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SALVADOR, segunda-feira, 18 de maio de 2009 (ZENIT.org).- O novo estilo de vida do cristão relacionar-se com o próximo, baseado no pedido de Jesus de “permanecer no meu amor”, tem um “efeito imprevisto”: a alegria.

É o que afirma o arcebispo de Salvador (Brasil), cardeal Geraldo Agnelo, em artigo enviado hoje a Zenit.

Trata-se, segundo o cardeal, de uma “alegria festiva”, “própria do domingo de Páscoa”.

Dom Geraldo cita que esse modo festivo de viver a amizade com Deus “o compreendeu bem o escritor moderno Chesterton, um convertido, que escreveu: ‘A alegria é o gigantesco segredo do cristão’”.

“Se somos sempre tristes, cheios de bronca, brutalhões, podemos suspeitar que talvez não sejamos verdadeiros cristãos.”

O arcebispo afirma que São João “refletiu durante toda a sua vida sobre estas verdades. Na sua primeira carta, “nos propõe a mais profunda de suas intuições. Ele chega a dar de Deus uma nova definição, plenamente em harmonia com o que Jesus havia revelado: ‘Deus é amor’. Definição simples, mas de extrema profundidade”.

“Os filósofos antigos imaginavam Deus um ente perfeito, abstrato, todo razão, causa eficiente do mundo, origem de todas as coisas. Também os estudiosos de hoje, se crêem, olham as galáxias e as moléculas e são levados a pensar em Deus como um engenheiro, um arquiteto.”

Mas –prossegue o cardeal– “Deus-Pai é revelação de Cristo. Deus-amor é a intuição de João, o discípulo que Jesus amava”.

“No centro de tudo está Deus, Pai que nos ama e espera de nós resposta de amor. É fundamental. Diz João: ‘Quem não ama permanece na morte’”. O arcebispo cita ainda S. João da Cruz, que diz: ‘Ao  entardecer da vida seremos julgados sobre o amor’.

 
 
 

Discurso após um concerto por ocasião de seu 4º aniversário de pontificado

CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 30 de abril de 2009 (ZENIT.org).- Bento XVI mostrou na tarde desta quinta-feira como «a música se converte verdadeiramente em oração, abandono do coração em Deus», no discurso de agradecimento que pronunciou ao concluir um concerto realizado no Vaticano por ocasião do 4º aniversário de seu pontificado.

As composições musicais, oferecidas ao Papa pelo presidente da República Italiana, Giorgio Napolitano, na Sala Paulo VI, foram interpretadas pela Orquestra Sinfônica e o Coro Sinfônico de Milão «Giuseppe Verdi», dirigidos respectivamente pelas maestras Xian Zhang e Erina Gambarini.

Sentado no centro da Sala, junto ao presidente italiano e sua esposa, o Papa escutou a «Sinfonia número 95» de Franz Joseph Haydn – de quem se celebram os 200 anos de falecimento; a «Haffner», de Wolfgang Amadeus Mozart; o «Magnificat em sol menor» de Antonio Vivaldi; o famoso «Ave Verum Corpus», também de Mozart, que suscitou o comentário conclusivo do Santo Padre.

Nesta composição musical, disse no discurso de agradecimento o Papa Joseph Ratzinger, grande admirador de Mozart, «a meditação dá lugar à contemplação: o olhar da alma se detém sobre o Santíssimo Sacramento para reconhecer o Corpo do Senhor, o Corpo que foi verdadeiramente imolado na cruz e do qual surgiu o manancial da salvação universal».

«Mozart compôs este motete pouco antes de morrer, e nele se pode dizer que a música se converte verdadeiramente em oração, abandono do coração a Deus, com um sentido profundo de paz», assegurou o bispo de Roma.

O Papa agradeceu ao presidente napolitano por esta homenagem, que «conseguiu amplamente não só gratificar o sentido estético, mas ao mesmo tempo alimentar nosso espírito e, portanto, estou duplamente agradecido».

Ao iniciar o 5º ano de pontificado, o Papa pediu aos presentes: «Lembrai-vos de mim em vossas orações, para que eu possa cumprir sempre com meu ministério como quer  o Senhor».

 
 
 

VATICANO, 01 Nov. 08 / 08:17 am (

ACI).- Milhares de fiéis assistiram na Praça de São Pedro no dia da Solenidade de todos os Santos para rezar o Ângelus dominical com o Papa Bento XVI, quem em suas palavras iniciais descreveu o espetáculo da santidade como meta espiritual para a que todos os batizados devem caminhar mediante o caminho das bem-aventuranças evangélicas.

“Todos os Santos trazem impresso o ‘selo’ de Jesus, quer dizer a pegada de seu amor, testemunhado através da Cruz. Todos estão no gozo, em uma festa sem fim, mas como Jesus, esta meta foi conquistada mediante a fadiga e a prova, confrontando cada um a própria parte do sacrifício para participar da glória da ressurreição”, disse o Papa ao falar dos Santos.

O Pontífice ilustrou a realidade dos Santos dizendo: “ao visitar um jardim botânico, ficamos surpresos perante a variedade de plantas e de flores, e espontaneamente pensamos na fantasia do Criador que fez da terra um maravilhoso jardim. Um sentimento análogo nos enche a alma quando consideramos o espetáculo da santidade: o mundo aparece como um ‘jardim’, onde o Espírito de Deus suscitou com grande fantasia uma multidão de santos e santas, de toda idade e condição social, de toda língua, povo e cultura. Cada um é diverso do outro, com a singularidade da própria personalidade humana e do próprio carisma espiritual”.

Também fez notar que “a Solenidade de Todos os Santos se afirmou durante o primeiro milênio cristão como uma celebração coletiva dos mártires”, e que tal martírio pode ser considerado em sentido amplo, quer dizer “como o amor por Cristo sem reservas, amor que se expressa no dom total de si a Deus e aos irmãos. Esta meta espiritual a que todos os batizados devem dirigir-se, alcança-se seguindo o caminho das ‘bem-aventuranças’ evangélicas, que a liturgia nos indica na hodierna solenidade”.

“Trata-se –disse o Papa- do mesmo caminho indicado por Jesus, que tantos Santos se esforçaram em percorrer, conscientes de seus limites humanos. Na existência terrena foram pobres em espírito, sentiram a dor pelos seus pecados, mansos, famintos e sedentos de justiça, misericordiosos, puros de coração, operários da paz, perseguidos. E Deus os fez partícipes de sua própria felicidade: a pré-gostaram neste mundo e a gozam em plenitude no além. É agora que são consolados, herdeiros da terra, satisfeitos, perdoados, vêem Deus. Em uma palavra: ‘deles é o Reino dos Céus’”.

O Papa terminou suas palavras iniciáis exortando a reavivar “em nós a atração para o Céu, que nos impulsiona e apressa o passo do nosso peregrinar terreno. Sentimos acender-se em nossos corações o desejo de nos unir por sempre à família dos Santos, da que já somos parte”. Seguidamente se rezou o Ângelus, o Papa cumprimentou os presentes em diversos idiomas e deu sua Bênção Apostólica.

 
 
 
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