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Os primeiros cristãos poderiam receber um prêmio como publicitários, por terem criado a cruz como “logotipo de identidade corporativa” da Igreja.

Lembro-me de uma das primeiras perguntas de um antigo catecismo para crianças: “Qual é o sinal do cristão? O sinal do cristão é a cruz“.

Todas as instituições, hoje especialmente, têm um logotipo que representa sua imagem corporativa. Eu acho que os primeiros cristãos deveriam receber um prêmio como publicitários, por terem criado a cruz como logotipo de identidade corporativa da Igreja: é difícil encontrar uma imagem mais simples e mais “compreensiva”, em intensidade e extensão, da visão, missão e valores da Igreja, do que a cruz.

Na simples cruz, estão condensados o passado, o presente e o futuro da instituição divina da Igreja, em favor dos homens. Ao mesmo tempo, a cruz representa a caminhada diária do cristão:

“Quem quiser ser meu discípulo, tome sua cruz de cada dia e me siga” (cf. Lc 23).

Quando o cristão faz o sinal da cruz, ele não está praticando a magia, nem um exorcismo, como pensam alguns protestantes, mas está expressando, com um gesto simples, todo o ideal da sua vida, indicando que quer carregar a cruz de Cristo nesse dia, em sua cabeça, em seus lábios e em seu coração, com toda a sua alma e sua mente e, além disso, realizando um ato de fé na Trindade, pronunciando “Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo”.

Por tudo isso, muitas igrejas e lugares cristãos são presididos e coroados com a imagem da cruz ou de Cristo crucificado, querendo representar o momento culminante da história no qual a humanidade foi resgatada por Jesus para Deus Pai.

Por tudo isso, ainda não entendo por que muitos protestantes consideram que fazer o sinal da cruz é uma blasfêmia…

Fonte: Aleteia

 
 
 

Entrevista com o Pe. Luis Escobar, primeiro exorcista formalmente nomeado no Chile

O Pe. Luis Escobar Torrealba acaba de ser nomeado como exorcista da diocese de Santa Cruz de Rancagua, no Chile. Esta nomeação é histórica por ser ele o único exorcista formalmente designado no Chile.

Mas o Pe. Luis não é um novato nesta prática. Ele já realizou diversos exorcismos e colaborou para a cura e libertação de dezenas de pessoas que padeciam de alguma ação do demônio.

Nesta entrevista concedida ao jornal Portaluz, o sacerdote compartilha sua experiência, toda a fonte de graça e os desafios que este ministério envolve.

Qual é o significado desta nomeação?

Quem cura e liberta é Cristo, e a ação da Igreja manifesta esta misericórdia salvífica de Deus, que doa e devolve ao homem sua dignidade de filho de Deus.

A encarnação, vida, paixão, morte e ressurreição do nosso Senhor Jesus Cristo estabeleceram para sempre a derrota do demônio, e este meu novo ministério está chamado a dar testemunho disso.

Mas esta nomeação também mostra uma situação que está afetando muitas pessoas: as famílias estão padecendo a ação extraordinária do demônio em suas vidas e, na ausência de sacerdotes formados e disponíveis para este ministério, buscam soluções por caminhos inescrupulosos: magos, feiticeiros, adivinhos, bruxos e afins – que não apenas tiram seu dinheiro, como potenciam o mal espiritual que as afeta.

Além da ação extraordinária do demônio, de que outras maneiras ele pode se manifestar?

A primeira ação é a falta de fé. Uma sociedade seduzida pela ideologia do gênero e outros fatores, que rejeita valores cristãos como a vida, o casamento, a família, os filhos. Uma educação cada vez mais laica, relativista, na qual se promove uma moral particular que convida cada um a fazer o que quiser. O aumento da violência nas famílias, nas ruas, nas nossas cidades.

As enormes desigualdades geradas por um modelo econômico que não visa ao bem comum, com seus falsos profetas, que aparecem anunciando uma melhoria substancial na vida dos cidadãos quando eles mesmos sabem que não o farão nem podem fazê-lo a partir de uma ideologia que não valoriza aspectos essenciais como a vida.

Por quanto tempo o senhor esteve realizando exorcismos e orações de libertação antes de ser formalmente nomeado?

Cerca de 8 ou 9 anos. Foi um processo, porque no começo chegaram à minha paróquia as missas de cura e libertação. Depois, começaram a apresentar-se fenômenos e pessoas com padecimentos que eu não conhecia e para os quais a ciência era obtusa, ao não reconhecer seus limites, deixando as pessoas sem solução ou, pior ainda, expostas aos sequazes do demônio, como espíritas, bruxos e outros que mencionei.

Isso me levou a orar, pedir o auxílio da Santíssima Virgem, para compreender, pesquisar, ler, participar de congressos fora do país, porque no Chile não havia formação para saber agir nestes casos.

E o bispo sempre esteve informado sobre a situação. Então, começamos realizando ações de libertação (informando precisamente o bispo), e depois ele autorizou a realizar exorcismos ad casum.

Se o senhor já fazia exorcismos antes, para que serve esta nomeação oficial?

Porque o Ritual (do exorcismo), para ser aplicado, em cada caso requer ter a autorização do bispo quando não se conta com esta nomeação oficial.

Esta nomeação busca facilitar o serviço pastoral, que exige discernimento, entrevistas, diagnósticos, antes de aplicar o rito de um exorcismo solene.

Em particular, porque não é uma atividade que o padre exerce como uma questão independente, mas para oferecer os meios através dos quais se manifesta a misericórdia e graça de Deus, o que constitui a atividade própria da Igreja.

Isso implica também um cuidado com a obediência, bem como manter o bispo sempre informado. O sacerdote que tem este mandato do seu bispo deve sempre ser obediente e também ter consciência dos seus próprios pecados, confessando-se regularmente, porque o diabo não nos deixará tranquilos em nenhum momento, isso eu garanto.

(Entrevista completa publicada por Portaluz)





sources: Portaluz

 
 
 
Bispo fará oração de exorcismo diante da aprovação do 'matrimônio' gay nos EUA

SPRINGFIELD, 19 Nov. 13 / 03:27 pm (ACI/EWTN Noticias).- Sacerdotes, religiosos e leigos participarão nesta quarta-feira 20 de novembro na oraçãode súplica e exorcismo presidida pelo Bispo de Springfield, Illinois (Estados Unidos), Dom Thomas Paprocki, como ato de reparação pela aprovação do “matrimônio” gay que o Governador desse estado, Patt Quinn, assinará nesse mesmo dia.

A Catedral da Imaculada Conceição em Illinois será cenário destas oraçõesque, conforme indica os Apêndices da Edição Latina de 2004 do Ritual de Exorcismos, podem ser utilizadas se um Bispo diocesano o “considera conveniente” em “circunstâncias especiais da Igreja“.

Estas circunstâncias especiais se dão, assinala o comunicado, porque “a presença do diabo e outros demônios se manifesta não só quando tenta ou atormenta as pessoas, mas também pela intervenção de sua ação nas coisas e lugares, de alguma forma, assim como pelas diversas formas de oposição e perseguição contra a Igreja”.

Dom Paprocki cuja diocese está conformada por 130 paróquias em 28 condados, assinalou através de um comunicado emitido na quinta-feira 14 de novembro que “o contexto para esta oração pode entender-se recordando as palavras do Papa Francisco quando teve que enfrentar uma situação parecida, como Arcebispo de Buenos Aires, (Argentina) em 2010”.

Nessa oportunidade o então Cardeal Jorge Mario Bergoglio exortou a que “não sejamos ingênuos: não se trata de uma simples luta política; é a pretensão destrutiva ao plano de Deus. Não se trata de um mero projeto legislativo (este é só o instrumento) mas sim de uma armação do Pai da Mentira que pretende confundir e enganar os filhos de Deus”.

O Prelado norte-americano explicou que as palavras do Cardeal Bergoglio fazem referência ao Evangelho de São João 8, 44, onde Jesus se refere ao demônio como “mentiroso e pai da mentira”. Do mesmo modo, o Papa Francisco diz que “o matrimônio do mesmo sexo vem do demônio e como tal deve ser condenado”.

Dom Paprocki, enfatizou que “devemos orar para livrar-nos deste demônio que entrou no nosso estado e na nossa Igreja”, e indicou que “todos os políticos têm agora a obrigação moral de trabalhar para repelir esta legislação perversa e questionável”.

O Bispo de Springfield também ressaltou que o Santo Padre fala do amor recordando “a expressão profunda da misericórdia de Deus que sussurrou Jesus enquanto expirava na Cruz para nos salvar dos nossos pecados: ‘Pai, perdoa-lhes; porque não sabem o que fazem’ (Lc 23, 34)”.

A respeito disso, a Conferência Episcopal de Illinois -a qual também pertence o Bispo de Peoria, Dom Daniel Jenky, que em abril de 2012 disse que a Igreja Católica sobreviveu ao nazismo e sobreviverá a Obama- emitiu no último dia 5 de novembro um comunicado expressando estar “profundamente decepcionada de que os membros da Assembleia Geral tenham eleito redefinir o que está fora de sua autoridade: uma instituição natural como o matrimônio”.

Ressaltou também a sua preocupação “pelas ameaças, totalmente reais, contra a liberdade religiosa que estão em jogo com a aprovação deste projeto de lei”.

 
 
 
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