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O processo de boiolização do ocidente o tornou incapaz de reagir a essa agressão russa a Ucrânia.

Putin, o falso conservador, que a muitos tem enganado, está a seguir os mesmos passos de Hitler, mas a OTAN e as nações ocidentais, governadas por sujeitos frouxos, apenas esperneia e joga saliva fora com um dialoguismo estéril, que pretende afetar virtude, mas apenas demostra a incapacidade de lerem a realidade e darem respostas concretas a esse grave problema que ameaça a humanidade inteira.

O tempo do diálogo com os russos já passou. Ao aceitarem a invasão da Crimeia em 2014, sussurrando algumas reprovações estéreis, mas seguirem fingindo que nada aconteceu, os dirigentes da OTAN e europeus, acabaram por alimentar o lobo, fortalecendo-o para uma ulterior investida, como a que agora estamos testemunhando.

“Entre a desonra e a guerra, escolheram a desonra… e terão a guerra!”. A famosa frase de Churchill a respeito do “acordo ” feito por Chamberlain com o invasor Hitler, poderia perfeitamente ser aplicada aos líderes ocidentais de nosso tempo. Não aprenderam nada com os erros do passado…

O acordo de cooperação mútua assinado por Rússia e China em 04 de fevereiro desse ano de 2022, que antecedeu a agressão da Rússia a Ucrânia, inaugurou o início de um novo momento na ordem internacional. Como não recordar o pacto Ribbentrop- Molotov que garantiu a não agressão e a cooperação entre a Alemanha de Hitler e a Rússia de Stalin, garantindo uma relativamente tranquila invasão alemã a Polônia? A história de novo…

Com a demonstração de covardia e inação do ocidente, todos os protoditadores com pretensões expansionistas poderão se incentivar a concretizar seus intentos. Talvez Taiwan seja a próxima vítima, ou, quem sabe, bem perto de nós, a Venezuela se anime a invadir o Suriname.

Putin, que já afirmou em diferentes ocasiões, que a desintegração do império soviético foi o pior desastre geopolítico do século XX, quer de volta aquilo que outrora foi a antiga União Soviética, quer a glória da “mãe” Rússia, tal como Hitler queria o Terceiro Rash. Quer ser o restaurador do novo império soviético. E se depender dos atuais frouxos líderes ocidentais, seguramente isso acontecerá.

A guerra virá com ou sem reações, mas quanto mais demostram fraqueza e pusilanimidade, mais motivam o inimigo e mais se tornam um mal exemplo para essa geração já por demais afrescaiada.

Em 1917 Nossa Senhora disse para consagrar a Rússia ao seu Imaculado Coração, mas como nenhum Papa obedeceu ao apelo da Mãe de Deus, a profecia se cumpriu o erro da Rússia foi espalhado pelo mundo… entretanto a outra parte da profecia diz que por fim o Imaculado Coração Triunfará e então a Rússia se converterá.

Enquanto o mundo se apequena diante do mal e rifa sua liberdade em troca de uma falsa paz, procuremos fortalecer nossa fé e nossa virtude para, ao menos, deixar aos nossos filhos um testemunho de fé, de maior virilidade, de disposição ao sacrifício por Deus, por nossa pátria e pela liberdade, pois tempos muito difíceis se seguirão.

Templário de Maria


 
 
 

É comum vermos pessoas dizerem que são católicos e comunistas. Mas é possível ser cristão e comungar de uma ideologia que já causou milhões de mortes no mundo?!

Comunismo (do latim communis) é uma ideologia e um movimento político, filosófico, social e econômico cujo objetivo final é o estabelecimento de uma sociedade comunista, ou seja, uma ordem socioeconômica estruturada sobre as ideias de igualitarismo, propriedade comum dos meios de produção e na ausência de classes.

O Comunismo é o sistema da morte. A história comprova que não existe comunismo sem derramamento de sangue.

Confira 5 razões para um católico não ser comunista.

1 – As consequências do comunismo

Ao estudarmos a história das revoluções comunistas, é impossível não ficarmos estarrecidos com os horrores que os revolucionários praticaram buscando modificar o sistema econômico de seus países. O “Livro Negro do Comunismo” estima que em meio século 100 MILHÕES de pessoas tenham sido assassinadas pelas ditaduras totalitárias, muitos, entre eles, cristãos de várias denominações. O Museum on Communism (Museu Global do Comunismo) estimou as mortes e nós sintetizamos nesta tabela:

Ainda a guerra civil espanhola assassinou 12 bispos, 4.184 padres, 300 freiras, 2.363 monges, números estes estimados pelo historiador Hugh Thomas.

2 – O comunismo se alimenta do ódio e promete um “paraíso” na Terra

O comunismo de Karl Marx (1818-1883) e Friedrich Engels (1820-1895) tem como base de sua doutrina a luta de classes, a luta entre dois grupos antagônicos: os “oprimidos” e os “opressores” (ricos x pobres, negros x brancos, gays x héteros, homens x mulheres, etc.) e é essa luta de classes que move a história. O fim da opressão e então um mundo sem desigualdades, só virá quando os oprimidos destruírem subjugarem o opressor, destruindo toda cultura opressora. Independentemente de quantos precisem morrer para isso. “Para fazer uma omelete é preciso quebrar os ovos” – Decálogo de Lenin (1913) Leia também Católico que professa comunismo está excomungado, lembra padre

3 – O comunismo nega Deus e a religião

Marx propõe que os oprimidos façam uma revolução que acabaria com a luta de classes e criaria um paraíso terreno, sem Deus, para promover a igualdade, pois o mal do mundo é a desigualdade. Segundo Marx, a religião “é o ópio do povo”, ou seja, é um entorpecente, um meio de manter as massas sob o domínio dos poderosos, que deve ser destruída.

O papa Pio XI, na Encíclica Quadragesimo Anno, escreveu: “Socialismo e Catolicismo são termos contraditórios. Ninguém pode ser socialista e católico ao mesmo tempo”

4 – A desigualdade é natural e fruto da sabedoria de Deus

Ao analisarmos o universo percebemos que ele é hierárquico e desigual, indo desde um mineral, passando pelos vegetais animais, homens e os anjos, há uma hierarquia que promove harmonia, cosmos. Se todo universo é regido pela ordem que atravessa a desigualdade dos seres, tal lei natural passa também pelos homens. Nos seres humanos também há desigualdades naturais dos quais não decorrem direitos (baixos, altos, gordos, magros, negros, brancos, carecas, cabeludos, fortes e fracos) e desigualdades dos quais decorrem direitos (virtuosos, pecadores, ladrões, honestos, professores, alunos, trabalhadores, vagabundos, pais e filhos). Isto quer dizer que um homem não tem direito sobre o outro por ser alto ou baixo, entretanto possui se é pai e o outro filho, ambos possuem direitos equivalente às suas prerrogativas.

O magistério da Santa Igreja já se manifestou diversas vezes sobre tal assunto, mas encontramos em Leão XIII (Quod Apostolici Muneris e Humanum Genus) algo mais direto, ele diz que no homem também há desigualdades naturais e acidentais, desta forma os homens são semelhantes e não iguais. Estes possuem a mesma natureza, logo os mesmos direitos naturais. Quando os homens se aperfeiçoam, isso gera desigualdade e querer impor a maior igualdade possível entre os homens é querer que eles não se aperfeiçoem, mas decaiam. A igualdade só se pode realizar pelo nível mais baixo. Com relação a isso, Deus criou tal desigualdade exatamente para fomentar a cooperação mutua entre os homens, lembremos: a lei de Deus é o amor. Leia também Entenda porque um católico não pode defender o liberalismo

5 – A propriedade privada é um bem natural.

A propriedade privada, garante aos homens a liberdade e o direito ao seu trabalho para sobrevivência e o bem da família. Ela não pode ser retirada pelo Estado, pois é um bem natural dos homens. Quanto à isso o magistério diz através do Papa Pio IX: “para aqui (tende) essa doutrina nefanda do chamado comunismo, sumamente contrária ao próprio direito natural, a qual, uma vez admitida, levaria à subversão radical dos direitos, das coisas, das propriedades de todos e da própria sociedade humana” (Encíclica Qui pluribus, 1846). Fonte: ChurchPop

Para se aprofundar, leia também Os males do comunismo

 
 
 

É comum vermos pessoas dizerem que são católicos e comunistas. Mas é possível ser cristão e comungar de uma ideologia que já causou milhões de mortes no mundo?!

Comunismo (do latim communis) é uma ideologia e um movimento político, filosófico, social e econômico cujo objetivo final é o estabelecimento de uma sociedade comunista, ou seja, uma ordem socioeconômica estruturada sobre as ideias de igualitarismo, propriedade comum dos meios de produção e na ausência de classes.

O Comunismo é o sistema da morte. A história comprova que não existe comunismo sem derramamento de sangue.

Confira 5 razões para um católico não ser comunista.

1 – As consequências do comunismo

Ao estudarmos a história das revoluções comunistas, é impossível não ficarmos estarrecidos com os horrores que os revolucionários praticaram buscando modificar o sistema econômico de seus países. O “Livro Negro do Comunismo” estima que em meio século 100 MILHÕES de pessoas tenham sido assassinadas pelas ditaduras totalitárias, muitos, entre eles, cristãos de várias denominações. O Museum on Communism (Museu Global do Comunismo) estimou as mortes e nós sintetizamos nesta tabela:

Ainda a guerra civil espanhola assassinou 12 bispos, 4.184 padres, 300 freiras, 2.363 monges, números estes estimados pelo historiador Hugh Thomas.

2 – O comunismo se alimenta do ódio e promete um “paraíso” na Terra

O comunismo de Karl Marx (1818-1883) e Friedrich Engels (1820-1895) tem como base de sua doutrina a luta de classes, a luta entre dois grupos antagônicos: os “oprimidos” e os “opressores” (ricos x pobres, negros x brancos, gays x héteros, homens x mulheres, etc.) e é essa luta de classes que move a história. O fim da opressão e então um mundo sem desigualdades, só virá quando os oprimidos destruírem subjugarem o opressor, destruindo toda cultura opressora. Independentemente de quantos precisem morrer para isso. “Para fazer uma omelete é preciso quebrar os ovos” – Decálogo de Lenin (1913) Leia também Católico que professa comunismo está excomungado, lembra padre

3 – O comunismo nega Deus e a religião

Marx propõe que os oprimidos façam uma revolução que acabaria com a luta de classes e criaria um paraíso terreno, sem Deus, para promover a igualdade, pois o mal do mundo é a desigualdade. Segundo Marx, a religião “é o ópio do povo”, ou seja, é um entorpecente, um meio de manter as massas sob o domínio dos poderosos, que deve ser destruída.

O papa Pio XI, na Encíclica Quadragesimo Anno, escreveu: “Socialismo e Catolicismo são termos contraditórios. Ninguém pode ser socialista e católico ao mesmo tempo”

4 – A desigualdade é natural e fruto da sabedoria de Deus

Ao analisarmos o universo percebemos que ele é hierárquico e desigual, indo desde um mineral, passando pelos vegetais animais, homens e os anjos, há uma hierarquia que promove harmonia, cosmos. Se todo universo é regido pela ordem que atravessa a desigualdade dos seres, tal lei natural passa também pelos homens. Nos seres humanos também há desigualdades naturais dos quais não decorrem direitos (baixos, altos, gordos, magros, negros, brancos, carecas, cabeludos, fortes e fracos) e desigualdades dos quais decorrem direitos (virtuosos, pecadores, ladrões, honestos, professores, alunos, trabalhadores, vagabundos, pais e filhos). Isto quer dizer que um homem não tem direito sobre o outro por ser alto ou baixo, entretanto possui se é pai e o outro filho, ambos possuem direitos equivalente às suas prerrogativas.

O magistério da Santa Igreja já se manifestou diversas vezes sobre tal assunto, mas encontramos em Leão XIII (Quod Apostolici Muneris e Humanum Genus) algo mais direto, ele diz que no homem também há desigualdades naturais e acidentais, desta forma os homens são semelhantes e não iguais. Estes possuem a mesma natureza, logo os mesmos direitos naturais. Quando os homens se aperfeiçoam, isso gera desigualdade e querer impor a maior igualdade possível entre os homens é querer que eles não se aperfeiçoem, mas decaiam. A igualdade só se pode realizar pelo nível mais baixo. Com relação a isso, Deus criou tal desigualdade exatamente para fomentar a cooperação mutua entre os homens, lembremos: a lei de Deus é o amor. Leia também Entenda porque um católico não pode defender o liberalismo

5 – A propriedade privada é um bem natural.

A propriedade privada, garante aos homens a liberdade e o direito ao seu trabalho para sobrevivência e o bem da família. Ela não pode ser retirada pelo Estado, pois é um bem natural dos homens. Quanto à isso o magistério diz através do Papa Pio IX: “para aqui (tende) essa doutrina nefanda do chamado comunismo, sumamente contrária ao próprio direito natural, a qual, uma vez admitida, levaria à subversão radical dos direitos, das coisas, das propriedades de todos e da própria sociedade humana” (Encíclica Qui pluribus, 1846). Fonte: ChurchPop

Para se aprofundar, leia também Os males do comunismo

 
 
 
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