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Peregrinação vem percorrendo diversos países BRASÍLIA, terça-feira, 18 de setembro de 2007 (ZENIT.org).- Sob a aclamação dos fiéis que entoavam cânticos ao Sagrado Coração de Jesus, chegaram nesse sábado, dia 15 de setembro, em Brasília, às 12h30, as relíquias de Santa Margarida Maria Alacoque.

As relíquias – um ossário que contém vários fragmentos de ossos e uma parte do tecido cerebral, que se conserva incorrupto, por mais de 300 anos – foram recepcionadas pelo arcebispo emérito de Brasília, cardeal José Freire Falcão e pelos fiéis da arquidiocese.

Do Aeroporto Internacional de Brasília as relíquias seguiram no papa-móvel para a Paróquia Nossa Senhora das Dores, localizada no Cruzeiro Velho.

A peregrinação que vem percorrendo diversos países partiu do Mosteiro das Visitandinas de Paray-le-Monial, na França, onde Jesus apareceu à Santa, no século XVII.De acordo com os organizadores «as peregrinações contribuem para fazer conhecer a mensagem do Coração de Jesus no mundo, que é uma mensagem de paz, amor e reconciliação, além de reavivar a fé dos cristãos no profundo Amor do Divino Coração pela humanidade». A peregrinação no Brasil segue até o final do mês de outubro deste ano.

Santa Margaria Maria Alacoque era francesa, nasceu em 1647 e morreu em 1690, aos 43 anos. Entrou para o mosteiro das visitandinas ainda criança e fez profundas experiências místicas com o Coração de Jesus, através da Sagrada Eucaristia.

O cardeal José Freire Falcão explicou ao site da arquidiocese de Brasília que o objetivo da peregrinação das relíquias é despertar a devoção ao coração de Jesus.

«O Sagrado Coração de Jesus é o símbolo, não só o símbolo mais do que isso, é o curriculum do amor misericordioso de Deus que tem sua expressão em seu filho Jesus Cristo, ao sofrer e derramar seu sangue na cruz por nós, Ele testemunhou esse amor imenso de Deus por cada criatura humana.»

«Foi Santa Margarida Maria Alacoque quem difundiu essa devoção ao Coração de Jesus, a partir do século XVII, período em que ela viveu. Daí a finalidade desta peregrinação: aprofundar ainda mais a fé cristã, fé em Jesus Cristo, mas sobretudo a devoção ao Coração de Jesus. O mundo está muito necessitado deste amor misericordioso do Pai em seu Filho Jesus Cristo», disse.

Segundo o cardeal, as relíquias são símbolos. «A vida humana tem essa dimensão simbólica que a gente não pode dispensar. Às vezes é mais importante do que os objetos materiais. São sinais que lembram outra realidade que são invisíveis aos nossos olhos».

«As relíquias de Santa Margarida Maria Alacoque nos levam a essa grande santa, o seu testemunho de santidade, do amor ao coração de Jesus. Nesse sentido, as relíquias têm grande importância para fazer crescer a fé. Não é que sejam objetos de adoração aos santos, absolutamente. É um culto no sentido de respeito, mas sobretudo nos lembram outra realidade, pois é ao Sagrado Coração de Jesus a quem se dirige o nosso amor», afirmou o cardeal.

 
 
 

O Movimento Nacional Brasil Sem Aborto lançou na tarde de ontem, 1º, em Brasília, o programa oficial de uma Marcha Nacional em Defesa da Vida, que vai acontecer no próximo dia 15 de agosto na Esplanada dos Ministérios.

A mobilização, sem vinculação política ou religiosa, tem o apoio das mais diversas entidades representativas da sociedade civil e tem por objetivo sensibilizar e mobilizar lideranças das mais diversas instituições do país, entidades, grupos e personalidades da sociedade civil que defendem o direito à vida desde a concepção.

O coordenador geral da Marcha Nacional, Jaime Ferreira Lopes, afirma não ter dúvidas de que o “grito organizado, pacífico, ordeiro do povo que ecoará da Esplanada dos Ministérios subirá até os céus alcançando cada canto deste país e como uma onda sonora chegará a toda a América Latina para dizer aos que querem ceifar a vida no seu nascedouro que o povo não quer a legalização do aborto”.

No lançamento do programa da Marcha Nacional, estiveram presentes a ex-senadora Heloisa Helena, Dom Antonio Augusto Dias Duarte, presidente do Setor Vida da Conferência Episcopal Latino-americana – CELAM, o ex-Procurador-Geral da República, Cláudio Fonteles, o cantor e compositor Nando Cordel, artistas, intelectuais, educadores, políticos, religiosos e médicos.

Na Marcha Nacional, são esperadas caravanas de diversos estados brasileiros que começam a chegar à capital na próxima semana. O ato público vai sair da rodoviária de Brasília em caminhada até o Congresso Nacional, onde ocorrerá a concentração.

 
 
 

Católicos e não católicos revoltaram-se contra obra que representa órgãos sexuais com ?terços?

SÃO PAULO, domingo, 7 de maio de 2006 (ZENIT.org).- Uma avalanche de e-mails e telefonemas levou o Banco do Brasil a cancelar a terceira etapa da exposição «Erotica ? Os Sentidos na Arte», que seria inaugurada em Brasília no próximo dia 15 de maio.

A pressão ao Banco foi feita principalmente por católicos –mas também não católicos–, em referência à obra intitulada «Desenhando com Terços», que representa órgãos sexuais masculinos utilizando o ?terço?, instrumento de devoção dos católicos na oração do Rosário.

O trabalho é da artista Márcia X (1959-2005) e foi retirado da mostra no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil) do Rio de Janeiro, no dia 19 de abril, diante das pressões de católicos e fiéis de outras religiões. A primeira etapa de «Erotica» fora realizada no CCBB de São Paulo em 2005.

Sob curadoria de Tadeu Chiarelli, a exposição, além do trabalho de Márcia X, exibiu no Rio de Janeiro, desde fevereiro, cerca de 110 obras, incluindo desenhos, fotos, gravuras, pinturas e instalações de mais de 50 artistas.

Quando da retida da obra «Desenhando com Terços» do conjunto da exposição no Rio de Janeiro, a diretoria do Banco do Brasil explicou a atitude «em virtude das manifestações de repúdio de parcela da sociedade» e de «críticas recebidas de seus clientes, provenientes de várias cidades brasileiras».

Já diante do impasse que levou ao cancelamento da exposição completa de Brasília, em contato com o boletim Cooperatores Veritatis, o diretor de Marketing e Comunicação do Banco do Brasil, Paulo Caffarelli, explicou que o Banco do Brasil tomou a decisão «mais correta, que foi tirar a peça. O Banco tomou a decisão que tinha que ser tomada».

Segundo Caffarelli, tratou-se de uma decisão em que imperou o bom senso. «É uma peça que fere mesmo a questão religiosa. Estamos recebendo manifestações de não católicos inclusive, também defendendo a posição do Banco do Brasil», disse.

Mantida a decisão de retirar a obra da exposição que seria montada em Brasília, colecionadores e artistas como Rosângela Rennó e Franklin Cassaro ameaçaram retirar seus trabalhos. Então o impasse causado levou ao cancelamento completo da exposição.

Na ocasião da retirada da obra «Desenhando com Terços» da etapa do Rio de Janeiro, o ministro da Cultura do Brasil, Gilberto Gil, repudiou esta decisão do Banco.

Em nota divulgada à imprensa no dia 25 de abril passado, o ministro afirmou, citando a Constituição Federal brasileira, que «não pode haver mais em nosso país nenhum tipo de interdição a obras de arte e a outras formas de expressão».

Consultado pelo boletim Cooperatores Veritatis, Paulo Adib Casseb, professor doutor em Direito Constitucional pela Faculdade de Direito do Largo de São Francisco (USP) e professor de pós-graduação em Direito Constitucional na FMU, contestou a nota de Gilberto Gil.

O professor Adib Casseb explicou que «a liberdade de expressão, assim como qualquer direito individual, não é ilimitada».

Segundo ele, «a manifestação da expressão artística que afronta crença religiosa e os valores éticos sociais não pode ser considerada legítima nem juridicamente válida, afinal contraria os preceitos constitucionais que asseguram a inviolabilidade da liberdade de consciência e de crença (liberdade religiosa) e o respeito aos valores éticos e sociais da pessoa e da família, nos termos do art. 5º, VI e art. 221, IV, da CF/88».

Referindo-se à expressão empregada pelo ministro de que não pode haver «interdição a obras de arte», o professor explicou que não existem direitos absolutos no sistema jurídico pátrio, citando acórdão do Supremo Tribunal Federal (RTJ 173/805-810, 807-808 e decisão de 22/08/2005 cf. informativo 398 do STF).

Casseb afirmou que a Constituição Federal não acolhe «ato que agrida os valores cultuados pelas várias religiões».

«Todo ato que agride os valores cultuados pelas várias religiões não goza de amparo constitucional, pois caracteriza nítida ofensa a direitos consagrados pela Lei Maior», disse o professor.

Esclareceu ainda que a «a vedação constitucional à censura refere-se apenas a restrições promovidas pelo Estado, imbuídas de caráter político, com o fim de promover perseguições ideológicas, partidárias, para perpetuar o domínio exercido pelo governante».

 
 
 
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