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VATICANO, 16 Abr. 09 / 10:56 am (

ACI).- O Papa Bento XVI completa esta quinta-feira 82 anos, “procurando levar os homens a Deus”, conforme explicou o Diretor da Sala de Imprensa  da Santa Sede, o Pe. Federico Lombardi,SJ.

O Pontífice celebra seus 82 anos no palácio apostólico de Castel Gandolfo, a poucos quilômetros de Roma onde transcorre um breve período de descanso depois dos ritos de Semana Santa.

O Pe. Lombardi expressou sua felicitação ao Papa manifestando o desejo de que “possa continuar exercendo durante muitos anos seu ministério, que é um ministério profundo de ajuda aos homens e mulheres para encontrar a Deus”.

“O centro de sua preocupação é levar aos homens a Deus e Deus aos  homens através de um grande amor pessoal por Cristo”, disse o Pe. Lombardi; e assinalou que “apesar da atitude crítica necessária ao redor de tantos aspectos negativos da cultura ou da mentalidade de hoje, no fundo, a mensagem que quer dar é uma mensagem de amor, uma mensagem para o bem do ser humano e que é a reconciliação com Deus e com todos os habitantes da terra”.

Joseph Aloysius Ratzinger, nome de batismo de Bento XVI, nasceu em Marktl am Inn (Bavária, Alemanha) em 16 de abril de 1927. Desde 1946 a 1951, ano em que foi ordenado sacerdote (29 de junho) e iniciava sua atividade de professor, estudou filosofia e teologia na universidade de Munique e na escola superior de Filosofia e Teologia de Freising. Em 1953 se doutora em Teologia com a dissertação “Povo e casa de Deus na doutrina da Igreja de Santo Agostinho”. Quatro anos depois obtinha a cadeira com seu trabalho sobre “A Teologia da História de São Bonaventura”.

Depois de conseguir o cargo de Dogmática e Teologia Fundamental na escola superior de Filosofia e Teologia de Freising, prosseguiu o ensino em Bonn, de 1959 a 1969, Münster de 1963 a 1966 e Tubinga, de 1966 a 1969. Neste último ano passou a ser catedrático de Dogmática e História do Dogma na Universidade de Regensburgo e vice-presidente da mesma universidade. Em 1962 contribuiu uma notável contribuição no Concílio Vaticano II como consultor teológico do Cardeal Joseph Frings, arcebispo de Colônia.

Paulo VI o nomeou Arcebispo de Munique em 24 de março de 1977 e o criou cardeal em 27 de junho de 1977. Em 1981 João Paulo II o nomeou Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé.

Foi também presidente da Pontifícia Comissão Bíblica e da Pontifícia Comissão Teológica Internacional e  decano do Colégio Cardenalicio.

Em 19 de abril de 2005, segundo dia do conclave, foi designado Papa.

Em uma entrevista concedida a Rádio Vaticano a propósito do aniversário, o Padr Lombardi destacou que em apenas um ano “o Papa esteve na América, nos Estados Unidos, nas Nações Unidas. Esteve na Austrália para a Jornada Mundial da Juventude. Na França e, finalmente, em África, faz poucas semanas”.

“Percorreu quatro continentes em um ano e todas estas viagens foram notáveis pela acolhida, pela eficácia com que sua mensagem foi recebida também por parte de públicos completamente distintos do ponto de vista cultural e de sua situação. Por isso diria que o Papa viveu a dimensão universal de seu ministério de forma extremamente eficaz, no curso deste ano”, assinalou.

Momentos difíceis

Sobre os momentos delicados e difíceis neste último ano de Pontificado, o Padre Lombardi considerou discussões com motivo da remissão da excomunhão aos quatro bispos ordenados por Marcel Lefebvre e o caso Williamson.

“Como o viveu o Papa? Vemo-lo com a Carta que ele mesmo escreveu aos bispos de todo o mundo, que é um documento extraordinário, um documento muito pessoal, intenso, em que vemos como ele confronta uma situação de tensão dentro da Igreja e também em relação com a cultura circunstante. Confronta-a substancialmente colocando novamente em claro as prioridades de seu pontificado, reconduzir aos homens a Deus e Deus aos homens, e destacando os critérios evangélicos com os quais tomou esta iniciativa da remissão da excomunhão, como um gesto de misericórdia, inspirando-se nas palavras do Evangelho:  reconcilie-se com seu irmão. Diria que nos deu um testemunho muito intenso como homem de fé, como pastor que guia a Igreja com critérios de pura fé e grande caridade e responsabilidade espiritual em relação com o povo de Deus e da humanidade de hoje”, indicou.

 
 
 

Reviverão o «capítulo das esteiras»

CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 7 de abril de 2009 (ZENIT.org).- Mais de dois mil franciscanos de todo o mundo se congregarão de 15 a 18 de abril para recordar em Assis o 8º centenário da fundação da família religiosa, convidados por seus superiores gerais.

Recordarão um encontro convocado por São Francisco de Assis cinco anos antes de sua morte, em 1221, quando chamou 5 mil frades: foi o primeiro capítulo geral dos franciscanos, que então se chamou «das esteiras», pois naquela ocasião, por falta de leitos, os frades dormiram em «esteiras».

O próximo capítulo internacional das esteiras, convocado em recordação dos 800 anos da aprovação, em abril de 1209, por parte do Papa Inocêncio III, da Regra de São Francisco, e portanto da nova Ordem, foi apresentado nesta terça-feira em Roma, na sede da Rádio Vaticano, pelo ministro geral da Ordem dos Frades Menores, o Pe. José Rodríguez Carballo.

«O capítulo das esteiras quer ser um momento intenso de testemunho ao mundo como fraternidade e de reflexão sobre os temas fundamentais de nossa vida», explicou o Pe. Carballo.

Os delegados se reunirão em Assis e depois em Roma, em representação dos 35 mil frades franciscanos das 4 denominações que estão presentes em 65 países do mundo.

O capítulo concluirá com a audiência do Papa Bento XVI, no pátio do palácio apostólico de Castel Gandolfo, em 18 de abril.

As jornadas franciscanas refletirão sobre a acolhida, o testemunho, o significado da penitência e do jejum e a gratidão.

Dedicar-se-á também um amplo espaço a refletir sobre o compromisso missionário, pois, como explicou o Pe. Carballo, os franciscanos são a primeira ordem missionária.

«São Francisco é o primeiro fundador que escreve em sua regra um capítulo sobre a missão em terras cristãs, mas é o primeiro também em escrever um capítulo sobre a Missio ad gentes, para aqueles que iam entre os chamados sarracenos e outros não-cristãos.»

«Estivemos sempre na fronteira da evangelização e este será nosso compromisso também para o futuro – declara o ministro geral. Nosso claustro é o mundo.»

Quem não puder participar do capítulo, poderá acompanhar ao vivo suas diferentes fases graças à Teleradio Padre Pio, que transmite por satélite (www.teleradiopadrepio.it).

 
 
 

VATICANO, 17 Ago. 08 / 09:28 am (

ACI).- Este meio-dia milhares de fiéis e peregrinos chegaranm até Castel Gandolfo para rezar o Ângelus dominical com o Papa Bento XVI, quem ao introduzir a oração Mariana exortou aos presentes a trabalhar porque a sociedade supere todo racismo, intolerância e exclusão no respeito da dignidade humana.

O Santo Padre animou logo a lembrar a “grande responsabilidade da comunidade eclesiástica, chamada a ser um lar para todos, sinal e instrumento de comunhão para toda a família humana”.

“Que importante é, sobre tudo em nossos tempos, que toda comunidade cristã aprofunde cada vez mais esta consciência, para poder assim também ajudar à sociedade civil a superar toda possível tentação de racismo, de intolerância e de exclusão, e a organizar-se com opções respeitosas da dignidade de cada ser humano”, continuou.

O Pontífice fez notar que “infelizmente em diversos países se registram novas manifestações preocupantes de este, vinculadas freqüentemente a problemas sociais e econômicos, que não podem justificar o desprezo e a discriminação racial. Oramos para que em todo lugar cresça o respeito por cada pessoa, junto à consciência responsável por que somente na acolhida recíproca de todos é possível construir um mundo assinado por uma justiça autêntica e paz verdadeira”.

Responsabilidade de condutores

Seguidamente o Papa chamou a atenção sobre os “numerosos e graves acidentes automobilísticos” que ocorrem cada vez com mais freqüência nas estradas do mundo, ressaltando em primeiro lugar que “não devemos nos acostumar a esta triste realidade. Muito precioso é, em efeito, o bem da vida humana e muito indigno do homem é morrer ou encontrar-se inválido por causas que, na maior parte dos casos, poderiam-se evitar”.

“É necessário –continuou– um maior sentido de responsabilidade. Acima de tudo por parte dos automobilistas, porque os acidentes se devem freqüentemente ao excesso de velocidade e aos comportamentos imprudentes. Conduzir um veículo pelas vias públicas requer de sentido moral e sentido cívico. Para promocionar este último é indispensável o trabalho constante de prevenção, vigilância e repressão por parte das autoridades competentes”.

Depois de ter exortado aos cristãos a fazer “um exame de consciência pessoal sobre a própria conduta de automobilistas” e pedir que “as comunidades eduquem deste modo a todos a considerar o dirigir um carro como um campo onde defender a vida e exercitar concretamente o amor do próximo”, Bento XVI iniciou a reza do Ângelus e terminado este saudou os peregrinos em diversas línguas.

 
 
 
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