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NÃO SABES QUE A BENIGNIDADE DE DEUS TE CONVIDA À PENITÊNCIA? (RM 2,4)

Diz Santo Agostinho: “Se Deus espera com paciência, não espera sempre. Pois, se o Senhor sempre nos tolerasse, ninguém se condenaria; ora, é larga a porta e espaçoso o caminho que leva à perdição, e muitos são os que entram por ele. Quem ofende a Deus, fiado na esperança de ser perdoado, é um escarnecedor e não um penitente”.

Diz ainda Santo Agostinho : “…o demônio seduz os homens por duas maneiras: Com desespero e com esperança. Depois que o pecador cometeu o delito, arrasta-o ao desespero pelo temor da justiça divina; mas, antes de pecar, excita-o a cair em tentação pela esperança na divina misericórdia”. 

É por isso que Santo Agostinho nos adverte, dizendo: “Depois do pecado tenha esperança na divina misericórdia; antes do pecado tema a justiça divina. E assim é, com efeito. Porque não merece a misericórdia de Deus aquele que se serve da mesma para ofendê-lo. A misericórdia é para quem teme a Deus e não para o que dela se serve com o propósito de ofende-Lo. Ai daquele que para pecar confia na esperança! A quantos essa vã ilusão tem enganado e levado à perdição”, finaliza o santo

Nos ensina Santo Afonso Maria de Ligório, em seu livro “Preparação para a morte”: “Quem semeia pecados, não pode esperar outra coisa que não seja o eterno castigo no inferno (Gl 6,8). O laço com que o demônio arrasta quase todos os cristãos que se condenam é, sem dúvida, esse engano com que os seduz, dizendo-lhes:“Pecai livremente, porque, apesar de todos os pecados, haveis de salvar-vos”. O Senhor, porém, amaldiçoa aquele que peca consciente e livremente na esperança de perdão. A esperança depois do pecado, quando o pecador deveras se arrepende, é agradável a Deus, mas a dos obstinados lhe é abominável. Tal esperança provoca o castigo de Deus, assim como seria passível de punição o servo que ofendesse a seu patrão, precisamente porque ele é bondoso e amável. 

Certo autor indicava que o Inferno se povoa mais pela Misericórdia do que pela Justiça Divina. E assim é, porque, contando temerariamente com a Misericórdia, prosseguem pecando e acabam condenando-se. Deus é infinitamente Misericordioso, ninguém o nega. Mas, apesar disso, a quantos hoje em dia manda a misericórdia desvirtuada para o Inferno. Deus é Misericordioso, mas também é Justo, e por isso sente-se obrigado a castigar a quem O ofende” – (FONTE: Livro “Preparação para a morte” , de Santo Afonso Maria de Ligório , Bispo e doutor da Igreja)

Diz São Basílio: “Não duvideis que DEUS é infinitamente Misericordioso, mas saibamos que Ele é também JUSTO, e estejamos bem atentos para não considerar apenas uma metade de DEUS. Uma vez que DEUS é JUSTO, é impossível que os ingratos escapem do castigo. Misericórdia!! Misericórdia sim, mas para aqueles que TEMEM E BUSCAM à DEUS, e não para aquele que abusa da paciência DIVINA”

Algo me incomoda sobremaneira. O pensamento corrente em um “deus-amor” que se contrapõe ao Deus revelado nas páginas da Bíblia e por toda a amplitude da Revelação Divina. Ora, Deus, Criador do céu e da terra, não é também um Deus-Amor? Sim, EVIDENTE Deus é o Amor pleno e perfeito. Para sabermos sobre isto, basta lermos a I Carta do Apóstolo João, onde ele não somente explicita o Amor Divino como diz que quem não ama não é de Deus. Portanto, Deus é o amor perfeito, infinito!! Dito isto, e para tratarmos melhor esta questão, vamos então conhecer um pouco deste “deus-amor” recorrente em nosso tempo. Um dos maiores perigos, tanto pelo excesso quanto pelo desleixo é justamente querermos moldar um deus às nossas convêniencias, que seja compatível ao modo de pensar nas diversas épocas de nossa sociedade.

O que acontece em nossa época? Acontece que há um esfriamento da Fé, um esquecimento muito grande do compromisso com a Fé e seus mínimos preceitos, um aniquilamento do modo geral de que Fé não é exatamente necessário para ser uma boa pessoa, o clima atual nos faz pensar que a Fé é apenas um ato bom e natural e que no fundo no fundo não leva ninguém a nada, a não ser confortá-las até o fim da vida. Já que há uma dormência do conhecimento de Deus, então alarga-se o campo das teorias religiosas de nossos tempos e que estas teorias, muitas delas bestiais, encontrem um grandioso campo fértil para a sua propagação e que acabam sendo acolhidas por muitos e muitos, grandes e pequenos, ricos e pobres, etc. 

A Santa Igreja ensina , que a presunção da salvação sem merecimento, ou seja, aquele pensamento de que vou me salvar sem arrependimento, sem conversão, e sem obedecer ás leis e os mandamentos de Deus, pois Deus é misericordioso, é um PECADO CONTRA O ESPÍRITO SANTO, E PORTANTO, UM PECADO QUE NÃO TEM PERDÃO!! É muito fácil, muito bom e confortável acolhermos a imagem de um “deus-amor”, que concede a liberdade não para que O amemos, mas para que possamos fazer tudo o que se pode e queremos fazer.

Este “deus-amor” é contrário a repressão dos sentimentos desordenados, pelo contrário, é a imagem de um deus que antes incentiva tais desordens, já que este deus é a pura misericórdia, tudo e todos estão salvos, então comamos, bebamos e morramos depois. Para propagar este deus-amor, muitas vezes as pessoas, já confortavelmente envolvidas com este deus, gostam de contrastar o deus-amor de hoje com o Deus de nossos pais, ou seja, o Deus de nossos pais, o Deus que os nossos pais tiveram a virtude de nos ensinar desde o nosso berço, é um Deus de castigo, um Deus de rosto fechado, bravo, pronto a nos dar cachimbadas pelos nossos erros, então claro, o deus de nossa época é muito melhor que o Deus de nossos pais, pois não castiga, não cobra respostas inteligíveis ao dom da Fé, não nos ameaça com a perdição eterna do inferno.

Eu lhes afirmo: Este deus, é falso. Um deus praticamente hippie, que se possivel viria a terra para gandaiar conosco e conduzir a festa. Deus não muda, mesmo que as nossas conveniências nos insitem a querer isso. Dizer que o Deus de nossos pais é diferente do deus de nossos tempos é dizer que Deus somente existe pela nossa necessidade natural de crer e assim podemos então, ao invés de se abrir ao grande mistério divino, criar o nosso deus, seja ele deus-amor, deus-paz, deus-justiça, dos pobres, do homossexualismo, fraternal, um deus escondido, enfim, um deus irreconhecível. Deus não muda e este Deus eterno e soberano, Todo-Poderoso, Criador do Céu e da terra, é sim um Deus de Amor, do Amor único, pois fora Dele não há amor verdadeiro, não há vida, não há nada

A Igreja , baseando-se nas palavras de Jesus Cristo , fala sobre a existência do inferno , e sobre o fato de que haverá condenados no juízo final. E todo aquele que negar isso, seja clérigo ou laico, incorre em heresia . Somos livres para tornar o olhar com nossa alma ao Salvador e, também somos livres para obstinar-nos na sua rejeição. A morte petrificará essa opção pela eternidade toda. A salvação não é um direito que se tem enquanto ser humano, mas é um prêmio que se recebe por responder positivamente ao plano de Deus para cada um, pois, Ele espera que cada um o reconheça como Deus, siga sua lei e se sirva dos meios de santificação que deixou. A misericórdia de Deus exige de nós mudança de vida. Não confie nessa misericórdia falsa, porque a que vem do Senhor causa em nós reação e conversão.

A salvação de Deus é para todos. Não preguemos meias verdades, preguemos verdade inteira, renunciemos a vida velha e entremos pela porta estreita. Jesus quer que olhemos para o hoje, como estamos nos posicionando em relação a Jesus. Muitas vezes somos prepotentes, porque vamos nos enchendo de nós mesmos. Mas é preciso nascer hoje para a vida nova. Sejamos justos, porque Deus é justiça, misericórdia e amor. O nosso lugar é o céu e não vamos desistir diante da cruz do dia a dia. Porque lá no céu vai ser alegria e realização plena. Meus irmãos, coragem. Percorre-se longo caminho na empreitada em busca da salvação.Deus, efetivamente, quer que o homem realize a missão que lhe cabe, porquanto Ele sempre provê o necessário para tal, através de sua infinita bondade e misericórdia.

Revela Santa Faustina, em seu Diário: “Ó infelizes, que não aproveitais esse milagre de misericórdia de Deus! Clamareis em vão, pois já será tarde demais. Vi duas estradas: Uma estrada larga, atapetada de areia e flores, cheia de alegria e de música e de vários prazeres. As pessoas caminhavam por essa estrada dançando e divertindo-se — estavam chegando ao fim, sem se aperceberem disso. E, no final dessa estrada, havia um enorme precipício, ou seja, o abismo do Inferno. Essas almas caíam às cegas na voragem desse abismo; à medida que iam chegando, assim tombavam. E seu número era tão grande que não era possível contá-las. E avistei uma outra estrada, ou antes uma vereda, porque era estreita e cheia de espinhos e de pedras, por onde as pessoas seguiam com lágrimas nos olhos e sofrendo dores diversas. Uns tropeçavam e caíam por cima dessas pedras, mas logo se levantavam e iam adiante. E no final da estrada havia um magnífico jardim, repleto de todos os tipos de felicidade e aí entravam todas essas almas. Já no primeiro momento, esqueciam de seus sofrimentos” (Fonte: DIÁRIO DE SANTA FAUSTINA, 1448 e 153)

Quem não está convencido da plena seriedade da Eternidade, não convence ninguém, e só pregará um evangelho que não é o de Cristo. Muitos dizem-se tão misericordiosos, mas no fundo são deveras cruéis, pois ao não pregarem abertamente sobre as consequências do pecado, induzem o pecador em erro, levando-o a adiar a sua conversão, e dessa forma conduzem-no ao erro, pois este acumula pecados sobre pecados, obstinando-se no pecado, esperançado que um dia terá perdão mesmo sem o mínimo arrependimento. Só que, a muitos, a morte surpreende-os, sem terem tempo ou condições para se prepararem convenientemente.

Já dizia NOSSO SENHOR JESUS CRISTO á Santa Catarina de Sena: «Por presunção, erroneamente, firmam-se na esperança de serem perdoados, mas continuam a ofender-Me, pensando mesmo assim poderem contar com a Minha misericórdia. Jamais ofereci ou ofereço a Minha misericórdia para que Me ofendam. A finalidade do Meu perdão é para que, pela Misericórdia, os pecadores se defendam do Demônio e da confusão de espírito. Mas agem diversamente. Ofendem-Me porque sou Bom!» (Fonte: SANTA CATARINA DE SENA, LIVRO: O Diálogo, 14)

Diz São João Crisóstomo: “Essa misericórdia sobre a qual vós contais para poder pecar, dizei-me, quem vo-la prometeu? Não Deus, certamente, mas o demônio, obstinado em vos perder. Cuidado, de dar ouvidos a este monstro infernal que vos promete a misericórdia celeste…..’Deus é cheio de misericórdia, eu pecarei e em seguida confessar-me-ei’. Eis aí a ilusão, ou antes, a armadilha que o demônio usa para arrastar tantas almas ao inferno!”

Busquemos pois, com urgência, o sacramento da confissão, verdadeiramente arrependidos, pois, afirma São Bernardo: “…que o coração, obstinado no mal durante a vida, se esforçará, no momento da morte, para sair do estado de condenação; mas não chegará a livrar-se dele, e, oprimido por sua própria malícia, terminará a sua vida no mesmo estado”

Tendo amado o pecado, amava também o perigo da condenação. É por isso justamente que o Senhor permitirá que ele pereça nesse perigo, no qual quis viver até à morte. Santo Agostinho disse que: “…aquele que não abandona o pecado antes que o pecado abandone a ele, dificilmente poderá na hora da morte detestá-lo como é devido, pois tudo o que fizer nessa emergência, o fará obrigadamente, e não verdadeiramente arrependido”.

O arrependimento, que é essencial à verdadeira conversão (cf. At 2,38; 17,30), envolve morte do pecado (cf. Rm 6). A Bíblia usa termos como “matar o velho homem e revestir-se com o novo”, e descreve com minúcias as mudanças exatas que precisam ser feitas (cf. Ef. 4,17-32; Cl 3). Maus hábitos como embriaguez, imoralidade sexual, ira, ganância e orgulho, precisam ser eliminados da própria vida, ao passo que devem ser acrescentados o amor, a verdade, a pureza, o perdão e a humildade. Este é o resultado do verdadeiro arrependimento. A tendência de muitas pessoas do Século XXI tem sido amenizar as exigências da conversão e inventar um plano mais fácil. Muitas pessoas tentam buscar a conversão e ajudar outras a se converterem sem arrependimento. Isso não é possível. Pois, elas ensinam um cristianismo indolor, que não exige sacrifício. Elas salientam as emoções, a felicidade e as bênçãos, porém pensam muito pouco sobre as mudanças reais que a conversão exige na vida diária da pessoa. Entendamos isto claramente: não há conversão sem arrependimento, e não há misericórdia sem arrependimento e conversão!!

A urgência da conversão está expressa em nosso cotidiano da vida. Jesus Cristo é a manifestação radical e definitiva do amor de Deus por nós. Mas para que esse verdadeiro e incomparável amor de Deus se torne comunhão, temos de nos abrir diariamente a graça de Deus, desejá-lo no íntimo do nosso ser, mudar em nós aquelas atitudes que dificultam ou mesmo impedem a conversão. Vamos fazer um verdadeiro exame de consciência. Reexaminar nossas atitudes e buscar de coração aberto um verdadeiro arrependimento de nossos pecados.

Reflitamos de forma demasiadamente simples sobre o amor. Amor é não querer que o mal aconteça a nós e a ninguém, para isso temos limites que muitas vezes só conseguimos suportar por Amor. Logo, este deus-amor não se encaixa em sua omissão, pois permite que as pessoas se atolem até o pescoço com essa liberdade que conduz à ruina da pessoa humana, confundindo a individualidade da pessoa humana com o egoísmo.

Por isso eu digo que esse deus-amor bonzinho ao ponto de nos permitir afundar na nossa própria miséria e de nos deleitarmos nela, deve ser tido como nada. Abra-se sim ao Deus da Redenção, ao Deus que falou ao Povo de Israel, ao Deus que nos deixou por herança a sua própria obra que é a Santa Igreja, na qual se congrega todo o seu povo e que o conduz a presença deste Deus que é Amor, mas que também è JUSTIÇA , e corrige aqueles que ama e castiga aqueles que tem por seus filhos. Claro, ao dizerem sobre Deus Amor verifique se ele é o Deus que a Igreja ensina, pois ela foi fundada por Ele e enviada a anunciá-Lo sem enganos até o fim dos tempos , se é o Deus da Bíblia, o Deus da Divina Revelação Cristã, completa e imperecível. Deus é Pai, é Amor é Vida. O Deus Verdadeiro.

Equipe Templário de Maria

 
 
 

PARADOXOS DE NOSSO TEMPO: O FALSO CONCEITO DE CARIDADE E A FALSA CONFIANÇA NA MISERICÓRDIA É O QUE MAIS TEM LEVADO ALMAS PARA O INFERNO Embora nunca se tenha falado tanto de Jesus como em nossos tempos, nunca se compreendeu tão pouco o que Ele disse como agora. A maior parte dos seguidores de Cristo, inclusive os que frequentam Igreja, não sabem quem Ele é nem porque Ele veio ao mundo.

Ainda que muitos respondam automaticamente que Ele é o ”Filho de Deus” que ”veio ao mundo para nos salvar”; a grande maioria desses, não sabem o que significa ser ”O Filho de Deus”, nem no que consiste essa salvação que Ele veio operar em nosso favor.

A grande maioria dos que se dizem seguidores de Cristo, vivem em contradição, teórica e prática, com aquilo que ensinou o Messias. Os conceitos cristãos de amor, alegria, bem, felicidade, paz e tantos outros sofreram tal influencia da mentalidade revolucionária reinante em nossos dias que, ou perderam o seu sentido original ou passaram a significar exatamente o contrário de antes.

A geração da tecnologia e do conhecimento específico, renunciando à racionalidade no entendimento de Deus, do mundo e do homem mesmo, passou a pautar sua conduta em sentimentos e no imperativo da vontade sobre a razão. Faz-se o que se quer sem se perguntar se é certo ou errado. E quando se pergunta, se desvia o critério, antes racional e alheio a nós mesmos, para ter como parâmetro a própria vontade.

Foi seguindo essa lógica perversa que chegamos a esse ser esdrúxulo que é o ”cristão” de hoje… que defende (consciente ou não) as mais variadas ideias, ideologias ou comportamentos contrários a fé que diz professar… Leia também Indulgência – A grande misericórdia de Deus desconhecida por quase todos os cristãos

Como resultado desse desconhecimento, desprezo e incoerência com a Palavra de Deus temos hoje uma multidão de pessoas que se dizem cristãs e que:

1- Defendem o aborto (ou apoiam partidos e organizações abortistas), mas são contra as pessoas terem uma arma para se defenderem;

2 – Não veem maiores problemas no sexo livre e não enxergam mais o nexo entre o ato sexual e as consequências inerentes ao mesmo;

3 – Acham normal o divórcio e as ”famílias alternativas”, mas veem com estranheza famílias normais com quatro filhos ou mais;

4 – Acham que todas as religiões são iguais e que todas podem salvar;

5 – São simpáticas ou adeptas do socialismo marxista e não veem nenhuma contradição em um cristão apoiar o PT e outros partidos revolucionários;

6 – Que frequentam associações ou outras religiões cujas doutrinas e práticas são condenadas pela Bíblia e pela Igreja;

7 – Creem que não há nenhum mal em se frequentar, promover, gostar e patrocinar eventos como o carnaval, Parada Gay, baile Funk, etc;

8 – Defendem que não se pode corrigir as pessoas pois cada um tem sua forma de pensar… e discordar de determinadas ideias ou comportamentos seria preconceito;

9 – Acham que Deus, porque nos ama, não se importa com o que fazemos, desde que sejamos pessoas ”boas” e façamos alguma caridade ao nosso próximo;

10 – Acreditam que Deus, porque é misericordioso, perdoará a todos e não condenará a ninguém, pois é ”Pai”; etc; etc; etc;…

Quando se explica de modo claro e objetivo a incompatibilidade dessas e outras ideias e comportamentos com a fé cristã, esses mesmos ”cristãos”, em geral pacifistas e adeptos do ”dialoguismo”, se exasperam e acusam seus oponentes de serem fundamentalistas, reacionários, preconceituosos, retrógrados, desalmados, insensíveis, fechados ao ”novo”, etc..

O ”deus” destes ”cristãos” de nosso tempo, é um ser totalmente bondoso e compreensivo, que não tem regras, nem mandamentos, nem exigência nenhuma… tudo o que ele quer é que as pessoas sejam felizes fazendo o que elas gostam.

Esse ”deus” dos modernos ”cristãos” ”iluminados” é um ”deus” totalmente misericordioso e tolerante, que a todos perdoa e a ninguém condena. Que ama as pessoas como elas são e não se importa com o que elas fazem… que acolhe a todos do jeito que vivem e com as práticas que têm… ele é puro amor, por isso a ninguém castiga e tudo tolera, pois ”infinita é a sua misericórdia”…

Esses modernos ”cristãos” se creem portadores de uma moral superior, desconhecida outrora pelos rudes antepassados na fé… possuem uma fé tão madura que acolhe todos os credos e culturas; um amor tão superior que não condena nenhum comportamento, nenhuma ideia… enfim um coração tão expansivo que acolhe todas as ideologias e formas de pensamentos, menos claro, a daqueles cristãos reacionários que querem impor sua fé e sua moral a todos os demais cristãos e até aos outros…

Quando se mostra a essas pessoas que na verdade a fé delas é em um falso ”deus” que nada tem a ver com o Deus da Bíblia revelado em Jesus Cristo; e que na verdade elas são idólatras, adoradores de um ”deus” criado por elas, à sua imagem e semelhança, razão pela qual não são cristãs em sua forma de pensar e agir… então elas se irritam, esbravejam e nos acusam de fundamentalismo, batem o pé dizendo que são cristãs sim… e que: ”quem somos nós para julgá-las”, etc… querem por todas as formas mostrar que é possível o círculo ser quadrado… e que eles são cristãos…

Quando os pretensos cristãos são confrontados com as palavras de Cristo que desmontam suas afirmações relativistas e demostram, por exemplo, a ordem de Cristo para se pregar o Evangelho a todas as nações e fazer de todos os povos seus discípulos (Mt. 28, 18-), logo se apressam a dizer que eles veem de modo diferente…

Quando se mostra que Jesus manso e humilde de coração, acolheu a todos, mas de todos exigiu a conversão e a mudança de vida, colocando a renuncia ao pecado como condição para segui-lo (Jo.8,11), os mais misericordiosos do que Cristo dizem: ”o que importa é o amor…”.

Quando se prova com as palavras de Cristo que o verdadeiro amor a Deus implica na OBEDIÊNCIA aos seus mandamentos (Jo. 14,15), dizem que o ”deus” no qual acreditam não é legalista e que ademais é misericordioso e perdoa a todos…

Quando se faz ver que Deus é misericordiosos e perdoa sim a todos, desde que se arrependam de seus pecados e se disponham a mudar de conduta, reapresentam seus chavões dizendo que o ”deus” deles é compreensivo e não se importa com essa bobagem de pecado… que ele é bom, etc…

Quando se mostra que na Bíblia é Jesus quem mais falou do inferno(18 vezes), sendo categórico que não é possível servir a dois senhores (Mt. 6,24), e que nossa salvação está condicionada à obediência aos mandamentos do Pai(Mt. 7,21); estas almas ”iluminadas” dizem seu ”deus” é amor e que não podemos ”julgar ninguém”… mimimimimi.

Em geral, esse povo que se proclama cristão, que jura ser católico, etc..não acredita na autoridade da Palavra de Deus e do Magistério da Igreja. Desprezam solenemente a fé e os valores cristãos naquilo que não se adequam à sua visão de mundo. Se acham mais justos e misericordiosos do que Cristo, pois querem enfiar no céu até quem não quer ir para lá…

A pretensa caridade dos sedizentes cristãos que professam fé em ”deus” que não tem mandamentos, nem leis, que acolhe tudo de todos, que é tão misericordioso que perdoa até os que de nada se arrependem, tem levado mais almas para o inferno do que todas as legiões do inferno juntas.

O diabo tem nesses falsos cristãos melhores colaboradores do que em qualquer dos seus camaradas chifrudos que estão no inferno.

Que Deus se digne socorrer o seu povo que se perde por falta de conhecimento(Os.4,6) e envie muitos santos sacerdotes e pastores de almas que não tenham medo de ensinar a verdade e tenham amor suficiente para enfrentar os lobos atuais e conduzir as ovelhas de Deus no caminho estreito da santidade e da salvação. Templário de Maria

 
 
 

PARADOXOS DE NOSSO TEMPO: O FALSO CONCEITO DE CARIDADE E A FALSA CONFIANÇA NA MISERICÓRDIA É O QUE MAIS TEM LEVADO ALMAS PARA O INFERNO Embora nunca se tenha falado tanto de Jesus como em nossos tempos, nunca se compreendeu tão pouco o que Ele disse como agora. A maior parte dos seguidores de Cristo, inclusive os que frequentam Igreja, não sabem quem Ele é nem porque Ele veio ao mundo.

Ainda que muitos respondam automaticamente que Ele é o ”Filho de Deus” que ”veio ao mundo para nos salvar”; a grande maioria desses, não sabem o que significa ser ”O Filho de Deus”, nem no que consiste essa salvação que Ele veio operar em nosso favor.

A grande maioria dos que se dizem seguidores de Cristo, vivem em contradição, teórica e prática, com aquilo que ensinou o Messias. Os conceitos cristãos de amor, alegria, bem, felicidade, paz e tantos outros sofreram tal influencia da mentalidade revolucionária reinante em nossos dias que, ou perderam o seu sentido original ou passaram a significar exatamente o contrário de antes.

A geração da tecnologia e do conhecimento específico, renunciando à racionalidade no entendimento de Deus, do mundo e do homem mesmo, passou a pautar sua conduta em sentimentos e no imperativo da vontade sobre a razão. Faz-se o que se quer sem se perguntar se é certo ou errado. E quando se pergunta, se desvia o critério, antes racional e alheio a nós mesmos, para ter como parâmetro a própria vontade.

Foi seguindo essa lógica perversa que chegamos a esse ser esdrúxulo que é o ”cristão” de hoje… que defende (consciente ou não) as mais variadas ideias, ideologias ou comportamentos contrários a fé que diz professar… Leia também Indulgência – A grande misericórdia de Deus desconhecida por quase todos os cristãos

Como resultado desse desconhecimento, desprezo e incoerência com a Palavra de Deus temos hoje uma multidão de pessoas que se dizem cristãs e que:

1- Defendem o aborto (ou apoiam partidos e organizações abortistas), mas são contra as pessoas terem uma arma para se defenderem;

2 – Não veem maiores problemas no sexo livre e não enxergam mais o nexo entre o ato sexual e as consequências inerentes ao mesmo;

3 – Acham normal o divórcio e as ”famílias alternativas”, mas veem com estranheza famílias normais com quatro filhos ou mais;

4 – Acham que todas as religiões são iguais e que todas podem salvar;

5 – São simpáticas ou adeptas do socialismo marxista e não veem nenhuma contradição em um cristão apoiar o PT e outros partidos revolucionários;

6 – Que frequentam associações ou outras religiões cujas doutrinas e práticas são condenadas pela Bíblia e pela Igreja;

7 – Creem que não há nenhum mal em se frequentar, promover, gostar e patrocinar eventos como o carnaval, Parada Gay, baile Funk, etc;

8 – Defendem que não se pode corrigir as pessoas pois cada um tem sua forma de pensar… e discordar de determinadas ideias ou comportamentos seria preconceito;

9 – Acham que Deus, porque nos ama, não se importa com o que fazemos, desde que sejamos pessoas ”boas” e façamos alguma caridade ao nosso próximo;

10 – Acreditam que Deus, porque é misericordioso, perdoará a todos e não condenará a ninguém, pois é ”Pai”; etc; etc; etc;…

Quando se explica de modo claro e objetivo a incompatibilidade dessas e outras ideias e comportamentos com a fé cristã, esses mesmos ”cristãos”, em geral pacifistas e adeptos do ”dialoguismo”, se exasperam e acusam seus oponentes de serem fundamentalistas, reacionários, preconceituosos, retrógrados, desalmados, insensíveis, fechados ao ”novo”, etc..

O ”deus” destes ”cristãos” de nosso tempo, é um ser totalmente bondoso e compreensivo, que não tem regras, nem mandamentos, nem exigência nenhuma… tudo o que ele quer é que as pessoas sejam felizes fazendo o que elas gostam.

Esse ”deus” dos modernos ”cristãos” ”iluminados” é um ”deus” totalmente misericordioso e tolerante, que a todos perdoa e a ninguém condena. Que ama as pessoas como elas são e não se importa com o que elas fazem… que acolhe a todos do jeito que vivem e com as práticas que têm… ele é puro amor, por isso a ninguém castiga e tudo tolera, pois ”infinita é a sua misericórdia”…

Esses modernos ”cristãos” se creem portadores de uma moral superior, desconhecida outrora pelos rudes antepassados na fé… possuem uma fé tão madura que acolhe todos os credos e culturas; um amor tão superior que não condena nenhum comportamento, nenhuma ideia… enfim um coração tão expansivo que acolhe todas as ideologias e formas de pensamentos, menos claro, a daqueles cristãos reacionários que querem impor sua fé e sua moral a todos os demais cristãos e até aos outros…

Quando se mostra a essas pessoas que na verdade a fé delas é em um falso ”deus” que nada tem a ver com o Deus da Bíblia revelado em Jesus Cristo; e que na verdade elas são idólatras, adoradores de um ”deus” criado por elas, à sua imagem e semelhança, razão pela qual não são cristãs em sua forma de pensar e agir… então elas se irritam, esbravejam e nos acusam de fundamentalismo, batem o pé dizendo que são cristãs sim… e que: ”quem somos nós para julgá-las”, etc… querem por todas as formas mostrar que é possível o círculo ser quadrado… e que eles são cristãos…

Quando os pretensos cristãos são confrontados com as palavras de Cristo que desmontam suas afirmações relativistas e demostram, por exemplo, a ordem de Cristo para se pregar o Evangelho a todas as nações e fazer de todos os povos seus discípulos (Mt. 28, 18-), logo se apressam a dizer que eles veem de modo diferente…

Quando se mostra que Jesus manso e humilde de coração, acolheu a todos, mas de todos exigiu a conversão e a mudança de vida, colocando a renuncia ao pecado como condição para segui-lo (Jo.8,11), os mais misericordiosos do que Cristo dizem: ”o que importa é o amor…”.

Quando se prova com as palavras de Cristo que o verdadeiro amor a Deus implica na OBEDIÊNCIA aos seus mandamentos (Jo. 14,15), dizem que o ”deus” no qual acreditam não é legalista e que ademais é misericordioso e perdoa a todos…

Quando se faz ver que Deus é misericordiosos e perdoa sim a todos, desde que se arrependam de seus pecados e se disponham a mudar de conduta, reapresentam seus chavões dizendo que o ”deus” deles é compreensivo e não se importa com essa bobagem de pecado… que ele é bom, etc…

Quando se mostra que na Bíblia é Jesus quem mais falou do inferno(18 vezes), sendo categórico que não é possível servir a dois senhores (Mt. 6,24), e que nossa salvação está condicionada à obediência aos mandamentos do Pai(Mt. 7,21); estas almas ”iluminadas” dizem seu ”deus” é amor e que não podemos ”julgar ninguém”… mimimimimi.

Em geral, esse povo que se proclama cristão, que jura ser católico, etc..não acredita na autoridade da Palavra de Deus e do Magistério da Igreja. Desprezam solenemente a fé e os valores cristãos naquilo que não se adequam à sua visão de mundo. Se acham mais justos e misericordiosos do que Cristo, pois querem enfiar no céu até quem não quer ir para lá…

A pretensa caridade dos sedizentes cristãos que professam fé em ”deus” que não tem mandamentos, nem leis, que acolhe tudo de todos, que é tão misericordioso que perdoa até os que de nada se arrependem, tem levado mais almas para o inferno do que todas as legiões do inferno juntas.

O diabo tem nesses falsos cristãos melhores colaboradores do que em qualquer dos seus camaradas chifrudos que estão no inferno.

Que Deus se digne socorrer o seu povo que se perde por falta de conhecimento(Os.4,6) e envie muitos santos sacerdotes e pastores de almas que não tenham medo de ensinar a verdade e tenham amor suficiente para enfrentar os lobos atuais e conduzir as ovelhas de Deus no caminho estreito da santidade e da salvação. Templário de Maria

 
 
 
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Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

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