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Nasce o grupo “Sim ao crucifixo”

MADRI, quarta-feira, 19 de agosto de 2009 (ZENIT.org).- O anúncio do ministro da Justiça, Francisco Caamaño, da intenção do Governo espanhol de proibir a presença dos símbolos religiosos nos centros educativos públicos provocou a mobilização no Facebook.

Com este motivo se criou o grupo “Sim ao crucifixo”, que no momento do fechamento desta edição contava com cerca de 700 usuários na rede social, pouco depois de ter sido criado.

“O sinal da cruz é o sinal universal do amor e da paz”, dizem os promotores no Facebook.

O grupo é promovido pelo site da revista Ecclesia.

Nos foros de discussão, alguns dos participantes retomaram as declarações que emitiu esta terça-feira o cardeal Eduardo Martínez Somalo, carmalengo emérito e antigo prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica.

Após a reunião com Pedro Sanz, presidente do Governo de La Rioja, o purpurado espanhol reconheceu que “não entende” por que o Governo espanhol propõe mediante uma lei tirar crucifixos dos colégios públicos.

O cardeal confessou que desconhece “a quem os crucifixos podem agredir”, “ainda que não seja católico”. Não se entende, disse, como “para chegar à pluralidade e para ter uma autêntica democracia tenha de suprimir um elemento da pluralidade, que é o catolicismo, ou não respeitar a grande maioria, que são crentes”.

 
 
 

DECRETO DA CONGREGAÇÃO PELOS BISPOS

Por meio da carta do dia 15 de dezembro de 2008, dirigida à Sua Eminência, Cardeal Dario Castrillón Hoyos, o presidente da Comissão Pontifical Ecclesia Dei, Dom Bernard Fellay em nome próprio e em nome dos outros três bispos sagrados no dia 30 de junho de 1988, solicitava novamente o levantamento da excomunhão latae sententiae formalmente declarada pelo Decreto do Prefeito desta mesma Congregação para os Bispos na data de 1 de julho de 1988.

Na carta anteriormente mencionada, Dom Fellay afirmava, entre outras coisas:

“Nós estamos também aferrados à vontade de permanecer católicos e de pôr todas as nossas forças a serviço da Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo, que é a Igreja Católica Apostólica Romana. Nós aceitamos seus ensinamentos filialmente. Nós cremos firmemente no Primado de Pedro e nas suas prerrogativas e é por isso que a situação atual nos faz sofrer tanto”.

Sua Santidade Bento XVI – paternalmente sensível ao mal estar espiritual manifestado pelos interessados por causa da sanção de excomunhão e confiando no compromisso expressado por eles na carta citada de não poupar nenhum esforço para aprofundar nas necessárias conversações com as Autoridades da Santa Sé sobre as questões ainda abertas, e de poder deste modo chegar rapidamente à uma plena e satisfatória solução do problema posto na origem – decidiu reconsiderar a situação canônica dos Bispos Bernard Fellay, Bernard Tissier de Mallerais, Richard Williamson e Alfonso de Galarreta relativa à sua sagração episcopal.

Este ato expressa o desejo de consolidar as relações recíprocas de confiança, de intensificar e de tornar estáveis as relações da Fraternidade São Pio X com a Sé Apostólica. Este dom de paz, no fim das celebrações do Natal, quer ser também um sinal para promover a unidade na caridade da Igreja Universal e, deste modo, retirar o escândalo da divisão.

Desejando que este passo seja seguido sem demora da pela comunhão com a Igreja de toda a Fraternidade São Pio X, em testemunho de uma verdadeira fidelidade e de um verdadeiro reconhecimento do Magistério e da autoridade do Papa pela prova de uma unidade visível.

Conforme as faculdades que me foram expressamente concedidas pelo Santo Padre o Papa Bento XVI, em virtude do presente Decreto, eu levanto aos Bispos Bernard Fellay, Bernard Tissier de Mallerais, Richard Williamson e Alfonso de Galarreta a censura de excomunhão latae sententiae declarada por esta Congregação no dia 1 de julho de 1988, do mesmo modo que declaro sem efeitos jurídicos, a partir de hoje, o Decreto publicado naquela época.

Roma, da Congregação para os Bispos, dia 21 de janeiro de 2009 Card. Giovanni Battista Re Prefeito da Congregação pelos Bispos

Texto original: Italiano, traduçao DICI http://www.dici.org Fonte: site do Vaticano em http://212.77.1.245/news_services/bulletin/news/23251.php?index=23251&lang=it ]

 
 
 

Segundo bispo português, questão foi recorrente nas intervenções

CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 15 de outubro de 2008 (ZENIT.org).- O bispo auxiliar do Porto, D. António Bessa Taipa, afirmou que um dos temas recorrentes no Sínodo é a Palavra de Deus como fonte de inspiração para a vida dos fiéis.

«Aquilo que vai preocupando mais é o fazermos todos da Palavra de Deus a inspiração da nossa vida, para que, de fato, inspire toda essa teia de relações com os outros, o próprio Deus, o cosmos», afirmou à Agência Ecclesia.

De acordo com o bispo, é essencial «aproximar a Bíblia de nós próprios, fazer que a nossa vida seja toda inspirada na Palavra de Deus».

D. António Taipa afirmou que os diferentes testemunhos que chegam da Igreja pelo mundo impressionam.

Segundo o bispo, muitos católicos no mundo não têm a Sagrada Escritura porque em vários países não há dinheiro para editá-la.

«Muitos não têm Bíblias porque não têm dinheiro para elas e usam outros meios», disse.

O prelado afirmou também que o tema da qualidade das homilias tem sido recorrente nas intervenções dos membros da assembleia sinodal.

D. António Taipa enfatizou que «a homilia é um dos momentos principais para o anúncio e a divulgação da Palavra».

«Uma homilia de 7, 8 ou 10 minutos em que se diga alguma coisa é algo muito exigente, pede uma preparação muito forte.»

Um outra questão muito apontada tem sido a «interação entre teólogos, exegetas e pastores» quanto à leitura da Bíblia.

«Nós não podemos prescindir de uma exegese séria, do fato de o Verbo de Deus ter habitado num determinado tempo e espaço, de procurar entender o que as coisas quiseram dizer no seu tempo», considera, de modo a evitar «subjetivismos perigosos».

Por outro lado, o bispo destacou que é necessária uma leitura orante, a lectio divina, «sob o risco de ficarmos de ficarmos com a exegese como um estudo arqueológico que não tem interesse».

 
 
 
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