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Vídeo: na catequese desta quarta-feira, o Papa Francisco explicou como a maternidade da Igreja se relaciona com a de Maria [vimeo]http://vimeo.com/105114433[/vimeo]

A maternidade da Igreja foi o tema da catequese desta quarta-feira, 3 de setembro. O Papa Francisco levou os fiéis a compreenderem quão profunda é a relação que une Maria à Igreja.

1. A Igreja tem como modelo a Virgem Maria. A maternidade da Igreja coloca-se em continuidade com a de Maria. Na fecundidade do Espírito, a Igreja continua a gerar novos filhos em Cristo. Olhando Maria, descobrimos o lindo rosto e tenro da Igreja; olhando a Igreja, reconhecemos as características sublimes de Maria.

2. A Igreja é nossa mãe porque nos deu à luz no Batismo. E como mãe nos faz crescer na fé e nos indica, com a força da Palavra de Deus, o caminho de salvação. Todos somos chamados a acolher com mente e coração aberto a Palavra de Deus, que a Igreja a cada dia nos dá, porque esta Palavra tem a capacidade de nos mudar dentro, de nos transformar.

3. Esta é a Igreja: uma mãe que tem no coração o bem dos filhos. Confiemo-nos a Maria, para que nos ensine a ter o mesmo espírito materno nas relações com nossos irmãos, com a capacidade sincera de acolher, perdoar e infundir confiança e esperança.

Ao fim da catequese, quando o Papa deu as boas-vindas aos peregrinos de língua árabe, disse: “vocês estão no coração da Igreja; a Igreja sofre com vocês e se orgulha de vocês; vocês são a força e otestemunho concreto e autêntico de sua mensagem de salvação, de perdão e de amor. Que Deus os abençoe e proteja”.




Fonte: Aleteia

 
 
 

Professor: Eu vou provar pra você que se Deus existe, então ele é mal. Professor: Deus criou tudo o que existe? Professor: Se Deus critou todas as coisas, então ele criou o mal, o que significa que Deus é mal. Aluno: Com licença, professor! Aluno: O Frio existe? Professor: Que tipo de pergunta é essa? Claro que ele existe. Você nunca ficou com frio? Aluno: Na verdade senhor, o frio não existe. De acordo com as leis da física, o que consideramos frio é na verdade ausência de calor. Aluno: Professor, a escuridão existe? Professor: Claro que existe. Aluno: Você está errado senhor, a escuridão também não existe. A escuridão é na verdade a ausência de luz. Aluno: O mal não existe. É como a escuridão e o frio. Deus não criou o mal. O mal é o resultado do que acontece quando o homem não tem o amor de Deus presente em seu coração. (Albert Einstein – 1879-1955)

 
 
 

E destaca o amor especial que a Mãe de Jesus lhes dedica

CASTEL GANDOLFO, quarta-feira, 12 de agosto de 2009 (ZENIT.org).- Bento XVI pediu hoje que os sacerdotes tenham Maria na dinâmica de sua existência e no horizonte de seu apostolado, valorizando o especial vínculo de maternidade entre a Mãe de Jesus e os presbíteros.

Esta manhã, durante a audiência geral com os peregrinos no pátio da residência pontifícia de Castel Gandolfo, o Papa falou sobre Maria e o sacerdócio, “uma relação profundamente enraizada no mistério da Encarnação”.

De acordo com o pontífice, o ‘sim’ de Maria “é a porta através da qual Deus é capaz de entrar no mundo, fazer-se homem. Então Maria é verdadeira e profundamente envolvida no mistério da Encarnação, de nossa salvação”.

Ao voltar o olhar para a Cruz, o Papa destacou que naquele momento Jesus entregou na reciprocidade Maria e o discípulo amado.

“O Evangelho nos diz que, a partir desse momento, São João, o filho amado, levou a mãe Maria ‘para a sua casa’. Assim é na tradução italiana, mas o texto grego é muito mais profundo, muito mais rico”, disse o Papa.

“Podemos traduzir: levar Maria no íntimo de sua vida, de seu ser, eis tà ìdia, na profundidade do seu ser. Levar consigo Maria significa introduzi-la na dinâmica completa da própria existência –não é algo exterior– e em tudo o que constitui o horizonte de seu apostolado.”

De acordo com o Papa, assim se compreende “como a peculiar relação de maternidade existente entre Maria e os sacerdotes constitui a fonte primária, a razão fundamental da predileção que ela tem por cada um deles”.

“Maria os prefere, de fato, por duas razões: porque eles são mais parecidos com Jesus, amor supremo de seu coração, e também porque, como Ele, estão envolvidos na missão de proclamar, testemunhar e dar Cristo ao mundo.”

“Pela própria identificação e conformação sacramental a Jesus, Filho de Deus e Filho de Maria, cada sacerdote pode e deve sentir-se realmente filho amado desta suprema e humilde Mãe”, disse Bento XVI.

 
 
 
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Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

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