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Intenções de oração para o mês de outubro

CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 2 de outubro de 2009 (ZENIT.org).- Neste mês de outubro, Bento XVI reza para que os cristãos redescubram o valor do domingo como dia da Celebração Eucarística.

Esta é uma das intenções de oração para o mês de outubro, contida na carta pontifícia que o Papa confiou ao Apostolado da oração para este ano.

A intenção geral da oração para o mês de outubro diz: “Para que o domingo seja vivido como o dia em que os cristãos se reúnem para celebrar o Senhor ressuscitado, participando da mesa da Eucaristia”.

O Papa reza cada mês por uma intenção missionária também. A de outubro diz: “Para que todo o Povo de Deus, a quem foi confiado por Cristo o mandato de pregar o Evangelho a toda criatura, assuma com empenho a própria responsabilidade missionária e a considere como o mais alto serviço que pode oferecer à humanidade”.

O Apostolado da Oração (www.adp.it) é uma iniciativa acompanhada por cerca de 50 milhões de pessoas nos cinco continentes.

 
 
 

No encontro ecumênico realizado em Praga

PRAGA, domingo, 27 de setembro de 2009 (ZENIT.org).- Bento XVI deu neste domingo um forte impulso à unidade dos cristãos, separados em diferentes confissões, pois está convencido de que sua comunhão mostrará com mais evidência à Europa suas raízes.

Foi a mensagem que o Santo Padre deixou aos representantes das Igrejas cristãs presentes na República Tcheca com quem se reuniu à tarde, na Sala do Trono do Arcebispado de Praga.

Segundo o Papa, a unidade dos cristãos é necessária para que a Europa redescubra suas raízes, “não porque murcharam”, advertiu.

“Ao contrário! É pelo fato de que continuam –de maneira tênue, mas ao mesmo tempo fecunda– oferecendo ao continente o apoio espiritual e moral que permite estabelecer um diálogo significativo com pessoas de outras culturas e religiões”.

Por isso, confessou que reza “para que estas iniciativas ecumênicas dêem fruto não só para continuar o caminho da unidade dos cristãos, mas pelo bem de toda a sociedade europeia”.

De fato, o Papa reconheceu que atualmente surgem na Europa “novos intentos orientados de marginalizar a influência do cristianismo na vida pública, em certas ocasiões com o pretexto de que seus ensinamentos sejam danosos ao bem-estar da sociedade”.

O Papa reconheceu que “este fenômeno nos pede que nos detenhamos a refletir”. E mais, pediu uma “autocrítica da idade moderna” e uma “autocrítica do cristianismo moderno”, “em particular sobre a esperança que podem oferecer à humanidade”.

Para fazer este exame de consciência, propôs esta pergunta: “o que o Evangelho tem a dizer à República Tcheca e mais em geral a toda Europa, em um período marcado pela difusão de diferentes visões do mundo?”.

“O cristianismo pode oferecer muito nos campos prático e moral, porque o Evangelho sempre impulsiona homens e mulheres a se colocarem ao serviço de seus irmãos e irmãs. Poucos poderiam contradizê-lo”.

“Quando a Europa escuta a história do cristianismo, está escutando sua própria história – declarou. Suas noções de justiça, liberdade e responsabilidade social, junto às instituições culturais e jurídicas estabelecidas para defender estas ideias e transmiti-las às gerações futuras, estão modeladas em sua herança cristã. Na realidade, a memória do passado anima suas aspirações futuras”.

Após o encontro com os representantes cristãos, o Papa se dirigiu ao castelo de Praga para reunir-se com os representantes do mundo acadêmico tcheco.

 
 
 

Sua missão é anunciar Cristo até com o martírio, hoje

CASTEL GANDOLFO, segunda-feira, 7 de setembro de 2009 (ZENIT.org).- Bento XVI deixou muito claro que a Igreja não pode buscar o poder, mas deve concentrar-se no anúncio de Cristo, ainda que isso implique o martírio.

Assim expressa na Mensagem para o dia missionário mundial 2009, que este ano tem como tema “As nações caminharão à sua luz” (Ap 21, 24).

No texto, publicado no dia 5 de setembro pela Sala de Imprensa da Santa Sé, o pontífice assegura que “a Igreja não age para ampliar o seu poder ou reforçar o seu domínio, mas para levar a todos Cristo, salvação do mundo”.

“Pedimos somente de nos colocar a serviço da humanidade, sobretudo da daquela sofredora e marginalizada, porque acreditamos que o compromisso de anunciar o Evangelho aos homens de nosso tempo é sem dúvida alguma um serviço prestado à comunidade cristã, mas também a toda a humanidade.”

De fato, sublinha, a humanidade, “apesar de conhecer realizações maravilhosas, parece ter perdido o sentido último das coisas e de sua própria existência”.

Por este motivo, segundo o pontífice, “a missão da Igreja é ‘contagiar’ de esperança todos os povos. Por isto, Cristo chama, justifica, santifica e envia os seus discípulos para anunciar o Reino de Deus, a fim de que todas as nações se tornem Povo de Deus”.

“Desejo novamente confirmar que a tarefa de evangelizar todos os homens constitui a missão essencial da Igreja,, tarefa e missão que as vastas e profundas mudanças da sociedade atual tornam ainda mais urgentes”, escreve o bispo de Roma.

“Está em questão a salvação eterna das pessoas, o fim e a plenitude da história humana e do universo”, recalca.

Em sua mensagem, Bento XVI recorda em particular “os missionários e missionárias que testemunham e propagam o Reino de Deus em situações de perseguição, com formas de opressão que vão desde a discriminação social até a prisão, a tortura e a morte”.

Por este motivo, a mensagem do Papa faz duas petições aos católicos do mundo.

Em primeiro lugar, anima-os a que “peçam ao Espírito Santo que aumente na Igreja a paixão pela missão de proclamar o Reino de Deus e ajudar os missionários, as missionárias e as comunidades cristãs empenhadas nesta missão, muitas vezes em ambientes hostis de perseguição”.

Em segundo lugar, convida “todos a darem um sinal crível da comunhão entre as Igrejas, com uma ajuda econômica, especialmente neste período de crise que a humanidade está vivendo, a fim de colocar as jovens Igrejas em condições de iluminar as pessoas com o Evangelho da caridade”.

 
 
 
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