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A Brasil Paralelo lançará hoje seu mais novo original “Duas Vidas: do que estamos falando quando falamos sobre o aborto.” que pretende impactar diretamente na discussão sobre o tema mais sensível da atualidade.

O Aborto, como sabemos, é um dos crimes mais bárbaros que alguém pode cometer, e se tornou a última barreira moral a ser enfrentada, uma vez que ela cai, cai qualquer objeção sobre os temas morais.

Hoje no Brasil debate-se a legalização do aborto até a 12ª semana de gestação. Um bebê nesta fase da gestação já possui cabeça, ombros, mãos, dedos e alguns órgãos plenamente desenvolvidos.

Em meio a tanta desinformação, a Brasil Paralelo seguiu seu propósito de seguir em busca da verdade sobre um dos temas mais debatidos no Brasil nos últimos dias. Para esclarecer a população quanto aos riscos dessa decisão, estreia hoje seu mais novo Original Duas Vidas: do que estamos falando quando falamos sobre o aborto. Assista o trailer:


O que está em jogo é uma decisão que pode levar à condenação de diversas vidas inocentes. O direito à vida é algo que não pode ser ignorado.

Com a sua ajuda, esse filme pode impactar a vida de milhares de brasileiros. Inclusive mães que consideram o aborto como uma opção. Compartilhe essa notícia para que o maior número de pessoas possa assistir.

A estreia será gratuita no Youtube oficial da Brasil Paralelo, às 20 horas.

Clique aqui para assistir, e ative o lembrete para não correr o risco de perder a transmissão:


Enquanto o filme não inicia, continue lendo essa matéria especial e descubra mais sobre a situação do aborto no Brasil 👇

Aborto no Brasil – entenda a situação jurídica e social

A situação do aborto no Brasil pode mudar: o Supremo Tribunal Federal colocou em pauta a possibilidade de legalizar a prática.

Veja como o Estado vê o aborto no Brasil contemporâneo, qual é a opinião da população brasileira sobre, e quais são as possibilidades de mudança do aborto no Brasil.

O que a legislação diz sobre o aborto no Brasil?

De acordo com o Código Penal brasileiro, provocar o aborto em situações que não são permitidas por lei é um crime. Três artigos mostram as punições para os envolvidos:

“Art. 124. Provocar aborto em si mesma ou consentir que outrem lho provoque: Pena – detenção, de 1 (um) a 3 (três) anos. Art. 125. Provocar aborto, sem o consentimento da gestante: Pena – reclusão, de 3 (três) a 10 (dez) anos. Art. 126. Provocar aborto com o consentimento da gestante: Pena – reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos.”

O Código Penal ainda aborda outras situações em que os envolvidos podem ter agravantes ou atenuantes em sua punição. De outro lado, a legislação e a jurisprudência brasileira permitem a realização do aborto em três ocasiões:

  1. quando não há outra forma de salvar a vida da gestante;

  2. nos casos em que a gravidez é fruto de um estupro;

  3. nos casos de anencefalia.

Entendendo que o aborto no Brasil deveria ser legalizado, o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) instaurou uma Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) para que o STF legalize a prática no Brasil até o terceiro mês de gestação.

A discussão do aborto no STF

Em setembro de 2023, a ex-Ministra Rosa Weber colocou o processo do PSOL em pauta para o plenário do STF, votando a favor da descriminalização do aborto no Brasil segundo o pedido.

Logo em seguida, a pauta ficou sob a responsabilidade do Ministro Luís Ernesto Barroso. Apesar de ser um defensor da legalização do aborto, Barroso suspendeu a votação alegando que “o tema ainda precisa de mais debate na sociedade”.

O Ministro afirmou que o tema pode voltar à pauta até o fim do seu mandato, em 2025. Apesar da pauta já estar em andamento no STF, juristas afirmam que o Poder Judiciário não tem poder para legalizar o aborto no Brasil.

Segundo nota Rede Nacional em Defesa da Vida e da Família, publicada pelo Citizen Go:

“O ativismo judicial em temas que são responsabilidade do Congresso, pode trazer consigo diversos riscos para o sistema político e democrático. Quando juízes se envolvem de maneira excessiva na criação ou modificação de leis, eles podem invadir a esfera de atuação do poder Legislativo e desequilibrar a separação de poderes. Um risco é a possibilidade de que os juízes, ao tomarem decisões políticas importantes, estejam indo além de sua função de interpretação da Constituição e das leis. Afinal, cabe ao Poder Legislativo, eleito democraticamente, a tarefa de legislar. Quando os juízes assumem o papel de legisladores, eles estão tomando decisões que deveriam ser da competência do Congresso e dos representantes do povo. Outro risco decorre do fato de que juízes não são eleitos e, portanto, não são diretamente responsáveis, perante a população que será afetada por suas decisões. Como resultado, suas decisões podem não refletir a vontade da maioria ou das diferentes perspectivas presentes na sociedade. O exercício do ativismo judicial em questões que são responsabilidade do Congresso pode comprometer a legitimidade do processo”.

A juíza Ludmila Lins Grilo explica a questão do ativismo judicial do ponto de vista jurídico no programa Contraponto, da Brasil Paralelo:


Apesar de parte do STF ter se posicionado favorável ao aborto, o que pensam os brasileiros?

A opinião dos brasileiros sobre o aborto

Uma pesquisa realizada pelo Paraná Pesquisas, em 2021, concluiu que 79% da população é contrária à legalização do aborto no Brasil. A pesquisa ouviu 2.060 pessoas, com idade a partir de 16 anos, de 26 estados mais o Distrito Federal.

A Pesquisa Global da Ipsos, divulgada pela CNN, revelou que o número de pessoas que defende o aborto no Brasil em qualquer caso ou na maioria dos casos, sofreu uma queda expressiva de 9 pontos percentuais. Eram 48% em 2022, contra 39% agora em 2023.

Foram entrevistadas mil pessoas, de idade entre 16 e 74 anos, com uma margem de erro de 3,5%.

No programa Boletim Coppolla, o jornalista Caio Coppolla comentou a pesquisa:

“O instituto responsável pelo levantamento destaca que sua amostra é ‘mais urbana, mais escolarizada e/ou mais rica que a população em geral do país. Ou seja, a própria pesquisa reconhece que a sua amostra não reflete a realidade demográfica nacional. Além disso, prestigia grupos que tem até uma visão mais liberal sobre esse tema. Portanto, é razoável inferir que o apoio à legalização do aborto no Brasil é muito menor do que os números que estão sendo divulgados”.

Para reforçar seu argumento, o jornalista comentou sobre uma pesquisa do DataFolha de 2022. Os dados apontam:

  1. 8% defendem que o aborto no Brasil deve ser permitido em qualquer situação;

  2. 18% acreditam a permissão em mais situações;

  3. 39% consideram que a lei atual deve permanecer como está;

  4. 32% advogam pela proibição total do aborto no Brasil;

Com base nas projeções do DataFolha, 7 em cada 10 brasileiros se opõe totalmente à prática do aborto ou no mínimo são contra a legalização em situações além daquelas já previstas em lei.

Esse dado, revela como o ativismo judicial pode ser um problema grave, afirma Caio Coppolla:

“Por isso, assusta saber que magistrados do STF acreditam ser papel da Corte, do Poder Judiciário, mudar lá nos tribunais a legislação atual sobre o aborto. Uma pauta tão sensível, sobre a qual a maioria da população parece divergir da maioria dos ministros”.

Mas afinal, o que é um aborto?

O que é um aborto?

O aborto é a interrupção da gestação de um ser humano. Pode ser espontâneo, acidental ou provocado.

Bernard Nathanson, conhecido como pai do aborto, é uma das principais referências para explicar o assunto. Após se formar na Universidade de McGill, o médico realizou diversos abortos na década de 60 e 70, mas após a criação do ultrassom, sua vida mudou: quando Bernard pode realizou um aborto com ultrassom, ele viu o bebê lutando pela sua vida.

A partir desse momento, Bernard percebeu que desde o início da concepção o bebê já possui seu próprio código genético com todo seu potencial futuro.

“Pude comprovar que é um ser humano com todas as suas características. E se é uma pessoa, tem direito à vida. Eu não creio, eu sei que a vida começa no momento da concepção e deve ser inviolável. É um ser humano, com todas as suas características” (fala proferida no documentário O Grito Silencioso).

Segundo o Manual de Bioética I: Fundamentos e ética biomédica:

“O primeiro dado incontestável, esclarecido pela genética, é o seguinte: no momento da fertilização, ou seja, da penetração do espermatozóide no óvulo, os dois gametas dos genitores formam uma nova entidade biológica, o zigoto, que carrega em si um novo projeto-programa individualizado, uma nova vida individual”.

DContudo, defensores do aborto negam esses postulados científicos.

  1. Como é feito um aborto? Conheça os principais procedimentos e consequências

Argumentos favoráveis e contrários ao aborto

Três dos principais argumentos favoráveis ao aborto são:

  1. O bebê ainda não é um ser humano no início da gestação;

  2. A mulher pode fazer o que ela quiser com seu corpo, podendo abortar ou não;

  3. O aborto é uma questão de saúde pública. Muitas mulheres morrem realizando abortos ilegais, sendo necessário legalizar o procedimento.

Primeiro argumento

A primeira posição defende que o bebê não é um ser humano dotado de direitos até desenvolver os sentidos e o batimento cardíaco. Segundo essa posição, ser uma pessoa é possuir sentimentos e semelhanças com um homem adulto.

Uma de suas principais representantes é Judith Jarvis Thomson no artigo A Defense of Abortion.

Segundo argumento

No livro Política Sexual, Kate Millet defende que o bebê no ventre da mãe não é uma outra pessoa, mas uma parte do seu corpo. Como ele seria parte da mulher, ela teria o direito de retirá-lo se for da sua vontade.

Terceiro argumento

Segundo Maristela Sant’Ana, em publicação do site da Câmara dos Deputados, muitas mulheres morrem realizando abortos ilegais, sendo necessário legalizar a prática para garantir mais segurança na interrupção da vida do bebê.

Principais argumentos contra o aborto

Alguns dos principais argumentos em defesa da vida são:

  1. A vida humana começa na concepção, apontam pesquisas;

  2. O bebê é um outro ser humano, não uma parte da mãe;

  3. Os números de aborto ilegal são comprovadamente inflados por defensores do aborto.

  4. Ao invés de legalizar o assassinato de bebês, o Estado deve investir no cuidado a saúde da mãe e do filho.

Primeiro argumento

Após a concepção, o código genético de um novo ser humano está formado. A base de todos seus órgãos e sentidos já está formada e desenvolvendo todo seu corpo, mostram dados da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo).

A mãe nutre o filho que se desenvolve por si mesmo. Segundo o Manual de Bioética I: Fundamentos e ética biomédica:

“O primeiro dado incontestável, esclarecido pela genética, é o seguinte: no momento da fertilização, ou seja, da penetração do espermatozóide no óvulo, os dois gametas dos genitores formam uma nova entidade biológica, o zigoto, que carrega em si um novo projeto-programa individualizado, uma nova vida individual”.

Segundo argumento

Segundo Marlon Derosa, mestre em bioética pela Fundación Jérôme Lejeune, o bebê não é parte da mãe, o bebê está na mãe. A estrutura da realidade mostra que seres humanos são nutridos pelas suas mães e se desenvolvem em seus úteros, mas não se identificam com elas.

Como o ser humano possui seu código genético único e a base de seu desenvolvimento desde a concepção, a mãe não tem o direito de assassinar o outro ser humano que está em seu ventre.

  1. Marlon Derosa expôs a visão da bioética ao participar do podcast Conversa Paralela, da Brasil Paralelo. Confira:


Terceiro argumento

Em 2018, uma matéria publicada no site do Conselho Federal de Enfermagem afirmou que 1 milhão de abortos induzidos ocorrem todos os anos. Contudo, ao analisar os números emitidos pelo Sistema Único de Saúde, a pesquisadora Isabela Mantovani descobriu que o número real de abortos induzidos no Brasil é de aproximadamente 80 a 100 mil.

Autores como Marlon Derosa defendem que o sistema de saúde não deve investir no aprimoramento do assassinato de bebês, mas sim em melhores condições de pré-natal e auxílio as mulheres grávidas.

Salvando as Duas Vidas

Para auxiliar as mães e os filhos e aprofundar o debate sobre o aborto no Brasil, a Brasil Paralelo desenvolveu o documentário: Duas Vidas – Do Que Falamos Quando Falamos de Aborto. Assista a este vídeo até o final e saiba mais sobre a nossa mais nova produção:


Mais conteúdo para entender o assunto e salvar vidas

Para entender o que realmente é um aborto, quais são suas consequências físicas e psicológicas, e como é o início da vida humana, a Brasil Paralelo fez uma seleção especial de filmes, documentários e cursos.

Só na Brasil Paralelo você encontra:

  1. Human Life – A Vida Sempre Vale a Pena;

  2. Blood Money 1 e 2;

  3. Unplanned;

  4. Curso: O Valor da Vida Humana;

  5. Curso: Aborto, quem é a verdadeira vítima?

São filmes e cursos dedicados a contar histórias reais de pessoas que poderiam ter sido abortadas, mas sobreviveram para contar suas histórias, além de abordar a realidade por trás da indústria bilionária do aborto e muito mais.

 
 
 

A Brasil Paralelo lançará hoje seu mais novo original “Duas Vidas: do que estamos falando quando falamos sobre o aborto.” que pretende impactar diretamente na discussão sobre o tema mais sensível da atualidade.

O Aborto, como sabemos, é um dos crimes mais bárbaros que alguém pode cometer, e se tornou a última barreira moral a ser enfrentada, uma vez que ela cai, cai qualquer objeção sobre os temas morais.

Hoje no Brasil debate-se a legalização do aborto até a 12ª semana de gestação. Um bebê nesta fase da gestação já possui cabeça, ombros, mãos, dedos e alguns órgãos plenamente desenvolvidos.

Em meio a tanta desinformação, a Brasil Paralelo seguiu seu propósito de seguir em busca da verdade sobre um dos temas mais debatidos no Brasil nos últimos dias. Para esclarecer a população quanto aos riscos dessa decisão, estreia hoje seu mais novo Original Duas Vidas: do que estamos falando quando falamos sobre o aborto. Assista o trailer:


O que está em jogo é uma decisão que pode levar à condenação de diversas vidas inocentes. O direito à vida é algo que não pode ser ignorado.

Com a sua ajuda, esse filme pode impactar a vida de milhares de brasileiros. Inclusive mães que consideram o aborto como uma opção. Compartilhe essa notícia para que o maior número de pessoas possa assistir.

A estreia será gratuita no Youtube oficial da Brasil Paralelo, às 20 horas.

Clique aqui para assistir, e ative o lembrete para não correr o risco de perder a transmissão:


Enquanto o filme não inicia, continue lendo essa matéria especial e descubra mais sobre a situação do aborto no Brasil 👇

Aborto no Brasil – entenda a situação jurídica e social

A situação do aborto no Brasil pode mudar: o Supremo Tribunal Federal colocou em pauta a possibilidade de legalizar a prática.

Veja como o Estado vê o aborto no Brasil contemporâneo, qual é a opinião da população brasileira sobre, e quais são as possibilidades de mudança do aborto no Brasil.

O que a legislação diz sobre o aborto no Brasil?

De acordo com o Código Penal brasileiro, provocar o aborto em situações que não são permitidas por lei é um crime. Três artigos mostram as punições para os envolvidos:

“Art. 124. Provocar aborto em si mesma ou consentir que outrem lho provoque: Pena – detenção, de 1 (um) a 3 (três) anos. Art. 125. Provocar aborto, sem o consentimento da gestante: Pena – reclusão, de 3 (três) a 10 (dez) anos. Art. 126. Provocar aborto com o consentimento da gestante: Pena – reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos.”

O Código Penal ainda aborda outras situações em que os envolvidos podem ter agravantes ou atenuantes em sua punição. De outro lado, a legislação e a jurisprudência brasileira permitem a realização do aborto em três ocasiões:

  1. quando não há outra forma de salvar a vida da gestante;

  2. nos casos em que a gravidez é fruto de um estupro;

  3. nos casos de anencefalia.

Entendendo que o aborto no Brasil deveria ser legalizado, o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) instaurou uma Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) para que o STF legalize a prática no Brasil até o terceiro mês de gestação.

A discussão do aborto no STF

Em setembro de 2023, a ex-Ministra Rosa Weber colocou o processo do PSOL em pauta para o plenário do STF, votando a favor da descriminalização do aborto no Brasil segundo o pedido.

Logo em seguida, a pauta ficou sob a responsabilidade do Ministro Luís Ernesto Barroso. Apesar de ser um defensor da legalização do aborto, Barroso suspendeu a votação alegando que “o tema ainda precisa de mais debate na sociedade”.

O Ministro afirmou que o tema pode voltar à pauta até o fim do seu mandato, em 2025. Apesar da pauta já estar em andamento no STF, juristas afirmam que o Poder Judiciário não tem poder para legalizar o aborto no Brasil.

Segundo nota Rede Nacional em Defesa da Vida e da Família, publicada pelo Citizen Go:

“O ativismo judicial em temas que são responsabilidade do Congresso, pode trazer consigo diversos riscos para o sistema político e democrático. Quando juízes se envolvem de maneira excessiva na criação ou modificação de leis, eles podem invadir a esfera de atuação do poder Legislativo e desequilibrar a separação de poderes. Um risco é a possibilidade de que os juízes, ao tomarem decisões políticas importantes, estejam indo além de sua função de interpretação da Constituição e das leis. Afinal, cabe ao Poder Legislativo, eleito democraticamente, a tarefa de legislar. Quando os juízes assumem o papel de legisladores, eles estão tomando decisões que deveriam ser da competência do Congresso e dos representantes do povo. Outro risco decorre do fato de que juízes não são eleitos e, portanto, não são diretamente responsáveis, perante a população que será afetada por suas decisões. Como resultado, suas decisões podem não refletir a vontade da maioria ou das diferentes perspectivas presentes na sociedade. O exercício do ativismo judicial em questões que são responsabilidade do Congresso pode comprometer a legitimidade do processo”.

A juíza Ludmila Lins Grilo explica a questão do ativismo judicial do ponto de vista jurídico no programa Contraponto, da Brasil Paralelo:


Apesar de parte do STF ter se posicionado favorável ao aborto, o que pensam os brasileiros?

A opinião dos brasileiros sobre o aborto

Uma pesquisa realizada pelo Paraná Pesquisas, em 2021, concluiu que 79% da população é contrária à legalização do aborto no Brasil. A pesquisa ouviu 2.060 pessoas, com idade a partir de 16 anos, de 26 estados mais o Distrito Federal.

A Pesquisa Global da Ipsos, divulgada pela CNN, revelou que o número de pessoas que defende o aborto no Brasil em qualquer caso ou na maioria dos casos, sofreu uma queda expressiva de 9 pontos percentuais. Eram 48% em 2022, contra 39% agora em 2023.

Foram entrevistadas mil pessoas, de idade entre 16 e 74 anos, com uma margem de erro de 3,5%.

No programa Boletim Coppolla, o jornalista Caio Coppolla comentou a pesquisa:

“O instituto responsável pelo levantamento destaca que sua amostra é ‘mais urbana, mais escolarizada e/ou mais rica que a população em geral do país. Ou seja, a própria pesquisa reconhece que a sua amostra não reflete a realidade demográfica nacional. Além disso, prestigia grupos que tem até uma visão mais liberal sobre esse tema. Portanto, é razoável inferir que o apoio à legalização do aborto no Brasil é muito menor do que os números que estão sendo divulgados”.

Para reforçar seu argumento, o jornalista comentou sobre uma pesquisa do DataFolha de 2022. Os dados apontam:

  1. 8% defendem que o aborto no Brasil deve ser permitido em qualquer situação;

  2. 18% acreditam a permissão em mais situações;

  3. 39% consideram que a lei atual deve permanecer como está;

  4. 32% advogam pela proibição total do aborto no Brasil;

Com base nas projeções do DataFolha, 7 em cada 10 brasileiros se opõe totalmente à prática do aborto ou no mínimo são contra a legalização em situações além daquelas já previstas em lei.

Esse dado, revela como o ativismo judicial pode ser um problema grave, afirma Caio Coppolla:

“Por isso, assusta saber que magistrados do STF acreditam ser papel da Corte, do Poder Judiciário, mudar lá nos tribunais a legislação atual sobre o aborto. Uma pauta tão sensível, sobre a qual a maioria da população parece divergir da maioria dos ministros”.

Mas afinal, o que é um aborto?

O que é um aborto?

O aborto é a interrupção da gestação de um ser humano. Pode ser espontâneo, acidental ou provocado.

Bernard Nathanson, conhecido como pai do aborto, é uma das principais referências para explicar o assunto. Após se formar na Universidade de McGill, o médico realizou diversos abortos na década de 60 e 70, mas após a criação do ultrassom, sua vida mudou: quando Bernard pode realizou um aborto com ultrassom, ele viu o bebê lutando pela sua vida.

A partir desse momento, Bernard percebeu que desde o início da concepção o bebê já possui seu próprio código genético com todo seu potencial futuro.

“Pude comprovar que é um ser humano com todas as suas características. E se é uma pessoa, tem direito à vida. Eu não creio, eu sei que a vida começa no momento da concepção e deve ser inviolável. É um ser humano, com todas as suas características” (fala proferida no documentário O Grito Silencioso).

Segundo o Manual de Bioética I: Fundamentos e ética biomédica:

“O primeiro dado incontestável, esclarecido pela genética, é o seguinte: no momento da fertilização, ou seja, da penetração do espermatozóide no óvulo, os dois gametas dos genitores formam uma nova entidade biológica, o zigoto, que carrega em si um novo projeto-programa individualizado, uma nova vida individual”.

DContudo, defensores do aborto negam esses postulados científicos.

  1. Como é feito um aborto? Conheça os principais procedimentos e consequências

Argumentos favoráveis e contrários ao aborto

Três dos principais argumentos favoráveis ao aborto são:

  1. O bebê ainda não é um ser humano no início da gestação;

  2. A mulher pode fazer o que ela quiser com seu corpo, podendo abortar ou não;

  3. O aborto é uma questão de saúde pública. Muitas mulheres morrem realizando abortos ilegais, sendo necessário legalizar o procedimento.

Primeiro argumento

A primeira posição defende que o bebê não é um ser humano dotado de direitos até desenvolver os sentidos e o batimento cardíaco. Segundo essa posição, ser uma pessoa é possuir sentimentos e semelhanças com um homem adulto.

Uma de suas principais representantes é Judith Jarvis Thomson no artigo A Defense of Abortion.

Segundo argumento

No livro Política Sexual, Kate Millet defende que o bebê no ventre da mãe não é uma outra pessoa, mas uma parte do seu corpo. Como ele seria parte da mulher, ela teria o direito de retirá-lo se for da sua vontade.

Terceiro argumento

Segundo Maristela Sant’Ana, em publicação do site da Câmara dos Deputados, muitas mulheres morrem realizando abortos ilegais, sendo necessário legalizar a prática para garantir mais segurança na interrupção da vida do bebê.

Principais argumentos contra o aborto

Alguns dos principais argumentos em defesa da vida são:

  1. A vida humana começa na concepção, apontam pesquisas;

  2. O bebê é um outro ser humano, não uma parte da mãe;

  3. Os números de aborto ilegal são comprovadamente inflados por defensores do aborto.

  4. Ao invés de legalizar o assassinato de bebês, o Estado deve investir no cuidado a saúde da mãe e do filho.

Primeiro argumento

Após a concepção, o código genético de um novo ser humano está formado. A base de todos seus órgãos e sentidos já está formada e desenvolvendo todo seu corpo, mostram dados da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo).

A mãe nutre o filho que se desenvolve por si mesmo. Segundo o Manual de Bioética I: Fundamentos e ética biomédica:

“O primeiro dado incontestável, esclarecido pela genética, é o seguinte: no momento da fertilização, ou seja, da penetração do espermatozóide no óvulo, os dois gametas dos genitores formam uma nova entidade biológica, o zigoto, que carrega em si um novo projeto-programa individualizado, uma nova vida individual”.

Segundo argumento

Segundo Marlon Derosa, mestre em bioética pela Fundación Jérôme Lejeune, o bebê não é parte da mãe, o bebê está na mãe. A estrutura da realidade mostra que seres humanos são nutridos pelas suas mães e se desenvolvem em seus úteros, mas não se identificam com elas.

Como o ser humano possui seu código genético único e a base de seu desenvolvimento desde a concepção, a mãe não tem o direito de assassinar o outro ser humano que está em seu ventre.

  1. Marlon Derosa expôs a visão da bioética ao participar do podcast Conversa Paralela, da Brasil Paralelo. Confira:


Terceiro argumento

Em 2018, uma matéria publicada no site do Conselho Federal de Enfermagem afirmou que 1 milhão de abortos induzidos ocorrem todos os anos. Contudo, ao analisar os números emitidos pelo Sistema Único de Saúde, a pesquisadora Isabela Mantovani descobriu que o número real de abortos induzidos no Brasil é de aproximadamente 80 a 100 mil.

Autores como Marlon Derosa defendem que o sistema de saúde não deve investir no aprimoramento do assassinato de bebês, mas sim em melhores condições de pré-natal e auxílio as mulheres grávidas.

Salvando as Duas Vidas

Para auxiliar as mães e os filhos e aprofundar o debate sobre o aborto no Brasil, a Brasil Paralelo desenvolveu o documentário: Duas Vidas – Do Que Falamos Quando Falamos de Aborto. Assista a este vídeo até o final e saiba mais sobre a nossa mais nova produção:


Mais conteúdo para entender o assunto e salvar vidas

Para entender o que realmente é um aborto, quais são suas consequências físicas e psicológicas, e como é o início da vida humana, a Brasil Paralelo fez uma seleção especial de filmes, documentários e cursos.

Só na Brasil Paralelo você encontra:

  1. Human Life – A Vida Sempre Vale a Pena;

  2. Blood Money 1 e 2;

  3. Unplanned;

  4. Curso: O Valor da Vida Humana;

  5. Curso: Aborto, quem é a verdadeira vítima?

São filmes e cursos dedicados a contar histórias reais de pessoas que poderiam ter sido abortadas, mas sobreviveram para contar suas histórias, além de abordar a realidade por trás da indústria bilionária do aborto e muito mais.

 
 
 

Mais de 60 cidades aderem à “Caminhada pela Vida Contra o Aborto” no Dia do Nascituro

No próximo domingo, dia 8 de outubro, dia do nascituro, várias cidades do Brasil estarão realizando manifestações em favor da vida, a fim de mostrar que a esmagadora maioria da população brasileira é contrária à descriminalização do aborto, que, tragicamente, está sendo discutida no Supremo Tribunal Federal.

Então, não deixe de se manifestar! Precisamos sair às ruas para defender a vida desde a concepção e dizer não à barbárie do aborto.

Nesta pregação, Padre Paulo convoca todos os batizados e pessoas de boa vontade da Arquidiocese de Cuiabá a participarem da Caminhada pela Vida no dia 08/10, a partir das 16h, na Praça Ulisses Guimarães.

Até o momento, já são 45 cidades em todo o Brasil que irão promover manifestações semelhantes. Busque se informar sobre o evento na sua cidade e não deixe de participar.

Esta homilia foi feita pelo Padre Paulo Ricardo no dia 2 de outubro de 2023, durante Missa matutina na Paróquia Cristo Rei, em Várzea Grande (MT).


A Rede Nacional em Defesa da Vida e da Família fará no domingo (8), Dia do Nascituro, uma “Caminhada pela Vida Contra o Aborto” em mais de 60 cidades no Brasil. O objetivo é “chamar a atenção não somente” dos governantes, “mas especialmente do Supremo Tribunal Federal, para que eles compreendam de uma vez por todas” que a pauta do aborto “é pertinente ao legislativo”, disse à ACI Digital a presidente da Rede, Zezé Luz.

A pauta da descriminalização do aborto até 12 semanas de gestação no Brasil tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) desde março de 2017, através da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 442, impetrada pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL).

Ela estava sob a relatoria da ex-presidente do STF, ministra Rosa Weber, que retornou com a pauta no Supremo este ano, através de um julgamento virtual entre os dias 22 a 29 de setembro, poucos dias antes de sua aposentadoria. O primeiro voto, na madrugada do dia 22, foi de Weber, favorável a ADPF 442. Logo após, o ministro Luís Roberto Barroso, que é o atual presidente da Corte, pediu destaque e o processo foi interrompido, sem data de retorno. Quando tiver nova data, o julgamento ocorrerá de modo presencial no Supremo e o voto de Weber será mantido.

A presidente da Rede, Zezé Luz, disse à ACI Digital que a decisão sobre o aborto não cabe ap STF. “São os nossos representantes legais, aqueles que foram eleitos pelo povo, que podem pautar ou até mesmo votar e decidir pela maioria. Somos um país democrático e queremos que se respeite esse direito, queremos que respeite a Constituição Federal no seu artigo 5º”, disse Zezé Luz.

O artigo 5º da Constituição Federal diz que “todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no país a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade”.

Zezé Luz reforçou que “a defesa da vida no Brasil” está “prevista em lei”. “O próprio código penal nos garante esse direito”, disse, ressaltando que há “as excludente de punibilidade”.

No Brasil, o aborto é crime tipificado pelo Código Penal e não é punível em casos de estupro ou quando há risco para a vida da mãe. Mas desde 2012, o STF determinou que o aborto também não é punível em casos de bebê com anencefalia.

“Mesmo assim, nós somos contrários em qualquer que seja a situação onde o ser humano esteja lá ameaçado de morte. Por isso que nossos movimentos existem, que é pra apoiar e amparar essas mulheres, para que elas optem sempre pela vida e caso elas venham por algum motivo, decidir por fazer o aborto, nosso movimento pró-vida também traz para elas o apostolado do projeto Esperança, que é o acompanhamento para as mulheres que sofrem dos danos e causas de um aborto provocado, que eu sei, particularmente, quais são”, disse Zezé Luz, que já foi vítima de um estupro e praticou um aborto.

Segundo ela, a uma “Caminhada pela Vida Contra o Aborto” será “apartidária e supra religiosa”. “Vamos para a rua com essa pauta única que é a defesa do nascituro, do bebê por nascer, consequentemente também na proteção das mulheres, porque sabemos quais são os agravos e consequências do aborto provocado”, declarou.

No dia da caminhada, todos estarão vestindo uma camiseta branca ou azul bebê, como um “símbolo de paz”. “Queremos que essa paz comece no ventre das nossas mães, das mulheres brasileiras”, disse a presidente da Rede Nacional em Defesa da Vida e da Família.

Zezé Luz também disse que o dia 8 de outubro, Dia do Nascituro, é uma data “celebrada pelo segmento católico”. Ela lembrou que entre os dias 1º a 7 de outubro, todas as comunidades, paróquias, dioceses e arquidioceses do Brasil celebram a Semana Nacional da Vida, com “uma pauta de palestras e simpósios”, que visam conscientizar as pessoas “sobre a inviabilidade do direito à vida”.

Para saber quais cidades, locais e horários da Caminhada pela Vida Contra o Aborto acesse o link.

Cidades que terão manifestações

Confira as cidades que já confirmaram e estão para confirmar caminhadas pela vida:

  1. AC – Cruzeiro do Sul – 08/10 – 17h30 – Catedral Nossa Senhora da Glória;

  2. AC – Rio Branco – a confirmar;

  3. AL – Maceió 08/10 às 8:30 – Concentração: Praça Vera Arruda;

  4. AM – Manaus 08/10 às 17h – Concentração: Largo do São Sebastião;

  5. BA – Teixeira de Freiras – a confirmar;

  6. BA – Salvador 30/09 concentração Santuário de Nossa Senhora Aparecida- Imbuí;

  7. DF – Brasília 08/10 às 16h – Concentração: Esplanada dos Ministérios

  8. ES – Vitória – dia 8/10 às 14h30 – Concentração: Praça dos Namorados – Praia do Canto;

  9. GO – Goiania – 08/10 às 16h – Concentração: Praça Almirante Tamandaré;

  10. MG – Belo Horizonte 08/10 às 09h – Concentração: Praça da Liberdade;

  11. MG – Uberlândia 08/10 às 10h – Concentração: Parque do Sabiá em frente ao Mundo da Criança;

  12. MG – Juiz de Fora – 8 de outubro, concentração às 11h na avenida Rio Branco, próximo ao número 2540, em frente à catedral;

  13. MG – Governador Valadares – 08/10 às 8h30 – Concentração: Praça dos Pioneiros;

  14. MG – São Sebastião do Paraíso – 24/09 às 16h – Concentração: porta da Igreja Matriz de São Sebastião;

  15. PB – Campina Grande – a confirmar o local e o horário;

  16. PB – João Pessoa – 08/10 às 17h – Concentração: Busto de Tamandaré;

  17. PE – Recife – 07/10 às 16h – Concentração: Praça da Bíblia – Curado;

  18. PE – Recife – 08/10 às 9h – Concentração: Parque Dona Lindu – Boa Viagem;

  19. PE- Caruaru – a confirmar;

  20. PE – Garanhuns – 07/10 às 9h – Concentração: Relógio de Flores;

  21. PR – São Sebastião da Amoreira – 8/10 às 9h – Concentração: Paróquia São Sebastião (Igreja Matriz);

  22. PR – São José dos Pinhais – 07/10 às 14h – Concentração: Shopping Celli;

  23. PR – Santa Terezinha do Itaipu – 08/10 às 17h – Concentração: Capela Nossa Senhora do Carmo;

  24. PR – Curitiba – a confirmar;

  25. PR – Guarapuava – 08/10 às 15h30 – Concentração: Lagoa das Lágrimas;

  26. PR – Londrina – 08/10, às 15h – Ato Pela Vida Contra o Aborto. Concentração na Rotatória da Av. JK com Av. Higienópolis;

  27. RJ – Rio de Janeiro – 08/10 às 12h – Concentração: Posto 5 na Praia de Copacabana (na altura da Rua Miguel Lemos);

  28. RJ – Paty Do Alferes – 07/10- 14:00h – Concentração – Praça de Avelar;

  29. RJ – Barra de São João – 07/10 16h30 – Concentração: Beira Rio (próx. ao canhão), encerrando na Paróquia da Sagrada Família;

  30. RJ – Niterói – 08/10 às 12h – Concentração: Campo de São Bento;

  31. RS – Bento Gonçalves – 08/10 às 9h – Concentração: Matriz Santo Antônio;

  32. RS – Farroupilha – 08/10 às 9h – local a confirmar;

  33. RS – Caxias do Sul – 08/10 às 9h – local a confirmar;

  34. RS – Porto Alegre – 08/10 às 9h – local a confirmar;

  35. SC – Florianópolis – 24/09 às 15h – Concentração: Trapiche Beira Mar;

  36. SE – Aracajú – a confirmar;

  37. SP – Campinas – 08/10 às 10h – Largo do Rosário

  38. SP – Catanduva – 07/10 às 08h30 – Concentração: Praça Igreja Matriz São Domingos;

  39. SP – Cruzeiro – 08/10 – local a confirmar;

  40. SP – Presidente Prudente – 08/10 – após a Missa das 07h no Santuário Nsa. Sra. Aparecida;

  41. SP – São José do Rio Preto – 07/10 às 9h – Concentração: Praça Rui Barbosa;

  42. SP – São José dos Campos – 07/10 às 9h – Concentração: Igreja Matriz;

  43. SP – São Paulo – 8/10 às 12h – Missa: Avenida Brigadeiro Luís Antônio, 2071, Paróquia Imaculada Conceição;

  44. SP – Taubaté – 07/10 – Concentração: 09h na Praça St. Terezinha marcha até a Praça Dom Epaminondas;

  45. MS – Campo Grande – 08/10 às 8h30 – Concentração: Parque das Nações Indígenas junto ao portão Nhandeva (Museu Dom Bosco);

  46. MT – Cuiabá – pastoral familiar será a responsável – local a confirmar;

  47. Mobilize-se em favor da vida, participe das Caminhadas Pela Vida.

 
 
 
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