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Segundo constatam os bispos católicos do mundo que visitaram os Lugares Santos

JERUSALÉM, quinta-feira, 18 de janeiro de 2007 (ZENIT.org).- Ao concluir uma visita à Terra Santa, bispos de países da Europa e da América constataram que a presença dos cristãos nos Lugares Santos é essencial para alcançar a paz, motivo pelo qual fazem um chamado a mostrar-lhes apoio com peregrinações.

Ao mesmo tempo, os representantes dos católicos fizeram um chamado ao governo de Israel para que aplique o Acordo Fundamental que regulamenta suas relações com a Igreja Católica.

Por sua parte, pedem aos palestinos a rejeição da violência e o reconhecimento do Estado de Israel.

A peregrinação, acontecida de 12 a 18 de janeiro, contou com a participação de prelados procedentes do Canadá, Inglaterra e Gales, França, Alemanha, Irlanda, Itália, Espanha, Suíça e Estados Unidos, além do Conselho das Conferências Episcopais Européias (CCEE) e da Comissão dos Episcopados da União Européia (COMECE).

Na peregrinação, estavam também representadas diversas organizações: Cáritas Internationalis, Catholic Relief Services, Pax Christi International, Cavaleiros do Santo Sepulcro, Pontifícia Sociedade Missionária, Rádio Vaticano e a Fundação Cristã Ecumênica da Terra Santa.

«A presença cristã é um fator de moderação e é essencial para a consecução da paz», afirmam os participantes em uma declaração final.

«Os cristãos devem ser uma ajuda e um apoio para um futuro de paz e fraternidade», acrescentam. «Os cristãos são pequenos em número, mas são uma parte integrante de Israel e dos territórios palestinos.»

«Seus direitos devem ser garantidos com o reconhecimento da igualdade e de uma melhor segurança, junto aos direitos religiosos reconhecidos por lei», declaram.

«Vemos com clareza que é preciso alcançar a justiça e a paz, de modo que os israelenses possam superar o medo, que conduz a políticas ineficazes de segurança que oprimem os palestinos», declaram os prelados.

«Deste modo, os palestinos poderão superar a cólera e o desespero, que conduzem à violência que aterroriza os israelenses», acrescentam.

O documento conclui fazendo um «chamado aos católicos a rezar pela paz, a vir em peregrinação e a empreender outras atividades para apoiar a Igreja Mãe» de Jerusalém.

 
 
 

VATICANO, 02 Ago. 06 (ACI) .- Durante uma audiência geral particular, diante de mais de 40 mil coroinhas da Europa, o Papa Bento XVI pediu aos jovens servidores do altar estar abertos à possibilidade do chamado à vocação sacerdotal.

O Pontífice iniciou recordando que “faz mais de 70 anos, em 1935, comecei como coroinha”; e explicou que é “o Espírito Santo quem sustenta a vossa relação com Jesus, de maneira que não seja só externa”.

“Hoje, vendo-vos aqui diante de mim na Praça de São Pedro –continuou o Santo Padre–, penso nos Apóstolos e escuto a voz de Jesus que vos diz: ‘Não vos chamei servos, senão amigos: permanecei em meu amor, e dareis muito fruto”.

“Vos convido: Escutai esta voz! Cristo não o disse só faz dois mil anos; Ele está vivo e vo-lo diz agora. Escutai esta voz com grande disponibilidade; tem algo para vos dizer a cada um”, adicionou.

“Talvez –continuou– a algum de vós vos esteja dizendo: ‘quero que me sirva de maneira especial como sacerdote convertendo-se assim em minha testemunha, sendo meu amigo apresentando aos outros esta amizade’”.

O Pontífice exclamou logo: “Queridos coroinhas, Vós sois já apóstolos de Jesus! Quando participais da Liturgia realizando o vosso serviço no altar, vós ofereceis um testemunho. A vossa atitude de recolhimento, vossa devoção que parte do coração e se expressa nos gestos, no canto, nas respostas: se o fizerdes de maneira correta e sem distrações, nem de qualquer jeito, então o vosso é um testemunho que comove aos homens”.

Bento XVI assinalou depois que os coroinhas estão “muito perto de Jesus Eucaristia, e este é o maior sinal de sua amizade”. “Por isso vos peço: não vos habitueis a este dom, de tal forma que não se converta em uma sorte de rotina, sabendo como funciona e fazendo-o automaticamente, pelo contrário deveis descubrir cada dia novamente que acontece algo grande, que o Deus vivente está em meio de vós, e que podeis estar perto para ajudar a que vosso ministério seja celebrado e chegue às pessoas”.

O Papa destacou que, desta forma “sereis verdadeiramente seus apóstolos e produzireis frutos de bondade e de serviço em cada âmbito de vossa vida: na família, na escola, no tempo livre”.

“Queridos coroinhas, minhas últimas palavras são: sede sempre amigos e apóstolos de JesusCristo!“, concluiu.

 
 
 

Arcebispo Metropolitano de Belo Horizonte (Brasil)

BELO HORIZONTE, domingo, 16 de julho de 2006 (ZENIT.org).- Publicamos artigo de Dom Walmor Oliveira Azevedo, arcebispo de Belo Horizonte (Minas Gerais), difundido essa semana pelo site da Arquidiocese de Belo Horizonte.

“Jesus chamou os doze”

‘Jesus chamou os doze’. Este gesto sela o mais profundo vínculo do discípulo com o seu Mestre e Senhor. Só Deus pode chamar. Chamar é ato próprio do amor de Deus. Um ato de amor que se constitui em fonte sustentadora de toda a vida. O amor de Deus se revela, pois, no chamamento. A iniciativa nasce do coração de Deus e se derrama no coração de todo aquele que é chamado. Na verdade, o gesto amoroso de Deus ao chamar configura o núcleo mais profundo da consciência do discípulo. O discípulo não é por si. O que ele é nasce e se sustenta neste gesto amoroso de chamamento. Esta luz é que mantém acesa a consciência do discípulo em relação àquele que o chama. Só na medida em que esta consciência de chamado preside o dia a dia do discípulo é que ele consegue força e sabedoria para construir sua conduta e vivê-la com fidelidade. A consciência de ser chamado é a consciência de ser amado e de amar. A quem se ama, de verdade, o amor experimentado não permite esquecimento em momento algum. É uma força de presença que alimenta o vínculo e todo gesto, e cada momento se reporta àquele que se ama. Compreende-se assim que o gesto amoroso de Deus chamando é a base da consciência do discípulo. Uma consciência que se desdobra na compreensão da missão que ele recebe d’Aquele que o chama e o envia. E a vida se torna, em tudo e em cada circunstância, um ser e um fazer que expressa esta intimidade profunda com força de gerar a novidade da vida e o poder de transformação das suas condições. A força vem d’Aquele que chama. Aquele que é chamado ganha d’Ele a força de sua ação.


A Missão

A missão não é uma simples tarefa. Uma ocupação qualquer. A missão é conseqüência desta intimidade estabelecida e cultivada do coração daquele que chama ao coração daqueles que são chamados. Na verdade, a missão é a conseqüência de um modo de ser gerando um jeito de fazer para concretizar o modo de ser amoroso e redentor de Deus que chama. Compreende-se, então, como é possível que o discípulo receba do coração do seu Mestre o seu mesmo poder de ação. Esta possibilidade só se verifica na medida em que, profundamente, o discípulo, no seu dia a dia, cultiva a consciência de ser chamado diante d’Aquele que o chama. Um cultivo de amor e de pertença que alimenta a competência de atuar em nome d’Aquele que o chama e o envia. Cada gesto, em todas as circunstâncias, é comprovadamente a continuação da presença amorosa e redentora do Mestre que chama e envia. Não há outra dinâmica para explicar a possibilidade de o discípulo ser o Mestre continuado nas circunstâncias da vida. E o discípulo sabe que só esta intimidade nele constitui e alimenta o poder de agir em nome do seu Senhor e Mestre, sem pretensões, na alegria de saber a fonte verdadeira que o torna, no coração do mundo, na condição de discípulo, presença do seu Senhor.

Um jeito novo de ser

Esta intimidade profunda do discípulo com o seu Mestre e Senhor gera um jeito novo de ser. Um jeito novo de ser que se renova cada dia sob o impulso da inesgotável fonte de amor que é o coração do Mestre, encharcando o coração do discípulo. O discípulo não simplesmente faz o que o Mestre recomenda. Não é um repetidor de coisas. Ele é elevado, pela força do amor-intimidade, à condição de presença do seu próprio Senhor, no mundo, realizando, mesmo pelos limites de sua condição, a grandeza do que é próprio do Mestre que o chama e o envia. Compreende-se que a conseqüência é um novo jeito de ser, alimentando a ação do discípulo e criando as condições próprias de sua ação para realizar tudo aquilo que é próprio do seu Mestre e Senhor. E o discípulo se torna, sempre mais, a própria presença do seu Senhor, com a força de ação que vem do seu coração.

E Jesus recomendou-lhes

A eficácia da missão se liga, pois, ao cultivo permanente da intimidade com Aquele que chama enquanto núcleo central e ativador da consciência do discípulo. Os desdobramentos conseqüentes configuram o jeito de ser. Um jeito de ser recomendado pelo Mestre, com força de fecundação, para a ação missionária que o discípulo é enviado a realizar. Ao enviá-los dois a dois o Mestre marca no horizonte a dinâmica da partilha e o sentido da missão que é dada a todos, cultivada no coração e na singularidade de cada um. Uma missão dada a todos para ser realizada no vínculo que cada um há de estabelecer com cada outro alimentado por este vínculo o que o Senhor estabelece com cada um pelo gesto amoroso e único do chamamento. O sustento do vínculo amoroso e fraterno há de alimentar e impulsionar a dinâmica própria do exercício da missão que supõe daquele que é chamado e enviado a coragem e a disposição de estar sempre indo ao encontro para realizar, em nome do seu Senhor, a sua ação redentora. Indo e vindo, o discípulo compreende e realiza a obra do seu Mestre de estar presente e intervindo no mundo para dele expulsar os demônios. Isto é, estabelecer a dinâmica do amor de Deus. Um estabelecimento do amor alimentado pelo amor d’Aquele que chama e testemunha num jeito de ser marcado pela simplicidade, proximidade, desapego, e audácia de não se deixar corromper, na liberdade que nasce da compreensão do amor. E o discípulo é Jesus Mestre e Senhor na vida do mundo.

Dom Walmor Oliveira de Azevedo Arcebispo Metropolitano de Belo Horizonte

 
 
 
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