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Católicos denunciam, através das redes sociais, a perseguição religiosa de um prefeito no interior do estado de São Paulo.

O Prefeito da cidade de Anhumas – SP, Adailton Menossi, se uniu ao governador João Dória e seu decreto no Estado de São Paulo, para perseguir a Santa Igreja Católica e proibir que os católicos rezem o Santo Rosário nas ruas!

O prefeito ameaçou os católicos que, caso ousem fazê-lo, deverão sofrer as consequências de tal “ousadia”. Veja a notificação:

Leia a denúncia publicada através das redes sociais: “O prefeito da cidade de Anhumas, interior de SP, Adailton Menossi, se acha superior a constituição deste país, talvez inspirados nas víboras anti-catolicas do STF, para querer PROIBIR os fiéis Católicos de Anhumas de rezarem o ROSÁRIO em praça PÚBLICA!

Sim, é exatamente isso que vocês leram. O prefeito de Anhumas, Adailton Menossi, quer proibir os fiéis de rezarem o Rosário em praça pública. Eu pergunto ao prefeito: vai fechar os mercados também? Está tendo distanciamento social dentro dos ônibus? Se os fiéis forem rezar dentro de algum ônibus, ELES NÃO PODERÃO também???

Além de fechar as Igrejas, agora os católicos não podem nem mesmo professar a sua fé em público! É um absurdo tal decisão injusta! É um insulto a fé Católica! É um insulto a Nossa Senhora!

Aqui em São Paulo, como todos vocês bem sabem, já fizemos DIVERSOS Rosários e PROCISSÕES públicas, na AVENIDA PAULISTA, e não sofremos nenhuma intimação por ninguém. E sabemos que, segundo a mídia, São Paulo é o centro da Pandemia atualmente.

Ninguém pode ser impedido de REZAR na rua, ainda que seja sozinho ou com mais 5 ou 30 pessoas! A praça tem espaço suficiente para cada um ficar distante. E o Rosário não terá a participação de 1000 pessoas para que seja notificado a polícia ou ao corpo de bombeiros, quem dera fosse com mais de mil!

Nós repudiamos essa nojenta intimação! Nenhum rosário público será cancelado, nem em Anhumas e nem na Avenida Paulista (que será realizado no próximo domingo)

Nem o sr. Adailton e nem o sr. João Dória tem o poder e nem o direito de proibir qualquer fiel Católico de rezar publicamente!

Peço o auxílio de todos vocês Católicos para este caso! O jovem e corajoso @felipe.capua , que está convidando os católicos para este Rosário público, não deve sofrer essas ameaças injustas!

Torno a perguntar: o senhor prefeito proibirá estes católicos de rezarem dentro de algum mercado ou dentro do ônibus??? Católicos de Anhumas, não votem em quem se coloca contra a Igreja de Cristo!

O prefeito é um SERVIDOR de vocês, e não o vosso dono!!”

O Sangue dos mártires é Semente dos Novos Cristãos” – Tertuliano

 
 
 

Em um texto compartilhado via rede social, o padre Zezinho acusa de fanatismo aqueles que consideram que a Santa Missa essencial, mesmo em meio a pandemia.

Eis o que ele escreveu:

“Não sou tão avançado a ponto de dizer que não precisamos de templos para ir lá orar. Acho que templos ajudam muito as comunidades a viver referências de unidade! Mas também não sou ultrapassado a ponto de achar que não se pode regular a frequência ao templo, quando há uma perigosíssima epidemia grassando no nosso país. Sabendo usar velas não haverá incêndios. Sabendo usar a fé não haverá fanatismo. Sabendo usar a pertença a uma igreja não haverá aglomeração na hora de orar!” Leia também STF decide que a Missa não é um direito essencial na pandemia

O padre prosseguiu:

“Creio em templos de portas abertas durante o dia. Creio em igrejas que entendem que não é hora de celebrar com o risco de aglomerar. Creio em crentes que sabem se comportar nos templos. Eu ainda preciso de missa e de celebração. E, quando não houver mais perigo de contágio, estarei incentivando a ida ao templo para celebrar nossa fé na Eucaristia”. Leia também Eucaristia: um direito, antes que um dever

 
 
 

Às vésperas da Semana Santa, um corajoso sacerdote de Cuiabá (MT) tomou a iniciativa de procurar o governador para lhe explicar as celebrações destes dias na Igreja Católica e, assim, pedir que flexibilize o horário de recolhimento estabelecido pelo estado.

Padre Evandro Balena, que colabora na Paróquia Nossa Senhora da Guia, contou que decidiu conversar com o governador mauro Mendes após ouvir a preocupação de fiéis quanto à realização das celebrações desta semana que é o centro da vida da Igreja.

No Mato Grosso, decreto estadual determinou um limite de funcionamento de alguns setores, entre os quais as igrejas, de segunda a sexta-feira, das 5h às 19h, e sábado e domingo, das 5h às 12h. Além disso, há o toque de recolher estabelecido para 21h.

“Diante das diversas manifestações e desejos que tanto vemos pela internet, que ouvimos neste final de semana do povo de Deus, sobre como vai ser a Semana Santa, e diante da possibilidade de engessar mais ainda o decreto, a gente se pergunta como é que podemos deixar Deus de escanteio nessa hora, então precisamos esclarecer”, declarou o sacerdote ao site ‘Araguaia Notícias’. Leia também Bispo orienta a “desobedecer à lei” para assistir à missa

Pe. Balena indicou que “tanto o governador como os assessores são bons cristãos, mas não necessariamente conhecem o rito da Igreja e os porquês de cada coisa”. Por isso, afirmou, “tomei iniciativa de vir pessoalmente explicar para o governador o rito da Igreja, da Semana Santa”.

O sacerdote explicou que algumas celebrações devem ocorrer no período da noite. “Principalmente na Quinta-feira Santa, por exemplo, a Missa ‘In Coena Domini’, que é a Missa da Ceia do Senhor, não pode ser celebrada de dia, só pode ser celebrada depois do pôr do sol”, indicou.

Recordou também que “a grande celebração da Ressurreição é no sábado à noite [Vigília Pascal], é a vigília das vigílias que costumamos falar. Então ela também não pode ser celebrada de dia, precisa ser celebrada só depois do pôr do sol”.

Para o sacerdote, tais celebrações são “algo que nós não podemos abrir mão” e, por isso, é preciso negociar. Pe. Balena, então, sugeriu que o horário “fosse mais flexível” e que o fechamento das igrejas e o recolhimento das pessoas fosse a partir das 22h.

Além disso, o padre assinalou que as igrejas estão seguindo todas as orientações de segurança contra o coronavírus “com bastante rigor”. “A gente diminuiu praticamente 50% dos bancos, com distanciamento entre as pessoas, uso de álcool gel, sanitização e medição de temperatura na porta da igreja, estamos cumprindo o papel com bastante zelo, mas não só o papel de cuidar ali, mas de informar também, que é muito importante”, completou.

 
 
 
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