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SAN JOSÉ, 09 Set. 08 / 09:26 am (

ACI).- O Arcebispo de São José, Dom Hugo Barrantes Ureña, fez um chamado aos legisladores da Costa Rica que estudam a legalização das uniões entre pessoas do mesmo sexo, a defender a instituição matrimonial e não ir “contra a reta razão”.

Dom Barrantes compareceu ante a Comissão de Internacionais da Assembléia Legislativa que tramita o projeto titulado “Lei de união civil entre pessoas do mesmo sexo”.

Em seu discurso breve advertiu que “a legalização das uniões de pessoas homossexuais estaria destinada a obscurecer a percepção geral de valores morais fundamentais e provocaria a desvalorização da instituição matrimonial”.

O Arcebispo propôs  “da doutrina da Igreja, alguns elementos que iluminem a discussão sobre o tema do reconhecimento jurídico das uniões entre pessoas homossexuais”.

Neste sentido, precisou que “a Igreja Católica considera que toda pessoa humana, criada a imagem de Deus, é digna de todo respeito, e rechaça toda discriminação contrária à dignidade da pessoa. Assim, a Igreja distingue entre o respeito a toda pessoa, independentemente, de sua orientação sexual, e o rechaço ao ato sexual homossexual, como ato objetivamente contrário ao plano de Deus para o ser humano”.

Também lembrou que “os legisladores civis não podem nem devem legislar contra a reta razão, pois de fazê-lo, a norma que emitem perderia a força de obrigar em consciência”.

O Arcebispo esclareceu que “a Igreja valora favoravelmente o matrimônio instituição natural, além de qualquer simples união de pessoas, como fundamento da família. Esta instituição natural é reconhecida pelas grandes culturas da humanidade, como uma verdade posta em evidencia pela reta razão, apoiada na complementariedade antropológica dos sexos”.

“Esta verdade natural, vê-se notavelmente enriquecida pela revelação cristã, a qual nos transmite o dado da dignidade da pessoa humana: homem e mulher, a sexualidade do ser humano além de somente sua esfera biológica, pois o ser humano é um ser com corpo e alma, e o matrimônio como forma de vida, em que se vive a comunhão pessoal”, indicou.

Do mesmo modo, lembrou que a favor das uniões homossexuais “se invocam argumentos como o princípio de respeito e a não-discriminação das pessoas” mas precisou que “atribuir o reconhecimento de matrimônio a uma relação de pessoas homossexuais ou bem outorgar prerrogativas e direitos idênticos a este, é em si mesmo uma injustiça maior, pois se vulnera o bem comum da comunidade social”.

O Arcebispo lembrou aos congressistas, particularmente aos católicos, que “como Igreja, vemos na família um valor muito importante, que tem que ser defendido de todo ataque orientado a diminuir sua solidez e a pôr em dúvida sua mesma existência. Por isso vos exorto a consagrar-se com sinceridade, retidão, com caridade e fortaleza à missão a vós confiada pelo Povo, ou seja, legislar sobre a base dos princípios éticos e em benefício do bem comum”.

 
 
 

Fala a filósofa Amália Quevedo

BOGOTÁ, quarta-feira, 18 de outubro de 2006 (ZENIT.org).- A professora Amália Quevedo acaba de publicar um livro para propor uma leitura atual do sacrifício bíblico de Abraão.

Ninguém permanece indiferente ante o «relato do sacrifício de Isaac», reconhece, e considera que este episódio «poderia dar uma luz para nossa época, marcada pelo sangue de sacrifícios inauditos».

Quevedo, que é professora na Universidade de Sabana (Colômbia) apresenta sua proposta «No último instante. A leitura contemporânea do sacrifício de Abraão», volume editado na Espanha por EUNSA, Edições Internacionais Universitárias.

Na primeira parte, «Caminhos do Moria», se recolhe, analisa e compara o que eminentes filósofos e escritores disseram acerca do sacrifício de Abraão. São eles Kant, Hegel, Schelling, Kierkegaard, Thomas Mann, Kafka, Sartre, Kolakowski, René Girard.

A segunda parte, que leva por título «De Kierkegard a Derrida», se ocupa da leitura que autores como Auerbach, Blanchot, Lévinas e Derrida fazem de «Temor e tremor», a obra de Kierkegaard dedicada a Abraão.

Abraão é um homem sem saída, pego entre o imperativo divino e o assassinato do ser a quem ama, dividido pela mais lacerante e pungente contradição, explica a autora em declarações à agência Zenit.

No fundo, toda a cultura humana, as instituições, as artes, a ciência — a própria psicanálise –, segundo Quevedo, podem ser lidas como esforços — sempre limitados, nunca suficientes — de dar uma explicação à vida que transcorre após o episódio aterrador do país de Moria. Nada volta a ser igual.

Desta maneira, o sacrifício de Abraão se encontra presente na raiz, não só da literatura moderna, como sustenta Derrida, mas da cultura ocidental inteira, segue constatando o livro.

Portanto, boa parte da literatura universal pode ser entendida como uma variação dos acontecimentos do Moria. Em toda a literatura, a relação paterno-filial passa de algum modo por Abraão.

«Eu sugiro que o sacrifício de Abraão contém uma força iluminadora que não acabamos de esgotar nem de explorar, e a reflexão sobre este fato pode dar luzes para a nossa vida, não só em seus aspectos extraordinários ou trágicos, mas também no que tem de cotidiano.

 
 
 
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Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

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