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Essa notícia é uma brincadeira, mas toda brincadeira tem um fundo de verdade.

A era digital tem retirado muitos filhos da convivência dos pais e também muitos pais da convivência dos filhos. Muitos pais também são forçados a terceirizar a educação dos filhos, deixando-os com familiares ou escolas de período integral enquanto passam o dia todo no trabalho. Este contexto no qual as crianças e jovens são sequestrados pela tenologia, ou mesmo privados da presença dos pais, vivendo “livres” da supervisão dos pais, pode causar situações inimagináveis, como o exemplo do vídeo abaixo. Assista até o fim e entenda o motivo que leva muitas famílias a chegarem em extremos como este:


“As palavras convencem, mas o testemunho arrasta!”

Muitos se perguntam a melhor forma de criar os filhos. As crianças vão seguir o exemplo daqueles que admiram.

É muito comum cobrar dos filhos diferente daquilo que é o próprio testemunho. Eles imitam tudo o que veem… Pense nisso:

  1. Sua casa está em ordem?

  2. Seu relacionamento está ok?

  3. Vocês têm uma boa rotina?

  4. Você passa muito tempo na TV ou celular?

  5. Tem uma boa alimentação?

  6. Boa qualidade de sono?

  7. Tudo o que pedem, vocês fazem?

  8. Gastam tempo brincando com eles?

  9. Vão à missa todos os domingos?

  10. Dão exemplo de obediência e abnegação?

  11. Leem bons livros para si e para eles todos os dias?

  12. Principal: Vocês rezam juntos todos os dias?

A criança obedece quem admira!

“Não tem problema deixar as crianças o dia inteiro na TV ou no YouTube…”

Pais que não ensinam seus filhos no caminho de Deus e os deixam nas mãos de Youtubers, redes sociais, Rede Globo, etc… Nem percebem que satanás está aprisionando eles em cativeiros espirituais dentro de seus quartos e mentes.

Muitos pais, para calar os filhos e/ou para os manter sossegados, não hesita em dar-lhes um tablet ou um smartphone. Nada de mais errado, de acordo com as últimas descobertas. Álvaro Bilbao, neuropsicólogo espanhol, autor do livro El cerebro del niño explicado a los padres (O cérebro da criança explicado aos pais), diz que, se querem ter filhos (mais) inteligentes, têm que tirar o iPad e dar a eles um instrumento musical!

De acordo com este especialista as aulas de música estimulam a capacidade de raciocínio das crianças, mais do que a tecnologia. Segundo um estudo publicado na revista Psiquiatría Molecular, 50% da inteligência é determinada pelos genes mas os restantes 50% dependem dos estímulos que os mais pequenos recebem.

“Sem os pais, o potencial intelectual da criança não se desenvolve”, assegura Álvaro Bilbao.

A chave do desenvolvimento potencial do cérebro da criança está na sua relação com os pais. Ainda que a genética tenha um peso importante, sem essa presença não se materializará, assegura o especialista.

“Uma criança pode ter potencial genético para atingir 1,90 metros mas, se os pais não o alimentarem bem, nunca chegará lá”, exemplifica o neuropsicólogo, que garante que os 6 primeiros anos de vida são primordiais no processo.

Além de reforçar condutas positivas e de brincar mais com os filhos, no chão, se for caso, como recomenda Álvaro Bilbao, os pais devem promover a socialização em detrimento do isolamento, o que implica desligar a televisão à mesa, além de incentivar a criança a fazer esportes e a experimentar atividades.

“A criança deve sentir que tem pais que se preocupam com ela”, defende também o pediatra Maximino Fernández Pérez.

⚠️ Outro problema muito grave é a terceirização da educação dos filhos.

Assista esta formação especial:


 
 
 

Vão aqui quatro preciosos conselhos dos santos para a educação dos seus filhos. Nem todas são exortações muito agradáveis aos ouvidos, mas, com certeza todas serão de grande valor para a sua família.

“Como poderão os filhos ser bons, se os pais não prestam? Só por milagre”. Com essa frase, Santo Afonso de Ligório resume a grave responsabilidade dos pais na formação da consciência de seus filhos. Como ensinou Nosso Senhor, pelos seus frutos os conhecereis. São muitíssimos os nomes de santos que tiveram pais ou mães igualmente virtuosos: Santo Agostinho e Santa Mônica, São Gregório Magno e Santa Sílvia, Santa Catarina da Suécia e Santa Brígida… e a lista se estende. São verdadeiramente almas gigantes, que só puderam se elevar porque receberam uma educação exemplar de seus pais.

Vão aqui quatro conselhos dos santos para você educar os seus filhos. Nem todas são exortações muito agradáveis aos ouvidos, mas, com certeza todas serão de grande valor para a sua família.

1. Ser obediente a Deus

Se queremos saber mandar, temos primeiro de saber obedecer, procurando impor-nos mais com o amor do que com o temor.” (São João Bosco)

Antes de impor a autoridade sobre os filhos, é preciso lembrar que há uma autoridade à qual todos os homens devem obedecer. Tanto maior será o respeito dos filhos por seus pais, quanto maior for o respeito destes ao Pai dos céus. O filho que vê o pai trabalhando, tratando com respeito a sua mulher, cuidando das necessidades da casa e rezando – em suma, cumprindo o seu dever de cristão e pai de família -, não só será dócil às suas instruções, como seguirá o seu exemplo, ao crescer. Portanto, em primeiro lugar, o Reino de Deus, isto é, o cumprimento da Palavra. As outras coisas virão por acréscimo.

2. Corrigir por amor, não por ira

Tome-se como regra nunca pôr as mãos num filho enquanto dura a ira ou cólera; espere-se até que se tenha aquietado por completo.” (Santo Afonso de Ligório) “Quando, porém, se tornarem necessárias medidas repressivas, e consequentemente a mudança de sistema, uma vez que certas índoles só com o rigor se podem dominar, cumpre fazê-lo de tal maneira que não apareça o mínimo sinal de paixão.” (São João Bosco)

Os conselhos de Santo Afonso e São João Bosco são o mesmo conselho do Autor Sagrado: “Vós, pais, não provoqueis revolta nos vossos filhos” (Ef 6, 4). Se é verdade que, como adverte o Livro dos Provérbios, “quem poupa a vara, odeia seu filho” (13, 24), também é verdade que toda correção deve ser feita de modo racional e equilibrado, inspirada pelo amor, não pela ira. Caso contrário, também a criança aprende a irar-se, sem que mude de comportamento. Aqui, é importante evitar não só as agressões físicas, mas também os gritos e as palavras exasperadas, que mais servem para intimidar as pessoas que para melhorar o seu caráter.

3. Dar bom exemplo

Os pais estão igualmente obrigados a dar bom exemplo a seus filhos. Estes, principalmente quando pequenos, imitam tudo o que veem, com a agravante de seguirem mais facilmente ao mal, ao qual nos sentimos inclinados por natureza, que o bem, que contraria nossas inclinações perversas. Como poderão os filhos comportar-se irrepreensivelmente, se ouvirem seus pais blasfemar a miúdo, falar mal do próximo, injuriá-lo e desejar-lhe mal, prometer vingar-se, conversar sobre coisas indecentes e defender máximas ímpias, como estas: Deus não é tão severo como dizem os Padres; ele é indulgente com certos pecados, etc.? O que se tornará a filha que ouve sua mãe dizer: É preciso deixar-se ver no mundo e não se enclausurar como uma freira em casa? Que bem se pode esperar dos filhos que veem o pai o dia inteiro sentado na taberna e, depois, chegar bêbado a casa, ou então visitar casas suspeitas, confessando-se uma só vez no ano ou só muito raramente? S. Tomás diz que tais pais, de certo modo, obrigam seus filhos a pecar.” (Santo Afonso de Ligório)

As palavras de Santo Afonso são suficientemente claras. Aqueles que dão mau exemplo de vida, “de certo modo, os obrigam seus filhos a pecar”. Se essa sentença é verdade para o mal, também o é para o bem. Pais que vivem uma vida de oração e virtudes excitarão o coração de seus filhos para o serviço de Deus e das almas. O casal de beatos Luís Martin e Zélia Guérin educou tão bem suas cinco filhas, que todas elas se tornaram religiosas, entre elas Santa Teresinha do Menino Jesus, que é doutora da Igreja.

O pai que, lendo essas linhas, lamentou não ter dado uma boa educação a seus filhos – pois não tinha conhecido Nosso Senhor quando começou a sua família – deve, antes, louvar a Deus pelo conhecimento que agora tem e ainda pode dar a seus filhos, por meio de conselhos. É preciso, agora, buscar a conversão da própria família, sobretudo com uma vida de muita oração e penitência, evitando inquietações e escrúpulos desnecessários, afinal, Deus não nos pede conta daquilo que ignoramos. Uma vez conscientes da Sua vontade, todavia, é importante trabalhar com temor e tremor na própria salvação e na dos outros, sabendo que a quem muito foi dado, muito será cobrado.

4. Agir com prudência e vigilância

“Os pais são os culpados, pois quando se trata de seus cavalos, eles mandam aos cavalariços que cuidem bem deles, e não deixam que cresçam sem serem domados, e desde cedo põem neles freio e outros arreios. Mas quando se trata de seus filhos jovens, deixam-nos soltos por todas as partes durante muito tempo, e assim perdem a castidade, se mancham com desonestidades e jogos, e desperdiçam o tempo com espetáculos imorais. (…)Cuidamos mais de nossos asnos e de nossos cavalos, do que de nossos filhos. O que possui uma mula, se preocupa em encontrar um bom cuidador, que não seja nem rude, nem desonesto, nem ébrio, mas um homem que conheça bem o seu ofício. Todavia, quando se trata de procurar um professor para a alma da criança, contratamos o primeiro que aparece. E, no entanto, não há arte superior a esta. O que é comparável à arte de formar uma alma, de plasmar a inteligência e o espírito de um jovem? Quem professa esta ciência deve proceder com mais cuidado que um pintor ou um escultor ao realizar sua obra.” (São João Crisóstomo)

São João Crisóstomo viveu no século IV, mas esse conselho é válido sobretudo para os nossos tempos, em que as crianças são entregues a um sistema educacional corrompido, muitas vezes com a displicência dos pais, que querem passar toda a sua responsabilidade de educá-las para o Estado.

“Quando se trata de procurar um professor para a alma da criança, contratamos o primeiro que aparece”. Essa sentença convida todos os pais a um exame de consciência: como me relaciono com a escola dos meus filhos? Sei ou procuro saber o que os professores estão passando para eles, quais livros estão sendo usados para a sua instrução e como é o ambiente em que convivem? Em casa, deixo os meus filhos jovens “soltos por todas as partes”, deixando que façam o que querem, sem freios e sem disciplina? Converso com eles com frequência, agindo verdadeiramente como pai? O exame deve incluir, evidentemente, o propósito de agir com mais pulso e cuidado na orientação da prole.

É preciso empregar muita diligência nesses exames, pois, como diz Santa Teresinha do Menino Jesus, as crianças “são como uma cera mole sobre a qual se pode depositar tanto as impressões das virtudes como do mal”, e os primeiros responsáveis por moldar essas pequenas almas são justamente os pais. A santa religiosa de Lisieux exclamava: “Ah! quantas almas chegariam à santidade se fossem bem dirigidas!…”

Lembremo-nos sempre que Deus pedirá conta daquilo que fizemos com as almas de nossos filhos e peçamos a Sua graça para imitarmos a Sagrada Família de Nazaré, na qual Nosso Senhor cresceu, rodeado de carinho, atenção e amor.

Recomendação

Referências

  1. São João Bosco, Circular sobre os Castigos, 1

  2. Pe. Saint-Omer, C.Ss.R. (org.), Escola da Perfeição Cristã, p. 161

  3. São João Crisóstomo, Homilias sobre o Evangelho de São Mateus, LIX, 7

  4. Santa Teresinha do Menino Jesus, História de uma Alma, Manuscrito A, 52v-53r

 
 
 

Os pais precisam recordar que são os primeiros evangelizadores dos seus filhos

Talvez você se lembre que, quando era pequeno, certamente o obrigavam a ir à Missa. Era um martírio, às vezes, levantar-se cedo, vestir a “roupinha do domingo” e ir com sua família à Missa na paróquia que o viu nascer, talvez na sua cidade natal.

Com o passar dos anos, esta norma imposta pela sua família foi se tornando um hábito, a tal ponto que, quando você era jovem, já o fazia por opção, gosto e fé, que ia experimentando a cada domingo, e mais ainda se participava de algum grupo paroquial.

Hoje, na idade em que se encontra, talvez continue participando da Missa dominical. O que você formou como hábito na infância e juventude, continua fazendo hoje. A partir disso, vale a pena perguntar-nos: e seus filhos, eles também o acompanham à Missa?

Você ensinou aos seus filhos a importância de participar da Eucaristia, como cristãos católicos? Eles se prepararam para receber a comunhão, confirmar sua fé, servir a comunidade e confessar-se? Eles são parte ativa da sua comunidade paroquial… ou são os que dormem e não veem a hora de este santo encontro acabar?

Pais, vocês são os primeiros evangelizadores dos seus filhos. De vocês depende que a Igreja possa continuar regando a semente do Evangelho a todas as nações.

Você consegue imaginar uma paróquia na qual se celebre uma Missa todos os domingos, mas somente com pessoas idosas, durante 20 anos? No futuro, possivelmente esta seria uma das paróquias candidatas a ser fechada por falta de juventude, já que não existiriam novos ministros para dar continuidade à tarefa daqueles leigos que gastaram toda a sua vida ao serviço da comunidade.

Nós os convidados a ler os números 302 e 303 do Documento de Aparecida, para aprofundar no conceito de família e nos deveres que esta tem no contexto de suas funções como primeira evangelizadora.

Convide seus filhos para ir à Missa. Não o faça com a voz do autoritarismo aprendido na sua infância, mas com a voz do amor, para que eles compreendam e vivam a experiência de Jesus ressuscitado em seus corações.

Lembre-se de que a família que reza unida (também durante a SantaMissa) permanece unida.

 
 
 
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