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CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 18 de abril de 2007 (ZENIT.org).- O livro «Jesus de Nazaré», o primeiro escrito por Bento XVI desde que foi eleito Papa, vendeu, em um só dia, mais de 50.000 exemplares, segundo os dados facilitados pela casa editora Rizzoli.

O livro saiu na segunda-feira à venda na Itália, Polônia e nos países de língua alemã, em coincidência com o 80º aniversário do Santo Padre, e, segundo um comunicado da editora, «é já um extraordinário sucesso editorial».

A editora Rizzoli, encarregada pela Livraria Editora Vaticana da venda dos direitos do livro em todo o mundo, decidiu imprimir uma nova edição, com a qual a tiragem total do mesmo será de 420.000 cópias.

O livro será publicado em breve em mais de vinte línguas, inclusive o espanhol.

O texto é a primeira parte de uma obra de dois volumes na qual Bento XVI analisa a vida pública de Jesus de Nazaré desde o batismo no rio Jordão até a Transfiguração.

O Santo Padre começou a escrever esta obra quando era cardeal, em 2003, e acabou no ano passado. Segundo revelou o próprio Bento XVI, empregou os poucos tempos livres de que dispõe para concluir o livro.

 
 
 

Nas «Casas Novas» de Jerusalém e Belém

JERUSALÉM/BELÉM, sexta-feira, 18 de agosto de 2006 (ZENIT.org).- Seguindo o espírito e o desejo de São Francisco de Assis, seus freis da Terra Santa chegaram a dar acolhida a 2.300 desabrigados pelo sangrento choque líbano-israelense das semanas passadas.

A Custódia da Terra Santa confirma que, no recente conflito, as «Casas Novas» — hospedarias franciscanas para peregrinos — de Jerusalém e de Belém deram acolhida a quase 2.300 desabrigados, procedentes de pontos do norte da região, como Haifa, Nazaré, Acre, Safet ou Metula.

«Durante mais de três semanas, desde 20 de julho até 16 de agosto, a “Casa Nova” de Belém, com quase 1.500 desabrigados da guerra, foi a que levou o peso maior na ajuda a tantos necessitados», explica o vigário da Custódia, o Pe. Artemio Vítores, ofm.

Tratou-se da acolhida a muitas famílias, «especialmente a tantas crianças libanesas-maronitas residentes no norte de Israel, gregos, católicos, latinos e outros, que tinham tido de fugir de seus povos, de suas casas, que se haviam convertido em perigosas», declara.

A ação permitiu «dar-lhes um alojamento, às vezes toda a família em um quarto, a preços insignificantes, para ajudá-los a superar — da maneira menos traumática possível — seu “exílio”», descreve o Pe. Vítores.

E isso «pondo à disposição as instalações e sobretudo o carinho, e saber fazer dos trabalhadores — todos árabes cristãos, que viram neles a irmãos em dificuldade –, para que, sobretudo as crianças, se sentissem em sua própria casa». Buscou-se «trata-los como hóspedes importantes, porque o necessitavam de verdade», reconhece o franciscano.

«É o que queria São Francisco que fossem seus freis — recorda. Já dizia João Paulo II: os franciscanos, “conscientes de sua vocação primeira, foram generosos no serviço aos irmãos, sustentando os mais pobres e frágeis… por amor d’Aquele que tanto nos amou”. Deste modo, continuava o [então] Papa, “professaram sua fé e sua esperança”.»

«As palavras de agradecimento dos sacerdotes responsáveis que vinham com alguns grupos, e dos pais, a participação devota de tantos cristãos na Via Sacra pelas ruas de Jerusalém rezando pela paz, mas sobretudo o sorriso das crianças, tudo isso foi motivo de esperança para “uma paz duradoura”», reconhece.

Com o regresso dos desabrigados-refugiados às suas casas, as «Casas Novas» estão agora vazias.

«Esperam a chegada de tantos peregrinos, não importa o lugar de procedência nem a fé que os mova», para continuar oferecendo, como foi durante tantos séculos, «a calma do corpo e do espírito, a fim de poder recorrer, com o coração apaixonado, os Santos Lugares de nossa Redenção, seguindo assim “os passos de Jesus”», conclui o franciscano.

Um dos aspectos mais característicos — faz parte de sua missão — da presença plurissecular dos franciscanos na Terra Santa é tudo o que está relacionado com os peregrinos que vão visitar o país de Jesus. Por isso, as «Casas Novas» são parte importante desse trabalho, explica a Custodia.

Desde o século XIV até inícios do XX, eram praticamente os únicos lugares de alojamento para os fiéis cristãos que visitavam a Terra do Senhor.

Mas tais hospedarias estiveram também, e continuam estando, a serviço dos habitantes da Terra Santa, especialmente dos cristãos.

Isso ocorreu de um modo particular — como se voltou a constatar — nas épocas de guerras e de conflitos, «que, infelizmente, são tão freqüentes na Terra da Paz», lamenta a Custódia.

 
 
 

Apelo em meio à violência

KÖNIGSTEIN, sexta-feira, 21 de julho de 2006 (ZENIT.org).- Esta sexta-feira, em meio ao conflito entre os movimentos de resistência libaneses e as autoridades israelitas, o arcebispo melquita católico Elias Chacour de Akka, Haifa, Nazaré e toda Galiléia lançou um dramático grito de ajuda.

«Toda a região da Galiléia ficou praticamente paralisada: não há trabalho, não há circulação e as pessoas permanecem em suas casas à espera de serem liberadas. Ao contrário, alguns recebem um tiro», afirma o bispo em uma mensagem distribuída através de Ajuda à Igreja que Sofre (AIS).

«Este é o caso dos povoados de Jish, Buqei’a, Fasuta, Tharsheeha, Miilya e também Haifa e Shefar’am, onde a população é, direta ou indiretamente, vítima de tiros; alguns estão hospitalizados», afirma.

«A maioria dos irmão judeus têm refúgios anti-bombas dos quais carecem os povos árabes, e os demais fugiram para Tel Aviv, algo que nós, árabes, não podemos fazer», acrescenta.

O arcebispo pede ajuda para os diretamente atingidos, concretamente, para 30 famílias.

Estes cristãos árabes não recebem nenhuma compensação do Estado de Israel. «Nunca imaginei que chegaria o dia em que teria que lançar uma espécie de SOS para os cristãos da Galiléia. Nós queremos enxugar as lágrimas de crianças e pais nestes tempos difíceis».

Ajuda à Igreja que Sofre (http://www.kirche-in-not.org) prometeu enviar 15.000 euros para os mais necessitados.

 
 
 
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