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BISPO DO PARAGUAI MENTE EM NOTA AFIRMANDO QUE PADRE RODRIGO MARIA FOI DECLARADO CULPADO EM PROCESSO

Após a divulgação de uma nota ambígua no dia 20 de fevereiro, sobre a dispensa que Roma concedeu ao pedido feito pelo Padre Rodrigo Maria, que levou muitos a crerem e divulgarem que o padre havia sido “expulso” pelo Papa ou punido com a demissão clerical, o bispo do Paraguai surpreendeu a todos com uma nota onde pedia perdão em nome da Igreja às supostas vítimas e às suas famílias, onde dizia que o processo canônico contra o padre havia sido concluído e o mesmo condenado.

A mesma nota ainda incentiva as supostas vítimas a buscarem punição para o padre na justiça comum.

Ora, esclarecemos a quem o desejar que, de acordo com o Padre Rodrigo Maria e o muito respeitado canonista que atuou no processo canônico Dom Hugo Cavalcante OSB, que conteúdo da declaração do bispo é falso.

O bispo de Ciudad del Este faltou com a verdade ao afirmar que o processo havia sido concluído (o que realmente não aconteceu), uma vez que o pedido de dispensa por parte do sacerdote e a concessão do pedido por parte da Igreja paralisam e extinguem o processo, que por essa razão não foi concluído, não se chegando dessa forma a um veredito, favorável ou contrário.

Ao sugerir ao Padre Rodrigo Maria a renúncia, o bispo de Ciudad del Este, assegurou exatamente que o processo seria extinto assim como sua autoridade sobre o padre enquanto membro do Clero diocesano. A mesma coisa confirmou o canonista do bispo de Ciudad del Este.

O especialista em Direito canônico que atuou no processo feito conta o Padre Rodrigo Maria, Dom Hugo Cavalcante OSB, classificou a nota do bispo como “desprovida de verdade” e a atitude do prelado como “grave”.

Demostrando o óbvio, afirmou que o processo NÃO foi concluído, razão pela qual não se pode falar em condenado, muito menos em “vítimas”.

Dom Hugo Cavalcante conheceu bem o processo e também as acusações feitas contra o Padre Rodrigo Maria, e após minucioso estudo chegou à mesma conclusão que Roma havia chegado a respeito das denúncias contra o padre que para lá haviam sido enviadas, ou seja: que a acusação de abuso não tinha fundamento.

Dom Hugo demostrou isso de forma escrita e também oral diante do bispo de Ciudad del Este e de seus dois canonistas.

Como a excelente defesa feita por Dom Hugo Cavalcante foi completamente desconsidera pelo bispo, o mesmo aconselhou o padre a fazer a renúncia, uma vez que não havia sinal de boa vontade por parte da diocese, mas sim o ânimo de condenação, apesar do parecer de Roma favorável ao padre e das evidências contrário às acusações.

O bispo de Ciudad del Este faltou com a verdade e com a honestidade ao agir como agiu.

A Referida nota feita pelo ordinário de Ciudad del Este será, nos próximos dias, apresentada a Roma por Dom Hugo que solicitará providências.

Várias pessoas sérias que foram do Brasil e do Paragua que forami falar com o bispo de Ciudad del Este e testemunhar em favor do Padre Rodrigo Maria podem atestar os fatos narrados.

Além dessa flagrante impostura, também se verifica a má fé na forma como a nota da dispensa do Padre Rodrigo Maria foi publicada pela diocese de em sua página no Facebook. Ali, se faz economia de palavras, mas sobra malícia, pois dá a entender que a dispensa do padre foi uma decisão do Papa ou uma punição de Roma quando isso não é verdade.

O bispo em alto e bom tom havia dito, por ocasião da leitura para o Padre Rodrigo Maria da dispensa concedida por Roma, que seria publicado o seguinte comunicado:

“A diocese de Ciudad del Este informa que o presbítero Jean Rogers Rodrigo de Sousa pediu ao Papa Francisco a dispensa do estado clerical e que a mesma lhe foi concedida.”

Deixando claro que foi uma solicitação do padre atendida pela Igreja…

Entretanto o que efetivamente foi publicado levou muitas pessoas a pensarem que o padre havia sido punido com a demissão do estado clerical, fazendo com que jornais comunistas, como a “Folha de São Paulo” e outros, estampassem a notícia: “Papa expulsa padre acusado de abuso sexual contra freiras”.

O comunicado, maliciosamente ambíguo, do dia 20/02 e a nota do bispo do dia 21/02 deram a base e o incentivo à toda avalanche de calúnias e difamações que se precipitaram contra o padre Rodrigo Maria e contra a Igreja.

Foram essas declarações “desprovidas de verdade” e ambíguas que levaram ao erro muitas pessoas, sites, blogs e páginas católicas a se tornarem cúmplices e agentes da calúnia e da difamação.

Quem irá reparar esse estragado na imagem do padre e da Igreja?

Da comunista e anticristã “Folha de São Paulo” não se espera outra coisa do que o que fizeram, mas e dos sites, blogs e comunicadores ditos católicos que alimentaram e difundiram tudo isso?

Além da honestidade, faltou também muita prudência ao bispo de Ciudad del Este, uma vez que não existindo contra o padre Rodrigo Maria nenhuma condenação, processo ou denuncia ou qualquer prova concreta das falsas acusações, incentivou as supostas vítimas a buscarem na justiça do Estado a punição para o padre.

É falso afirmar que o Padre Rodrigo Maria só pediu a demissão do estado clerical porque sabia que iria ser condenado. Quem diz isso não sabe o que está dizendo…

É evidente que o parecer da diocese seria desfavorável, uma vez que estavam determinados a “cortar a cabeça” do padre de qualquer forma, mas o padre poderia recorrer a Santa Sé, e já tinha a seu favor um parecer de Roma que declarava sem fundamento as acusações de abuso contra ele ali enviadas.

A verdadeira razão de o padre pedir a dispensa do estado clerical foi para, por esse meio, ser liberado da autoridade do bispo daquela diocese de Ciudad del Este, que já o vinha restringindo e silenciando a vários anos e que continuaria isso por tempo indeterminado, para colocar-se debaixo da autoridade de um bispo de boa doutrina que o permitisse trabalhar.

Muitos se enganam com a ideia de que a palavra de um bispo é infalível, ignorando o fato de que em nosso tempo boa parte dos padres e bispos não possuem mais a fé católica, mas sucumbiram na apostasia. Não são capazes de ensinar a verdade, mas combatem a piedade, trabalhando para calar, denegrir e anular quem tem coragem de pregar a verdade e se preocupa com o bem e salvação das almas.

Muitos que julgaram e denegriram o padre Rodrigo Maria por causa das falsas afirmações, deveriam colocar a mão na consciência e se perguntar se agiram de uma forma agradável a Deus.

É curioso ver muitos conservadores e tradicionalistas discordarem e criticarem (com razão ou não) de muita coisa que boa parte dos bispos fazem ou dizem, mas nesse caso do padre Rodrigo Maria, tomam a palavra do bispo como se fosse uma sentença infalível e inquestionável.

A maior parte não se pergunta porque estas supostas vítimas não foram à polícia ou fizeram ao menos uma denúncia ou boletim de ocorrência se alegam terem sido agredidas… ou porque tais “supostos delitos” não se verificaram em nenhuma das paróquias onde o padre serviu durante vários anos, fato que é atestado documentalmente pelos bispos, padres, ex irmãos, ex irmãs, secretárias, cozinheiras e pessoas que viveram diariamente com o padre nas paróquias pelas quais passou… ou porque o bispo quis impedir o padre Rodrigo de abrir os processos na justiça do Estado para responsabilizar 10 dos indivíduos que o caluniaram publicamente…

São numerosas as perguntas que muitos não se fazem, mas repetem acusações seríssimas sem se certificar se são verdadeiras.

Devemos respeitar e obedecer a todas as autoridades da Igreja naquilo que lhes compete e no que estejam de acordo com a verdade ensinada pela Igreja.

Não é desobediência, nem falta de respeito discordar de uma autoridade se esta está fora da verdade ensinada por Cristo e sua Igreja.

É impressionante como pessoas e mídias se dizentes católicas, replicaram a falsa, irresponsável e destruidora matéria feita por uma repórter militante LGBT da “Folha de São Paulo”, citando seus números e falsos depoimentos, sem se atinarem para a ausência de provas em tudo que esta afirmava.

Essa história ainda não terminou. Aguardemos os desdobramentos.

Que Deus, Pai e autor da verdade guie a todos.

Equipe Templário de Maria

 
 
 

NOTA DE ESCLARECIMENTO SOBRE A ATUAL SITUAÇÃO DO PE. RODRIGO MARIA

Diante da repercussão da nova situação do Padre Rodrigo Maria convém esclarecer e comunicar alguns pontos.

01 – A fé do Padre Rodrigo Maria, sua pertença e seu serviço a Igreja Católica nunca estiveram em questão. O mesmo seguirá no serviço a Deus e a Santa Igreja de Cristo;

02 – A renúncia ao exercício do ministério sacerdotal e consequentemente ao estado clerical, nunca foram desejados ou queridos pelo Padre Rodrigo Maria que, porém, acolheu a orientação de seu bispo para poder voltar a servir a Igreja, fazendo o que qualquer leigo pode fazer, sem ser impedido por amarras e restrições;

03 – O Padre Rodrigo Maria não deixou o exercício do ministério sacerdotal por confusão ou crise vocacional, mas tão somente para poder voltar a servir a Igreja da forma que compreendeu ser a mais adequada no momento, uma vez que há quase cinco anos vinha passando por restrições na realização de seu trabalho (às vezes parcial, às vezes totalmente); situação que poderia se prolongar por tempo indeterminado;

04 – O Padre Rodrigo Maria nunca foi afastado, interditado ou suspenso por Roma no exercício do ministério sacerdotal. Todas as restrições ou impedimentos por ele sofridos, emanaram da autoridade diocesana. Porém, é útil esclarecer que não pesa sobre ele nenhum tipo de castigo ou censura por parte da Igreja, seja universal ou diocesana;

05 – As falsas acusações enviadas a Roma (Congregação para Doutrina da Fé), foram consideradas sem fundamento por esse órgão da Santa Sé que as examinou;

06 – Após o parecer de Roma (CDF), que não encontrou fundamento nas acusações enviadas aí contra o Padre Rodrigo Maria, o bispo diocesano resolveu fazer um processo local para averiguar as acusações que foram feitas. Hoje, o citado processo não existe mais e o Padre Rodrigo Maria não foi condenado em nenhum momento em decorrência do mesmo;

07 – Não existe na justiça comum nenhuma denúncia ou processo contra o Padre Rodrigo Maria, e o que havia a nível canônico, como já dito, foi extinto sem que houvesse qualquer condenação;

08 – Segue na Justiça comum do Brasil os processos que o Padre Rodrigo Maria está movendo contra 10 pessoas que o caluniaram e denegriram publicamente em redes sociais;

09 – O Padre Rodrigo Maria nunca recebeu nenhum salário durante todo o tempo que serviu em sua diocese no Paraguai, nem pediu ou recebeu da mesma qualquer tipo de ajuda financeira a título de auxílio para essa nova etapa de sua vida. Confiando na providência divina, com a graça de Deus e seu trabalho, procurará prover seu próprio sustento;

10 – O Padre Rodrigo, pretende utilizar o tempo que se seguirá para alcançar junto a Deus a graça de uma mais profunda conversão e purificação, retomando ao serviço de evangelização e formação da forma possível a seu estado;

11 – Fazendo eco ao ensinamento magisterial de sempre da Santa Igreja Católica, seguirá lutando pela sã doutrina, contra a mentalidade e prática revolucionária e pelo bem e salvação dos irmãos;

12 – O Padre Rodrigo Maria deixa expressa sua gratidão a Deus e ao povo a quem pôde servir como sacerdote durante 19 anos. E, ao mesmo tempo em que pede perdão a Deus e aos irmãos pelas muitas faltas e erros cometidos durante sua caminhada, suplica a todos a caridade da intercessão para que seja fiel a vontade de Deus nos passos que se seguirão;

Assim que, juntamente com seu orientador espiritual, o Padre Rodrigo Maria entender ser o tempo, falará pessoal e diretamente sobre os temas aqui tratados.

A página TEMPLÁRIO DE MARIA, assim como outras mídias, continuarão a postar as pregações, formações e artigos do Padre Rodrigo Maria.

Na consciência que a ordenação sacerdotal imprime caráter indelével tornando-o receptor das sagradas ordens “sacerdote eternamente, segundo a ordem de Melquisedeque”, segue, de nossa parte, o respeito, a gratidão e o compromisso de oração pelo Padre Rodrigo Maria.

Equipe TEMPLÁRIO DE MARIA

 
 
 

MOVIMENTO TRADICIONAL CATÓLICO E TRADICIONALISMO SECTÁRIO: Alguns critérios para distinguir um adepto da Tradição de um membro de seitas sectárias (radtrad)

1- Quem não aceita e não se submete ao Magistério da Igreja não é mais Católico, seja tradicionalista ou progressista, mas membro de uma seita, cujos adeptos deixaram a condição de filhos da Igreja para se arvorarem em juízes da mesma… exatamente o que fez Lutero, Leonardo Boff e Cia;

2- Há movimentos tradicionais que são totalmente católicos, pois respeitam e aceitam a autoridade do Magistério, razão pela qual embora prefiram a missa Tridentina, não renegam a validade, nem a sacralidade da Missa Nova; embora tenham críticas ao Concílio ou à falta de precisão em algumas partes de seu texto, não dizem que em si seja algo mal, mas o reconhecem como 21° Concílio Ecumênico promulgado de modo válido pela autoridade da Igreja;

3- Reconhecer a validade ou bondade do Concílio Vaticano II, não significa aprovar ou concordar com as falsas interpretações e a revolucionária aplicação do mesmo que se seguiu no período pós conciliar o que muito contribuiu para mergulhar a Igreja nessa profunda apostasia que hoje presenciamos, mas significa tão somente reconhecer que o Concílio e seu texto PODE e DEVE ser interpretado dentro da contínua Tradição da Igreja, de modo que, qualquer interpretação que fuja disso, deixa de ser Católica;

O Concílio Vaticano II não é dogmático.

Embora possua Constituições Dogmáticas, o mesmo se declarou Pastoral, sendo assim passível de equívocos e portanto de críticas construtivas, conforme a palavra de Bento XVI. O fato de ser criticável, especialmente em alguns pontos ambíguos de seu texto e em algumas análises que eram circunstânciais e sobretudo em sua posterior aplicação prática, não tira sua sacralidade e sua catolicidade, pois existe uma interpretação correta para o texto dentro da Tradição contínua da Igreja.

Há um modo correto e Católico de se ler o texto conciliar. Isso se chama “Hermenêutica da Continuidade”.

É desonesto tomar uma falsa interpretação do Concílio dada pelos modernistas adeptos da hermenêutica da descontinuidade e atribuí-la a Igreja acusando-a de promover o erro através do Concílio, quando na verdade aquela NÃO é a interpretação da Igreja, nem foi a intenção dos padres conciliares em sua grande maioria.

Foi contra essa falsa interpretação e contra a injusta crítica que Bento XVI tantas vezes falou.

Portanto quando a Igreja afirma que a rejeição da autoridade da Igreja te faz deixar de ser católico é a isso que se refere.

O que todos nós devemos aceitar do Concílio é o que o Igreja ensinou e não a caricatura que progressistas e/ou tradicionalistas sectários apresentam.

-Não é verdade que o Concílio defenda o Ecumenismo relativista, essa é a errônea interpretação dos progressistas e também dos tradicionalistas sectários;

O Concílio NÃO relativiza a verdade de que a Igreja Católica é a única fundada por Nosso Senhor… O eterno “Extra Eclésia nula Salus”, ao contrário reafirmam os detratores, está afirmado com todas as letras na Constituição Dogmática Lumen Gentium que ensina que os que sabendo que essa é a verdadeira Igreja de Cristo, nela não entrarem ou nela não perseverarem não poderão se salvar;

Os padres conciliares ao falarem da “liberdade religiosa” tinham em mente a Igreja que estava privada de se manifestar e estava sendo perseguida em Estados totalitários comunistas, não a aprovação da ideia de que o Estado tem que reconhecer todo e qualquer culto;

E assim vai…

Portanto uma coisa foi o que os padres conciliares quiseram dizer e a Igreja aprovou e outra foi a interpretação que foi dada posteriormente e que, infelizmente acabou prevalecendo na maioria dos lugares…

O único remédio para que isso não acontecesse seria a Hermenêutica da Continuidade, a interpretação do Concílio dentro da doutrina católica de sempre. Mas como se sabe essa corrente não prevaleceu..

É falso dizer que a disciplina atual e também a Missa Nova se basearam em uma “areia movediça”. O que a Igreja sempre acreditou continuou sendo a mesmíssima coisa, com mudanças apenas no que é acidental.

Mas não seria o Concílio passivo de ser rejeitado devido os vários pontos dúbios de seu texto? Evidentemente que NÃO, pois como já foi dito, a falsa interpretação nunca foi a doutrina da Igreja, mas a de seus traidores ou detratores.

Se queremos ajudar deveríamos fazer ver que, após o Concílio, a interpretação que a maior parte dos padres e bispos deram ao texto do Concílio foi falsa, não correspondendo a intenção da Igreja e da maior parte dos padres conciliares.

Não se pode negar essa fraqueza do texto que é ambíguo em muitos pontos e não claro em outros, se prestando a confusões e falsas interpretações, razão pela qual é tão criticável. Mas por outro lado não podemos absorver a falsa interpretação e rejeitar o Concílio como um todo por conta disso, pois nesse caso, o que entra em questão, mais do que o texto em si, é a autoridade da Igreja que o aprovou, de modo que rejeita-la é deixar de ser católico.

4- Reconhecer a validade e a sacralidade da Missa Nova, também não significa ignorar a infiltração maçônica ou a presença de protestantes na qualidade de observadores na Comissão de elaboração do Novus Ordo, mas significa não ignorar que também havia ali homens doutos e santos e que a Igreja ao aprovar e instituir o Novus Ordo não o fez convalidando qualquer intenção maligna ou herética de seus inimigos; significa enfim, o reconhecimento que a Igreja estabeleceu um rito, que é também, o oferecimento do verdadeiro Sacrifício do Calvário. O fato de se admitir, e mesmo lutar, para que este possa ser revisto afim de se modificar algumas partes para significar ou explicitar melhor a percepção do Sacrifício, em nada muda a verdade de que a Missa Nova é também o Santo Sacrifício do Altar;

5- Quem não aceita a autoridade da Igreja que promulgou o Concílio e estabeleceu o Novus Ordo, não é mais Católico. Se negamos a sacralidade ou a validade de um rito instituído pela Igreja (seja o Antigo, o Novo ou qualquer outro), rejeitamos a autoridade que estabeleceu todos os ritos, caindo um exclusivismo sectário que não é Católico.

Evidente que aqui não nos referimos aos preferem ir a Missa Tridentina, ainda que apenas a essa, mas não desprezam o Novus Ordo, nem o têm em conta de inválido ou herético, mas o reconhece como um dos muitos ritos estabelecidos pela Santa Igreja.

O problema não são as críticas, das quais a Missa Nova (mas não apenas este Rito) é passível, mas na rejeição de sua validade ou sacralidade, assim como a não aceitação de que a Igreja tem autoridade para criar ou modificar ritos…

Se o Novus Ordo fosse ruim o Papa Bento XVI não o celebraria, assim como outros homens íntegros na fé como Cardeal Robert Sarah, Cardeal Burke, Cardeal Carlo Cafarra, Dom Atanasius Schneider e tantos outros… ou eles não celebram a Missa Nova?

Há cite a Bula “Quo Primum” de São Pio V para dizer que ali foi determinado que o Rito Tridentino era irretocável in eternum…

Ignoram esses que um Rito não é um dogma de fé e que o Papa tem poder não apenas de ligar, mas também de desligar, razão pela qual o próprio Concílio de Trento afirma que somente a Igreja tem autoridade para estabelecer um rito.

Antes de Paulo VI, o grande Papa São Pio X já havia modificado o Rito Tridentino, ainda que muito pouco, assim como João XXIII, pois a Igreja tem autoridade para tal… se isso foi o melhor ou não é outra discussão…

6- Os tradicionalistas sectários que só aceitam a missa Tridentina, não são católicos, pois caíram na “ritolatria”… adoram um rito e não a Jesus Cristo que em todos os ritos aprovados pela Igreja se faz presente;

7- A característica mais evidente das seitas, sejam elas quais forem, é o fechamento em si mesmas e o desprezo a todos os que são diferentes, ainda que legitimamente diferentes. Desprezam a autoridade estabelecida e seguem determinados “gurus” que se tornam para os membros da dita seita mais infalíveis que o Sagrado Magistério…

Ora, a coisa mais absurda nas seitas tradicionalistas é o fato de desprezarem a autoridade da Igreja e mesmo a Lei de Deus, para seguirem seus próprios preceitos…

Esses indivíduos(as) têm convencido muitas pessoas, especialmente jovens mal formados na fé da Igreja, a deixarem de observar o preceito dominical a pretexto de que a Missa Nova não é válida ou é herética… Tenho visto muitas pessoas ficarem sem Confissão e sem a S.S. Eucaristia por causa da irresponsável orientação dos membros dessas seitas. Muitos desses têm vivido em pecado mortal porque não se confessam com “padres modernistas” (ou seja, qualquer um que celebre a missa Nova), permanecendo no perigo de assim morrerem e irem para o quinto dos infernos por conta dessa estupidez…

Outros têm se crismado de novo, alegando que a Crisma no Novus Ordo não é válida…

Quanta loucura!!!

Os líderes dessas seitas e todos quantos têm afastado as pessoas da graça de Deus e da unidade com a Santa Igreja, por conta dessas falsas ideias, terão que responder perante Deus pelos que arrastaram para a desgraça a pretexto de “guardar a pureza da ortodoxia”.

8- Os membros das seitas utilizam-se frequentemente de mentiras, falsificações, distorções e de muitas outras fraudes para arregimentar e convencer seus adeptos.

Nesse quesito são exatamente iguais ou piores do que muitos grupos protestantes: observam os muitos erros e abusos que acontecem e colocam tudo na conta da Igreja, como se a mesma concordasse ou promovesse os abusos e heresias vigentes…

Entre eles há sempre essa desonestidade intelectual.

Há também os idiotas úteis que repetem, como papagaios os mesmos erros, porém com boa vontade, uma vez que foram convencidos por algum membro da seita de que aquela falsa doutrina é a verdade;

9- Não é rejeitando a autoridade do Magistério da Igreja que iremos resolver a situação caótica na qual nos encontramos.

Somente os santos colaboram para uma verdadeira restauração da Igreja… basta ver a história para comprová-lo… porém, JAMAIS HOUVE UM GRANDE HOMEM OU MULHER QUE TENHA SE SANTIFICADO FORA DA IGREJA.

Aconteça o que acontecer devemos estar na Igreja, nela sofrer e por ela lutar.

Quem não aceita a autoridade da Igreja, se coloca fora da mesma… não é possível ajudar a salvar a Igreja estando fora dela.

10- Membros de seitas tradicionalistas estão entrando nas redes sociais em grupos católicos, especialmente de consagrados a Nossa Senhora, para disseminarem essa ideias errôneas e conquistar novos adeptos; *assim fazem pelo fato de que, normalmente os consagrados são pessoas que amam a Tradição: O latim, o véu, a modéstia, a missa corretamente celebrada (seja Tridentina ou Nova), que aliás, é algo da Igreja e não propriedade de seitas tradicionalistas. Entretanto a grande maioria destes consagrados não têm suficiente formação para compreender a problemática atual na qual se encontra a Igreja, de modo que são facilmente envolvidos e confundidos pelos membros das seitas.

Toda essa situação tem sido bem aproveitada pelo diabo para prejudicar a tão necessária difusão da Total Consagração, uma vez que algumas pessoas consagradas, assumindo as falsas ideias de seitas tradicionalistas começam a atacar a Igreja, a rejeitar a Missa Nova e o Concílio Vaticano II, a faltarem a missa por e rejeitarem os demais sacramentos celebrados no Novus Ordo considerando-os como heréticos ou inválidos, fornecendo assim muita munição para os padres e bispos progressistas rejeitarem e atacarem (ainda que seja imoral e desonesto) coisas tão santas e agradáveis a Deus a pretexto de combaterem os “abusos”…

Por essa razão os membros dessas seitas devem ser identificados e expurgados de todos os grupos verdadeiramente católicos, pois não estão ali para aprender ou compartilhar a fé da Igreja como a Igreja o entende, mas para promover suas teses, ganharem adeptos e causarem confusão e divisão diabólicas;

11- Os membros de seitas tradicionalistas são hoje um dos principais obstáculos para um retorno mais forte à Tradição, pois põe abaixo o princípio da unidade, bem como do respeito a autoridade estabelecida.

E quando falo aqui sobre respeito, unidade e obediência, me refiro a forma como a Igreja o entende, ou seja, devemos seguir e obedecer as autoridades desde que estas estejam mandando conforme a Igreja; pois não se deve seguir ou obedecer uma autoridade naquilo que esta não esteja de acordo com a doutrina de sempre ensinada pelo Magistério da Igreja ou quando manda algo que não seja de sua competência… Mas, se a autoridade manda conforme a Igreja, então devemos obedecer.

Os membros das seitas não reconhecem, nem obedecem ao Magistério da Igreja.

12- Quem são os membros das seitas a que me refiro? Onde estão ou quais os nomes de seus grupos?

São todos aqueles que se enquadram no que acima foi descrito, independentemente de grupos ou movimentos.

Templário de Maria


 
 
 
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