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Após os protestos islâmicos contra o discurso do Papa

MOSCOU, sexta-feira, 22 de setembro de 2006 (ZENIT.org).- «As declarações dadas pela parte católica me satisfazem completamente», disse nesta quinta-feira o presidente da Direção Espiritual Muçulmana no território europeu da Rússia, o mufti Ravil Gainutdin, em relação ao discurso pronunciado pelo Santo Padre Bento XVI na Universidade de Ratisbona, motivo de protestos no mundo muçulmano.

O também presidente do Conselho de Muftis na Rússia se expressou assim ao arcebispo da Arquidiocese da Mãe de Deus em Moscou, o metropolita Tadeusz Kondrusiewicz, durante uma reunião que ambos líderes religiosos tiveram na residência do próprio Gainutdin, por iniciativa da hierarquia católica neste país.

Segundo se deu a conhecer, tanto muçulmanos como católicos assinalaram que o conflito sobre as declarações do pontífice havia sido considerado como encerrado no território da Federação Russa e fizeram um chamado a todos os fiéis para trabalharem pelo diálogo de paz e cooperação para o bem-estar do país.

Durante o encontro, que no dizer dos participantes se levou a cabo em uma atmosfera de irmandade e abertura, Dom Kondrusiewicz agradeceu ao mufti a oportunidade de encontrar-se e discutir o tema, ao mesmo tempo em que manifestou seu pesar pelo mal-entendido suscitado.

O metropolita reiterou a posição oficial da Igreja Católica, ressaltando que Bento XVI de forma alguma teve a intenção de ofender o sentimento muçulmano.

Explicou que em seu discurso, o sumo pontífice pretendeu fazer algumas reflexões sobre o freqüente questionamento entre a relação «religião-violência», para concluir que a violência não tem nenhuma motivação religiosa.

Ambos representantes assinalaram que nos últimos anos se intensificaram os exemplos de entendimento e cooperação entre católicos russos e muçulmanos.

Assim, por exemplo, cada vez são mais as ocasiões nas quais conjuntamente participam em reuniões e celebrações, ocupam posições no mesmo nível na discussão de temas fundamentais para a sociedade moderna, como a família, a defesa da vida, os valores morais, a tolerância religiosa, a consolidação da sociedade e o desenvolvimento democrático, entre outros. Inclusive não foram poucos os casos nos quais se deu a colaboração em obras benéficas.

Deve-se recordar que um sinal do desenvolvimento da vida religiosa na Rússia foi a realização, no outono do ano passado, em uma das salas de conferência da principal mesquita de Moscou, da conferência dedicada a comemorar o quadragésimo aniversário da declaração do Concílio Vaticano II «Nostra Aetate», sobre a relação da Igreja Católica com as religiões não-cristãs.

O arcebispo Kondrusiewicz assegurou ao mufti Ravil Gainutdin que a Igreja Católica na Rússia, daqui adiante, acompanhará de perto o desenvolvimento do diálogo com os fiéis do Islã.

O prelado considerou muito oportuno o chamado do presidente Vladimir Putin aos líderes religiosos mundiais à responsabilidade e à discrição.

O arcebispo mostrou também seu reconhecimento pela mensagem da Direção do Conselho de Muftis na Rússia ao povo muçulmano nesse país, no qual lhes foi pedido que considerassem com calma e em sua justa medida a situação suscitada e, aos países que professam o Islã, que fizessem todo o possível para não provocar nenhum confronto.

Tanto o mufti Ravil Gainutdin como o arcebispo Tadeus Kondrusiewicz expressaram que, «nos desafios do mundo moderno, todos temos esperança no diálogo e na cooperação sincera, com o fim de construir uma sociedade fundamentada no respeito mútuo entre as pessoas de diferentes crenças e nacionalidades».

«Isso nos deve ajudar a ser testemunhas da unidade de Deus e juntos a defender a igualdade social, os valores morais, a paz e a liberdade, tal como ensina o Concílio Vaticano II», apontou o metropolita.

 
 
 

WASHINGTON DC, 03 Ago. 06 (ACI) .- O grupo extremista muçulmano Hezbollah está utilizando alguns povos cristãos do sul do Líbano para lançar de ali seus ataques e encobrir suas operações militares com a população civil.

Assim divulgou a organização Christian Solidarity International (CSI). Povos libaneses como Ain Ebel, Rmeish, Alma Alshaab, e outros mais, estão sendo usados pelo grupo fundamentalista islâmico para atacar dalí com mísseis Israel.

“O Hezbollah está repetindo o mesmo padrão que seguiram contra Israel em 1996. Escondem-se entre a população civil e lançam seus ataques protegidos por um escudo humano”, afirma o ex-comandante do exército libanês da zona sul, Coronel Charbel Barkat.

Do mesmo modo, um cristão de Ain Ebel, que permanece não identificado para evitar possíveis represálias do Hezbollah, contou que descobriu um grupo de guerrilheiros do grupo fundamentalista sobre o teto de sua casa enquanto se preparavam para lançar alguns mísseis Katyuska. Ignorando seus pedidos para que não os lançassem, os extremistas o fizeram. O homem teve apenas tempo de reunir a sua família e fugir do lugar que uns quinze minutos depois foi destruído por um ataque aéreo israelense.

Além de utilizar as casas dos cristãos para os ataques, os membros do Hezbollah também evitam que estes fujam. No sábado 28 de julho, por exemplo, o Hezbollah atacou um grupo de cristãos que tentavam fugir de Rmeish com suas famílias, ferindo duas pessoas; conforme indicam certas fontes cristãs do sul do Líbano.

Além disso, apesar dos cristãos pagarem impostos para ter serviços e estradas, não os recebem. Entretanto os grupos xiítas que apóiam o Hezbollah não pagam impostos e recebem toda classe de serviços e se beneficiam com construções residenciais.

O CSI faz um chamado a ONU para estabelecer uma comissão política independente que investigue estes atos do Hezbollah pois violam a Convenção de Genebra para a Proteção de Vítimas de Conflitos Armados. Este protocolo precisa que não se podem utilizar civis como escudos militares.

Por sua vez, o Presidente da União Maronita (católicos) Mundial, Sami O-Khoury, diz que os informes sobre o apoio dos cristãos ao Hezbollah estão equivocados. “A diferença dos informes da imprensa no ocidente, que mostram elevadas taxas de apoio dos cristãos ao Hezbollah, 90 por cento dos cristãos, 80 por cento de sunitas, 40 por cento de xiítas no Líbano se opõem a este grupo extremista”, explicou.

 
 
 
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