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Os bispos do México e o Governo da Cidade do México anunciaram que de 10 a 13 de dezembro a Basílica de Guadalupe, que guarda a imagem original que apareceu milagrosamente na “tilma” de São Juan Diego em 1531, permanecerá fechada para evitar o contágio de coronavírus, COVID-19.

Em um comunicado conjunto publicado em 23 de novembro, autoridades eclesiásticas e civis indicaram que “é importante ressaltar que as condições sanitárias que o país vive devido à COVID-19 não nos permitem nesta ocasião celebrar a Virgem de Guadalupe peregrinando juntos ao santuário; e o bem de todo o povo mexicano nos motiva a tomar medidas de contenção para evitar a propagação do vírus, com as graves consequências que isso acarretaria”.

Milhões de peregrinos de diferentes partes do México e de outros países tradicionalmente se reúnem nos primeiros dias de dezembro na Basílica de Guadalupe, por ocasião da celebração da Festa de Nossa Senhora de Guadalupe, no dia 12 de dezembro.

A concentração de pessoas atinge seu ponto mais alto a partir da noite de 11 de dezembro, quando os devotos se reúnem para cantar à Virgem Maria as “mañanitas”, um canto tradicional mexicano com o qual se comemoram os aniversários.

Devido à pandemia, a Basílica de Guadalupe anunciou que não acolheria a celebração de Missas nos dias 11 e 12 de dezembro. No entanto, estava previsto que que os devotos tivessem permissão para entrar no templo para contemplar e fazer oração brevemente diante da imagem original de Nossa Senhora de Guadalupe.

A Basílica também anunciou uma série de atividades virtuais por meio de seu site oficial e incentivou os devotos a fazerem peregrinações ao santuário mariano em outras datas para evitar multidões.

No comunicado conjunto, autoridades eclesiásticas e civis indicaram que “o Governo da Cidade do México, em coordenação com a Prefeitura realizarão uma operação de segurança durante os dias de fechamento, que orientará àqueles que forem às proximidades do Santuário a comemorarem o dia de Nossa Senhora de Guadalupe diante da imagem que a grande maioria do povo mexicano tem em sua própria casa”.

Fonte: ACI Digital

 
 
 

MEXICO D.F., 11 Set. 14 / 10:14 am (ACI/EWTN Noticias).- A terapeuta Bertina Morales, do Instituto para a Reabilitação da Mulher e da Família (IRMA), assinalou que o sofrimento como consequência de um aborto não é um problema exclusivo da mulher, mas também afeta os homens a nível físico, emocional e psicológico.

Em declarações ao Sistema Informativo da Arquidiocese do México (SIAME), Bertina Morales recordou que os “efeitos secundários” do aborto para os homens “muitas vezes para toda a vida, refletem-se em sentimento de culpa, depressão, frustração e um estado de vazio interior”.

“Em geral, não costumam falá-lo, nem sequer com as suas próprias companheiras, por temor que possa interpretar-se como um sinal de debilidade, mas sofrem em silêncio”, disse.

Os homens, explicou Morales, reagem de maneira diferente das mulheres frente a um aborto. Enquanto alguns se opõem de maneira violenta, outros se opõem, mas não tomam medidas fortes para impedi-lo.

Em outros casos, continuou a psicóloga, os homens pretendem ser neutros, deixando a decisão para a mulher; há homens que pressionam a mulher a abortar, e outros que só ficam sabendo quando o aborto já foi realizado.

Todas estas circunstâncias, disse a perita, serão determinantes nos efeitos posteriores.

O SIAME recolhe o testemunho de Sergio, um homem que confundido e com medo, apesar de sua fé, apoiou a sua companheira para que se submetesse a um aborto no Sistema de Saúde do México D.F., onde é legal.

Esse foi o início de um doloroso caminho, submetido à culpa, solidão e arrependimento.

“Para meu querido anjinho: Lucía, sei que está em um bom lugar e nesse lugar está Deus. Ele vai cuidar de você até que eu possa voltar a ver-te, enquanto isso, cuide-se e comporte-se bem. Logo estarei contigo”, escreveu Sergio ao seu bebê em uma carta.

Depois do aborto, recordou Sergio, “perdi a autoestima, a confiança em mim, já não queria fazer nada. Foi um inferno”.

“Eu não estava bem nem comigo nem com Deus, foi quando decidi procurar ajuda e assim cheguei a IRMA, onde me ajudaram a encontrar o caminho do perdão e a valorizar a vida”.

Uma parte importante da sua cura, recordou Sergio, ocorreu durante uma Hora Santa, frente a Jesus Sacramentado. Foi lá que pediu perdão a sua filha por tê-la abortado.

Sergio entregou a sua filha a Deus e colocou-lhe o nome de Lucía, pois gostaria de ter tido uma menina.

Sergio alentou os homens que sofrem hoje as consequências de um aborto, e lhes assegurou que “vale a pena chorar para tirar a dor que trazem dentro”.

“Procurem ajuda, porque é algo que carcome e não deixa viver em paz, e que pode afetar as relações de casal, família e espiritualmente”, alentou.

IRMA ajuda para a reconciliação de pessoas que abortaram, e presta ajuda em casos de gravidezes em crise para prevenir decisões erradas.

Para conhecer mais sobre o trabalho que realiza o Instituto para a Reabilitação da Mulher e a Família (IRMA), ingresse em: www.irma.org.mx.

 
 
 
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O exorcista canadense, Pe. Françoise-Marie Dermine, advertiu aos católicos que acreditar em superstições e usar a magia para solucionar os problemas, é no fundo confiar mais no demônio que na Providência de Deus.

“A superstição abre as portas à magia, e a magia abre as portas ao demônio, porque quando uma pessoa recorre à magia, não tem confiança em Deus, pensa que Ele não pode conceder-lhe o que precisa, então vai aos bruxos para obtê-lo”, expressou em uma entrevista dada ao Sistema Informativo da Arquidiocese do México (SIAME).

“O que não sabem -acrescentou o sacerdote exorcista- é que o bruxo realiza ritos e usa sinais dos quais o demônio se serve para fazer a sua vontade”.

O sacerdote, que chegou para participar do IX Congresso de Exorcistas da Arquidiocese do México, explicou que a superstição nasce da falta de fé, mas “também pode nascer de causas psicológicas ocasionadas por carências afetivas na infância, porque quando uma pessoa não se sente amada pelos seus pais, começa a procurar proteção no mundo mágico”.

Entretanto, advertiu que “a magia sempre é magia e tem cumplicidade com o demônio, sempre intervém uma potência externa que não é Deus, e isto não traz nada bom, é contraproducente porque provavelmente a pessoa vai conseguir o que quer, mas há um depois, e o demônio vai cobrar o que lhe foi pedido”.

Do mesmo modo, indicou que uma superstição é também outorgar ao outro mais poder que a Deus, por exemplo, “quando uma pessoa acende uma vela a São Bento e carrega como amuleto uma medalha com a sua imagem, mas continua vivendo uma vida desordenada, isso não serve de nada”.

Segundo o SIAME, o exorcista explicou que há superstições passivas e ativas, que são mais graves porque têm o propósito de provocar um efeito, como acreditar em ídolos, atribuir ao demônio o mesmo poder de Deus ou acreditar que o diabo é a causa ordinária e constante dos fenômenos que não podemos compreender.

O Pe. Dermine também advertiu aos católicos que os bruxos ao utilizarem imagens de Santos ou da Virgem de Guadalupe para tranquilizar as pessoas que chegam para solicitar seus serviços estão cometendo um grande engano.

Finalmente, exortou aos católicos a estar em guarda e não acreditar em amuletos, pois “se tivessem fé, mais confiança em Deus, tudo isto não existiria… Jesus fala de que nesta vida vamos ter tribulações, dificuldades e que temos que carregar a cruz”.

Mas ao mesmo tempo, explica o sacerdote, Jesus “nos diz que ter confiança em que Deus está presente, nos dá a força espiritual para enfrentar qualquer dificuldade”.

 
 
 
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