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Uma foto mostra um outdoor localizado em Londrina protestando contra os graves problemas da Campanha da Fraternidade e alertando os católicos para que não contribuam.

Fiéis de da cidade Londrina colocaram um outdoor eletrônico imenso pedindo para que os católicos não doem na coleta do domingo de ramos, tentando conscientizar os católicos da cidade dos absurdos contidos no texto-base da campanha, e também sobre a incoerência dos autores e a autorização da CNBB para que um texto com diversos pontos polêmicos, que divergem gravemente da doutrina católica, seja veiculado nas dioceses e paróquias do Brasil.

Veja a foto:

Assim como os de Londrina, leigos de todo Brasil já se manifestaram contra essa campanha e um dos pontos mais incomodam os organizadores da Campanha da Fraternidade é o convite para que os católicos não façam suas doações no dia 28 de março, data em que uma porcentagem do valor das coletas é destinado para a Campanha da Fraternidade.

O Centro Dom Bosco, grupo de católicos que promoveu vários vídeos alertando sobre os problemas da campanha, fez um vídeo que está disponível no YouTube alertando sobre o que acontece com o dinheiro depositado na coleta do Domingo de Ramos.

Além do Centro Dom Bosco, outros centros se movimentaram para alertar os católicos sobre o que está por trás da Campanha da Fraternidade, entre eles o IPCO (Instituto Plínio Corrêa de Oliveira) que promoveu um abaixo-assinado convidando os católicos a se manifestarem.

Fica cada vez mais evidente que a pressão emanada das inúmeras manifestações realizadas por leigos e divulgadas principalmente pela internet nas redes sociais, está surtindo efeito,

A própria CNBB emitiu uma nota sobre as polêmicas, mas não convenceu, pois resolveu esquivar-se da responsabilidade pelo Texto Base com a finalidade de salvar a coleta do Domingo de Ramos e jogou a bomba nas mãos do CONIC.

Outro exemplo foi Dom Odilo que também veio a publico através de um vídeo onde disse que “essa polêmica está movida por preconceitos e paixão anti-ecumênica”, tentando desviar o foco do escândalo do texto base.

Contudo, para satisfação dos leigos, já começam a surgir padres e bispos que, preocupados com o bem de seu rebanho, manifestaram-se publicamente que não utilizarão o material oficial da Campanha da Fraternidade.

Entre os que se manifestaram, ganha destaque a carta enviada por Dom Fernando Guimarães destinada ao Presidente da CNBB e ao Núncio Apostólico. Na carta  ele assegura que a Assistência Religiosa às Forças Armadas é ecumênica por natureza, pois precisa lidar constantemente com membros de diversos seguimentos religiosos, contudo ressalta que o diálogo inter-religioso precisa ser feito em sedes competentes e frisa que o tempo da Quaresma não é espaço para se dialogar sobre temas polêmicos e contrários à autêntica doutrina de nossa Igreja.

Também adverte aos seus irmãos de episcopado sobre o juramento que fizeram, como autênticos Mestres e guardiães do Depósito da Fé, de garantir a ortodoxia da fé seja pregada aos seus fiéis, e apoiado nisso ele comunicou que no Ordinário Militar do Brasil, durante a quaresma deste ano, serão seguidas apenas as orientações teológico-litúrgicas próprias do tempo quaresmal e não serão utilizados quaisquer dos materiais produzidos oficialmente para a Campanha da Fraternidade deste ano.

E por fim estabeleceu que todo percentual da coleta que seria destinada à campanha da fraternidade será empregado no socorro dos pobres através de obra social reconhecida pelo Ordinariado Militar.

Protestos contra a campanha

Entre os pontos principais do protesto estão:

  1. A CNBB utilizar o precioso tempo quaresmal, o qual deveria ser o ápice do crescimento espiritual e conversão para os católicos para tratar de assuntos contrários a fé católica;

  2. A CNBB autorizar um texto que utiliza uma linguagem da esquerda revolucionária, inclusive termos da Ideologia de Gênero;

  3. um texto que acusa de discurso de ódio e fundamentalismo religioso os católicos que se opõem ao Lobby LGBT, que ao invés de ajudar os homossexuais, ajudam a implantar ideologias totalitárias;

  4. um texto que acusa de serem sem caridade e sem consciência (como que fanáticos) os fiéis que não concordaram com o Lockdown nas igrejas que até no dia da publicação desta matéria deixa milhares (ou mesmo milhões) de brasileiros sem acesso aos sacramentos – principalmente da Confissão e Eucaristia;

  1. um texto que apresenta Mariele Franco como mártir dos direitos humanos (ela que era do partido de extrema esquerda – PSOL, pró-aborto e militante LGBT);

  2. um texto que, em sua maior parte, é de autoria de uma pastora protestante que milita publicamente em favor de causas anti-cristãs (Aborto, Ideologia de Gênero, Política Partidária de Esquerda);

  3. um texto que apresenta aos católicos, como exemplo de ações práticas a serem feitas, a visita e a celebração em um Terreiro de Mãe de Santo ou Candomblé;

  4. entre outras coisas

O ESCÂNDALO DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2021

Todo católico honesto que tem lido do Texto Base da Campanha da Fraternidade Ecumênica de 2021 e tomado ciência de alguns contextos e personagens envolvidos, têm se perguntando: COMO É POSSÍVEL QUE ISSO ESTEJA ACONTECENDO?

Gostaríamos de perguntar aos quase 500 bispos que compõem a CNBB:

1 – COMO É POSSÍVEL que uma pastora que defende o aborto esteja à frente da elaboração de um documento que deve orientar as reflexões dos católicos em todas as paróquias e comunidades católicas do Brasil?

2 – COMO É POSSÍVEL que os bispos, renunciando a sua missão de conduzir o rebanho de Cristo, entreguem a condução do povo de Deus a uma Pastora abortista, auto declarada feminista, que defende a Ideologia de Gênero e TODAS as demais pautas da esquerda revolucionária?

3 – COMO É POSSÍVEL que no Texto Base, nas palavras dessa mesma pastora abortista, os senhores bispos apresentem aos católicos a afirmação de que a celebração da Reforma Protestante foi um sopro do Espírito Santo? Então os bispos da CNBB acreditam que o que foi feito por Lutero foi inspirado pelo Espírito Santo, razão pela qual deve ser celebrado com alegria? E também querem que os católicos acreditem e celebrem isso?

4 – COMO É POSSÍVEL que os senhores bispos apresentem aos católicos a ativista Mariele Franco, como se fosse uma mártir e modelo de defensora dos Diretos Humanos, mesmo sendo essa senhora uma ardorosa defensora do assassinato de crianças que não nasceram, também da Ideologia de Gênero de TODAS as demais bandeiras defendidas pelo PSOL, partido anti cristão?

5 – COMO É POSSÍVEL que se apresente aos católicos, como exemplo de ações práticas a serem feitas, a visita e a celebração em um Terreiro de Mãe de Santo ou Candomblé?

6 – COMO É POSSÍVEL que os senhores bispos apresentem um texto onde acusa de serem sem caridade e sem consciência (como que fanáticos) os fiéis que não concordaram com o isolamento generalizado (que NÃO tem NENHUMA base científica) e reivindicaram o seu direito de encontrarem suas Igrejas abertas para receberem os Sacramentos?

7 – COMO É POSSÍVEL defenderem o ISOLAMENTO social e o irracional fechamento de tudo e depois acusarem o Governo (Federal evidentemente) de ser responsável pelo crescimento do desemprego, pelo aumento da violência doméstica e pela fome?!!! Quem pode explicar essa loucura???

8 – COMO É POSSÍVEL que os Senhores bispos apresentem aos fiéis católicos um documento completamente ideológico, que reflete as ideias e a linguagem da esquerda revolucionária que tem sido repetida pela grande mídia a todo momento? Estaria também a CNBB se unindo ainda mais a esquerda para tentar colocar os católicos contra os valores conservadores e contra o atual governo pensando nas eleições de 2022?

9 – COMO É POSSÍVEL que os bispos apresentem aos católicos do Brasil a falsa ideia de que a Igreja é contra as pessoa terem armas para se defender, quando a doutrina e o Catecismo da Igreja afirmam que é lícito as pessoas possuírem armas para defenderem a si e aos seus entes queridos? Desde quando a Igreja concorda com a ideologia do Igualitarismo, com o Irenismo, com o relativismo e outras doutrinas ali expostas, todas já condenadas pela Igreja?

10 – COMO É POSSÍVEL que os bispos do Brasil apresentem aos fiéis um documento com informações falsas, que já foram desmentidas, como aquelas apresentadas pelo Grupo Gay da Bahia que diz terem sido assassinados 420 pessoas LGBTs em 2018 por motivações homofóbicas? Isso, sem dizer a menção feita ao Aquecimento Global como sendo causado pela ação do ser humano, tese já desmentida por numerosos cientistas…

Assista também a denúncia do Tiba LGBTQI+ no texto-base da Campanha da Fraternidade 2021?

11 – COMO É POSSÍVEL que os senhores bispos, pastores do povo de Deus, relativizem de tal forma a doutrina ensinada pela Igreja, e sejam tão indiferentes a salvação eterna do rebanho confiado a seus cuidados?

Que essa afronta a fé católica e o escárnio que foram expressos nessa Campanha da Fraternidade de 2021 ajudem os fiéis a perceberem a necessidade de se rezar pela conversão de nossos padres e bispos, bem como a necessidade de se estudar mais a Doutrina da Igreja para não serem enganados por aqueles, mesmo sendo autoridades, não possuem a fé da Igreja.

Será que algum bispo, ou mesmo sacerdote, terá a coragem de dizer: “SOU CATÓLICO E CREIO NO QUE A IGREJA ENSINA, POR ISSO, ESSA CAMPANHA DA FRATERNIDADE NÃO ENTRA EM MINHA DIOCESE/PARÓQUIA!!!” ?

Estamos no aguardo….

Discordar e rejeitar todos os erros e aberrações apresentados pelos bispos nessa Campanha da Fraternidade não é ato de desrespeito ou desobediência, mas é antes ato de fé e de amor a verdade, que nos conduz e nos faz permanecer unidos a Deus, Verdade Eterna.

Templário de Maria

 
 
 

Em uma carta destinada ao Presidente da CNBB e o Núncio Apostólico, Dom Fernando Guimarães fez um alerta exemplar, de que o tempo da Quaresma não é espaço para se dialogar sobre temas polêmicos e contrários à autêntica doutrina de nossa Igreja. Comunicou que seus Capelães Militares não utilizarão o material da Campanha da Fraternidade deste ano, e informou que o valor da coleta será destinado aos pobres.

Como seria bom se todos os bispos honrassem seu juramento, assim como Dom Fernando Guimarães ao emitir esta exemplar nota!

Em uma carta datada de 8 de fevereiro deste ano, Dom Fernando Guimarães, Arcebispo do Ordinário Militar do Brasil, comunicou ao presidente da CNBB e ao Núncio Apostólico suas decisões acerca da polêmica Campanha da Fraternidade de 2021.

Logo no início da carta ele assegura que a Assistência Religiosa às Forças Armadas é ecumênica por natureza, pois precisa lidar constantemente com membros de diversos seguimentos religiosos, contudo ressalta que o diálogo inter-religioso precisa ser feito em sedes competentes e frisa que o tempo da Quaresma não é espaço para se dialogar sobre temas polêmicos e contrários à autêntica doutrina de nossa Igreja.

Ele continua relembrando aos seus irmãos de episcopado sobre o juramento que fizeram, como autênticos Mestres e guardiães do Depósito da Fé, de garantir a ortodoxia da fé seja pregada aos seus fiéis.

Apoiado nisso ele comunicou que no Ordinário Militar do Brasil, durante a quaresma deste ano, serão seguidas apenas as orientações teológico-litúrgicas próprias do tempo quaresmal e não serão utilizados quaisquer dos materiais produzidos oficialmente para a Campanha da Fraternidade deste ano.

E por fim estabeleceu que todo percentual da coleta que seria destinada à campanha da fraternidade será empregado no socorro dos pobres através de obra social reconhecida pelo Ordinariado Militar.

Leia a carta na íntegra

Brasília, 8 do fevereiro de 2021 Exma. e Revmo. Dom WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO – Presidente da CNBB Brasília, DF – (C/C Nunciatura Apostólica no Brasil) Assunto: Campanha da Fraternidade 2021 Excelência o prezado Irmão, Com relação à Campanha da Fraternidade de 2021, em consciência, devo declarar o seguinte:

  1. O Serviço de Assistência Religiosa às Forças Armadas e Auxiliar o ecumênico em sua própria natureza e na atuação concreta junto à família militar. Os segmentos católicos, protestante o kardecista, aos quais pertence a maioria dos membros das Forças Armadas, convivem em harmonia e trabalham juntos. Nas celebrações inter-religiosas procuramos insistir sobre os valores comuns, partilhados por todos, e evitamos aqueles temas que são contraditórios ou não aceitos por todas as igrejas e denominações. O diálogo inter-religioso é necessário e oportuno somente quando, no respeito às diversas expressão de fé, é realizado em sedes competentes. A evangelização dos fiéis, no entanto, em qualquer tempo e ainda mais em um tempo especial como é a quaresma católica, não é espaço para se dialogar sobre temas polémicos e contrário à autêntica doutrina de nossa Igreja

  2. Compete aos bispos diocesanos, como autênticos Mestres e guardiães do Depósito da Fé, garantir a ortodoxia da fé que é pregada aos seus diocesanos. Esta missão, objeto de solene juramento por parte de cada um de nós antes de nossa ordenação episcopal, compromete a minha consciência de bispo e a ela jamais poderei renunciar.

  3. Por este motivo, comunico-lhe que no Ordinário Militar do Brasil, durante a quaresma deste ano, seguiremos apenas as orientações teológico-litúrgicas próprias do tempo quaresmal e não serão utilizados quaisquer dos materiais produzidos oficialmente para a Campanha da Fraternidade deste ano. Nossos Capelães Militares estão sendo orientados, coso desejem abordar o tema da mesma, a utilizar unicamente a Fratelli Tutti do Papa Francisco.

  4. Também o percentual da coleta destinado a esta Conferência Episcopal – e repartido com outras entidades promotoras da Campanha – não será enviado e sim, real e efetivamente, empregado no socorro aos pobres, através de obra social reconhecida pelo Ordinariado Militar. Sobre este uso, será meu cuidado prestar contas posteriormente à Presidência.

Em união de oração, pela construção de uma autentica comunhão episcopal,

Dom Fernando Guimarães, Arcebispo do Ordinário Militar do Brasil

Leia também esta formação especial: Dicas valiosas para viver bem o Tempo da Quaresma

 
 
 

Em uma carta destinada ao Presidente da CNBB e o Núncio Apostólico, Dom Fernando Guimarães fez um alerta exemplar, de que o tempo da Quaresma não é espaço para se dialogar sobre temas polêmicos e contrários à autêntica doutrina de nossa Igreja. Comunicou que seus Capelães Militares não utilizarão o material da Campanha da Fraternidade deste ano, e informou que o valor da coleta será destinado aos pobres.

Como seria bom se todos os bispos honrassem seu juramento, assim como Dom Fernando Guimarães ao emitir esta exemplar nota!

Em uma carta datada de 8 de fevereiro deste ano, Dom Fernando Guimarães, Arcebispo do Ordinário Militar do Brasil, comunicou ao presidente da CNBB e ao Núncio Apostólico suas decisões acerca da polêmica Campanha da Fraternidade de 2021.

Logo no início da carta ele assegura que a Assistência Religiosa às Forças Armadas é ecumênica por natureza, pois precisa lidar constantemente com membros de diversos seguimentos religiosos, contudo ressalta que o diálogo inter-religioso precisa ser feito em sedes competentes e frisa que o tempo da Quaresma não é espaço para se dialogar sobre temas polêmicos e contrários à autêntica doutrina de nossa Igreja.

Ele continua relembrando aos seus irmãos de episcopado sobre o juramento que fizeram, como autênticos Mestres e guardiães do Depósito da Fé, de garantir a ortodoxia da fé seja pregada aos seus fiéis.

Apoiado nisso ele comunicou que no Ordinário Militar do Brasil, durante a quaresma deste ano, serão seguidas apenas as orientações teológico-litúrgicas próprias do tempo quaresmal e não serão utilizados quaisquer dos materiais produzidos oficialmente para a Campanha da Fraternidade deste ano.

E por fim estabeleceu que todo percentual da coleta que seria destinada à campanha da fraternidade será empregado no socorro dos pobres através de obra social reconhecida pelo Ordinariado Militar.

Leia a carta na íntegra

Brasília, 8 do fevereiro de 2021 Exma. e Revmo. Dom WALMOR OLIVEIRA DE AZEVEDO – Presidente da CNBB Brasília, DF – (C/C Nunciatura Apostólica no Brasil) Assunto: Campanha da Fraternidade 2021 Excelência o prezado Irmão, Com relação à Campanha da Fraternidade de 2021, em consciência, devo declarar o seguinte:

  1. O Serviço de Assistência Religiosa às Forças Armadas e Auxiliar o ecumênico em sua própria natureza e na atuação concreta junto à família militar. Os segmentos católicos, protestante o kardecista, aos quais pertence a maioria dos membros das Forças Armadas, convivem em harmonia e trabalham juntos. Nas celebrações inter-religiosas procuramos insistir sobre os valores comuns, partilhados por todos, e evitamos aqueles temas que são contraditórios ou não aceitos por todas as igrejas e denominações. O diálogo inter-religioso é necessário e oportuno somente quando, no respeito às diversas expressão de fé, é realizado em sedes competentes. A evangelização dos fiéis, no entanto, em qualquer tempo e ainda mais em um tempo especial como é a quaresma católica, não é espaço para se dialogar sobre temas polémicos e contrário à autêntica doutrina de nossa Igreja

  2. Compete aos bispos diocesanos, como autênticos Mestres e guardiães do Depósito da Fé, garantir a ortodoxia da fé que é pregada aos seus diocesanos. Esta missão, objeto de solene juramento por parte de cada um de nós antes de nossa ordenação episcopal, compromete a minha consciência de bispo e a ela jamais poderei renunciar.

  3. Por este motivo, comunico-lhe que no Ordinário Militar do Brasil, durante a quaresma deste ano, seguiremos apenas as orientações teológico-litúrgicas próprias do tempo quaresmal e não serão utilizados quaisquer dos materiais produzidos oficialmente para a Campanha da Fraternidade deste ano. Nossos Capelães Militares estão sendo orientados, coso desejem abordar o tema da mesma, a utilizar unicamente a Fratelli Tutti do Papa Francisco.

  4. Também o percentual da coleta destinado a esta Conferência Episcopal – e repartido com outras entidades promotoras da Campanha – não será enviado e sim, real e efetivamente, empregado no socorro aos pobres, através de obra social reconhecida pelo Ordinariado Militar. Sobre este uso, será meu cuidado prestar contas posteriormente à Presidência.

Em união de oração, pela construção de uma autentica comunhão episcopal,

Dom Fernando Guimarães, Arcebispo do Ordinário Militar do Brasil

Leia também esta formação especial: Dicas valiosas para viver bem o Tempo da Quaresma

 
 
 
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