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Assista ao trecho da homilia do Padre José Augusto onde ele faz um importante alerta sobre um aspecto importantíssimo da doutrina católica que hoje pode ser a causa de condenação de muitas pessoas: a modéstia nas roupas! Nossa Senhora em Fátima revela à Beata Jacinta: “Os pecados que levam mais almas para o inferno são os pecados da carne.”

“Hão de vir umas modas que hão de ofender muito a Nosso Senhor. As pessoas que servem a Deus não devem andar com a moda. A Igreja não tem modas. Nosso Senhor é sempre o mesmo”.

Clique aqui para assistir:


Entenda mais:

“Vesti com modéstia e com muito pudor. Olhai como veste a Mãe do Senhor”. A Modéstia é uma das qualidades que toda mulher virtuosa e temente a DEUS deve ter no seu vestir, no falar, em seu comportamento geral. O vestir de uma mulher reflete o que ela tem em sua alma, em sua mente e em seu coração.

Maria Santíssima é o modelo de todas as virtudes por excelência. É o espelho em que devemos nos mirar.

Nossa Senhora em Fátima revela à Beata Jacinta: “Os pecados que levam mais almas para o inferno são os pecados da carne.

Hão de vir umas modas que hão de ofender muito a Nosso Senhor. As pessoas que servem a Deus não devem andar com a moda. A Igreja não tem modas. Nosso Senhor é sempre o mesmo”.

Na Encíclica Redemptoris Mater , o Bem aventurado João Paulo II explica:

“A dimensão mariana da vida cristã assume um relevo particular no que respeita à mulher e à condição feminina. A figura de Maria de Nazaré projeta luz sobre a mulher enquanto tal, pelo fato exatamente de Deus, no sublime acontecimento da Encarnação do Filho, se ter confiado aos bons préstimos, livres e ativos da mulher. Pode, portanto, afirmar-se que a mulher, olhando para Maria, nela encontrará o segredo para viver dignamente a sua feminilidade e levar a efeito a sua verdadeira promoção. A luz de Maria, a Igreja lê no rosto da mulher os reflexos de uma beleza, que é espelho dos mais elevados sentimentos que o coração humano pode albergar: a totalidade do dom de si por amor; a força que é capaz de resistir aos grandes sofrimentos; a fidelidade sem limites, a laboriosidade incansável e a capacidade de conjugar a intuição penetrante com a palavra de apoio e encorajamento.” (RM, 46)

De acordo com o Catecismo da Igreja Católica:

“§2522… O pudor é modéstia. Inspira o modo de vestir. Mantém o silêncio ou certa reserva quando se entrevê o risco de uma curiosidade malsã. Torna-se discrição.”

As Sagradas Escrituras e os escritos dos Santos também trazem belos textos sobre a dignidade das mulheres modestas:

“Quero que as mulheres usem traje honesto, ataviando-se com modéstia e sobriedade. Seus enfeites consistam não em primorosos penteados, ouro, pérolas, vestidos de luxo, e sim em boas obras, como convém a mulheres que professam a piedade” (I Tm 2,9-10)

“O ornamento das mulheres virtuosas deve consistir em levar uma vida irrepreensível, entreter-se muitas vezes com Deus na oração, ser assídua e aplicada ao trabalho para fugir da ociosidade, resguardar os olhos e refrear a língua com a modéstia e o silêncio”. (Santo Afonso Maria de Ligório citando São Gregório Nazianzeno).

“Não te afastes da mulher sensata e virtuosa (…); pois a graça de sua modéstia vale mais do que o ouro” (Eclo 7,21)

“A graça de uma mulher cuidadosa rejubila seu marido, e seu bom comportamento revigora os ossos. É um dom de Deus uma mulher sensata e silenciosa, e nada se compara a uma mulher bem-educada. A mulher santa e honesta é uma graça inestimável; não há peso para pesar o valor de uma alma casta” (Eclo 26,16-20)

A modéstia é uma virtude que governa os movimentos exteriores do corpo e sua aparência. Segundo São Tomás de Aquino: “os movimentos exteriores são sinais das disposições interiores.”

Tanto a beleza interior quanto a exterior tem valor aos olhos de Deus. Intensificamos a beleza interior por meio do crescimento espiritual; e a exterior, por meio da modéstia e da simplicidade.

As coisas de DEUS são belas, bonitas e agradáveis aos olhos. Nessa beleza, glorificamos a DEUS por sua criação. Fomos criados à Sua imagem e semelhança; somos templos do Espírito Santo, tabernáculos do Senhor. Então, como Nossa Senhora, devemos esforçar-nos para agradar ao Senhor sempre buscando ter um interior bonito a Seus olhos. Entretanto, não podemos ignorar a nossa beleza exterior que também deve que ser cuidada.

O grande problema nos dias de hoje é a preocupação exagerada com a beleza exterior.

Sabemos que o instinto natural do ser humano é de imitar os demais. Sabemos que na sociedade atual, os valores estão distorcidos e, sobretudo, as mulheres tiveram seu comportamento corrompido por causa das “modas”. As jovens e senhoras de hoje procuram chamar a atenção, imitando as vestes e o comportamento de atrizes e cantoras famosas. São vazias, mundanas e ignoram o valor da modéstia. Preferem assistir às novelas e ler revistas de moda à ler livros educativos. As mulheres virtuosas devem ser diferentes; não devem se parecer com as mulheres do mundo. Devem espelhar-se na Virgem Maria!

Cabe ressaltar que a moda não é uma virtude! Muda constantemente, pois reflete os costumes da sociedade em um determinado espaço de tempo. Ao contrário, a modéstia é uma virtude tão necessária caso queiramos agradar a Deus e vivermos conforme a nossa dignidade pessoal. Para as mulheres piedosas e virtuosas, a modéstia deve estar claramente presente em seu coração. Uma mulher cujo objetivo é adorar a Deus, tem que ter Maria Santíssima como modelo e deve considerar atenciosamente como com deve se vestir, pois seu coração definirá seu “guarda-roupa” e sua aparência. Essa atitude fará toda a diferença na maneira de vestir de uma mulher honrada.

Atualmente, ao olharmos as vitrines das lojas vemos que as roupas exibidas não favorecem a modéstia. São roupas imodestas, indecentes, feias e não trazem a beleza a harmonia nas formas. Por esse fato, é que as mulheres devem refletir sobre a virtude da Modéstia para serem, no mundo, modelos vivos do ornamento interior da graça de Deus.

Em sua carta apostólica Mulieris Dignitatem que trata sobre a dignidade das mulheres, o Papa João Paulo II escreveu:

“Está chegando a hora em que a vocação da mulher será reconhecida em sua plenitude, a hora em que as mulheres adquirem no mundo uma influência, um efeito e um poder até então nunca alcançado. É por isso que, neste momento, quando a raça humana está sofrendo uma transformação tão profunda, as mulheres imbuídas de um espírito do Evangelho podem fazer muito para ajudar a humanidade a não cair.”

Reflitamos acerca das virtudes da simplicidade e da modéstia no vestir: são encantadoras e podemos compará-las às flores do campo:

“Olhai os lírios do campo… Nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles.” (Mt 6: 28-29).

Essas virtudes observamos em Nossa Senhora! Pensemos na beleza e no cuidado de DEUS para com a Sua criação. A mesma coisa podemos afirmar que a modéstia, a simplicidade e a pureza, tanto no vestir como no comportamento diário, são virtudes apreciadas e agradáveis aos olhos do Senhor.

Quanto a mim, como escrava de Maria quero imitar as virtudes e a modéstia da Nossa Senhora com a simplicidade e a dignidade de filha de Deus. : “vós sois a luz do mundo… brilhe vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas obras e glorifiquem vosso Pai que está no céu” Mt 5, 14.16

Aprendamos a caminhar Nos Passos de Maria: caminho seguro para Jesus!

 
 
 

Assista ao trecho da homilia do Padre José Augusto onde ele faz um importante alerta sobre um aspecto importantíssimo da doutrina católica que hoje pode ser a causa de condenação de muitas pessoas: a modéstia nas roupas! Nossa Senhora em Fátima revela à Beata Jacinta: “Os pecados que levam mais almas para o inferno são os pecados da carne.”

“Hão de vir umas modas que hão de ofender muito a Nosso Senhor. As pessoas que servem a Deus não devem andar com a moda. A Igreja não tem modas. Nosso Senhor é sempre o mesmo”.

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Entenda mais:

“Vesti com modéstia e com muito pudor. Olhai como veste a Mãe do Senhor”. A Modéstia é uma das qualidades que toda mulher virtuosa e temente a DEUS deve ter no seu vestir, no falar, em seu comportamento geral. O vestir de uma mulher reflete o que ela tem em sua alma, em sua mente e em seu coração.

Maria Santíssima é o modelo de todas as virtudes por excelência. É o espelho em que devemos nos mirar.

Nossa Senhora em Fátima revela à Beata Jacinta: “Os pecados que levam mais almas para o inferno são os pecados da carne.

Hão de vir umas modas que hão de ofender muito a Nosso Senhor. As pessoas que servem a Deus não devem andar com a moda. A Igreja não tem modas. Nosso Senhor é sempre o mesmo”.

Na Encíclica Redemptoris Mater , o Bem aventurado João Paulo II explica:

“A dimensão mariana da vida cristã assume um relevo particular no que respeita à mulher e à condição feminina. A figura de Maria de Nazaré projeta luz sobre a mulher enquanto tal, pelo fato exatamente de Deus, no sublime acontecimento da Encarnação do Filho, se ter confiado aos bons préstimos, livres e ativos da mulher. Pode, portanto, afirmar-se que a mulher, olhando para Maria, nela encontrará o segredo para viver dignamente a sua feminilidade e levar a efeito a sua verdadeira promoção. A luz de Maria, a Igreja lê no rosto da mulher os reflexos de uma beleza, que é espelho dos mais elevados sentimentos que o coração humano pode albergar: a totalidade do dom de si por amor; a força que é capaz de resistir aos grandes sofrimentos; a fidelidade sem limites, a laboriosidade incansável e a capacidade de conjugar a intuição penetrante com a palavra de apoio e encorajamento.” (RM, 46)

De acordo com o Catecismo da Igreja Católica:

“§2522… O pudor é modéstia. Inspira o modo de vestir. Mantém o silêncio ou certa reserva quando se entrevê o risco de uma curiosidade malsã. Torna-se discrição.”

As Sagradas Escrituras e os escritos dos Santos também trazem belos textos sobre a dignidade das mulheres modestas:

“Quero que as mulheres usem traje honesto, ataviando-se com modéstia e sobriedade. Seus enfeites consistam não em primorosos penteados, ouro, pérolas, vestidos de luxo, e sim em boas obras, como convém a mulheres que professam a piedade” (I Tm 2,9-10)

“O ornamento das mulheres virtuosas deve consistir em levar uma vida irrepreensível, entreter-se muitas vezes com Deus na oração, ser assídua e aplicada ao trabalho para fugir da ociosidade, resguardar os olhos e refrear a língua com a modéstia e o silêncio”. (Santo Afonso Maria de Ligório citando São Gregório Nazianzeno).

“Não te afastes da mulher sensata e virtuosa (…); pois a graça de sua modéstia vale mais do que o ouro” (Eclo 7,21)

“A graça de uma mulher cuidadosa rejubila seu marido, e seu bom comportamento revigora os ossos. É um dom de Deus uma mulher sensata e silenciosa, e nada se compara a uma mulher bem-educada. A mulher santa e honesta é uma graça inestimável; não há peso para pesar o valor de uma alma casta” (Eclo 26,16-20)

A modéstia é uma virtude que governa os movimentos exteriores do corpo e sua aparência. Segundo São Tomás de Aquino: “os movimentos exteriores são sinais das disposições interiores.”

Tanto a beleza interior quanto a exterior tem valor aos olhos de Deus. Intensificamos a beleza interior por meio do crescimento espiritual; e a exterior, por meio da modéstia e da simplicidade.

As coisas de DEUS são belas, bonitas e agradáveis aos olhos. Nessa beleza, glorificamos a DEUS por sua criação. Fomos criados à Sua imagem e semelhança; somos templos do Espírito Santo, tabernáculos do Senhor. Então, como Nossa Senhora, devemos esforçar-nos para agradar ao Senhor sempre buscando ter um interior bonito a Seus olhos. Entretanto, não podemos ignorar a nossa beleza exterior que também deve que ser cuidada.

O grande problema nos dias de hoje é a preocupação exagerada com a beleza exterior.

Sabemos que o instinto natural do ser humano é de imitar os demais. Sabemos que na sociedade atual, os valores estão distorcidos e, sobretudo, as mulheres tiveram seu comportamento corrompido por causa das “modas”. As jovens e senhoras de hoje procuram chamar a atenção, imitando as vestes e o comportamento de atrizes e cantoras famosas. São vazias, mundanas e ignoram o valor da modéstia. Preferem assistir às novelas e ler revistas de moda à ler livros educativos. As mulheres virtuosas devem ser diferentes; não devem se parecer com as mulheres do mundo. Devem espelhar-se na Virgem Maria!

Cabe ressaltar que a moda não é uma virtude! Muda constantemente, pois reflete os costumes da sociedade em um determinado espaço de tempo. Ao contrário, a modéstia é uma virtude tão necessária caso queiramos agradar a Deus e vivermos conforme a nossa dignidade pessoal. Para as mulheres piedosas e virtuosas, a modéstia deve estar claramente presente em seu coração. Uma mulher cujo objetivo é adorar a Deus, tem que ter Maria Santíssima como modelo e deve considerar atenciosamente como com deve se vestir, pois seu coração definirá seu “guarda-roupa” e sua aparência. Essa atitude fará toda a diferença na maneira de vestir de uma mulher honrada.

Atualmente, ao olharmos as vitrines das lojas vemos que as roupas exibidas não favorecem a modéstia. São roupas imodestas, indecentes, feias e não trazem a beleza a harmonia nas formas. Por esse fato, é que as mulheres devem refletir sobre a virtude da Modéstia para serem, no mundo, modelos vivos do ornamento interior da graça de Deus.

Em sua carta apostólica Mulieris Dignitatem que trata sobre a dignidade das mulheres, o Papa João Paulo II escreveu:

“Está chegando a hora em que a vocação da mulher será reconhecida em sua plenitude, a hora em que as mulheres adquirem no mundo uma influência, um efeito e um poder até então nunca alcançado. É por isso que, neste momento, quando a raça humana está sofrendo uma transformação tão profunda, as mulheres imbuídas de um espírito do Evangelho podem fazer muito para ajudar a humanidade a não cair.”

Reflitamos acerca das virtudes da simplicidade e da modéstia no vestir: são encantadoras e podemos compará-las às flores do campo:

“Olhai os lírios do campo… Nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles.” (Mt 6: 28-29).

Essas virtudes observamos em Nossa Senhora! Pensemos na beleza e no cuidado de DEUS para com a Sua criação. A mesma coisa podemos afirmar que a modéstia, a simplicidade e a pureza, tanto no vestir como no comportamento diário, são virtudes apreciadas e agradáveis aos olhos do Senhor.

Quanto a mim, como escrava de Maria quero imitar as virtudes e a modéstia da Nossa Senhora com a simplicidade e a dignidade de filha de Deus. : “vós sois a luz do mundo… brilhe vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas obras e glorifiquem vosso Pai que está no céu” Mt 5, 14.16

Aprendamos a caminhar Nos Passos de Maria: caminho seguro para Jesus!

 
 
 

REDAÇÃO CENTRAL, 28 Mai. 16 / 11:00 am (ACI).- Dada a complexidade da teologia católica sobre a natureza da morte, o inferno e o demônio, a lista a seguir, com base nas Sagradas Escrituras e no Magistério da Igreja, contém respostas para 7 erros recorrentes que os católicos devem evitar.

1. O demônio é um mero símbolo

Se isso fosse verdade, então Jesus deve ter se equivocado cada vez que falou do demônio em diferentes partes das Sagradas Escrituras. O diabo é real e anda ao redor, como leão que ruge procurando almas para devorar (1Pd 5,8). E, francamente, se é possível para um ser humano rejeitar Deus, por que é tão inconcebível que um anjo possa fazer o mesmo? Nessa existência, como na outra, os anjos e os seres humanos podem se alienar com Deus ou não (Dt 30,19).

2. Ao morrer, tornamo-nos anjos

Não, absolutamente não. O ser humano é diferente de um anjo e não pode se tornar um ser que não é.

O Catecismo da Igreja Católica assinala no parágrafo 328 que existem anjos. No parágrafo 330, afirma que são seres puramente espirituais com inteligência e vontade. Também indica que são servidores e mensageiros de Deus.

Ao contrário de anjos, os seres humanos têm um corpo. O Catecismo assinala, no parágrafo 366, que a alma espiritual do homem foi criada por Deus e “não morre quando, na morte, se separa do corpo; e que se unirá de novo ao corpo na ressurreição final”.

3. É fácil determinar quem irá para o inferno

A competência da Igreja está em determinar quem está no céu, entretanto, ninguém sabe quem se encontra no inferno. Aqueles que morrem em estado de pecado mortal tem muito poucas opções disponíveis, no entanto, esta não é uma razão pela qual devemos ser ultrajantes ou triunfalistas em relação a eles. Pelo contrário, é importante orar por todos os pecadores, até mesmo os nossos piores inimigos para que se arrependam e voltem (Sab 1,13-15). Perdoem e serão perdoados (Mt 6,14, Lc 6,37). O juízo só pertence a Deus e a ninguém mais. Simplesmente não podemos conhecer o interior de outra alma e a verdadeira natureza de seu relacionamento com Deus.

4. Todos vão para o céu

O inferno existe e Jesus assegura várias vezes ao longo dos Evangelhos (Mt 7,13-14, Mt 8,12, Mc 9,43, Mt 13,41-42, 49-50, 48-49, Mt 22,13, Mt 25,46, Lc 12, 5, Jo 3,18). João também dedica uma longa passagem em Apocalipse (Ap 14,19-11; 19,3). Se todos vão para o céu, isso significa que Jesus estava errado ou era ignorante, o que é inaceitável.

5. Quem morre em estado de graça vai direto para o céu

Deixemos nas mãos de Deus, que tudo pode. É possível que alguns duvidem do Purgatório, mas as Sagradas Escrituras são muito claras acerca disso (2Mac 12,39-46, Mt 5,24-25., Hab 1,13, 1Co 3,11-15, Ap 21,27). O Purgatório existe como parte da economia salvífica. Além da Virgem Maria, há alguém entre nós puro o suficiente para estar diante de Deus? (Rom 3,10, 14,4, Dt 7,24, Js 23,9: 1Sam 6,20 Esd 10,13, Pr 27,4, Sl 76,7, 130,3, Na 1,6). Até mesmo os santos têm pecados que precisam ser expiados e o Purgatório é parte da infinita misericórdia de Deus, porque Ele não quer que qualquer um de nós morra, mas viva e se arrependa (2Pd 3,9).

6. As coisas ruins só acontecem com pessoas más

Cristo nos assegura pessoalmente que isso não faz sentido (Lc 13,1-5). Aos que chegaram com a notícia dos galileus que foram assassinados por Pilatos quando ofereciam sacrifícios a Deus, Ele respondeu: “Pensais vós que estes galileus foram maiores pecadores do que todos os outros galileus, por terem sido tratados desse modo? Não, digo-vos. Mas se não vos arrependerdes, perecereis todos do mesmo modo”.

Jesus também nos recorda que as melhores pessoas sofrem muito, no entanto, dá-nos ânimo ante as tribulações (Jo 16,33). Ele mesmo sofreu uma morte ignóbil depois de ser torturado. Sua Mãe, Maria, mulher concebida sem pecado, teve provações ao longo de sua vida que lhe causaram grande dor. Por que o resto de nós, pecadores, seremos poupados do sofrimento que Paulo nos diz em Colossenses 1,24?”. “Agora me alegro nos sofrimentos suportados por vós. O que falta às tribulações de Cristo, completo na minha carne, por seu corpo que é a Igreja”.

7. Podemos escolher que regras queremos obedecer

Temos o direito de questionar tudo, mas devemos aceitar o ensinamento da Igreja por completo. Se não, colocamo-nos acima da Igreja e da vontade de Deus. Jesus estabeleceu a Igreja, São Pedro como seu Vigário na terra e seus sucessores. Quem somos nós para acreditar que Deus se equivocou em suas decisões? (Jó 15,8) Como se pode contar com incrível autoridade para julgar a lei de Deus?

BÔNUS: O Concílio Vaticano II pode se desfazer ou ser ignorado

Impossível. Os 21 concílios ecumênico no transcorrer de 1700 anos são importantes, irrevogáveis e irrefutáveis porque o Espírito Santo dirigiu todos eles. Cabe assinalar que a doutrina pode ter gerado divergências, mas isso significa menos do que nada. Do mesmo modo que um católico não pode escolher quais as regras deseja seguir, também não estão autorizados a escolher o seu concílio favorito e excluir os demais.

Originalmente publicado em National Catholic Register (https://www.ncregister.com/).

 
 
 
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Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

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