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Neste domingo uma vida de quase 6 meses foi ceifada, uma batalha foi travada, mas o que mais nos assusta é o silêncio estarrecedor da CNBB em um momento tão importante.

Todo aquele que têm apreço pela vida humana, vivenciou um drama na última semana. Seja desempenhando um papel como defensor da vida em frente ao hospital, seja se manifestando através das redes sociais, seja assistindo indignado toda a distorção feita pela mídia e pelo movimento feminista sobre o ocorrido, ou mesmo desempenhando um papel que provavelmente é o mais importante de todos: rezando!

Diante do absurdo, diversas narrativas foram criadas. Enquanto a esquerda e as feministas lutavam para garantir um procedimento de aborto ilegal, uma vez que a própria equipe médica no estado do Espírito Santo já havia se negado a realizar em função do tempo de gestação, que colocava a bebê na idade gestacional de 5-6 meses, a grande mídia desempenhava um papel crucial para o “sucesso”, se é que podemos chamar assim, do assassinato de um bebê.

Foi a grande mídia responsável por deturpar os fatos e espalhar notícias falsas acerca de tudo que estava acontecendo.

  1. Não revelavam a verdadeira idade gestacional da bebê (quase 6 meses);

  2. Escondeu que o aborto nestas circunstâncias seria um crime, uma vez que a legislação brasileira permite aborto em caso de estupro até 3 meses;

  3. Escondeu o laudo médico que afirmava que o procedimento do aborto neste momento gestacional era contra indicado, e poderia ser mais danoso à jovem mãe;

  4. Escondeu que, conforme o pré-natal apontava, a menina estava com perfeitas condições de levar a gestação adiante e poderia perfeitamente fazer uma cesárea prematura, que seria menos danoso à saúde da mãe e preservaria as duas vidas;

  5. Disseminou a falsa imagem de que os manifestantes pró-vida eram uma ameaça a integridade da família;

  6. Diziam que os manifestantes forçaram a família

Enfim, fizeram um grande alarde em favor do aborto e pela preservação vida da mãe de 10 anos, quando na verdade seria o aborto a via mais perigosa a para a pequena que já era vítima de estupro há vários anos.

De todos os lados vieram ataques aos que se manifestavam em favor da vida. Na internet e redes sociais, o movimento feminista estava com sangue nos olhos e se mobilizou para comentar todas as publicações que eram contra o aborto. Este mesmo movimento iniciou um abaixo-assinado, incitando que fosse feito um processo contra uma comunidade católica pró-vida que ajudou a promover os protestos contra o aborto.

Na frente do hospital feministas apareceram, como sempre, agressivas e fazendo muito barulho, buscando apenas um objetivo, a morte de um bebê inocente.

Por outro lado, para a grande mídia, aqueles que estavam se manifestando contra o aborto, seja presencialmente, seja pelas redes sociais eram religiosos ultra fundamentalistas pró Bolsonaro, que não estavam preocupados com a vida da pequena mãe que já estava passando por muito sofrimento, quando na verdade, a preocupação do movimento pró-vida era com a preservação das duas vidas, seja da mãe quanto da filha.

No meio de tudo isso, nós católicos aguardávamos ansiosamente o apoio da CNBB através de um pronunciamento oficial, porém não recebemos nem uma simples nota sobre o aborto, muito menos da deturpação da grande mídia e os graves ataques ao movimento pró-vida.

Será que se a CNBB tivesse cobrado as autoridades em tempo hábil, o desfecho poderia ser diferente?

Lembramos que recentemente 152 bispos assinaram uma carta, ao estilo da esquerda, contra o governo Bolsonaro e posteriormente o presidente da CNBB assinou uma carta conjunta com OAB e outras entidades pedindo responsabilização do governo pelas 100 mil mortes por Covid-19. Será que que veremos uma manifestação da entidade CNBB na mesma proporção que este caso merece?

Até o momento encontramos apenas dois bispos que se manifestaram publicamente sobre o ocorrido, Dom Dom Antônio Saburido, e Dom Dom Antônio Augusto, bispo auxiliar da arquidiocese do rio de Janeiro.

Leia o comunicado de Dom Antônio Saburido, Arcebispo de Olinda e Recife sobre o ocorrido:

Dom Antônio Augusto se questionou sobre silêncio estarrecedor da CNBB neste momento crucial da batalha pela vida. Veja suas palavras:

“Onde os bispos que dizem que querem o povo protegido? Onde estão os padres que tanto falam dos direitos humanos e das legítimas exigências do bem comum?”

Continue lendo:

Bispo médico se pronuncia sobre caso da gravidez em menina de 10 anos

O Bispo auxiliar da Arquidiocese do Rio de Janeiro, Dom Antônio Augusto, se pronunciou sobre o caso da menina de 10 anos anos que, vítima do próprio tio, foi estuprada e engravidou. O pastor que também é médico pela USP lamentou a luta de alguns movimentos para que a gravidez de quase seis meses seja abortada. O Bispo classificou esse esforço pelo aborto como fruto da “ditadura da ideologia da morte”.

“Os médicos de Vitória, no Espírito Santo, respeitando a sua profissão toda ela voltada para a defesa da vida e alívio do sofrimento não quiseram realizar o aborto. Então decidiram levar a mãe para a Recife, onde o procedimento foi feito anos atrás em uma situação semelhante”, explicou o Bispo.

Dom Antônio Augusto lamentou a violência contra a criança e contra a vida. “É lamentável que num tempo onde a vida é tão ameaçada por um vírus ainda exista este vírus da ideologia da morte se espalhando pelo mundo”.

O Bispo lamentou neste momento não se ouvir vozes nos poderes executivo, legislativo e judiciário a favor da vida. Até mesmo na Igreja não se ouvem estas vozes, segundo o médico. “Onde os bispos que dizem que querem o povo protegido? Onde estão os padres que tanto falam dos direitos humanos e das legítimas exigências do bem comum?”, questionou.

O Bispo e médico Dom Antônio Augusto defende que as duas vidas sejam protegidas , a da criança que é mãe e a do bebê no seu ventre. “Protejam essa menina, ela já sofreu muito. Cuidem dela, pois embora seja uma gravidez de risco, não significa que é uma gravidez de risco de morte. É uma gravidez que nos leva a arriscar-nos no amor e na justiça para proteger as duas vidas . Todas as vidas importam, contudo, importam muito mais a vida das crianças. Nesse caso da mãe, de 10 anos de idade, e do bebê, o seu filho já com 5 meses e meio de vida”, ponderou.

Confira mensagem do bispo na íntegra:


Uma publicação compartilhada por Chris Tonietto (@christonietto) em 16 de Ago, 2020 às 5:33 PDT

 
 
 

Neste domingo uma vida de quase 6 meses foi ceifada, uma batalha foi travada, mas o que mais nos assusta é o silêncio estarrecedor da CNBB em um momento tão importante.

Todo aquele que têm apreço pela vida humana, vivenciou um drama na última semana. Seja desempenhando um papel como defensor da vida em frente ao hospital, seja se manifestando através das redes sociais, seja assistindo indignado toda a distorção feita pela mídia e pelo movimento feminista sobre o ocorrido, ou mesmo desempenhando um papel que provavelmente é o mais importante de todos: rezando!

Diante do absurdo, diversas narrativas foram criadas. Enquanto a esquerda e as feministas lutavam para garantir um procedimento de aborto ilegal, uma vez que a própria equipe médica no estado do Espírito Santo já havia se negado a realizar em função do tempo de gestação, que colocava a bebê na idade gestacional de 5-6 meses, a grande mídia desempenhava um papel crucial para o “sucesso”, se é que podemos chamar assim, do assassinato de um bebê.

Foi a grande mídia responsável por deturpar os fatos e espalhar notícias falsas acerca de tudo que estava acontecendo.

  1. Não revelavam a verdadeira idade gestacional da bebê (quase 6 meses);

  2. Escondeu que o aborto nestas circunstâncias seria um crime, uma vez que a legislação brasileira permite aborto em caso de estupro até 3 meses;

  3. Escondeu o laudo médico que afirmava que o procedimento do aborto neste momento gestacional era contra indicado, e poderia ser mais danoso à jovem mãe;

  4. Escondeu que, conforme o pré-natal apontava, a menina estava com perfeitas condições de levar a gestação adiante e poderia perfeitamente fazer uma cesárea prematura, que seria menos danoso à saúde da mãe e preservaria as duas vidas;

  5. Disseminou a falsa imagem de que os manifestantes pró-vida eram uma ameaça a integridade da família;

  6. Diziam que os manifestantes forçaram a família

Enfim, fizeram um grande alarde em favor do aborto e pela preservação vida da mãe de 10 anos, quando na verdade seria o aborto a via mais perigosa a para a pequena que já era vítima de estupro há vários anos.

De todos os lados vieram ataques aos que se manifestavam em favor da vida. Na internet e redes sociais, o movimento feminista estava com sangue nos olhos e se mobilizou para comentar todas as publicações que eram contra o aborto. Este mesmo movimento iniciou um abaixo-assinado, incitando que fosse feito um processo contra uma comunidade católica pró-vida que ajudou a promover os protestos contra o aborto.

Na frente do hospital feministas apareceram, como sempre, agressivas e fazendo muito barulho, buscando apenas um objetivo, a morte de um bebê inocente.

Por outro lado, para a grande mídia, aqueles que estavam se manifestando contra o aborto, seja presencialmente, seja pelas redes sociais eram religiosos ultra fundamentalistas pró Bolsonaro, que não estavam preocupados com a vida da pequena mãe que já estava passando por muito sofrimento, quando na verdade, a preocupação do movimento pró-vida era com a preservação das duas vidas, seja da mãe quanto da filha.

No meio de tudo isso, nós católicos aguardávamos ansiosamente o apoio da CNBB através de um pronunciamento oficial, porém não recebemos nem uma simples nota sobre o aborto, muito menos da deturpação da grande mídia e os graves ataques ao movimento pró-vida.

Será que se a CNBB tivesse cobrado as autoridades em tempo hábil, o desfecho poderia ser diferente?

Lembramos que recentemente 152 bispos assinaram uma carta, ao estilo da esquerda, contra o governo Bolsonaro e posteriormente o presidente da CNBB assinou uma carta conjunta com OAB e outras entidades pedindo responsabilização do governo pelas 100 mil mortes por Covid-19. Será que que veremos uma manifestação da entidade CNBB na mesma proporção que este caso merece?

Até o momento encontramos apenas dois bispos que se manifestaram publicamente sobre o ocorrido, Dom Dom Antônio Saburido, e Dom Dom Antônio Augusto, bispo auxiliar da arquidiocese do rio de Janeiro.

Leia o comunicado de Dom Antônio Saburido, Arcebispo de Olinda e Recife sobre o ocorrido:

Dom Antônio Augusto se questionou sobre silêncio estarrecedor da CNBB neste momento crucial da batalha pela vida. Veja suas palavras:

“Onde os bispos que dizem que querem o povo protegido? Onde estão os padres que tanto falam dos direitos humanos e das legítimas exigências do bem comum?”

Continue lendo:

Bispo médico se pronuncia sobre caso da gravidez em menina de 10 anos

O Bispo auxiliar da Arquidiocese do Rio de Janeiro, Dom Antônio Augusto, se pronunciou sobre o caso da menina de 10 anos anos que, vítima do próprio tio, foi estuprada e engravidou. O pastor que também é médico pela USP lamentou a luta de alguns movimentos para que a gravidez de quase seis meses seja abortada. O Bispo classificou esse esforço pelo aborto como fruto da “ditadura da ideologia da morte”.

“Os médicos de Vitória, no Espírito Santo, respeitando a sua profissão toda ela voltada para a defesa da vida e alívio do sofrimento não quiseram realizar o aborto. Então decidiram levar a mãe para a Recife, onde o procedimento foi feito anos atrás em uma situação semelhante”, explicou o Bispo.

Dom Antônio Augusto lamentou a violência contra a criança e contra a vida. “É lamentável que num tempo onde a vida é tão ameaçada por um vírus ainda exista este vírus da ideologia da morte se espalhando pelo mundo”.

O Bispo lamentou neste momento não se ouvir vozes nos poderes executivo, legislativo e judiciário a favor da vida. Até mesmo na Igreja não se ouvem estas vozes, segundo o médico. “Onde os bispos que dizem que querem o povo protegido? Onde estão os padres que tanto falam dos direitos humanos e das legítimas exigências do bem comum?”, questionou.

O Bispo e médico Dom Antônio Augusto defende que as duas vidas sejam protegidas , a da criança que é mãe e a do bebê no seu ventre. “Protejam essa menina, ela já sofreu muito. Cuidem dela, pois embora seja uma gravidez de risco, não significa que é uma gravidez de risco de morte. É uma gravidez que nos leva a arriscar-nos no amor e na justiça para proteger as duas vidas . Todas as vidas importam, contudo, importam muito mais a vida das crianças. Nesse caso da mãe, de 10 anos de idade, e do bebê, o seu filho já com 5 meses e meio de vida”, ponderou.

Confira mensagem do bispo na íntegra:


Uma publicação compartilhada por Chris Tonietto (@christonietto) em 16 de Ago, 2020 às 5:33 PDT

 
 
 

Ao advertir sobre o mundanismo e como está afetando a Igreja, um sacerdote da Diocese de Campanha (MG) chamou a atenção para o fato de os templos terem que ser fechados devido à pandemia de Covid-19, enquanto muitos bares continuam abertos.

“Olha o que é o espírito do mundo: celebrar Missa com o povo, trazer Jesus, levar Jesus, anunciar o Evangelho nesse tempo de pandemia foi-nos colocado grandes restrições para levar o povo a Jesus”, enquanto bares estão abertos e cheios, observou Pe. Carlos Ribeiro Natali, da Paróquia de Santa Rita de Cássia, em Três Corações (MG).

O sacerdote fez esta declaração no último dia 5 de julho, durante a homilia, em Missa transmitida ao vivo pela página da paróquia no Facebook. Na ocasião, ao refletir sobre a liturgia do 14º Domingo do Tempo Comum, o padre falou sobre o espírito de Cristo e o espírito do mundo.

“Eu preciso combater esse mundanismo que está entrando sorrateiramente na Igreja. Se a gente prestar atenção, nós vamos nos envolvendo e deixamos nos levar pelo espírito do mundo. Isso é muito sério”, alertou.

Nesse sentido, analisou a situação vivida devido à pandemia de Covid-19 que levou ao isolamento social e, consequentemente, as Missas passaram a ser celebradas sem a presença do povo.

Na Diocese de Campanha, orientações publicadas no final de junho indicam que as atividades presenciais, incluídas a Missa, serão retomadas a partir de 1º de agosto, “de acordo com as orientações de cada município”.

Nesse sentido, Pe. Carlos Natali assinalou que quando retornarem com as Missas com a presença do povo, em agosto, será “cheio de regras, normas”. “Claro, nós temos que tomar cuidado. Não descordo”, disse.

Porém, “o botequim da esquina está cheio da turma tomando cerveja”, indicou, ressaltando que basta andar “pela cidade de Três Corações” para observar isso.

“E nós que estamos em busca do alto, nós que estamos em busca da eternidade, nós que estamos em busca do céu temos que nos calar diante dessa malandragem, dessa maldade do espírito do mundo”, disse.

“Eu tenho que falar para o povo, não venha na Igreja, a pandemia mata. Mas, no botequim não mata, no barzinho não mata, na churrascada não mata. Olha o espírito do mundo. É isso que Jesus está combatendo”, acrescentou.

Em sua homilia, o sacerdote também destacou o que São Paulo diz em sua carta aos Romanos: “Se alguém não tem o Espírito de Cristo, não pertence a Cristo”. Diante desse ensinamento, convidou os fiéis a se questionarem: “Eu tenho o Espírito de Cristo em mim, nas minhas ações, no meu modo de viver?”.

Segundo o presbítero, esse é “um detalhe fundamental”, pois, “se eu tenho o espírito de Cristo, eu pertenço a Ele”.

Além disso, ressaltou o trecho da carta de São Paulo que afirma que “vós não viveis segundo a carne, mas segundo o espírito”. De acordo com Pe. Natali, “precisamos pensar na balança da nossa vida”. “Onde que eu ponho maior peso, no espírito ou na carne?”.

“São Paulo diz que se a carne pesar mais, então não vivereis. De que vida São Paulo está falando? Da vida eterna”, explicou.

De acordo com o sacerdote, esta é a cultura que se vive atualmente em um mundo capitalista, de consumismo, “dessa volta para o corpo, desse cuidado permanente”. “Pode ver que qual é o desespero nessa pandemia? Abrir academia”, disse, ressaltando que “isso não leva para o céu”.

“Se eu aspiro às coisas do alto, vou acolher o que está no Evangelho. Entendo o que Jesus fala: ‘Vinde a mim todos vós que estais cansados e fatigados sob o peso dos vossos fardos, e eu vos darei descanso’”, afirmou, ao explicar que “é o descanso do espírito, não o descanso da carne. Esse é o segredo que todos nós precisamos descobrir e alcançar”.

“Eu preciso combater esse mundanismo que está entrando sorrateiramente na Igreja. Se a gente prestar atenção, nós vamos nos envolvendo e deixamos nos levar pelo espírito do mundo. Isso é muito sério”, alertou.

Fonte: ACI Digital

 
 
 
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