top of page

TODOS OS PRODUTOS

Eventos futuros

John Allen

DENVER, 11 Out. 13 / 10:32 am (ACI/EWTN Noticias).- No seu último livro “The Global War on Christians,” (A Guerra Mundial Contra os Cristãos), o jornalista John Allen, Jr. detalha os ataques contra os cristãos ao redor do mundo. Esta onda de violência global fez dos cristãos o grupo mais perseguido por causa da religião.

“Não acho que seja necessário qualquer tipo de convicção religiosa ou interesse confessional para dar-se conta de que a defesa dos cristãos perseguidos merece ser a prioridade mundial número um com respeito aos direitos humanos”, declarou Allen, conhecido vaticanista em declarações ao Grupo ACI.

“Não era preciso ser judeu nos anos ‘70s para preocupar-se da realidade dos judeus dissidentes na União Soviética; não era necessário ser alguém de raça negra nos anos ‘80s para preocupar-se do sistema de segregação racial na África do Sul[W1] ; da mesma forma, tampouco precisa ser um cristão destes dias para reconhecer que este é o grupo religioso mais perseguido do planeta”.

O trabalho de Allen, publicado pelo Image Books, surge de uma conversação que teve com o Cardeal Timothy Dolan em 2009, onde o prelado ressaltou que os cristãos “precisam fazer um trabalho melhor ao contar estas histórias” em relação à perseguição cristã, da mesma maneira como a “literatura do holocausto” mostrou o sofrimento dos judeus sob o domínio de Hitler.

Allen começou a interessar-se pelo tema da perseguição anticristã durante a sua viagem à Ucrânia com motivo da visita do Papa João Paulo II a esse lugar.

Nessa ocasião, Allen conheceu a neta de um sacerdote católico oriental que foi assassinado em um campo Gulag durante o período da União Soviética.

“Essa conversação me levou a compreender que o martírio é uma característica de grande relevância dentro do panorama cristão contemporâneo”.

“À medida que aumentavam minhas viagens e podia conhecer as vítimas da perseguição anticristã em muitos lugares do mundo, maior era a amplitude e repercussão que tinha este assunto em mim”, adicionou.

Allen indica que durante a primeira década do século XXI, 100 mil cristãos foram assassinados por ano – 11 novos mártires por hora – e organismos seculares de direitos humanos estimam que 80 por cento das violações à liberdade religiosa ocorrem atualmente contra os cristãos.

Apesar destas enormes cifras, a perseguição mundial contra os cristãos é pouco conhecida nos Estados Unidos, e Allen disse que o primeiro propósito de seu livro é “acabar com o silêncio a respeito da perseguição anticristã”.

Allen registra em seu livro a perseguição contra os cristãos na África, Ásia, América Latina, Oriente Médio, e Europa Oriental.

Segundo Allen recentemente “o ataque anticristão mais violento ocorreu na Índia”, cometido por um grupo de hindus radicais. “Não acho que seja justo esquecer essas vítimas simplesmente porque não contam com o inimigo político apropriado”, indicou.

Allen distingue entre a perseguição fisicamente violenta contra os cristãos ao redor do mundo –que inclui Igrejas devastadas no Paquistão e dezenas de milhares de cristãos em campos de concentração da Coréia do Norte – do movimento secular no Ocidente que se opõe a todo tipo de expressão religiosa.

Allen espera que seu livro ajude a ampliar a visão de muitas pessoas nos Estados Unidos, para que se deem conta de que “existem ameaças letais à liberdade religiosa em lugares que necessitam de nossa atenção”.

 
 
 
Padre Gabriele Amorth

ROMA, 05 Set. 13 / 10:43 am (ACI).- O famoso sacerdote exorcista da Diocese de Roma e do Vaticano, Gabriele Amorth, assegurou que aqueles que apoiam a intervenção militar contra a Síria, estão sendo instrumentos do Diabo para semear o mal no mundo.

“Estes que querem a guerra na Síria são instrumentos do diabo”, assinalou o Pe. Amorth em 4 de setembro em declarações ao blog Stanze Vaticano, do canal de televisão italiano Tgcom24.

“O Senhor é um Deus de paz, quer a paz, quer o amor entre os homens, quer a solidariedade e a ajuda, de modo que o rico ajude o pobre. E Satanás é quem quer a morte e a guerra”, afirmou.

Em relação ao dia de jejum e oração assim como à vigília convocadas pelo Papa Francisco para pedir a paz na Síria e no mundo no próximo sábado 7 de setembro, o exorcista disse que sem dúvida “incomodará o diabo, e não só a ele”. “Prefiro não dar nomes”, acrescentou.

“O Papa tem o objetivo de influir. De que modo? Como um Papa, orando pela ajuda de Deus, este é o modo de atuar dos cristãos. Não com bombas para rebater outras bombas, mas com a oração para rebater as bombas”, disse.

O sacerdote, de 88 anos de idade, explicou que a intervenção armada na Síria que algumas potências mundiais defendem, não solucionaria a ameaça do uso de armas químicas no país, imerso em uma guerra civil há mais de dois anos.

Até o momento o regime de Bashar Al Assad e os insurgentes não chegaram a nenhum acordo de paz e, além disso, os jornais especializados no tema assinalam que entre os insurretos haveria participação de movimentos extremistas islâmicos pagos por petroleiras no Qatar e Arábia Saudita.

A intervenção armada “não está justificada, porque tenho presente a frase que disse o Papa Pio XII para evitar a segunda guerra mundial: ‘Tudo está perdido com a guerra, tudo se pode salvar com a paz’. Todos os sistemas violentos deveriam ser condenados”, concluiu o Pe. Amorth.

 
 
 

ROMA, 03 Set. 13 / 10:57 am (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco se pronunciou energicamente contra a possibilidade de um ataque contra a Síria por parte dos Estados Unidos. Em seus últimos comentários publicados na segunda-feira 2 de setembro em seu perfil do Twitter @Pontifex_pt escreveu: “Nunca mais a guerra! Nunca mais a guerra!”.

“Queremos um mundo de paz; queremos ser homens e mulheres de paz!”, acrescentou poucas horas depois. Estas duas mensagens se juntam a um amplo chamado ao diálogo e à paz que há várias semanas repetiu o Pontífice através de seus discursos e das redes sociais, e ao que também apelou durante a oração do Ângelus neste último domingo.

Em relação a este chamado, o secretário do Pontifício Conselho de Justiça e Paz, Dom Mario Tusso, assinalou na segunda-feira em uma entrevista concedida à Rádio Vaticano, que o Papa Francisco “se fez intérprete de um grito que sai de todas as partes, do coração de todos, da única grande famíliaque é a humanidade”.

“Trata-se de uma sacudida universal da consciência das pessoas. Por um lado, a sociedade civil e suas organizações insistem que seus representantes deixem definitivamente o conflito armado, não mais guerra, e por outro lado chamam a trabalhar com convicção e intensamente pela paz”.

O Papa Francisco “continua a missão de Jesus Cristo, o príncipe da paz, que caminha com a humanidade e semeia nas consciências empurrando-as para frente para seu cumprimento em plenitude”, acrescentou.

Enquanto isso, o Papa Francisco convocou para o próximo dia 7 de setembro, véspera da festa da Natividade de Maria, celebrar um dia de jejum e oração para pedir a paz na Síria, no Oriente Médio e no mundo inteiro, e convidou todos os cristãos, os pertencentes a outras religiões, e homens de boa vontade a somar-se a esta petição.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou na semana passada que atacaria a Síria a modo de reprimenda ao regime de Bashar Al-Assad, pelo uso de armas químicas contra a população civil, porém, o ataque foi adiado para a próxima semana, já que Obama, fez pública sua decisão de consultar o Congresso sobre a intervenção armada e este só retorna das férias no dia 9 de setembro. Seu veredicto vai determinar se ocorrerá ou não o ataque.

Por sua parte a ONU, pronunciou-se a favor da intervenção armada na Síria caso os resultados das provas feitas pelos seus peritos, que estiveram investigando o país durante 12 dias, confirmem que o regime de Assad foi o autor do uso de armas químicas.

 
 
 
CONTATO
Avalie-nosRuimNão muito bomBomMuito bomÓtimoAvalie-nos

Agradecemos pelo envio !

© 2019 - 2023. INTERVENÇÃO DIVINA - Criado por Divino Design.

Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

bottom of page
ConveyThis