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Milhares de católicos já assinaram um abaixo assinado de repúdio à Campanha da Fraternidade 2021, protestando diante dos bispos católicos, membros da CNBB, contra os absurdos encontrados no texto-base que deve ser trabalhado na maioria das paróquias.

Ao mesmo tempo que rezam pelo clero, os católicos buscam explicações sobre diversos pontos do documento da campanha deste ano que divergem da fé cristã e que, de acordo com o protesto, jamais deveria ter sido autorizado pela CNBB para trabalho em nas paróquias do Brasil.

Entre os pontos principais do protesto estão:

  1. A CNBB utilizar o precioso tempo quaresmal, o qual deveria ser o ápice do crescimento espiritual e conversão para os católicos para tratar de assuntos contrários a fé católica;

  2. A CNBB autorizar um texto que utiliza uma linguagem da esquerda revolucionária, inclusive termos da Ideologia de Gênero;

  3. um texto que acusa de discurso de ódio e fundamentalismo religioso os católicos que se opõem ao Lobby LGBT, que ao invés de ajudar os homossexuais, ajudam a implantar ideologias totalitárias;

  4. um texto que acusa de serem sem caridade e sem consciência (como que fanáticos) os fiéis que não concordaram com o Lockdown nas igrejas que até no dia da publicação desta matéria deixa milhares (ou mesmo milhões) de brasileiros sem acesso aos sacramentos – principalmente da Confissão e Eucaristia;

  5. um texto que apresenta Mariele Franco como mártir dos direitos humanos (ela que era do partido de extrema esquerda – PSOL, pró-aborto e militante LGBT);

  6. um texto que, em sua maior parte, é de autoria de uma pastora protestante que milita publicamente em favor de causas anti-cristãs (Aborto, Ideologia de Gênero, Política Partidária de Esquerda);

  7. um texto que apresenta aos católicos, como exemplo de ações práticas a serem feitas, a visita e a celebração em um Terreiro de Mãe de Santo ou Candomblé;

  8. entre outras coisas

Assista também a seguinte análise: Campanha da Fraternidade 2021: Escárnio contra os Católicos

Leia o texto do Abaixo Assinado

A CNBB, mais uma vez, escandaliza os fiéis e causa perplexidade não apenas entre os Católicos.

Sob o lema: “Fraternidade e diálogo: compromisso de amor”, a nova Campanha da Fraternidade promove, uma vez mais, a subversão dos princípios e das instituições cristãs que fizeram grande nosso País.

Falseando o sentido principalmente espiritual da Quaresma – um tempo privilegiado de purificação interior pela oração, o jejum e a esmola, como preparação para a festa da Páscoa – a Campanha da Fraternidade serve, ainda este ano, de pretexto para o avanço da agenda revolucionária da Teologia da Libertação.

Numa clave marxista de luta entre oprimidos e opressores, os promotores da Campanha afirmam que a paz é uma consequência “da transformação de todas as estrututas desiguais como o racismo, a disparidade econômica, de todas as formas de segregação, geradoras de conflito e violência” (n.7). Por isso, a “conversão” deve levar os cristãos a assumir “posturas de acolhida e de compromisso com as pessoas vulneráveis e vulnerabilizadas, pobres e excluídas” (n.12) e a superar “todas as formas de intolerância, racismo, violências e preconceitos” (n.14).

Paradoxalmente, essa abertura têm mão, mas não tem contramão. De um lado, critica o que chama despectivamente de “lobby religioso” por pedir às autoridades que as celebrações litúrgicas fossem incluídas entre as atividades essenciais (n.28). Mas, do outro lado, ela promove o lobby que exige “o reconhecimento dos direitos das populações LGBTQI+ e de outros grupos perseguidos e vulneráveis” (n.68). Pior ainda, acusa aqueles que se opõem à a agenda desse lobby de serem responsáveis pelos homicídios a pessoas homo e transexuais pelo seu “discurso de ódio, do fundamentalismo religioso” (id.).

Se você, como nós, não concorda com essa Campanha da Fraternidade da CNBB, assine o abaixo-assinado.

Juntos, podemos muito. Sobretudo, colocando-nos sob a proteção de Maria Santíssima que, ao longo da história, sempre esmagou todas as heresias.

Assista também a denúncia do Centro Dom Bosco: Quem está por trás da Campanha da Fraternidade?

 
 
 

Milhares de católicos já assinaram um abaixo assinado de repúdio à Campanha da Fraternidade 2021, protestando diante dos bispos católicos, membros da CNBB, contra os absurdos encontrados no texto-base que deve ser trabalhado na maioria das paróquias.

Ao mesmo tempo que rezam pelo clero, os católicos buscam explicações sobre diversos pontos do documento da campanha deste ano que divergem da fé cristã e que, de acordo com o protesto, jamais deveria ter sido autorizado pela CNBB para trabalho em nas paróquias do Brasil.

Entre os pontos principais do protesto estão:

  1. A CNBB utilizar o precioso tempo quaresmal, o qual deveria ser o ápice do crescimento espiritual e conversão para os católicos para tratar de assuntos contrários a fé católica;

  2. A CNBB autorizar um texto que utiliza uma linguagem da esquerda revolucionária, inclusive termos da Ideologia de Gênero;

  3. um texto que acusa de discurso de ódio e fundamentalismo religioso os católicos que se opõem ao Lobby LGBT, que ao invés de ajudar os homossexuais, ajudam a implantar ideologias totalitárias;

  4. um texto que acusa de serem sem caridade e sem consciência (como que fanáticos) os fiéis que não concordaram com o Lockdown nas igrejas que até no dia da publicação desta matéria deixa milhares (ou mesmo milhões) de brasileiros sem acesso aos sacramentos – principalmente da Confissão e Eucaristia;

  5. um texto que apresenta Mariele Franco como mártir dos direitos humanos (ela que era do partido de extrema esquerda – PSOL, pró-aborto e militante LGBT);

  6. um texto que, em sua maior parte, é de autoria de uma pastora protestante que milita publicamente em favor de causas anti-cristãs (Aborto, Ideologia de Gênero, Política Partidária de Esquerda);

  7. um texto que apresenta aos católicos, como exemplo de ações práticas a serem feitas, a visita e a celebração em um Terreiro de Mãe de Santo ou Candomblé;

  8. entre outras coisas

Assista também a seguinte análise: Campanha da Fraternidade 2021: Escárnio contra os Católicos

Leia o texto do Abaixo Assinado

A CNBB, mais uma vez, escandaliza os fiéis e causa perplexidade não apenas entre os Católicos.

Sob o lema: “Fraternidade e diálogo: compromisso de amor”, a nova Campanha da Fraternidade promove, uma vez mais, a subversão dos princípios e das instituições cristãs que fizeram grande nosso País.

Falseando o sentido principalmente espiritual da Quaresma – um tempo privilegiado de purificação interior pela oração, o jejum e a esmola, como preparação para a festa da Páscoa – a Campanha da Fraternidade serve, ainda este ano, de pretexto para o avanço da agenda revolucionária da Teologia da Libertação.

Numa clave marxista de luta entre oprimidos e opressores, os promotores da Campanha afirmam que a paz é uma consequência “da transformação de todas as estrututas desiguais como o racismo, a disparidade econômica, de todas as formas de segregação, geradoras de conflito e violência” (n.7). Por isso, a “conversão” deve levar os cristãos a assumir “posturas de acolhida e de compromisso com as pessoas vulneráveis e vulnerabilizadas, pobres e excluídas” (n.12) e a superar “todas as formas de intolerância, racismo, violências e preconceitos” (n.14).

Paradoxalmente, essa abertura têm mão, mas não tem contramão. De um lado, critica o que chama despectivamente de “lobby religioso” por pedir às autoridades que as celebrações litúrgicas fossem incluídas entre as atividades essenciais (n.28). Mas, do outro lado, ela promove o lobby que exige “o reconhecimento dos direitos das populações LGBTQI+ e de outros grupos perseguidos e vulneráveis” (n.68). Pior ainda, acusa aqueles que se opõem à a agenda desse lobby de serem responsáveis pelos homicídios a pessoas homo e transexuais pelo seu “discurso de ódio, do fundamentalismo religioso” (id.).

Se você, como nós, não concorda com essa Campanha da Fraternidade da CNBB, assine o abaixo-assinado.

Juntos, podemos muito. Sobretudo, colocando-nos sob a proteção de Maria Santíssima que, ao longo da história, sempre esmagou todas as heresias.

Assista também a denúncia do Centro Dom Bosco: Quem está por trás da Campanha da Fraternidade?

 
 
 

Há muito tempo que nós católicos não conseguimos rezar uma quaresma como ela deve ser. No momento que deveria ser o ápice do ano para aqueles que desejam aproveitar este tempo propício para conversão, somos obrigados a refletir sobre temas políticos e ideológicos.

Mais uma pergunta aos bispos: quando teremos a quaresma de volta?

Clique aqui para assistir esta análise:


Todo católico honesto que tem lido do Texto Base da Campanha da Fraternidade Ecumênica de 2021 e tomado ciência de alguns contextos e personagens envolvidos, têm se perguntando: COMO É POSSÍVEL QUE ISSO ESTEJA ACONTECENDO?

Gostaríamos de perguntar aos quase 500 bispos que compõem a CNBB:

1 – COMO É POSSÍVEL que uma pastora que defende o aborto esteja à frente da elaboração de um documento que deve orientar as reflexões dos católicos em todas as paróquias e comunidades católicas do Brasil?

2 – COMO É POSSÍVEL que os bispos, renunciando a sua missão de conduzir o rebanho de Cristo, entreguem a condução do povo de Deus a uma Pastora abortista, auto declarada feminista, que defende a Ideologia de Gênero e TODAS as demais pautas da esquerda revolucionária?

3 – COMO É POSSÍVEL que no Texto Base, nas palavras dessa mesma pastora abortista, os senhores bispos apresentem aos católicos a afirmação de que a celebração da Reforma Protestante foi um sopro do Espírito Santo? Então os bispos da CNBB acreditam que o que foi feito por Lutero foi inspirado pelo Espírito Santo, razão pela qual deve ser celebrado com alegria? E também querem que os católicos acreditem e celebrem isso?

4 – COMO É POSSÍVEL que os senhores bispos apresentem aos católicos a ativista Mariele Franco, como se fosse uma mártir e modelo de defensora dos Diretos Humanos, mesmo sendo essa senhora uma ardorosa defensora do assassinato de crianças que não nasceram, também da Ideologia de Gênero de TODAS as demais bandeiras defendidas pelo PSOL, partido anti cristão?

5 – COMO É POSSÍVEL que se apresente aos católicos, como exemplo de ações práticas a serem feitas, a visita e a celebração em um Terreiro de Mãe de Santo ou Candomblé?

6 – COMO É POSSÍVEL que os senhores bispos apresentem um texto onde acusa de serem sem caridade e sem consciência (como que fanáticos) os fiéis que não concordaram com o isolamento generalizado (que NÃO tem NENHUMA base científica) e reivindicaram o seu direito de encontrarem suas Igrejas abertas para receberem os Sacramentos?

7 – COMO É POSSÍVEL defenderem o ISOLAMENTO social e o irracional fechamento de tudo e depois acusarem o Governo (Federal evidentemente) de ser responsável pelo crescimento do desemprego, pelo aumento da violência doméstica e pela fome?!!! Quem pode explicar essa loucura???

8 – COMO É POSSÍVEL que os Senhores bispos apresentem aos fiéis católicos um documento completamente ideológico, que reflete as ideias e a linguagem da esquerda revolucionária que tem sido repetida pela grande mídia a todo momento? Estaria também a CNBB se unindo ainda mais a esquerda para tentar colocar os católicos contra os valores conservadores e contra o atual governo pensando nas eleições de 2022?

9 – COMO É POSSÍVEL que os bispos apresentem aos católicos do Brasil a falsa ideia de que a Igreja é contra as pessoa terem armas para se defender, quando a doutrina e o Catecismo da Igreja afirmam que é lícito as pessoas possuírem armas para defenderem a si e aos seus entes queridos? Desde quando a Igreja concorda com a ideologia do Igualitarismo, com o Irenismo, com o relativismo e outras doutrinas ali expostas, todas já condenadas pela Igreja?

10 – COMO É POSSÍVEL que os bispos do Brasil apresentem aos fiéis um documento com informações falsas, que já foram desmentidas, como aquelas apresentadas pelo Grupo Gay da Bahia que diz terem sido assassinados 420 pessoas LGBTs em 2018 por motivações homofóbicas? Isso, sem dizer a menção feita ao Aquecimento Global como sendo causado pela ação do ser humano, tese já desmentida por numerosos cientistas…

Assista também a denúncia do Tiba LGBTQI+ no texto-base da Campanha da Fraternidade 2021?

11 – COMO É POSSÍVEL que os senhores bispos, pastores do povo de Deus, relativizem de tal forma a doutrina ensinada pela Igreja, e sejam tão indiferentes a salvação eterna do rebanho confiado a seus cuidados?

Que essa afronta a fé católica e o escárnio que foram expressos nessa Campanha da Fraternidade de 2021 ajudem os fiéis a perceberem a necessidade de se rezar pela conversão de nossos padres e bispos, bem como a necessidade de se estudar mais a Doutrina da Igreja para não serem enganados por aqueles, mesmo sendo autoridades, não possuem a fé da Igreja.

Será que algum bispo, ou mesmo sacerdote, terá a coragem de dizer: “SOU CATÓLICO E CREIO NO QUE A IGREJA ENSINA, POR ISSO, ESSA CAMPANHA DA FRATERNIDADE NÃO ENTRA EM MINHA DIOCESE/PARÓQUIA!!!” ?

Estamos no aguardo….

Discordar e rejeitar todos os erros e aberrações apresentados pelos bispos nessa Campanha da Fraternidade não é ato de desrespeito ou desobediência, mas é antes ato de fé e de amor a verdade, que nos conduz e nos faz permanecer unidos a Deus, Verdade Eterna.

Templário de Maria

Assista também a denúncia do Centro Dom Bosco: Quem está por trás da Campanha da Fraternidade?

 
 
 
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