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Em 23 de novembro, o novo bispo de Qingdao, Dom Thomas Chen Tianhao, de 58 anos, recebeu a consagração episcopal na catedral local dedicada a São Miguel. Ele é considerado um prelado “muito obediente à política religiosa do governo comunista” chinês, segundo informa a agência Asia News.

Asia News especifica que Dom Thomas Chen seria o primeiro prelado ordenado segundo as disposições do Acordo Provisório entre o Vaticano e a China para a nomeação de bispos, assinado em setembro de 2018 e que foi prorrogado por mais dois anos até outubro de 2022.

A celebração foi presidida por Dom Fan Xingyao de Linyi, presidente da Associação Patriótica Católica da China, entidade governamental comunista criada para controlar a Igreja Católica.

Os bispos concelebrantes foram Dom Yang Yongqiang, de Zhoucun, vice-presidente do Conselho dos Bispos da China; e Dom Zhang Xianwang de Jinan, vice-presidente de “Liang Hui”, a organização dupla que compreende o Conselho dos Bispos e a Associação Patriótica.

Alguns fiéis indicaram que a presença de vários membros de alto escalão da Associação Patriótica se deve ao fato de que “o novo bispo foi presidente da Associação Patriótica de Qingdao e desde 2010 é membro do Comitê Permanente da Associação Patriótica Nacional”.

Segundo especialistas no tema, esta seria a primeira ordenação episcopal seguindo as modalidades estipuladas no acordo provisório entre a China e a Santa Sé. Asia News indicou que “na consagração, a velha fórmula continuaria sendo usada, na qual se cita o mandato do Conselho dos bispos, mas não se menciona em nenhum momento o Papa nem a Santa Sé”.

O novo bispo é o sucessor de Dom Giuseppe Li Mingshu, que faleceu em junho de 2018.

Devido às limitações impostas pela pandemia do coronavírus, a celebração não pôde ser aberta a todos, mas compareceram 21 sacerdotes e mais de 200 religiosos e fiéis.

Dom Thomas Chen Tianhao nasceu em Pingdu (Shandong), em 1962. Estudou no Seminário do Espírito Santo, em Shandong, e recebeu a ordenação sacerdotal em dezembro de 1989. Segundo os dados oficiais, foi eleito e nomeado Bispo de Qingdao em 19 de novembro de 2019.

Acordo Vaticano – China

Em outubro, a Santa Sé e a República Popular da China prorrogaram por mais dois anos, até 22 de outubro de 2022, o Acordo Provisório para a Nomeação dos Bispos, aprovado em 22 de setembro de 2018, em Pequim.

Segundo o acordo, a Santa Sé readmitiu em plena comunhão eclesial os bispos “oficiais” ordenados sem mandato pontifício na China.

Apesar do acordo, o regime comunista chinês não abandonou a perseguição religiosa contra os católicos em diferentes partes do país.

Em um artigo publicado em 22 de outubro em L’Osservatore Romano, o jornal oficial do Vaticano, explica-se que a renovação é “uma ocasião propícia para aprofundar os objetivos e motivos”.

“O objetivo principal do Acordo Provisório sobre a nomeação de Bispos na China é apoiar e promover a proclamação do Evangelho naquelas terras, reconstituindo a unidade plena e visível da Igreja”, acrescenta.

Ao mesmo tempo, pontua-se que com o Acordo “não foram tratadas todas as questões ou situações em aberto que ainda suscitam preocupação para a Igreja, mas exclusivamente o tema das nomeações episcopais”.

Assista esta análise:


 
 
 

O padre católico foi sequestrado por membros da Estatal Chinesa para Assuntos Religiosos. Esta não é a primeira vez que ele é preso. Pelo menos 20 padres da diocese estão sob pressão para se inscreverem como membros da “Igreja independente” administrada pelo Partido Comunista.

De acordo com o portal de notícias AsiaNews, o padre Liu Maochun, de 46 anos, da Diocese de Mindong (Fujian), foi apreendido pelo Escritório de Assuntos Religiosos há 17 dias por não querer integrar a Associação Patriótica Católica da China (Igreja Independente), que é submetida ao Partido Comunista Chinês (PCC). O sacerdote não é reconhecido pelo governo por ser membro da Igreja Católica “Clandestina”, que é fiel a Roma.

No dia 15 de setembro, o Pe. Liu saía do hospital, onde tinha ido visitar doentes, quando, perto das 18h30, um grupo de pessoas enviadas pelo Escritório de Assuntos Religiosos o prenderam e o levaram para um local desconhecido. Ainda não se sabe onde ele está.

Pe. Liu tem dois pais idosos, seu pai tem 86 anos e sua mãe, 70; ambos precisam do auxílio do sacerdote. Apesar dos esforços da família para encontrá-lo, as autoridades apenas informaram que ele está sob tutela do governo.

De acordo com uma pesquisa, ao menos 20 padres já se recusaram a integrar a Igreja Independente, apesar da grande pressão e ameças sofridas pelo governo. Mesmo só tendo sido preso agora, o Pe. Liu já vinha sendo pressionado pelas autoridades para integrar a outra igreja.

Tentativas semelhantes também foram feitas ao bispo de Mindong, Mons. Vincenzo Guo Xijin, considerado uma das “vítimas” do acordo sino-vaticano que foi assinado há dois anos e que expirará nos próximos dias.

Após a excomunhão do bispo oficial Vincenzo Zhan Silu, a pedido do Papa Francisco, Mons. Guo concordou em ser nomeado bispo auxiliar, para que Mons. Zhan ocupasse a posição.

Mas por não se filiar à Igreja Independente, Mons. Guo não foi reconhecido pelo governo. Para pressioná-lo, as autoridades tentaram expulsá-lo do cargo, mas devido à má repercussão internacional que isso poderia gerar, ele foi mantido. O governo então mandou cortar a água e a energia da casa do bispo.

Texto: ChurchPop

 
 
 

O padre católico foi sequestrado por membros da Estatal Chinesa para Assuntos Religiosos. Esta não é a primeira vez que ele é preso. Pelo menos 20 padres da diocese estão sob pressão para se inscreverem como membros da “Igreja independente” administrada pelo Partido Comunista.

De acordo com o portal de notícias AsiaNews, o padre Liu Maochun, de 46 anos, da Diocese de Mindong (Fujian), foi apreendido pelo Escritório de Assuntos Religiosos há 17 dias por não querer integrar a Associação Patriótica Católica da China (Igreja Independente), que é submetida ao Partido Comunista Chinês (PCC). O sacerdote não é reconhecido pelo governo por ser membro da Igreja Católica “Clandestina”, que é fiel a Roma.

No dia 15 de setembro, o Pe. Liu saía do hospital, onde tinha ido visitar doentes, quando, perto das 18h30, um grupo de pessoas enviadas pelo Escritório de Assuntos Religiosos o prenderam e o levaram para um local desconhecido. Ainda não se sabe onde ele está.

Pe. Liu tem dois pais idosos, seu pai tem 86 anos e sua mãe, 70; ambos precisam do auxílio do sacerdote. Apesar dos esforços da família para encontrá-lo, as autoridades apenas informaram que ele está sob tutela do governo.

De acordo com uma pesquisa, ao menos 20 padres já se recusaram a integrar a Igreja Independente, apesar da grande pressão e ameças sofridas pelo governo. Mesmo só tendo sido preso agora, o Pe. Liu já vinha sendo pressionado pelas autoridades para integrar a outra igreja.

Tentativas semelhantes também foram feitas ao bispo de Mindong, Mons. Vincenzo Guo Xijin, considerado uma das “vítimas” do acordo sino-vaticano que foi assinado há dois anos e que expirará nos próximos dias.

Após a excomunhão do bispo oficial Vincenzo Zhan Silu, a pedido do Papa Francisco, Mons. Guo concordou em ser nomeado bispo auxiliar, para que Mons. Zhan ocupasse a posição.

Mas por não se filiar à Igreja Independente, Mons. Guo não foi reconhecido pelo governo. Para pressioná-lo, as autoridades tentaram expulsá-lo do cargo, mas devido à má repercussão internacional que isso poderia gerar, ele foi mantido. O governo então mandou cortar a água e a energia da casa do bispo.

Texto: ChurchPop

 
 
 
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