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“Agora é só o começo para outros 50 anos”, afirmou Maurício López, secretário executivo da REPAM, durante a assinatura da renovação do pacto na manhã deste domingo (20), em Roma, nas catacumbas de Santa Domitilla. A primeira versão deste pacto ocorreu no final do Concílio Vaticano II e foi liderado por D. Hélder Câmara. Foi a grande aliança para difundir a teologia da libertação.

Sob a presidência de uma figura pouco vista nos últimos dias, Dom Cláudio Hummes, foi renovado o famoso Pacto das Catacumbas em favor da Casa Comum. Há exatos 54 anos, aproximadamente 500 dos três mil padres conciliares que estavam no Concílio Vaticano II fizeram uma opção explícita pelo método marxista e pela sua própria interpretação conciliar deturpada. Nasceu, à época, o famoso “espírito do Concílio” a partir da missa presidida pelo bispo belga Charles-Marie Himmer.

Algumas figuras presentes ali, além de Hummes, Dom Erwin Kräutler, Padre Oscar Beozzo, entre outros – Paloschi, Barreto, Spengler, Mário Antônio –são quase tão velhas quanto as próprias catacumbas de Santa Domitila, cenário do primeiro pacto e de sua “solene” renovação. A cerimônia incluiu também padres e leigos (inclusive mulheres) de toda a Amazônia (e Europa, é claro!) para um propósito sutilmente distinto daquele do primeiro encontro que visava “os pobres”. O motivo que os uniu na manhã de domingo é o bem da Casa Comum em nome dos “povos indígenas, quilombolas, ribeirinhos, migrantes, comunidades na periferia das cidades”. O novo pacto fixa a “decisão de continuar sua luta com firmeza e coragem” inspirado no “sentimento de urgência que se impõe ante as agressões que hoje devastam o território amazônico, ameaçado pela violência de um sistema econômico predatório e consumista”. A Amazônia, ou melhor, o mundo é o “novo pobre.” OS LEIGOS relembram que o tal pacto de 1965 foi redigido pelo arcebispo vermelho de Recife, Dom Hélder Câmara, de quem Dom Cláudio Hummes é tão devoto que chegou ao ponto de usar e exibir a estola do falecido durante a missa de renovação.

A primeira versão do pacto ocorreu da seguinte maneira:

Tarde da noite do dia 16 de novembro de 1965, um grupo de bispos rebeldes, sem o consentimento do Papa Paulo VI, deixou secretamente o Vaticano e se encontrou nas catacumbas de Santa Domitilla, nos arredores de Roma. Lá eles abandoaram suas vestes episcopais, seus anéis de bispo, adotando o anel de tucum como símbolo de pobreza, celebraram uma missa e depois firmaram um documento secreto. O tal documento trazia consigo um compromisso de fazer uma opção explícita pelo método de interpretação marxista da fé Católica e um compromisso de adotar, não importa onde e quando, sua própria interpretação conciliar. Nasceu, então, o famoso “espírito do Concílio“, tão sonhado pelo teólogo modernista Karl Rahner, SJ, professor de Gustavo Gutierrez e Leonardo Boff. O documento, secreto por muitos anos, ficou conhecido popularmente como “O Pacto das Catacumbas”. No antigo pacto, um dos pontos mais caros aos 500 signatários foi a renúncia, especificamente, “no traje (fazendas ricas, cores berrantes)”, aos símbolos em ouro e prata e à propriedade “de bens imóveis, nem móveis, nem conta bancária”. Os mesmos que agora aderiram à renovação do pacto de renúncia de 1965 são aqueles que, de alguma forma, também movimentam seus projetos com milhões da Fundação Ford – e sem prestar contas nem qualquer transparência.

OS LEIGOS presenciaram essa histórica ocasião. Como tudo aqui em Roma tem sido ultimamente, não poderia ter faltado aquele toque amazônico brega. O Pacto, dessa vez, incluiu o tema ecológico e foi aberto a leigos e padres. O texto firmado pelos rebeldes já diz tudo: a teologia da libertação, que teve no pacto original uma liturgia prafrentex, carrega 50 tons de verde (e não é o verde litúrgico, mas da floresta).

Veia algumas fotos e vídeo da Missa:


Análise

OS LEIGOS estiveram lá pessoalmente e puderam ver aquilo que já era esperado: bispos, leigos e religiosos portando o tenebroso anel de tucum, símbolo do pacto. Este mesmo anel foi aquele dado ao Papa Francisco nos jardins do Vaticano durante a consagração do Sínodo a São Francisco de Assis, onde também se adorou a mãe terra e ídolos pagãos. É o fim da picada.

Se o pacto original já continha elementos próprios do marxismo cultural da década de sessenta, essa renovação de hoje é a versão que revela na sua terminologia e conteúdo programático como ele “evoluiu”. É a metamorfose da Teologia da Libertação dos pobres. Já faz algum tempo que temos insistido que esse Sínodo é uma grande vitrine universal de propagação e um marco histórico de lançamento do ECOSSOCIALISMO.

E se o Pacto das catacumbas de então foi a missa inaugural que catapultou a Teologia da Libertação, a sua renovação na Cidade Eterna é, sem dúvida, o marco litúrgico de lançamento da ecoteologia socialista, cujo início pode ser traçado entre as décadas de 1980 e 90. Aliás, a ecoteologia e o comunismo sempre estiveram de mão dada, posto que os grandes autores da Carta da Terra, pedra miliar da ecoteologia, foram Leonardo Boff e Mikhail Gorbatchev.

Detalhe: marxista nenhum vive sem usar o método dialético da tese, antítese e síntese. Sempre propõem algo aparentemente contraditório, para que, no conflito das discussões, surja algo novo: a síntese. Antes a defesa era do pobre, depois apareceu a grande “questão ecológica”. Misturando os dois, tem-se a Terra como o “novo pobre” anunciado por Leonardo Boff. Não se abandonou nem o pobre nem a Terra. Ambos são usados para fazer revolução.

Falando em revolução, vale recordar que o grande escritor russo Vladimir Soloviov (1853-1900), em seu livro Os três diálogos e a história do Anticristo, fez uma espécie de pavorosa profecia sobre as características do Anticristo: ele se apresentaria ao mundo como pacifista, ecologista e pregaria uma religião universal. O valor profético do russo não é absoluto e certo, mas que permaneça o alerta.

Em Fátima, sabemos que Nossa Senhora falou que a Igreja passaria por tribulações e que uma crise atingiria os pastores, os bispos e até o próprio Papa – só não sabemos exatamente qual pontífice. Recentemente, o Cardeal Walter Brandmüller, crítico ferrenho do Instrumentum Laboris, que guia o atual Sínodo, declarou que diante de tantas coisas que temos lido, visto e ouvido: “é difícil não pensar nos textos escatológicos do Novo Testamento”.

Seria o início de novos tempos ou fim dos tempos?

Nem você e nem OS LEIGOS sabem e sequer devem ousar palpitar demais, pois o próprio Senhor Jesus nos disse que “não pertence a vós saber os tempos nem os momentos que o Pai fixou em seu poder”. O que vemos é que tanto algumas “profecias” como algumas análises sobre o começo do Fim, a alba do oitavo dia da criação, parecem estar se desenvolvendo diante dos nossos olhos à medida que vemos prosperar dentro da Igreja uma agenda que busca criar uma nova doutrina, uma nova liturgia e um novo ministério no seio da Igreja; uma nova Igreja para o mundo e que cederia completamente aos seus desejos.

Tememos que se esse plano for adiante, os avisos e exortações que recebemos de várias aparições marianas podem se realizar em breve, mesmo que algumas delas não contem com o reconhecimento público e oficial da Santa Sé. Portanto, calma. Sejamos espertos como a serpente e simples como as pombas. No mais, caro amigo leitor, jamais deixemos de rezar, jejuar, fazer penitência e lutar diariamente pela defesa e anúncio do tesouro que é a fé que recebemos de Deus, nosso Criador. Que o Espírito Santo nos guie a todos e nos dê a Sua paz.

LEIA NA ÍNTEGRA A RENOVAÇÃO DO PACTO

Todo este pacto sequer deveria existir. Mas como ele já existe e para facilitar a sua vida, resolvemos destacar os trechos mais problemáticos do acordo firmado. Tente não rir. Ou chorar. Boa leitura.

Fonte: OsLeigos.com | Acesse e inscreva-se para receber os boletins sobre o Sínodo da Amazônia

 
 
 

Um manifesto de apoio a Dom Orlando Brandes, Arcebispo da Arquidiocese de Aparecida-SP, foi escrito e assinado por diversos padres brasileiros, condenando católicos tradicionais e políticos da direita, chamando-os de “Dragão do Tradicionalismo”.

Neste manifesto eles expressam solidariedade a Dom Orlando, e afirmam que o país está tomado por focos de “histeria e conservadorismo”, que formam uma conspiração religiosa para a prática de injustiças sociais.

Eles condenam na nota o “apego ao passado, a ideias não arejadas, a estruturas caducas. Normalmente, esse apego se dá diante do medo em relação às coisas novas, medo de abrir-se às novas realidades”.

Na nota também afirmam que é inadmissível que hajam questionamentos contra a CNBB (conjunto de bispos), críticas às heresias presentes no documento preparatório do Sínodo da Amazônia, observações sobre o Concílio Vaticano II e críticas a atitudes do Papa Francisco (bispo de Roma). Dizem que todos os que buscam esclarecimentos quanto às atitudes que divergem da Doutrina, Magistério e Tradição Católica não estão em comunhão com a Tradição “VIVA” da Igreja.

Além de praticamente “excomungar” aqueles que vêm publicamente questionar atitudes e pronunciamentos que vão contra a doutrina da Igreja, eles os compararam aos “antigos inquisidores, dizendo que ao invés de zelo, esses católicos tradicionais, que se preocupam com a Santa Igreja, “têm raiva e agressividade, e estão sempre com pedras nas mãos.”

Leia a nota abaixo, na íntegra, juntamente com o nome dos padres que a assinaram:

Prezado Dom Orlando Brandes, Arcebispo Metropolitano da Arquidiocese de Aparecida/SP.

Nó somos um grupo de padres, brasileiros, que moram e trabalham no Brasil ou que estão momentaneamente fora do país, bem como também de padres de outros países que trabalham no Brasil, de diversas dioceses e congregações religiosas, que está muito preocupado com os rumos que o país vem tomando e com o avanço de correntes de pensamento, dentro da Igreja, que se colocam abertamente contra o Papa e contra as intuições proféticas de tantos bispos brasileiros desde o Concílio Vaticano II.

Por meio desta carta, queremos expressar ao senhor nossa solidariedade, bem como, dizer abertamente, que a sua fala nos representou e representa grande parte dos católicos de nosso país. Estamos vendo um país tomado por focos de histeria e de conservadorismo. Esses focos, localizados em grupos de inspiração religiosa, buscam interesses próprios e usam a fé para justificar injustiças sociais, tornando a religião um instrumento de alienação.

Nesse sentido, o senhor falou abertamente do “dragão do tradicionalismo” e da “violência e injustiça da direita”. O “Dragão”, que no Apocalipse (Ap 12,3-9) é símbolo do mal (e do poder do Império Romano) procura “devorar a mulher”, símbolo da Igreja. O tradicionalismo é sim um dragão, quando procura ser um instrumento de dominação e subjugação das pessoas. Tradicionalismo não é Tradição. A Tradição da Igreja é o próprio ser da Igreja que, em sua vida, doutrina e culto nos ensina o que é o que crê (DV 8). O tradicionalismo é um apego exagerado ao passado que impede o avanço efetivo das pessoas e da sociedade. A Tradição da Igreja é viva. O Tradicionalismo está morto.

Como o senhor externou, também nós vemos, com clareza, no “dragão do tradicionalismo”, um apego ao passado, a ideias não arejadas, a estruturas caducas. Normalmente, esse apego se dá diante do medo em relação às coisas novas, medo de abrir-se às novas realidades. Na Igreja, o tradicionalismo é o medo diante da ação renovadora do Espírito Santo. A fidelidade de alguns grupos tradicionalistas à Tradição da Igreja é falsa. Isso é visível pelo simples fato de que é a Tradição da Igreja que nos ensina que o Bispo de Roma é sucessor de Pedro e que o Concílio possui autoridade sobre toda a Igreja. Aqueles que questionam o conjunto dos bispos, o Sínodo, o Concílio e o Bispo de Roma não estão em comunhão com a Tradição viva da Igreja.

Quando o senhor fala da “direita violenta e injusta”, não é necessário sequer demonstrar o quanto isso é obvio. Nunca, em todo o tempo em que a teologia latinoamericana teve maior influxo no Brasil e na Igreja, os teólogos assim chamados de “esquerda”, questionaram a autoridade dos bispos, do Concílio ou do Papa. Tão pouco encontrou-se em seus discursos apologia à violência, à discriminação ou julgamentos descontextualizados e absolutamente alheios à realidade da grande maioria do nosso povo. A expressão: “bandido bom é bandido morto” sempre esteve nos mesmos lábios e não foram os lábios de teólogos inseridos na realidade e imersos na teologia latinoamericana.

A violência e a injustiça ficaram bastante visíveis, palpáveis, na maneira como as críticas foram dirigidas ao senhor. Vídeos, postagens nas redes sociais, denuncias, etc. O teor das críticas e a forma como foram feitas, ensopadas de raiva e agressividade (que alguns, como os antigos inquisidores, consideram “santo zelo”), nada mais é do que a confirmação de suas palavras. O agressor se denuncia pela sua própria maneira de agir.

Também Nosso Senhor enfrentou o centro do poder religioso e pagou com a vida. Na sua morte, entrega total e plena, fomos redimidos. Antes porém, ele alertou os detentores do poder religioso, os homens piedosos de sua época dizendo: “Jerusalém, Jerusalém, tu que matas os profetas e apedrejas aqueles te que foram enviados” (Lc 13,34), mas eles tramaram e conseguiram a morte de Jesus. Os sentinelas da “religião”, da “moral” e dos “bons costumes”, estão sempre em prontidão com a pedras nas mãos.

Por isso, reiteramos ao senhor nossa solidariedade e nosso apoio em momento tão difícil. Sabemos como são tratados os profetas. A elite sempre preferiu pastores que sejam, na linguagem do profeta Isaías, “cães que não ladram” (Is 56,10), homens fechados em si mesmos, em suas preocupações pessoais, mas que mantenham o povo calmo, serenado pela religião que aliena da realidade. Mas, recordamos ao senhor as palavras de Santo Oscar Romero que dizia: “em um país de injustiças se a Igreja não é perseguida é porque é conivente” e, especialmente, as palavras de Jesus: “bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça, pois deles é o Reino dos céus” (Mt 5,10).

Nosso abraço, nossa solidariedade e pedimos a sua benção!

Assinam:

Dom Sílvio Guterres Dutra – Diocese de Vacaria – RS

Fr. Alexandre Magno Cordeiro da Silva, ofm Fr. João Fernandes Reinert – Diocese de Duque de Caxias- RJ Fr. Jorge Skiavini – Diocese de Petrópolis- RJ Fr. Luis Carlos Susin – RS Fr. Olavio Dotto – assessor Pastorais Sociais Fr. Orestes Serra, ofm – Paróquia Santa Clara – Porto Alegre- RS Fr. Sérgio Gorgen ofm. Fr. Vanildo Luiz Zugno – Porto Alegre- RS Fr. Wellington, OFM

Pe. Adalberto Lumertz Borges – Dom Pedro de Alcântara -RS Pe. Adir Rodrigues – Diocese de Chapecó – SC Pe. Alberto Marques de Sousa, MI – Arquidiocese de Viena/Austria Pe. Antenor Dalla Vecchia – Scalabriniano – SP Pe. Antônio Carlos Frizzo – São Paulo – SP Pe. Antônio Lopes de Lima – Diocese de Limoeiro Norte- CE Pe. Antônio Luiz Marchioni – Diocese de São Miguel Paulista – SP Pe. Badacer Ramos de Oliveira Neto – Diocese de Itabuna – BA. Pe. Barbosa – Diocese de São Miguel Paulista – SP Pe. Benedito Chaves Santos. C.Ss.R- Diocese de Macapá – AP Pe. Benedito Ferraro – Arquidiocese de Campinas- SP

Pe. Carlos Pacchin Pe. Carlos Roberto Borges Júnior – Diocese de Goiás – GO Pe. Cezar Menegat – Diocese de Erexim – RS Pe. Cleber Pagliochi – Abelardo Luz – Diocese de Chapecó – SC Pe. Cleto Stulp – Diocese de Chapecó – SC Pe. Décio Valdevino Marques – Arquidiocese de Maringá – PR Pe. Djavan da Silva Fermandes – Diocese de Limoeiro do Norte-CE Pe. Domingos Rodrigues Lopes – Diocese de Bagé – RS Pe. Dúlcio Antônio de Araújo – Diocese de Joinville- SC Pe. Edegar Barrozo – Pinheiro Machado – Diocese de Bagé – RS Pe. Edegar Soares – Diocese de Santo Ângelo- RS Pe. Edilberto Aparecido Brasil de Sá – Diocese de Afogados – PE

Pe. Edilberto Reis – Diocese de Quixadá- CE Pe. Edivandro Luiz Frare – Diocese de Chapecó – SC Pe. Edson Luiz Bataglin – Diocese de Osório – RS Pe. Eduardo Luis Haas – Diocese de Montenegro – RS Pe. Elautério Conrado da Silva Junior – Diocese de Bagé – RS Pe. Elautério Conrado da Silva Junior – Diocese de Bagé – RS Pe. Emerson da Silva Lipinski – diocese de São José dos Pinhais – PR Pe. Ezael Juliatto – Arquidiocese de São Paulo – SP Pe. Flávio Lazzarin – Comissão Pastoral da Terra – Diocese de Coroatá – MA Pe. Flávio Luiz Gonzaga dos Santos -CSSp. Superior do grupo Espiritanos da Amazônia.

Pe. Francisco Cornélio Freire Rodrigues – Diocese de Mossoró-RN Pe. Francisco de Aquino Júnior – Diocese de Limoeiro do Norte – CE Pe. Gianfranco Graziola – Vice Coordenador Nacional da Pastoral Carcerária São Paulo – SP Pe. Gustavo Predebon – Diocese de Caxias – RS Pe. Itacir Brassiani msf, – Superior provincial dos Missionários da Sagrada Família, Passo Fundo – RS Pe. Itamar Antonio Belebom – Diocese de Chapecó – SC Pe. Ivam Macieski – Diocese de Joinville – SC Pe. Jaime Carlos Patias, conselheiro Geral IMC, Roma. Pe. Jaime Schmitz – Diocese de São José dos Pinhais – SP Pe. Jandir Antônio Haas – Missionário da Sagrada Família – MG Pe. Jean Carlos Demboski, Diocese de Erexim-RS Pe. João Carlos Pacchin. – Diocese de Osasco – SP

Pe. João Paulo Ribeiro Lima – Diocese de Caxias do Maranhão – MA Pe. Jolimar Márcio Lemos Silva – diocese de Santa Cruz do Sul – RS Pe. Jorge Boran – CCJ São Paulo – SP Pe. José Cândido Cocaveli de Andrade – Prelazia de Tefé – AM – (ITEPES) Pe. José Domingos Bragheto -Arquidiocese de São Paulo Pe. José Osterno de Aquino – Arquidiocese de São Paulo – SP Pe. José Peixoto Alvez – Diocese de Limoeiro do Norte – CE Pe. José Renato Back – Diocese de Santa Cruz do Sul – RS Pe. José Renato Ferreira – São Paulo – SP Pe. José Ronaldo de Oliveira – Arquidiocese da Paraíba-PB Pe. Júlio Renato Lancellotti – Arquidiocese de São Paulo – SP Pe. Julio Werlang – Missionários da Sagrada Família – Roma Pe. Kleython Cabral de Moura – Prelazia de Tefé – AM. Pe. Lauro Lopes da Silva – Diocese de Araçatuba SP. Pe. Leandro Lopes – Diocese de Bagé – RS

Pe. Leomar Antonio Montagna – Maringá – PR Pe. Leonardo Lucian Dall Osto – Em Roma – Diocese de Caxias do Sul – RS Pe. Lotário José Niederle msf – Passo Fundo – RS Pe. Lotário Thiel – Diocese de Chapecó – SC Pe. Luciano dos Santos – Diocese de Joinville – SC Pe. Luciano Paulo Henkes Gattermann – da Diocese de Chapecó – SC Pe. Luiz Marques Ferreira – Paróquia São José, Ingazeira – PE Pe. Luizinho – Diocese de Afogados da Ingazeira – PE. Pe. Magnos Giovani Hartmann – Diocese de Santo Ângelo – RS Pe. Maicon Malacarne – diocese de Erexim – RS Pe. Ir. Marceo Barros – OSB – PE Pe. Marcelo Francisco Marques – Diocese de Santo Amaro – SP Pe. Marciano Guerra – Diocese de Caxias do Sul – RS Pe. Marco Antonio Cardoso da Silva – Arquidiocese de Manaus – AM Pe. Marcos Pereira Siqueira – Prelazia de Tefé – AM Pe. Mário Geremia – Arquidiocese São Sebastião – RJ Pe. Maurício da Silva Jardim – Arquidiocese de Porto Alegre – RS Pe. Mauro Ferreira – Diocese de Osasco – SP Pe Mauro Sérgio Rodrigues Maciel -Diocese de Osasco- SP Pe. Nerlan Souza Gama – Santo Amaro – SP – Igreja Católica Ortodoxa

Pe. Olindo Antônio Zanini. C.Ss.R- Diocese de Macapá – AP Pe. Omar dos Reis- Diocese de Osasco – SP Pe. Otaviano Bezerra Santana Filho -Triunfo – PE Pe. Paulo César Nodari – Diocese de Caxias do Sul -RS Pe. Paulo Joanil da Silva, O.M.I. Pe. Paulo Mayer – Diocese de Santa Cruz do Sul – RS Pe. Paulo Tadeu Barausse – Arquidiocese de Manaus – AM Pe. Raimundo Aristide da Silva Crl Pe. Remi Gotardo Casagrande – Caxias do Sul – RS Pe. Reneu Zortea – Diocese de Chapecó – SC Pe. Roberto Ferreira Rodrigues – Diocese de Limoeiro do Norte – CE Pe. Rodrigo Schüler de Souza – Diocese de Osório – RS Pe. Sebastião dos Reis Miranda – Diocese de Osasco – SP Pe. Sérgio Barbosa do Amaral – Diocese São José dos Pinhais – PR

Pe. Tacizio Pontel – Carlista – RS. Pe. Thomas James – Diocese de Quixadá – CE Pe. Tiago Gomes – Diocese de Osório-RS Pe. Valdecir Mayer Molinari – Scalabriniano – AM Pe. Valdemar Scatolin – Diocese de Chapecó – SC Pe. Valter Fiorentin – Diocese de Chapecó – SC Pe. Valter Girelli, Diocese de Erexim – RS Pe. Vilson schafer – Santo Antônio da Patrulha – Diocese de Osório-RS Pe. Wander Torres – Arquidiocese de Mariana- MG Pe. Wellington Pain da Silva – GO Pe. Wilson Zanatta – Diocese de Bagé – RS Pe. Xavier Cutajar – Diocese de Osasco – SP

Entenda o que aconteceu

Durante a Solenidade de Nossa Senhora Aparecida (12 de outubro), na missa da manhã, Dom Orlando Brandes atacou católicos que fazem críticas ao Sínodo da Amazônia, comparando católicos tradicionais e políticos conservadores ao demônio, utilizando a expressão “Dragão do Tradicionalismo!”.

Eis as palavras textuais do arcebispo:

“Temos o dragão do tradicionalismo. A direita é violenta, é injusta, estão fuzilando o Papa, o Sínodo, o Concílio Vaticano Segundo. Parece que não queremos vida, o Concílio Vaticano segundo, o evangelho, porque ninguém de nós duvida que está é a grande razão do sínodo, do concílio, deste santuário”.

Assista abaixo:


 
 
 

A maioria dos círculos menores, os grupos de trabalho nos quais os participantes do Sínodo da Amazônia no Vaticano estão divididos, manifestaram-se a favor da ordenação de idosos casados, os chamados viri probati, e de diaconisas.

(ACI Digital) Nesta sexta-feira, 18 de outubro, a Sala de Imprensa do Vaticano divulgou as relações, os resumos das reflexões dos bispos nos diferentes círculos menores, formados de acordo com o idioma dos participantes no Sínodo.

O círculo italiano A, cujo relator é o Pe. Darío Bossi e é moderado por Dom Flavio Giovenale, indicou em sua relação que é possível ordenar homens casados ​​na Amazônia, mas propõe que o tema seja discutido universalmente em um evento eclesial futuro.

O círculo italiano B, cujo relator é Dom Filippo Santoro e é moderado pelo Cardeal Luis Ladaria Ferrer, prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, propôs a criação de um “Rito amazônico” que permita “desenvolver sob o aspecto espiritual, teológico, litúrgico e disciplinar a riqueza única da Igreja Católica na Amazônia”. Esse grupo se abre de maneira mais discreta à possibilidade de ordenar homens casados ​​e diaconisas, embora não o mencione diretamente.

O círculo português A, cujo relator é Dom Neri J. Tondello e é moderado por Dom Jesús Cizaurre Berdonces, propõe abertamente o sacerdócio de homens casados ​​e a ordenação de diaconisas.

“Além dos ministérios do leitor, acólito, diácono permanente, ministério da palavra, ministério do batismo, entre outros, pedimos ao Santo Padre que admita para a região Pan-amazônica homens no ministério presbiteral e mulheres no diaconato, de preferência indígenas, respeitados (as) e reconhecidos (as) por sua comunidade, que já possuem uma família estável e estabelecida, a fim de garantir os sacramentos que acompanham e sustentam a vida cristã da comunidade”, indicaram os membros desse grupo linguístico.

O círculo português B, cujo relator é Dom Evaristo P. Spengler e é moderado por Dom Pedro Brito Guimarães, também propõe abertamente a ordenação de homens casados ​​e diaconisas.

“A ordenação dos viri probati foi considerada como necessária para Pan-amazônia. Os homens casados ​​candidatos à ordenação, após um diaconato frutífero, devem responder aos seguintes critérios, entre outros: vida de oração e amor à Palavra de Deus e à Igreja, vida eucarística que se reflete em uma vida de doação e serviço, vivência comunitária, espírito missionário”, assinalaram os membros deste círculo.

“Na implementação da ordenação dos viri probati, apresentamos dois caminhos para a região Pan-amazônica: 1) Delegar a implementação deste ministério às conferências episcopais presentes na Pan-amazônia. 2) Confiar aos bispos a realização dessa experiência”, indicaram.

“Dada a presença decisiva das mulheres na história da salvação, como Maria na missão da Igreja, das santas, doutoras e conselheiras dos Papas, dado que a presença das mulheres é decisiva na vida e na missão da Igreja na Amazônia e que o Concílio Vaticano II restaurou o diaconato permanente para os homens – porque é bom e útil para a Igreja –, julgamos que o mesmo argumento é válido para criar o diaconato para as mulheres na Igreja na Amazônia” disseram.

O círculo português C, cujo relator é Dom Vilson Basso e é moderado por Dom José B. da Silva, também solicita a ordenação de homens casados. “Na dimensão pastoral missionária, destacamos a necessidade de conversão pessoal e pastoral, de recuperar a centralidade da palavra e da Eucaristia, de aprofundar no tema da ministerialidade e as várias possibilidades em relação ao diaconato, viri probati, mulheres, sacerdotes casados, do protagonismo dos leigos, destacando as mulheres”.

O círculo português D, cujo relator é Dom Wilmar Santin e é moderado por Dom Alberto Taveira Correa, reafirma o valor do celibato e considera que o tema dos viri probati e diaconisas deve ser discutido e aprofundado.

“Reafirmamos o valor do celibato e a necessidade de um maior compromisso na pastoral vocacional. Consideramos essencial a valorização dos ministérios existentes e as instituições de novos ministérios conforme as necessidades”, disseram os membros deste círculo menor.

“A escuta realizada previamente no Sínodo expressou o desejo de conferir a ordenação presbiteral aos viri probati, assim como o ministério do diaconato para as mulheres. Esses dois pontos pedem um posterior amadurecimento e aprofundamento”, acrescentaram.

O círculo espanhol A, cujo relator é Dom José Luis Azuaje Ayala e é moderado pelo Arcebispo Primaz do México, Cardeal Carlos Aguiar Retes, não se pronuncia sobre os viri probati ou diaconisas, mas ressalta que “é necessário que na Igreja Sinodal a mulher assuma responsabilidades pastorais e de direção, deve haver um reconhecimento da mulher na Igreja através da ministerialidade; portanto, propõe-se a realização de um Sínodo dedicado à identidade e serviço da mulher na Igreja, onde as mulheres tenham voz e voto”.

Por sua vez, o círculo espanhol B, cujo relator é Dom Francisco J. Múnera Correa e é moderado por Dom Edmundo Valenzuela, expressou seu apoio à ordenação dos viri probati. “A proposta visa pedir ao Santo Padre a possibilidade de conferir o presbiterado a homens casados ​​para a Amazônia, de forma excepcional, em circunstâncias específicas e para alguns povos determinados, estabelecendo claramente as razões que o justificam. Não se trataria, de nenhuma forma, de presbíteros de segunda categoria. É preciso levar em consideração que são muitas as vozes que insistem para que este tema seja decidido para a Amazônia na atual Assembleia Sinodal. Outras vozes, pelo contrário, pensam que deveria ser estudado e definido em uma Assembleia Sinodal específica”.

Sobre a possibilidade do diaconato para as mulheres na Igreja, indicaram: “Acolhendo e em sintonia com várias opiniões expressas na Sala Sinodal, este círculo incentiva um estudo mais aprofundado sobre esse assunto, olhando mais para as possibilidades futuras do que para a história passada”.

O círculo espanhol C, cujo relator é Pe. Roberto Jaramillo e é moderado por Dom Jonny E. Reyes Sequera, também falou a favor da ordenação de viri probati e diaconisas: “Dada a tradição da Igreja, é possível reconhecer o acesso das mulheres aos ministérios instituídos do leitorato e do acolitato, assim como ao diaconato permanente”, indicaram.

“Verificamos também que muitas das comunidades eclesiais do território Amazônico têm enormes dificuldades de acesso à Eucaristia. No entanto, o Espírito Santo continua agindo nessas comunidades e distribuindo dons e carismas, de tal maneira que também haja homens casados ​​de boa reputação, responsáveis, exemplo de virtudes cidadãs e bons líderes comunitários, que sentem o chamado para servir ao povo de Deus como instrumentos da santificação do povo de Deus. Será importante discernir, por meio de consultas com o povo de Deus e do discernimento do ordinário do lugar, a conveniência dessas pessoas se prepararem adequadamente e serem posteriormente escolhidas para o serviço presbiteral”, assinalaram.

O círculo espanhol D, cujo relator é Pe. Alfredo Ferro Medina e é moderado por Dom Omar de Jesús Mejía Giraldo, manifestou-se a favor da ordenação dos viri probati. “E, nesse sentido, afirmando que o celibato é um dom para a Igreja, solicita-se que das comunidades, promova-se a ordenação presbiteral de pessoas virtuosas, apresentadas por suas próprias comunidades e respeitadas pela mesma”, assinalaram.

Por fim, o círculo espanhol E, cujo relator é Dom José J. Travieso Martín e é moderado pelo Cardeal Óscar Andrés Rodríguez Maradiaga, não propõe a ordenação de homens casados ​​e se manifesta contra a ordenação de diaconisas, mas a favor de alguma alternativa ministerial para as mulheres.

 
 
 
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