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O que ensina a Igreja a respeito da chamada “confissão comunitária”? É lícita essa prática? Se sim, em quais casos pode ser aplicada? É provável que você já tenha ouvido falar – ou mesmo passado por essa experiência – de alguém que foi buscar a confissão em alguma paróquia e, para sua surpresa, não tenha encontrado a celebração ordinária do sacramento da penitência (com a confissão auricular e absolvição individual); senão, uma celebração comunitária com absolvição coletiva. O que dizer sobre isso?

A atual legislação canônica, mais precisamente o cânon 960 do Código de Direito Canônico, destaca expressamente que a confissão individual e íntegra e a absolvição constituem o único modo ordinário, com o qual o fiel, consciente de pecado grave, reconcilia-se com Deus e com a Igreja.

Isso quer dizer que modo o único modo de conseguir a absolvição dos pecados mortais é a confissão individual com o sacerdote. Como vamos ver abaixo, a confissão comunitária só é permitida em casos muito raros, principalmente quando há risco de morte, como por exemplo, um avião caindo, um barco afundando, ou uma guerra. Mesmo assim, para que haja validade, o penitente precisará ir, assim que possível, confessar-se individualmente com o sacerdote, quando não houver mais o risco de morte.

Infelizmente, com a ascensão da teologia da libertação, a prática da Confissão Comunitária tornou-se muito popular ao ponto que em muitos lugares passou a integrar o próprio calendário paroquial, fazendo assim que muitos fiéis sejam absolvidos invalidamente e continuem em pecado mortal, cometendo gravíssimo sacrilégio ao receberem a Santíssima Eucaristia.

Para a tristeza de nós católicos, os confessionários foram abolidos de nossas igrejas. Leia o que ensina a Santa Igreja e em seguida assista a aula do Padre Paulo Ricado.

Casos em que é possível fazer confissão comunitária?

A absolvição dada, ao mesmo tempo, a vários penitentes, sem a prévia confissão individual, constitui uma forma excepcional da administração do sacramento da penitência, que só pode ser empregada quando (cf. c. 961):

Perigo de morte iminente

1) Haja iminente perigo de morte e não haja tempo para que o sacerdote ou os sacerdotes ouçam a confissão de cada um dos penitentes.

Não há número suficiente de confessores

2) Haja grave necessidade, isto é, quando, por causa do número de penitentes, não há número suficiente de confessores para ouvirem as confissões de cada um, dentro de um espaço de tempo razoável, de tal modo que os penitentes, sem culpa própria, seriam forçados a ficar muito tempo (mais de um mês) sem a graça sacramental ou sem a sagrada comunhão.

Permitido em situações objetivamente extraordinárias

O juízo para saber se, em determinado caso concreto, ocorre o que está prescrito no segundo item citado acima, não compete ao confessor, mas ao bispo diocesano, que só pode permitir a absolvição geral em situações objetivamente extraordinárias (cf. Motu Proprio Misericordia Dei, 4), previamente e por escrito. Não se considera, porém, necessidade suficiente quando não é possível ter os confessores necessários só pelo fato de grande concurso de penitentes, como pode acontecer numa grande festividade ou numa peregrinação (cfr. c. 961 §1, 2º).

A absolvição geral coletiva, também conhecida como confissão comunitária, nos casos excepcionais previstos, deve ser precedida de uma adequada catequese que explique aos fiéis as condições para a sua validade, deixando claro que aqueles que recebem a absolvição coletiva deverão – para que o sacramento seja válido –, confessar, em tempo devido, individualmente, todos os pecados graves que, naquele momento, não puderam confessar e que devem receber a absolvição individual antes de receberem uma nova absolvição geral.

Não é demais lembrar que todo aquele que, em razão do ofício, tem cura de almas, por exemplo o pároco, está obrigado a providenciar que sejam ouvidas as confissões dos fiéis que lhe estão confiados e que, de modo razoável, peçam para se confessar, a fim de que aos mesmos se ofereça a oportunidade de se confessarem individualmente em dias e horas que lhes sejam convenientes (cfr. c. 986 §1).

Assista a aula do Padre Paulo Ricardo:


 
 
 

Os católicos devem se confessar no mínimo uma vez por ano, conforme manda a Santa Igreja, porém a recomendação é que seja feita com frequência, ou seja, uma vez por mês. A Confissão não pode ser encarada como uma obrigação, e sim uma oportunidade de receber a misericórdia de Deus.

A CONFISSÃO

O Sacramento da Confissão está todo na parábola do Filho Pródigo (Lc 15,11-24). O pecado, o arrependimento, o perdão: o homem peca, o pecador se arrepende, Deus perdoa. São 3 realidades enlaçadas pela misericórdia de Deus.

A confissão é o remédio do pecado, é o conforto do pecador, é o abraço de Deus ao filho que volta. Não tem sacramento mais humano, porque segue o homem e o ampara nas fraquezas e misérias de cada dia, apresentando-lhe o paterno vulto de Deus, que é feliz em perdoar os filhos, porque os quer salvar: “Não quero a morte do pecador, mas que ele se converta de sua conduta e viva” (Ez 33,11).

A quem perdoares…

O perdão dos pecados nos vem de Deus, mas só através dos seus ministros sobre a Terra: os Sacerdotes. A eles Jesus deixou o seu mandato: “A quem perdoardes os pecados, serão perdoados; e a quem não perdoardes os pecados, não os serão”. (Jo 20,33). Quantas vezes? Sempre que eles sejam dispostos. Nenhum limite a misericórdia de Deus (cf. Mt 18,22). “A misericórdia divina é tão grande que nenhuma palavra a pode exprimir e nenhum pensamento a pode conceber” (S. João Crisóstomo). S. Isidoro afirmou que “não existe delito tão grande que não possa ser perdoado na confissão”.

Seja glorificado, Deus, em sua infinita misericórdia! O que dizer da alegria de Maria quando nos aproximamos deste sacramento? Ela mesma, toda esplêndida de candor e Graça, a Imaculada, não pode senão amar imensamente este Sacramento que anula o pecado e faz brilhar as almas dos seus filhos. Certamente toda confissão é uma Graça da Maternidade de Maria, que quer ver as almas dos seus filhos semelhantes a Ela para a alegria de Jesus.

Minha Nossa Senhora, basta!

A Beata Ângela de Foligno, quando jovem, tinha se confessado mal, não contou alguns pecados por vergonha. Arrastou-se assim por algum tempo, vivendo entre cruéis remorsos, perturbações e infelicidades. Um dia, sacudiu-se: jogou-se aos pés de uma imagem de Maria e lhe suplicou aos soluços: “Minha Nossa Senhora, basta! Eu não quero mais viver assim! Hoje mesmo direi tudo ao meu confessor”. E teve a graça de fazê-lo. Era hora! Teve, depois, uma vida de penitência tremenda que a ajudou potentemente a transformar-se ate o vértice das mais altas experiências místicas.

Nunca duvidemos e não hesitemos em recorrer a Maria para obter a graça da Confissão. “A boa confissão é a base da perfeição”. (S. Vicente de Paulo) Da confissão se parte e se reparte para as mais altas empresas do espírito e vice- versa. A diminuição e a ausência de confissão fazem caminhar para trás através da estrada larga e cômoda que leva à perdição. (cf. Mt 7,13).

Se te acusas, Deus te desculpa

Parece incrível, mas são muitos os cristãos que não apreciam e fogem do Sacramento da Confissão. Só teriam a ganhar, mas ao invés, nem se dão conta disso. Tão prontos para ir ao médico pelo menor mal-estar do corpo, descuidam-se, porém, da saúde da própria alma como se fosse um pano de chão. Talvez ignorem os grandes benefícios do sacramento, ou o consideram só no seu aspecto mais penal: a acusação das próprias misérias. É necessário considerar os grandes frutos positivos que a Confissão nos dá.

Na vida de S. Antônio de Pádua se conta que um dia um grande pecador foi confessar-se com o Santo, depois de ter ouvido um sermão seu. O arrependimento do pecador era tão vivo que lhe impediu de falar pelos contínuos soluços. S. Antonio então lhe disse: “Vai, filho, escreve teus pecados e depois volta”. O penitente foi, escreveu os pecados em uma página, voltou ao Santo e leu a lista das culpas. Qual não foi a surpresa, ao fim da leitura, deu-se conta que a página tinha voltado a ser branca, sem um traço de escrita. Eis o símbolo da alma que volta pura da confissão.

Diz S. Agostinho: “Quando o homem descobre as suas falhas, Deus as vigia; quando as esconde, Deus as descobre; quando as reconhece, Deus as esquece.” Ainda mais eficaz é S. Francisco de Assis com esta breve frase: “Se tu te desculpas, Deus te acusa; se tu te acusas, Deus te desculpa.” Pelo resto, continua S. Agostinho: “é preferível suportar uma ligeira confusão a um só homem que ver-se coberto de vergonha junto a inumeráveis testemunhas, no dia do Juízo”. Era isto que também Pe. Pio dizia aos seus penitentes. E é assim.

Os três quadros

Por isto S. Carlos Borromeu, antes de confessar-se, parava para meditar sobre 3 quadros que tinha mandado pôr na sua Capelinha.

O 1º representava o Inferno com os seus danados maltratados horrivelmente: isto servia para inspirar salutar temor.

O 2º representava o Paraíso com os Bem-aventurados extasiados de alegria: isto lhe dava uma carga de empenho para evitar o pecado e não perder o Paraíso.

O 3º representava o Calvário com Jesus crucificado e Nossa Senhora das Dores: isto lhe enchia o coração de dor vivíssima pelos sofrimentos causados a Jesus e a Maria com os pecados, convidando-o ao mais firme propósito de fidelidade e de amor.

Confessar-se assim significa não só purificar-se das culpas, mas enriquecer-se e crescer cada vez mais na vida da graça. E pensar que S. Carlos Borromeu confessava-se todos os dias…

Com que frequência devemos nos confessar?

Uma das perguntas mais comuns feitas pelos católicos é: “Com que frequência devemos nos confessar?”

Um dos mandamentos da Igreja, exige que a confissão seja feita no mínimo uma vez por ano. Esse requisito está vinculado à recepção da Santa Comunhão, como explica o Código de Direito Canônico (CDC) e o Catecismo da Igreja Católica (CIC).

Cânon 989 do CDC: “Todo fiel, depois de te chegado à idade da discrição, é obrigado a confessar fielmente seus pecados graves, pelo menos uma vez por ano.”

Parágrafo 2042 do CIC: “Confessar-se ao menos uma vez em cada ano assegura a preparação para a Eucaristia, mediante a recepção do sacramento da Reconciliação que continua a obra de conversão e perdão do Batismo”

O Catecismo explica ainda que, para receber adequadamente a Santa Comunhão, é preciso sempre confessar pecados graves com antecedência:

“O Senhor dirige-nos um convite insistente a que O recebamos no sacramento da Eucaristia: «Em verdade, em verdade vos digo: se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós» (Jo 6, 53). Para responder a este convite, devemos preparar-nos para este momento tão grande e santo. São Paulo exorta a um exame de consciência: «Quem comer o pão ou beber do cálice do Senhor indignamente será réu do corpo e do sangue do Senhor. Examine-se, pois, cada qual a si mesmo e então coma desse pão e beba deste cálice; pois quem come e bebe, sem discernir o corpo do Senhor, come e bebe a própria condenação» (1Cor 11, 27-29). Aquele que tiver consciência dum pecado grave deve receber o sacramento da Reconciliação antes de se aproximar da Comunhão” (CIC 1384,1385).

O Código de Direito Canônico especifica ainda mais:

Quem está consciente de pecado grave não celebre a missa nem comungue o Corpo Senhor, sem fazer antes a confissão sacramental, a não ser que exista causa grave e não haja oportunidade para se confessar; nesse caso, porém, lembre-se que é obrigado a fazer um ato de contrição perfeita, que inclui o propósito de se confessar quanto antes.” (CDC 916)

Basicamente, é necessário que você se confesse uma vez por ano, se você pretende receber a Comunhão uma vez por ano. Por outro lado, se você deseja receber a Comunhão semanal ou diariamente, precisará confessar com maior frequência, e principalmente quando estiver “consciente de um pecado grave”, nestes casos é preciso buscar a confissão imediatamente. É importante recordar que apenas um pecado grave (não confessado) é suficiente para uma pessoas receber a condenação eterna.

Recomenda-se, embora não seja obrigatório, confessar também os pecados veniais; essa é frequentemente a razão pela qual os católicos vão confessar semanalmente ou mensalmente.

São Pio de Pietrelcina dizia que não entendia como alguém conseguia se manter longe dos confessionários por mais de uma semana!

Afinal, a Confissão é um belo sacramento da misericórdia de Deus e não deve ser encarada como uma “obrigação”, mas como uma “oportunidade” para receber o amor de Deus. Isso nos dá a capacidade de reparar nosso relacionamento com Deus e com a Igreja, abrindo-nos para uma chuva da graça de Deus.

Confessar-se todas as semanas

Se cada confissão é um tesouro de graça porque lava a minha alma no Sangue de Jesus, purificando-a “das obras de morte” (Hb 9,14) é claro que precisamos aproveitar com grande interesse e frequência! De quando em quando confessar-se? A norma áurea da vida cristã é a Confissão semanal.

Muitos santos, é verdade, confessavam-se mais vezes por semana, e até todo os dias: S. Tomás de Aquino, S. Vicente Ferrer, S. Francisco de Sales, S. Pio X… Mas se nós não somos capazes de tanto, não devemos porém, fazer passar a semana sem nos lavar santamente no Sangue de Jesus. Como era pontual à Confissão ao menos semanal, para S. Maximiliano Maria Kolbe.

Proponhamo-nos seriamente nós também esta norma, respeitando-a fielmente: cada confissão é uma Graça de Maria, Mãe de Misericórdia. E se Ela em Lourdes e em Fátima recomendou tanto a Penitência, lembremo-nos que a maior e mais salutar penitência é aquela sacramental: a Confissão frequente. Sobretudo, porém, devemos confessar-nos o mais depressa quando cometermos pecado mortal. Não nos contentemos do Ato de Dor e nunca fazer a Comunhão sem nos termos confessado, porque faríamos só um sacrilégio horrendo: “se recebe a própria condenação”, grita S. Paulo (I Cor 11,29). E seria mesmo uma loucura fazer um sacrilégio tendo à disposição o Sacramento da Misericórdia. Maria nunca o permita.

Devemos confessar porque amamos a Deus, não porque “precisamos”, embora os requisitos existam para nos conduzir pelo caminho da vida eterna.

Para fazer uma boa confissão é preciso seguir 5 passos: a) Exame de Consciência bem feito b) Arrependimento sincero dos pecados cometidos c) Propósito de nunca mais pecar d) Confissão individual com o sacerdote e) Satisfação (isto é, execução da penitência)

Para aqueles que desejarem se aprofundar mais e queiram aprender sobre os pecados graves mais frequentes… recomendamos o curso gratuito sobre os 10 mandamentos da lei de Deus. Vale muito a pena! Dentro do curso também tem um ótimo exame de consciência que nos ajuda a tomar consciência de muitas atitudes que ofendem a Deus gravemente, mas que muitas vezes achamos que são coisas normais:

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As quarentenas impostas em muitos países para deter a pandemia de coronavírus, leva a situações de grande limitação no acesso aos sacramentos. Muitos se perguntam o que pode ser feito diante da impossibilidade de confessar. Um bispo responde a essa preocupação:

A pandemia do COVID-19, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), causou 972.640 infecções confirmadas em todo o mundo em 3 de abril, causando 50.325 mortes.

As autoridades ordenaram um estado de emergência sanitária e, por algumas semanas, a maioria das dioceses suspenderam a celebração pública da Santa Missa, incentivando os fiéis a participar pela televisão, rádio ou Internet.

O apelo das autoridades para que os cidadãos fiquem em casa para impedir a propagação do vírus levou ao fato de que o sacramento da reconciliação não é acessível na prática.

Em diálogo com a ACI Prensa, Dom Eugenio Lira Rugarcía, Bispo de Matamoros, assinalou que “o Catecismo da Igreja Católica, no número 1452, explica que, quando não podemos receber a absolvição sacramental, sincero arrependimento pelos crimes cometidos, Obviamente, o propósito da emenda e o humilde pedido de perdão a Deus, acompanhado pelo objetivo de recorrer, tanto quanto possível, à confissão sacramental, obter perdão dos pecados e até dos mortais ».

Mons. Lira Rugarcía, ex-secretária geral da Conferência do Episcopado do México (CEM) e encarregada de organizar a viagem do Papa Francisco ao México em 2016, enfatizou que “esse pedido de perdão dos pecados a Deus também tem o objetivo de recorrer logo que possível à confissão sacramental ».

«Não tira essa intenção, esse propósito firme. Pelo contrário, pede-se perdão a Deus, prometendo o quanto antes receber o sacramento da reconciliação “, afirmou.

Não às confissões por telefone

Dom Lira Rugarcía lembrou que o sacramento da Confissão não pode ser realizado por telefone ou remotamente, uma vez que “a Igreja considerou a importância da presença e proximidade do penitente com o confessor. Essa experiência de encontro. E até agora a Igreja considerou isso como um elemento importante “.

“O sacerdote naquela época representa o Senhor, então, quando ele dá a absolvição, diz ‘eu te absolvo’, porque é Cristo quem está agindo através da pessoa do sacerdote”, disse ele.

Precisamente para isso, disse ele, quando o sacramento da Reconciliação não pode ser acessado, “façamos o ato de perfeita contrição e propomos quando é possível receber a confissão sacramental”.

Missas na televisão ou nas redes sociais, mas com reverência

O Bispo de Matamoros também disse que a contingência em saúde causada pelo coronavírus COVID-19 motivou que “muitos padres e leigos com generosidade e criatividade inundaram as redes sociais com a presença de Jesus, favorecendo o encontro de muitas pessoas com Ele, incluindo pessoas que não praticavam muito antes ».

“Esse foi um dos bens que Deus removeu da situação atual”, afirmou.

O bispo Lira Rugarcía também fez recomendações importantes para que “pela comunhão dos santos possamos viver a Eucaristia”, enquanto continuamos a celebrar a missa na televisão, rádio ou Internet.

A primeira dica, observou ele, é “encontrar um lugar tranquilo” e depois “desativar as notificações do telefone celular”.

O terceiro conselho do bispo de Matamoros é “adotar uma postura correta, com respeito”. Então, como quarta recomendação, o bispo Lira Rugarcía indicou que se deveria participar da missa ouvindo “com atenção, respondendo, mantendo-se em silêncio quando deveria estar, levantando-se, sentando-se ou ajoelhando-se quando deveria ser feito”.

Finalmente, no momento da comunhão, o Prelado mexicano incentivou “a fazer uma comunhão espiritual”.

 
 
 
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