemunham a presença da Mãe Igreja no mundo. Uma mãe chora quando vê seus filhos ameaçados por algum mal, espiritual ou físico. (…) Hoje, aqui em Siracusa, posso dedicar o Santuário da Virgem das Lágrimas. (…) Santuário da Virgem das Lágrimas, nasceste para recordar à Igreja o pranto da Mãe. (…) Vinde aqui, entre estas paredes acolhedoras, os que estais oprimidos pela consciência do pecado e experimentai aqui a riqueza da misericórdia de Deus e de seu perdão. Guiem-vos até aqui as lágrimas da Mãe. São lágrimas de dor pelos que recusam o amor de Deus (…).

São lágrimas de oração: oração da Mãe que dá força a toda oração e se eleva suplicante também pelos que não rezam (…). São lágrimas de esperança, que abrandam a dureza dos corações e os abrem ao encontro com Cristo redentor (…). Virgem das Lágrimas, olhai com bondade materna a dor do mundo. Enxugai as lágrimas dos que sofrem, dos abandonados, dos desesperados, e das vítimas de toda violência.

Alcançai-nos a todos, lágrimas de arrependimento e vida nova, que abram os corações ao dom regenerador do amor de Deus. Alcançai-nos a todos lágrimas de alegria, depois de ter visto a profunda ternura de vosso coração.»

. . . . . . .

(1) “Século passado”: século 19, em 1846. (2) Nossa Senhora das Lágrimas de Siracusa: fenômeno da pequena imagem chorosa, em 1953. (3) Podemos incluir nesta lista os fatos associados à imagem chorosa de Akita, em 1973 no Japão, reconhecidos pela Igreja em 1988. No Brasil há também em Caraá,RS, um Santuário dedicado a Nossa Senhora das Lágrimas, cuja devoção está associada a uma imagem lacrimosa de um convento em Trevilho, Itália, em 1522.


 
 
 
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Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

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