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“Tudo que é sagrado a Igreja cobre com um véu.”

Mesmo com o espírito de modernidade que invadiu a igreja, ainda há muitas jovens moças e senhoras que mantém este belo espirito de ritualidade e adoração, que é o uso do véu na Santa Missa.

O uso do véu na Santa Missa vem desde o inicio do cristianismo no Oriente. Além de ser um preceito bíblico se preservou na Igreja de Cristo por milênios. O véu, quando abençoado pelo sacerdote, é um sacramental. “A santa mãe Igreja instituiu os sacramentais, que são sinais sagrados pelos quais, à imitação dos sacramentos, são significados efeitos principalmente espirituais, obtidos pela impetração da Igreja. Pelos sacramentais os homens se dispõem a receber o efeito principal dos sacramentos e são santificadas as diversas circunstâncias da vida.” (CIC, 1667).

Nesta formação disponibilizamos alguns vídeos para ajudar a compreender melhor o piedoso uso do véu na Igreja Católica. Assista ao primeiro vídeo antes de continuar a leitura:


O Uso do véu na Santa Missa, além de ser um belo costume, é importante para manter a modéstia dentro da Igreja, e o devido respeito à presença do Senhor

O uso do véu é obrigatório?

Hoje em dia muito se discute se é ou não permitido que a mulher use o véu dentro da Igreja. Porém, a pergunta correta acerca do uso do véu seria: é ainda obrigatório para a mulher o uso do véu dentro da Igreja? Esta sempre foi a disciplina da Igreja atestada ao longo de dois mil anos.

Atualmente já não existe obrigação canônica para o uso do véu. O que existe é uma longa tradição que insere a mulher num espírito de ritualidade e adoração, fazendo com que ela esconda a própria beleza e glória para dar glória à beleza de Deus.

A última vez que a Igreja se manifestou a esse respeito foi em 1917, no Código de Direito Canônico, conhecido como Pio Beneditino. O Cânon 1262 dizia que:

Os varões na igreja ou fora da Igreja enquanto assistem os sagrados ritos estejam com a cabeça descoberta, a não ser que os legítimos costumes dos povos ou as circunstâncias peçam diversamente.

Assista também antes de continuar a leitura:


Quanto aos costumes é possível citar os Bispos que usam mitra ou os padres que usam o barrete, e quanto às circunstâncias poderiam ser citadas as celebrações ao ar livre, sob um sol causticante ou ainda sob a chuva. Nesses casos, permitia-se a cabeça coberta para os homens.

As mulheres, por sua vez, “estejam com a cabeça coberta e vestidas modestamente, especialmente quando se aproximam da mesa do Senhor”, é o que diz o mesmo Código.

O uso do véu para as mulheres sempre foi uma obrigação unânime ao longo dos séculos. Escritos dos Santos Padres já dão notícia dessa disciplina e a própria Sagrada Escritura. Essa tradição continuou ao longo de toda a Idade Média, nos escritos de Santo Agostinho, ainda que ele não tenha se manifestado enfaticamente sobre o tema.

Recentemente, nasceu a ideia de que o uso do véu estaria ligado à cultura do local e que poderia ser deixado de lado, já que não está enraizado na natureza humana, mas seria tão somente uma circunstância cultural descartável. Seja como for, atualmente, não existe a obrigação canônica do uso do véu. O Código de Direito Canônico reformado por João Paulo II não traz o cânon mencionado.

O Cardeal Raymond Burke, presidente da Assinatura Apostólica, respondendo à pergunta de uma fiel sobre a obrigação do uso do véu, afirma que não existe a obrigação, mas se a pessoa vai participar do rito extraordinário seu uso seria muito pertinente, pois este rito possibilita uma expressão ritual mais adoradora que o rito ordinário.


A raiz teológica do uso piedoso do véu está na I Carta de São Paulo aos Coríntios, no Capítulo 11, versículos 2 a 16. São Paulo fala claramente sobre a obrigação do véu e o que se nota no restante do texto é que em toda a sua argumentação, São Paulo sempre relaciona a cobertura da cabeça da mulher com a glória.

“A própria natureza não vos ensina que para o homem é vergonhoso deixar o cabelo crescer, ao passo que para a mulher é honroso ter os cabelos compridos?” (14-15), nesse trecho, São Paulo demonstra que não se trata apenas de algo cultural, mas de algo natural. É próprio do feminino a elegância, a busca da expressão da beleza interior pelo cuidado e zelo com a aparência exterior. Da mesma forma, é tipicamente feminino o cuidado com os cabelos.

Diante disso, a mulher cobrir sua cabeça no momento dar glória a Deus é esconder a sua própria reverenciando Aquele que merece toda a glória. Usar o véu em atenção aos anjos, como diz São Paulo, significa que ela está participando de um culto de adoração a Deus juntamente com os anjos. Todas as criaturas, homens, mulheres e anjos, se prostram diante de Deus para adorá-lo e, nesse momento, todas elas devem esconder sua glória e dar glória a Deus. Cobrindo a cabeça, a mulher realiza isso de forma visível e ritual.

Portanto, não existe obrigação canônica para o uso do véu. O que existe é uma longa tradição que insere a mulher num espírito de ritualidade e adoração, fazendo com que diante de Deus ela esconda a própria beleza, a própria glória para dar glória à beleza de Deus.


De forma prática, o uso do véu requer prudência. Sobre ele recai a pecha de ser obsoleto, tradicionalista, contrário à dignidade da mulher, mas, embora seja justamente o contrário, é importante que a pessoa aja com prudência, principalmente se exercer na paróquia alguma função, como ministra extraordinária, catequista etc. Não se deve por em risco a oportunidade de prestar um grande serviço a Cristo.

Contudo, se a pessoa não está engajada e sente o desejo de usar o véu, que seja corajosa e use, ainda que sozinha. Em muitos casos semelhantes o que se viu foi que outras mulheres se interessaram por essa piedade e, após a devida instrução passaram a praticá-la.

De qualquer forma, o uso do véu é uma disciplina que, ao longo do tempo, santificou muitas mulheres e diante do mundo secularizado e imodesto que se vive hoje ensinar as meninas desde pequenas a usar o véu pode resultar em frutos excelentes nas próximas gerações.

O véu e a modéstia

O uso do véu é um desdobramento no caminho da vivência da virtude da modéstia, assim, não é possível vivenciar uma prática sem a outra ou ainda sem o entendimento real e verdadeiro do que é a modéstia, passando a praticá-la como uma virtude e não como uma moda. O uso piedoso do véu está unido a vivência da virtude da modéstia. Caso não tenha entendido o que é a virtude da modéstia ou tenha a idéia falha de que trata-se de usar saia e roupas com determinadas medidas, veja esta catequese que te fará entender a razão da modéstia ser uma virtude tão importante atualmente. Assista:


E quanto às cores dos véus?

Sempre foi tradição da Igreja no Brasil as moças solteiras usarem o véu branco, como sinal de pureza. E as casadas podem usar o véu preto. Porém não é regra estabelecida, nada impede que a casada por exemplo use um véu na cor cinza, ou bege (o branco para casadas não é adequado). Até mesmo cores como azul claro, ou rosa podem ser usados (sempre usando o bom senso e com cautela).

Há quem diga que o uso do véu na missa é uma atitude machista, nada mais falso e errado. Como dizem alguns padres, “tudo o que é sagrado a Igreja cobre com um véu”. Ele nos ajuda a nos manter mais centradas sem olhar para o lado, e a assistir a Santa Missa com maior devoção.

O objetivo do véu é para nos escondermos, que nós não sejamos o centro, mas sim apenas o Senhor, aquele que tudo pode e nem o universo inteiro pode conter.

São Padre Pio de Pietrelcina é um santo recente e na porta da sua Igreja ele proibia as mulheres de entrarem mal vestidas na Igreja, ou sem o seu véu. Veja o cartaz fixado na porta da sua paróquia:

“A Igreja é a casa de Deus. É proibido para os homens entrar com os braços nus ou usando shorts. É proibido para as mulheres entrarem usando calças, sem um véu sobre sua cabeça, com roupas curtas, decotes baixos, roupas sem mangas ou vestidos imodestos.”


Com informações de padrepauloricardo.org

 
 
 

Em carta dirigida aos presidentes das conferências episcopais, o cardeal Robert Sarah, prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, afirma a necessidade de voltar à normalidade da vida cristã, onde a situação de saúde ligada ao coronavírus permite: assistir à missa pela mídia não é comparável à participação física na igreja, enfatiza.

É urgente voltar à normalidade da vida cristã com a presença física na missa, quando as circunstâncias o permitirem: nenhuma retransmissão é comparável a uma participação pessoal ou não pode substituí-la, explica em substância o cardeal Robert Sarah, Prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, em uma Carta sobre a celebração da liturgia durante e após a pandemia de Covid-19, intitulada “Voltemos com alegria à Eucaristia!” O texto, dirigido aos presidentes das conferências episcopais da Igreja Católica, foi assinado em 15 de agosto e aprovado pelo Papa Francisco em 3 de setembro.

A dimensão comunitária da vida cristã

«A pandemia do novo coronavírus, escreve o cardeal Sarah , tem causado transtornos não só na dinâmica social e familiar (…) mas também na vida da comunidade cristã, inclusive na dimensão litúrgica». O prelado recorda que «a dimensão comunitária tem um significado teológico: Deus é a relação das Pessoas na Santíssima Trindade» e «se põe em relação com o homem e a mulher e os chama a uma relação com ele. “ . Assim,“Enquanto os pagãos construíam templos dedicados à única divindade, aos quais o povo não tinha acesso, os cristãos, assim que gozavam da liberdade de culto, imediatamente construíam lugares que seriam domus Dei e domus ecclesiæ, onde os fiéis poderiam se reconhecer como comunidade de Deus ”. Por isso, “a casa do Senhor pressupõe a presença da família dos filhos de Deus”.

Colaboração da Igreja com as autoridades civis

“A comunidade cristã”, diz a carta , “nunca buscou o isolamento e nunca fez da igreja uma cidade a portas fechadas. Formados no valor da vida comunitária e na busca do bem comum, os cristãos sempre buscaram a inserção na sociedade ”. “E mesmo na emergência da pandemia, surgiu um grande sentido de responsabilidade: ouvindo e em colaboração com as autoridades civis e com os especialistas, os bispos e suas conferências territoriais tomaram rapidamente decisões difíceis e dolorosas, até a suspensão prolongada da participação dos fiéis na celebração da Eucaristia ” , lembra o prefeito da Congregação para o Culto Divino.

Uma emergência: retorno à normalidade da vida cristã

“Porém, logo que as circunstâncias o permitirem, sublinha o Cardeal Sarah , “é necessário e urgente regressar à normalidade da vida cristã, que tem como casa a construção da Igreja e a celebração da liturgia, em particular a A Eucaristia, como “cume para o qual tende a ação da Igreja e ao mesmo tempo fonte da qual emana todas as suas forças” (Sacrosanctum Concilium, 10). Cientes de que Deus nunca abandona a humanidade que criou, e que mesmo as mais severas provações podem dar os frutos da graça, aceitamos estar longe do altar do Senhor como um tempo de jejum. Eucarístico, útil para nos fazer redescobrir a sua vital importância, beleza e incomensurável preciosidade. O mais rápido possível ” com«Com um desejo cada vez maior de encontrar o Senhor, de ficar com Ele, de recebê-lo para levá-lo aos nossos irmãos com o testemunho de uma vida cheia de fé, de amor e de esperança» , assegura o prelado.

Necessidade de participação pessoal na missa

Como o Cardeal Sarah explica, “Embora os meios de comunicação prestem um serviço valioso aos enfermos e aos que não podem ir à igreja, e tenham prestado um grande serviço na transmissão da Santa Missa em um momento em que não havia possibilidade de celebrar d ‘De forma comunitária, nenhuma transmissão é igual ou pode substituir a participação pessoal. Com efeito, estas transmissões, por si mesmas, arriscam-nos a afastar-nos de um encontro pessoal e íntimo com o Deus encarnado que se doou a nós não de forma virtual, mas realmente, ao dizer: “Aquele que come a minha carne e bebo o meu sangue permaneço em mim, e eu permaneço nele ”(Jo 6,56). Esse contato físico com o Senhor é vital, indispensável, insubstituível., encorajando aqueles que estão “desanimados, assustados e por muito tempo ausentes ou distraídos”.

Sugestões para um retorno à celebração da Eucaristia

A carta também sugere “sugerir algumas linhas de ação para promover um retorno rápido e seguro à celebração da Eucaristia. Uma atenção particular às normas de higiene e segurança não pode levar à esterilização de gestos e ritos ” , alertamos. Além disso, a Congregação conta com“A ação prudente mas firme dos bispos para que a participação dos fiéis na celebração da Eucaristia não seja desclassificada pelas autoridades civis como um“ encontro ”, e não seja considerada comparável ou mesmo subordinada a formas de agregação recreativa. As normas litúrgicas não são matéria sobre a qual as autoridades civis possam legislar, somente as autoridades eclesiásticas competentes o podem fazer (cf. Sacrosanctum Concilium, 22) ” .

Respeito pelas normas litúrgicas

O Cardeal Sarah exorta “a facilitar a participação dos fiéis nas celebrações”, “mas sem experiências rituais improvisadas e no pleno respeito das normas contidas nos livros litúrgicos que regem o seu desenvolvimento” , e reconhecendo “aos fiéis o direito de receber os Corpo de Cristo e adorar o Senhor presente na Eucaristia da forma prevista, sem limitações que vão além do previsto pelas normas de higiene emanadas das autoridades públicas ou dos bispos ” .

Um princípio seguro: obediência aos bispos

Sobre este ponto, o cardeal dá uma indicação precisa: “A obediência é um princípio seguro para não se errar. Obediência às normas da Igreja, obediência aos bispos. Em tempos de dificuldade (por exemplo, pensamos em guerras, pandemias), os bispos e as conferências episcopais podem emitir regulamentos provisórios que devem ser cumpridos. A obediência salvaguarda o tesouro confiado à Igreja. Essas medidas ditadas pelos bispos e pelas conferências episcopais expiram quando a situação volta ao normal ”.

Saúde pública e salvação eterna

A Igreja, conclui o Prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, protege a pessoa humana “em sua totalidade”, e “com a preocupação necessária para a saúde pública”, ela  “une o anúncio e a ‘acompanhamento das almas para a salvação eterna das almas

 
 
 

Em carta dirigida aos presidentes das conferências episcopais, o cardeal Robert Sarah, prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, afirma a necessidade de voltar à normalidade da vida cristã, onde a situação de saúde ligada ao coronavírus permite: assistir à missa pela mídia não é comparável à participação física na igreja, enfatiza.

É urgente voltar à normalidade da vida cristã com a presença física na missa, quando as circunstâncias o permitirem: nenhuma retransmissão é comparável a uma participação pessoal ou não pode substituí-la, explica em substância o cardeal Robert Sarah, Prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, em uma Carta sobre a celebração da liturgia durante e após a pandemia de Covid-19, intitulada “Voltemos com alegria à Eucaristia!” O texto, dirigido aos presidentes das conferências episcopais da Igreja Católica, foi assinado em 15 de agosto e aprovado pelo Papa Francisco em 3 de setembro.

A dimensão comunitária da vida cristã

«A pandemia do novo coronavírus, escreve o cardeal Sarah , tem causado transtornos não só na dinâmica social e familiar (…) mas também na vida da comunidade cristã, inclusive na dimensão litúrgica». O prelado recorda que «a dimensão comunitária tem um significado teológico: Deus é a relação das Pessoas na Santíssima Trindade» e «se põe em relação com o homem e a mulher e os chama a uma relação com ele. “ . Assim,“Enquanto os pagãos construíam templos dedicados à única divindade, aos quais o povo não tinha acesso, os cristãos, assim que gozavam da liberdade de culto, imediatamente construíam lugares que seriam domus Dei e domus ecclesiæ, onde os fiéis poderiam se reconhecer como comunidade de Deus ”. Por isso, “a casa do Senhor pressupõe a presença da família dos filhos de Deus”.

Colaboração da Igreja com as autoridades civis

“A comunidade cristã”, diz a carta , “nunca buscou o isolamento e nunca fez da igreja uma cidade a portas fechadas. Formados no valor da vida comunitária e na busca do bem comum, os cristãos sempre buscaram a inserção na sociedade ”. “E mesmo na emergência da pandemia, surgiu um grande sentido de responsabilidade: ouvindo e em colaboração com as autoridades civis e com os especialistas, os bispos e suas conferências territoriais tomaram rapidamente decisões difíceis e dolorosas, até a suspensão prolongada da participação dos fiéis na celebração da Eucaristia ” , lembra o prefeito da Congregação para o Culto Divino.

Uma emergência: retorno à normalidade da vida cristã

“Porém, logo que as circunstâncias o permitirem, sublinha o Cardeal Sarah , “é necessário e urgente regressar à normalidade da vida cristã, que tem como casa a construção da Igreja e a celebração da liturgia, em particular a A Eucaristia, como “cume para o qual tende a ação da Igreja e ao mesmo tempo fonte da qual emana todas as suas forças” (Sacrosanctum Concilium, 10). Cientes de que Deus nunca abandona a humanidade que criou, e que mesmo as mais severas provações podem dar os frutos da graça, aceitamos estar longe do altar do Senhor como um tempo de jejum. Eucarístico, útil para nos fazer redescobrir a sua vital importância, beleza e incomensurável preciosidade. O mais rápido possível ” com«Com um desejo cada vez maior de encontrar o Senhor, de ficar com Ele, de recebê-lo para levá-lo aos nossos irmãos com o testemunho de uma vida cheia de fé, de amor e de esperança» , assegura o prelado.

Necessidade de participação pessoal na missa

Como o Cardeal Sarah explica, “Embora os meios de comunicação prestem um serviço valioso aos enfermos e aos que não podem ir à igreja, e tenham prestado um grande serviço na transmissão da Santa Missa em um momento em que não havia possibilidade de celebrar d ‘De forma comunitária, nenhuma transmissão é igual ou pode substituir a participação pessoal. Com efeito, estas transmissões, por si mesmas, arriscam-nos a afastar-nos de um encontro pessoal e íntimo com o Deus encarnado que se doou a nós não de forma virtual, mas realmente, ao dizer: “Aquele que come a minha carne e bebo o meu sangue permaneço em mim, e eu permaneço nele ”(Jo 6,56). Esse contato físico com o Senhor é vital, indispensável, insubstituível., encorajando aqueles que estão “desanimados, assustados e por muito tempo ausentes ou distraídos”.

Sugestões para um retorno à celebração da Eucaristia

A carta também sugere “sugerir algumas linhas de ação para promover um retorno rápido e seguro à celebração da Eucaristia. Uma atenção particular às normas de higiene e segurança não pode levar à esterilização de gestos e ritos ” , alertamos. Além disso, a Congregação conta com“A ação prudente mas firme dos bispos para que a participação dos fiéis na celebração da Eucaristia não seja desclassificada pelas autoridades civis como um“ encontro ”, e não seja considerada comparável ou mesmo subordinada a formas de agregação recreativa. As normas litúrgicas não são matéria sobre a qual as autoridades civis possam legislar, somente as autoridades eclesiásticas competentes o podem fazer (cf. Sacrosanctum Concilium, 22) ” .

Respeito pelas normas litúrgicas

O Cardeal Sarah exorta “a facilitar a participação dos fiéis nas celebrações”, “mas sem experiências rituais improvisadas e no pleno respeito das normas contidas nos livros litúrgicos que regem o seu desenvolvimento” , e reconhecendo “aos fiéis o direito de receber os Corpo de Cristo e adorar o Senhor presente na Eucaristia da forma prevista, sem limitações que vão além do previsto pelas normas de higiene emanadas das autoridades públicas ou dos bispos ” .

Um princípio seguro: obediência aos bispos

Sobre este ponto, o cardeal dá uma indicação precisa: “A obediência é um princípio seguro para não se errar. Obediência às normas da Igreja, obediência aos bispos. Em tempos de dificuldade (por exemplo, pensamos em guerras, pandemias), os bispos e as conferências episcopais podem emitir regulamentos provisórios que devem ser cumpridos. A obediência salvaguarda o tesouro confiado à Igreja. Essas medidas ditadas pelos bispos e pelas conferências episcopais expiram quando a situação volta ao normal ”.

Saúde pública e salvação eterna

A Igreja, conclui o Prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, protege a pessoa humana “em sua totalidade”, e “com a preocupação necessária para a saúde pública”, ela  “une o anúncio e a ‘acompanhamento das almas para a salvação eterna das almas

 
 
 
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