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BRASILIA, 26 Jun. 13 / 01:58 pm (ACI).- O livro “A Guerra dos Cristeros”, segundo título das Edições Cristo Rei, conta a história do episódio ocorrido no México, entre os anos de 1926 e 1929, também conhecido como Cristiada, em que os católicos foram perseguidos pelo Estado.

Foi nessa época que o governo do general Plutarco Elías Calles decidiu aplicar à risca a Constituição de 1917, que previa a eliminação da Igreja Católica, dando início a uma perseguição que resultava em fuzilações nos paredões de execução e é, também, de onde vem o termo “cristeros”, pois antes de serem mortos os combatentes gritavam “Viva Cristo Rei”.

Os católicos tentaram resolver o problema de modo pacífico (por meio de boicotes, abaixo-assinado e negociação), porém o governo não cedeu em ponto algum e os católicos se viram obrigados a pegar em armas para defender a Fé.

A Cristiada deu à Igreja milhares de mártires, alguns dos quais já foram beatificados ou canonizados.

O livro dá a conhecer aos católicos brasileiros um episódio da história da Igreja que remete a uma realidade ainda presente no mundo de hoje: a perseguição à verdadeira fé. Além do relato da Cristiada, a edição conta com artigos (inéditos em português) escritos por um dos mártires cristeros, o beato Anacleto González Flores e com fotos raras do episódio.

“A Guerra dos Cristeros” pode ser adquirido exclusivamente por meio de compra direta com a editora. Para isso, os interessados devem enviar um e-mail para contato@edicoescristorei.com.br.

As Edições Cristo Rei surgiram em novembro de 2011, com o objetivo de oferecer aos católicos brasileiros publicações de qualidade no campo da doutrina, espiritualidade, Doutrina Social, entre outros.

 
 
 

A polêmica em torno do suposto exorcismo feito pelo Papa Francisco, após a missa de Pentecostes, ganha um novo personagem e dados surpreendentes que revelam a ligação íntima do aborto ao satanismo

A tensão causada na mídia devido ao suposto exorcismo feito pelo Papa Francisco, na Praça de São Pedro neste domingo, ganhou um personagem interessante. Contrapondo-se ao que disse o porta-voz da Santa Sé, o renomado exorcista da Diocese de Roma, padre Gabriele Amorth, contou aos jornalistas o que realmente teria ocorrido. Segundo o sacerdote, o homem, de fato, era um possesso e esse mal devia-se à aprovação do aborto no México.

Polêmicas à parte, salta aos olhos a afirmação do padre Amorth de que essa possessão seria uma manifestação diabólica provocada pela indiferença à questão do aborto. Com essa tese, o exorcista reforça a opinião de que a cultura da morte da qual o movimento abortista faz parte tem profundas raízes satânicas, já que é o demônio “homicida desde o princípio” (Cf. Jo 8, 44). Casos como os do Dr. Kermitt Gosnell, o médico que matava bebês nascidos vivos após abortos mal sucedidos, ajudam a recordar uma verdade já há muito tempo esquecida: sim, o Maligno existe e é atuante!

A reprodução da monstruosidade de Gosnell pela imprensa – depois de amplos protestos contra o silêncio dela, vale lembrar – não só horrorizou os pró-vidas, como também os simpatizantes do aborto “legal e seguro”. Os métodos do doutor trouxeram à tona a frieza e a obsessão pela morte presentes nesses verdadeiros casos de assassinato. Eles refletem a debilidade de consciência do homem perante a sua dignidade, pois, como recordou o Concílio Vaticano II, esses atos “ao mesmo tempo que corrompem a civilização humana, desonram mais aqueles que assim procedem, do que os que padecem injustamente”, (Cf. GS 27)

Alguns, ingenuamente – e outros nem tanto assim – poderiam contestar dizendo que o aborto é um “caso de saúde pública” e que a tragédia Kermitt Gosnell seria apenas um “fato isolado”. Mas isso está longe de ser a verdade. A cultura da morte não só ceifou inúmeras vidas como entregou os seus próceres a uma ideologia abominável, de modo que é quase possível repetir as palavras de São João: “o mundo inteiro jaz no maligno” (Cf. I Jo 5, 19). É perceptível a ação do demônio sobre a questão do aborto, sobretudo pelos seus frutos. E neste sentido, a interrogação de Madre Tereza de Calcutá ainda ressoa: “Se nós aceitamos que uma mãe pode matar até mesmo seu próprio filho, como é que nós podemos dizer às outras pessoas para não se matarem?”

Para provar que a história de Kermitt Gosnell não é uma exceção, veja-se, por exemplo, os casos apresentados pelo LifeSiteNews, após longa investigação sobre clínicas de aborto espalhadas pelos Estados Unidos. As descobertas foram chocantes. Dentre elas, destaca-se a do Dr. Douglas Karpen, que já está sendo considerado o novo Kermitt Gosnell. Segundo relatórios divulgados pelo movimento pró-vida, Karpen praticava inúmeros infanticídios, provocando a morte de bebês que haviam nascido vivos, mesmo após o procedimento do aborto. Uma planilha com fotos das crianças mortas por Karpen em sua clínica na cidade de Houston, EUA, foi divulgada pelo site lifenews.com. As imagens são estarrecedoras.

De acordo com uma série de seis artigos publicados pelo lifesitenews.com, o infanticídio nas clínicas de aborto é cada vez mais comum. Um desses artigos, conta a triste história de “Angele”[01], a mãe que teve de assistir à morte do próprio filho por causa de negligência proposital dos médicos, após uma tentativa frustrada de aborto. Conforme o site, Angele havia solicitado o aborto, mas, ao perceber que seu filho nascera vivo, arrependeu-se e pediu por ajuda médica. No entanto, nada lhe foi oferecido a não ser o pedido pelo corpo do bebê, depois de sua morte.

Ora, torna-se evidente diante dos fatos que a luta contra o aborto não é uma simples causa humanitária. O aborto é só a ponta do iceberg. No fundo dessa batalha está a inimizade entre os filhos da luz e os filhos das trevas. A guerra anunciada em Gênesis entre os descendentes da Mulher e os descendentes da Serpente. É a história da salvação e da perdição das almas, da graça de Deus que busca salvar os homens e da tentação demoníaca que procura perdê-los. E nesse meio, cabe ao homem escolher de que lado ficar, do lado da descendência da Mulher, abandonando a tibieza, o comodismo e a covardia, ou do lado dos filhos da serpente, entregando-se ao prejuízo, à mundanidade e à sujeira do mal.

A agenda abortista é uma clara afronta à dignidade da pessoa humana e um ataque ao Criador, nosso Deus. A disseminação dessa cultura nefasta na sociedade tende a produzir um sistema cada vez mais corrompido, agressivo e violento. Não se espantem se amanhã outras formas de homicídios forem justificadas como casos de “saúde pública”. Esse será só mais um passo no plano, cujo protagonista, sem dúvida, é o diabo. Assim como ensinava o saudoso Padre Leo, o aborto é simplesmente o autógrafo do demônio nos ventres das mulheres, porque é ele o primeiro abortista.

 
 
 

ROMA, 21 Mai. 13 / 02:32 pm (ACI/EWTN Noticias).- Bastou somente um toque na tela de um iPad para que o Papa Francisco se convertesse no primeiro Pontífice em lançar um novo aplicativo para dispositivos móveis e telefones inteligentes, que procura expandir a marca missionária da Igreja no mundo digital, pondo a disposição as notícias de Roma, como histórias, fotos das atividades missionárias, assim como outros documentos.

O lançamento do App MISSIO aconteceu na sexta-feira passada, 17 de maio, na Sala Clementina do Vaticano durante uma reunião que o Papa teve com os 120 diretores nacionais das Obras Missionárias Pontifícias de todo o mundo.

Em uma entrevista ao Grupo ACI no mesmo dia do lançamento, o Diretor Nacional dos Estados Unidos, Padre Andrew Small, relatou que “Aperto aqui?” foi a pergunta que o Santo Padre lhe fez depois que ele mostrou o seu iPad explicando o que tinha que fazer.

“Eu estava muito ansioso para ter o sinal e que tudo funcione”, contou o sacerdote, “o Santo Padre apertou o botão e apareceu um pequeno aviso na parte superior – chamado notificação de apertar- que dizia: o ‘Papa Francisco lançou App MISSIO’”.

O Pontífice “parecia um pouco surpreso”, recordou Pe. Small e assinalou que o lançamento efetivo do aplicativo foi simples.

O botão se denomina “Evangelizantur”, que significa “foram evangelizados” em latim. O sacerdote explicou que dado que o aplicativo está disponível em Inglês, espanhol, italiano, alemão, francês, português, chinês e árabe, os que a desenvolveram, decidiram a frase latina para o lançamento.

O Pe. Small, além disso, disse que o objetivo do aplicativo é ajudar o Papa e a Igreja a ampliar o alcance de sua mensagem, com uma ênfase particular nos jovens.

“Desde a sua eleição, o Papa Francisco chegou muito mais além do Vaticano atingindo a vida das pessoas de maneira simples e significativa”, observou o sacerdote e adicionou que com este aplicativo, o Pontífice põe “o Evangelho missionário nos bolsos de milhões de pessoas, jovens e velhos, ricos e pobres, crentes e na busca de crer”.

App MISSIO foi desenvolvido pela empresa Little iAPPS e está disponível de maneira gratuita na iTunes App Store e no Google Play.

 
 
 
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