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MADRI, 03 Fev. 07 (ACI) .- A Equipe de Documentação e Análise da organização Faça-te Ouvir (FO) reeditou um revelador relatório que documenta as pressões das Nações Unidas e outros órgãos internacionais para estenderem o aborto legal na América Latina.

FO publicou uma versão atualizada no final de 2006 do relatório “Perseguição e demolição à vida. Alucinante aposta da ONU pelo Aborto na América Latina”, publicado pela primeira vez em maio passado.

Segundo FO, o relatório “analisa a estratégia protagonizada por diversos grupos internacionais para impulsionar o aborto no continente americano” e tem como objetivo que “a opinião pública conheça a realidade que se esconde atrás desta estratégia conjunta de organizações internacionais planejadas há mais uma década”.

O relatório recorda que a “América Latina é a única moderada onde todos os países, exceto Cuba, reconhecem que matar uma criança não nascida é um crime. Em meio a isso se gera o plano de extensão do aborto livre na América Latina, que se iniciou em Nova Iorque em dezembro de 1996, embora antes já se acossava a esses países para que legalizassem o aborto”.

As “Nações Unidas é somente um instrumento financiado por todos os países que formam a Organização. Detrás está uma rede de organizações internacionais, coordenadas pelo Centro de Direitos Reprodutivos de Nova Iorque e financiadas pelas fundações Rockefeller, McArthur, Packard, Ford, Merck entre outras, que perseguem meticulosamente seu objetivo abortista, mediante a manipulação consciente das Nações Unidas por meio de seu Comitê de Direitos humanos”, sustenta.


Do mesmo modo, analisa os casos da Colômbia e Brasil. “É este último um grande caso chamativo na América Latina. Apesar de que 97% da população está contra o aborto, o governo de Luis Ignácio Lula da Silva já se comprometeu por escrito ante as Nações Unidas a abolir toda restrição legal que até a data impossibilita a prática do aborto livre no país. A tramitação do projeto do governo brasileiro está suspensa de forma provisória, por interesses táticos eleitorais, já que haverá eleições no segundo semestre deste ano”, indica.

Entretanto, sustenta que “é na Colômbia aonde se veio liberando uma pressão especial: segundo a estratégia desenhada pelos instigadores da campanha abortista, se legalizar o aborto livre nesse país, a seguir acontecerão em cascata legalizações do aborto em toda América Latina. Daí a Colômbia se converteu no cavalo de batalha dos abortistas mascarados de Nações Unidas”.

O relatório também se refere a Argentina, onde se pretende introduzir o aborto através do o polêmico Protocolo do Comitê para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher; Chile, com a insistência na administração da pílula do dia seguinte e as pressões ao Senado a favor do aborto; e México, onde o deputado do PRI para o México DF, Armando Tonatiuh González, anunciava a intenção da Assembléia Legislativa do Distrito Federal (ALDF) de submeter um referendum, em fevereiro de 2007, iniciativas legislativas sobre o aborto e a eutanásia.

“A falta de penas para o aborto na Colômbia, com os conseguintes efeitos sobre o resto do continente, gerou-se pela pressão sem escrúpulos de numerosas organizações internacionais sobre a Corte Constitucional Colombiana, desenvolvendo ações de influência não só de lobby, mas também próprias de inteligência. Segundo uma pesquisa realizada em julho de 2005 pelo Instituto Gallup, 86,6% dos colombianos se manifestaram claramente contra a legalização do aborto. Entretanto, desde 1975 foram apresentados no país, discutidos e reprovados no Congresso, nada menos que cinco projetos para legalizar o aborto”, explica FO.

Finalmente, relatório oferece “uma série de itens sobre o que podem fazer os cidadãos para rebater as pressões abortistas internacionais” como o envio de mensagens às autoridades e a criação de redes cidadãs. “Não se trata de fazer que pareça uma conspiração contra a vida. Simplesmente, o é”, adverte.

 
 
 

Em sua intervenção antes de rezar o Angelus

CIDADE DO VATICANO, domingo, 12 de novembro de 2006 (ZENIT.org).- Bento XVI se fez este domingo porta-voz de mais de 800 milhões de pessoas que sofrem no mundo pela fome, alertando da responsabilidade de todos, instituições e cidadãos, para derrotar este flagelo. Milhares de pessoas desafiaram a chuvosa manhã de Roma para escutar o Santo Padre, que, por ocasião da celebração na Itália da Jornada anual do Agradecimento, aprofundou no tema da convocatória: «A terra: um dom para toda a família humana». E aludiu a uma questão «muito dolorosa: o drama da fome», que ainda se tendo discutido recentemente «nas mais altas sedes instituições, como as Nações Unidas e em particular FAO [Fundo das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura. Ndr], continua sendo sempre muito grave» e inclusive piora. «Mais de 800 milhões de pessoas vivem em situação de desnutrição» e «muitas pessoas, especialmente crianças, morrem de fome»: uma realidade que «a Igreja conhece muito bem, pela experiência direta das comunidades e dos missionários», e que assim confirmou no último informe anual da FAO, alertou o Papa. Para enfrentar esta tragédia, Bento XVI afirmou a necessidade de «eliminar as causas estruturais ligadas ao sistema de governo da economia mundial, que destina a maior parte dos recursos do planeta a uma minoria da população», uma «injustiça» que já haviam denunciado Paulo VI e João Paulo II. Em síntese, de acordo com o Papa, «para influenciar em grande escala é necessário “converter” o modelo de desenvolvimento global». E isso é exigido «já não só pelo escândalo da fome, mas também pelas emergências ambientais e energéticas», advertiu. Desta forma apontou para que a responsabilidade de cada pessoa e de cada família, que «podem e devem» atuar para aliviar a fome no mundo. E lhes propôs, para isso, adotar «um estilo de vida e de consumo compatível com a salvaguarda da criação e com critérios de justiça para com quem cultiva a terra em cada país». Daí sua exortação geral a um compromisso concreto «para derrotar o açoite da fome» e para «promover em toda parte do globo a justiça e a solidariedade». «A seus discípulos Jesus ensinou a orar pedindo ao Pai celestial não «meu», mas «nosso» pão de cada dia –indicou aos peregrinos–. Quis assim que cada homem se sinta responsável por seus irmãos, a fim de que a nenhum falte o necessário para viver».

 
 
 

Intervenção do arcebispo Celestino Migliore ante as Nações Unidas

NOVA YORK, segunda-feira, 30 de outubro de 2006 (ZENIT.org).- Em tempos de globalização, nos quais a discriminação religiosa ganha terreno em alguns países, a Santa Sé recordou nas Nações Unidas que a religião constitui uma força vital para a paz e o entendimento entre os povos.

Assim explicou em 27 de outubro o arcebispo Celestino Migliore, observador permanente da Santa Sé nas Nações Unidas, ante a comissão da assembléia geral que discutia o tema: «Promoção e proteção dos direitos humanos».

«Em nosso mundo mutável, a religião é mais que uma questão interna de pensamento e consciência — advertiu o representante do Papa. Ela tem a capacidade de unir-nos como irmãos e da família humana.»

Segundo o prelado, «não podemos ignorar o papel que a religião desempenha para alimentar o faminto, para vestir o nu, para curar os doentes e visitar os presos».

«Tampouco deveria desestimar-se sua força, especialmente em meio ao conflito e à divisão, para orientar nossos pensamentos à paz, para permitir que os inimigos possam falar-se, para unir em amizade aqueles que não se conhecem, e para que as nações busquem juntas a paz», afirmou.

Por isso, assegurou, «a religião é uma força vital para o bem, para a harmonia e para a paz entre os povos, em especial durante tempos atormentados».

Em sua intervenção, o prelado recordou que se celebra o vigésimo quinto aniversário da adoção da Declaração para a eliminação de todas as formas de intolerância e discriminação baseadas na religião ou nas crenças.

Neste contexto, confessou, «minha delegação está seriamente preocupada pelo fato de que a liberdade de religião ou de crença não existe para indivíduos e comunidades, especialmente entre as minorias religiosas, em muitas partes do mundo».

«Também nos preocupa o elevado nível de intolerância religiosa em alguns países, que está levando a um nível alarmante de tensão e discriminação.»

«Temos a grave tarefa de trabalhar juntos para mudar o curso desta tendência», reconheceu.

 
 
 
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