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“Deus não se vinga. Mas corrige severamente como pai.”

O Padre carioca Augusto Bezerra, ao se deparar com os acontecimentos desta semana decidiu fazer um alerta através das redes sociais a todos aqueles que insistem em usar a religião como ferramenta de expressão política, cometendo, profanações e injúrias a símbolos cristãos que fazem parte da fé da maioria do povo Brasileiro.

Durante esta semana Maria Santíssima foi gravemente insultada, sendo retratada nua com órgão masculino em uma exposição no Rio de Janeiro, e também no RJ aconteceu o desfile de carnaval da Mangueira que zombou de Jesus apresentando-o como Mulher e LGBT, além também do fato que o governador do estado, Witzel, assinou um decreto em favor da ideologia de gênero.

Todos estes acontecimentos causaram grande revolta no povo cristão que veio se manifestar nas redes sociais. Como representante da Igreja e do seu rebanho, Padre Augusto também achou necessário fazer um alerta aos que promovem tais eventos blasfemos que ofendem gravemente a Deus.

Leia abaixo seu alerta:

Sobre as últimas blasfêmias cometidas no Rio de Janeiro, tanto pela exposição do Museu quanto pelo desfile da Mangueira, acaso, pensam que podem zombar de Deus e saírem ilesos? Clamam aos céus estes pecados! E dos céus, certamente Ele ouviu e vem.

Que cada um faça o que quiser de si, isto Deus nos deu o livre arbítrio para fazê-lo, não sem suas consequências. Mas a ninguém Ele deu a autoridade para ridicularizar o seu Nome, a ninguém Ele deu a glória do seu Nome, a ninguém Ele deu o direito de zombar do seu Nome.

Deus não se vinga. Mas corrige severamente como pai. Aguardem a correção!

 
 
 

O guru da esquerda no Brasil, e um dos grandes expoentes da Teologia da Libertação, Leonardo Boff, criticou duramente os católicos e conservadores que iniciaram uma campanha contra a ridicularização de Jesus no Carnaval de 2020 pela tradicional escola de Samba Mangueira, do Rio de Janeiro.

Mais de 100 mil cristãos de toda parte do Brasil assinaram este abaixo-assinado contra mais uma ofensa gravíssima a Nosso Senhor Jesus Cristo neste carnaval.

O teólogo Leonardo Boff concedeu entrevista ao Setor 1, da Band comentando o enredo, e toda repercussão, dizendo que compartilha com a Mangueira de 2020 a visão de um Jesus Cristo mais humano – menos o Jesus Glorioso, mais o amigo e defensor dos pobres.

“Essa dimensão de Jesus foi especialmente enfatizada pela Teologia da Libertação, que tem nos oprimidos e nos crucificados na história seu ponto de partida e de ação. Ela quer, como Jesus, libertar toda esta gente. Essa é a mensagem clara do enredo da Mangueira”, declara o teólogo, que critica a reação mais extremista ao trabalho de Vieira: “os ultra-conservadores de hoje representam os que tramaram a liquidação de Jesus”.

“A Mangueira, com seu enredo e sua arte, fez uma pregação melhor do que qualquer uma, de padre, de bispo ou de cardeal”, afirma.

Nossa Senhora de Luto e Maria Madalena LGBT

Jesus Cristo é ridicularizado em Samba Enredo da Mangueira

Essa é uma das estrofes do samba-enredo da Mangueira.

Rosto negro, sangue índio, corpo de mulher Moleque pelintra no Buraco Quente Meu nome é Jesus da Gente

Nesses últimos anos, não há Carnaval em que a Face Sagrada de Cristo não seja ultrajada, agredida, sempre em nome da “liberdade de expressão”.

No ano passado, uma escola de samba de São Paulo fez um desfile em que Nosso Senhor era derrotado pelo demônio.

Agora, a Mangueira, uma das maiores escolas de samba do Brasil, decide também atacar o cristianismo. A pretexto de exaltar as pessoas mais humildes, conspurca a figura do Homem-Deus.

Não é por acaso que um defensor desse samba afirmou que ele é o “mais potente, o mais subversivo … cartão de Natal das populações vulnerabilizadas” e ” voz dos povos subalternizados (indígenas, negros, mulheres, gays, trans, etc…)“.

Assista antes de continuar a leitura:


Teologia da Libertação – A grande Heresia do Século XX

“A teologia da libertação não entra em nenhum esquema de heresia até hoje existente […] ela é a negação radical do Cristianismo”. Papa Bento XVI

O Papa Bento XVI em um artigo contra a Teologia da Libertação, deixou claro que toda heresia traz dentro de si um “núcleo de verdade”, envolvida por uma camada espessa de mentira; e quanto mais forte é este “núcleo de verdade”, tanto mais difícil será vencê-la.

No caso da Teologia da Libertação, este núcleo de verdade é a importância de defender o pobre e o oprimido, mas a espessa camada de mentirá é a proposta de realizar essa obra por meio da filosofia marxista, ateia, movida pela luta de classes e do ódio entre os irmãos de classes diferentes. É o desprezo da vida espiritual em face da luta social. Os meios não justificam os fins e a moral católica não admite que se faça o bem por meios maus. (J. Ratzinguer, V. Messori, 1985)

A Teologia da Libertação foi planejada pela URSS para destruir a Igreja Católica de dentro para fora. Este plano nasceu das ideias de Gramsci que concluiu que o melhor meio de destruir uma instituição é se infiltrando e modificando os princípios com o passar do tempo.

Fonte: Cleofas

 
 
 

O guru da esquerda no Brasil, e um dos grandes expoentes da Teologia da Libertação, Leonardo Boff, criticou duramente os católicos e conservadores que iniciaram uma campanha contra a ridicularização de Jesus no Carnaval de 2020 pela tradicional escola de Samba Mangueira, do Rio de Janeiro.

Mais de 100 mil cristãos de toda parte do Brasil assinaram este abaixo-assinado contra mais uma ofensa gravíssima a Nosso Senhor Jesus Cristo neste carnaval.

O teólogo Leonardo Boff concedeu entrevista ao Setor 1, da Band comentando o enredo, e toda repercussão, dizendo que compartilha com a Mangueira de 2020 a visão de um Jesus Cristo mais humano – menos o Jesus Glorioso, mais o amigo e defensor dos pobres.

“Essa dimensão de Jesus foi especialmente enfatizada pela Teologia da Libertação, que tem nos oprimidos e nos crucificados na história seu ponto de partida e de ação. Ela quer, como Jesus, libertar toda esta gente. Essa é a mensagem clara do enredo da Mangueira”, declara o teólogo, que critica a reação mais extremista ao trabalho de Vieira: “os ultra-conservadores de hoje representam os que tramaram a liquidação de Jesus”.

“A Mangueira, com seu enredo e sua arte, fez uma pregação melhor do que qualquer uma, de padre, de bispo ou de cardeal”, afirma.

Nossa Senhora de Luto e Maria Madalena LGBT

Jesus Cristo é ridicularizado em Samba Enredo da Mangueira

Essa é uma das estrofes do samba-enredo da Mangueira.

Rosto negro, sangue índio, corpo de mulher Moleque pelintra no Buraco Quente Meu nome é Jesus da Gente

Nesses últimos anos, não há Carnaval em que a Face Sagrada de Cristo não seja ultrajada, agredida, sempre em nome da “liberdade de expressão”.

No ano passado, uma escola de samba de São Paulo fez um desfile em que Nosso Senhor era derrotado pelo demônio.

Agora, a Mangueira, uma das maiores escolas de samba do Brasil, decide também atacar o cristianismo. A pretexto de exaltar as pessoas mais humildes, conspurca a figura do Homem-Deus.

Não é por acaso que um defensor desse samba afirmou que ele é o “mais potente, o mais subversivo … cartão de Natal das populações vulnerabilizadas” e ” voz dos povos subalternizados (indígenas, negros, mulheres, gays, trans, etc…)“.

Assista antes de continuar a leitura:


Teologia da Libertação – A grande Heresia do Século XX

“A teologia da libertação não entra em nenhum esquema de heresia até hoje existente […] ela é a negação radical do Cristianismo”. Papa Bento XVI

O Papa Bento XVI em um artigo contra a Teologia da Libertação, deixou claro que toda heresia traz dentro de si um “núcleo de verdade”, envolvida por uma camada espessa de mentira; e quanto mais forte é este “núcleo de verdade”, tanto mais difícil será vencê-la.

No caso da Teologia da Libertação, este núcleo de verdade é a importância de defender o pobre e o oprimido, mas a espessa camada de mentirá é a proposta de realizar essa obra por meio da filosofia marxista, ateia, movida pela luta de classes e do ódio entre os irmãos de classes diferentes. É o desprezo da vida espiritual em face da luta social. Os meios não justificam os fins e a moral católica não admite que se faça o bem por meios maus. (J. Ratzinguer, V. Messori, 1985)

A Teologia da Libertação foi planejada pela URSS para destruir a Igreja Católica de dentro para fora. Este plano nasceu das ideias de Gramsci que concluiu que o melhor meio de destruir uma instituição é se infiltrando e modificando os princípios com o passar do tempo.

Fonte: Cleofas

 
 
 
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Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

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