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Em um encontro esse domingo com crianças de primeira comunhão, com seus pais e seus educadores

MUNIQUE, segunda-feira, 11 de setembro de 2006 (ZENIT.org).- Ao encontrar-se na tarde desse domingo, na catedral de Munique, com crianças da primeira comunhão, com seus pais e seus catequistas, Bento XVI os convidou a descobrir a beleza da oração em família.

No templo, no qual em 28 de maio de 1977 recebeu a ordenação episcopal Joseph Ratzinger, apresentou a Comunhão como a «fonte da vida» com a qual Jesus «vem a nós e se une a cada um de nós».

Por este motivo, o Santo Padre se dirigiu em particular aos pais das crianças, para convidá-los «encarecidamente a ajudar vossos filhos a crer» a «acompanhá-los em seu caminho para a primeira Comunhão».

Definitivamente, explicou, trata-se de ajudá-los em «seu caminho até Jesus e com Jesus».

«Peço-vos — implorou: ide com vossos filhos à Igreja para participar da celebração eucarística do domingo.»

«Vereis que não é tempo perdido — assegurou –, é o que mantém a família verdadeiramente unida.»

«O domingo se torna mais belo, toda a família se torna mais bela, se juntos participais da liturgia dominical.»

«E, por favor, rezai também em casa juntos: na mesa e antes de ir dormir. A oração nos leva não só para Deus, mas também para o outro».

«É uma força de paz e de alegria — reconheceu. A vida da família se torna mais festiva e adquire um alcance mais amplo se Deus está presente e se experimenta sua proximidade na oração.»

O Papa se dirigiu também aos professores de religião, para pedir-lhes que tenham presente «na escola a busca de Deus, desse Deus que em Jesus se tornou visível para nós».

«Sei que em nosso mundo pluralista é difícil apresentar na escola o tema da fé. Mas não é suficiente, muito pelo contrário, que as crianças e jovens só adquiram na escola conhecimentos e capacidades técnicas, em vez de critérios que orientem e dêem sentido aos conhecimentos e as capacidades.»

«Estimulai os alunos a propor perguntas não só sobre isto ou aquilo — algo que está bem — mas perguntar sobretudo o “de onde” e o “para onde” de nossa vida. Ajudai-os a perceber que todas as respostas que não chegam até Deus são curtas demais.»

 
 
 

Carta aos leitores do semanário católico «Munchener Kirchenzeitung»

CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 8 de setembro de 2006 (ZENIT.org).- Bento XVI confessou a seus compatriotas suas esperanças para a viagem à Baviera que empreenderá neste sábado: suscitar a alegria do cristianismo e fazer que os jovens recuperem a confiança na Igreja.

O pontífice deixou espaço a estas confidências em uma carta que enviou aos leitores «Munchener Kirchenzeitung», o semanário católico da arquidiocese de Munique e Freising, por ocasião de sua visita à Baviera, que acontecerá de 9 a 14 de setembro.

Em sua peregrinação, percorrerá alguns dos lugares decisivos para a vida de Joseph Ratzinger: Munique, a cidade da qual foi arcebispo de 1977 a 1982; o Santuário de Altotting, símbolo do catolicismo bávaro: Marktl am Inn, seu povoado natal; e Ratisbona, cidade na qual foi catedrático, na qual vive seu irmão, e na qual se encontram sepultados seus pais e sua irmã.

«Quero expressar, como desejo do fundo de meu coração, que minha visita à minha pátria possa despertar a alegria no cristianismo e sobretudo que possa reforçar a confiança na responsabilidade que se assumiu na comunidade eclesial de realizar um futuro humano para todos», escreve o Papa em sua carta autógrafa firmada em 15 de agosto.

«A isto, uno também a esperança de que haja cada vez mais jovens que possam superar suas dúvidas na capacidade de futuro da Igreja e seguir a vocação de serviço como sacerdotes ou religiosos», indica.

Ao explicar os motivos desta quarta peregrinação apostólica internacional, o Papa reconhece que «em meus anos romanos, e ainda mais intensamente após minha eleição como sucessor de Pedro, recebi muitas atenções precisamente da Baviera, que quer agradecer e intercambiar de todo coração».

O lema da visita, escolhido pelos bispos bávaros é «Quem crê, nunca está só!». A esperança do Papa é que na Baviera, o «cristianismo», «às vezes cansado», «possa viver um tempo de Pentecostes e criar valentia para um novo despertar».

 
 
 

Explica o decano de Filosofia do «Regina Apostolorum»

ROMA, sexta-feira, 1º de setembro de 2006 (ZENIT.org).- «Criação e evolução se integram, não se excluem», assegura o Pe. Rafael Pascual, LC, decano de Filosofia e diretor do Mestrado sobre Ciência e Fé no Ateneu Pontifício «Regina Apostolorum» de Roma.

O argumento está sendo tratado em um simpósio a portas fechadas, no qual participam de 1° a 3 de setembro antigos alunos de Joseph Ratzinger na residência pontifícia de Castel Gandolfo.

Neste contexto, o Pe. Pascual acaba de apresentar na Itália o livro «A evolução, encruzilhada de ciência, filosofia e teologia» («L’evoluzione crocevia di scienza, filosofia e teologia», Editorial «Studium»), no qual se recolhem as atas de um congresso internacional sobre o tema, celebrado em Roma em 2002.

O congresso foi o ponto de partida de um novo projeto: um Mestrado em Ciência e Fé, iniciado no ano acadêmico 2002-2003, e se enquadra no Projeto STOQ («Science, Theology and the Ontological Quest») junto às universidades pontifícias: Gregoriana, Lateranense, Santa Cruz, Salesiana e Angelicum, sob os auspícios de Conselho Pontifício para a Cultura, e com o apoio da Fundação John Templeton.

Entrevistado por Zenit, o pe. Pascual explica que «o debate sobre a evolução está aberto. É preciso distinguir os diversos níveis: científico-filosófico-teológico, sem confundi-los nem separá-los totalmente».

Com relação ao debate sobre o caráter do «desenho inteligente», o Pe. Pascual afirma que «não se trata de uma questão científica, mas filosófica».

«Mas tampouco a negação do finalismo ou o recurso à pura casualidade e à necessidade são científicos», por isto «parece equivocado apresentar o desenho inteligente como uma teoria científica alternativa à teoria da evolução».

À pergunta de se se deve ensinar teoria da evolução nas escolas, o Pe. Pascual respondeu que «sim, mas como teoria científica, com os argumentos a favor, mas também reconhecendo os limites e os problemas ainda sem resolver, e não como ideologia, como uma espécie de dogma absoluto, definitivo e indiscutível».

Então, criacionismo ou evolucionismo? «Nem um nem outro, mas criação e evolução –responde. Enquanto criacionismo e evolucionismo são em si incompatíveis, não o são criação e evolução, que, pelo contrário, se encontram em dois níveis diferentes, e são compatíveis.»

O decano de Filosofia recorda o livro «Criação e pecado», do então cardeal Joseph Ratzinger, onde se lê: «Não podemos afirmar: criação ou evolução. A fórmula exata é criação e evolução, porque duas coisas respondem a duas perguntas diversas. O relato do pó da terra e do alento de Deus não nos narra como o homem teve origem. Ele nos diz o que é. Nos fala de sua origem mais íntima, ilustra o projeto que está por trás dele. Vice-versa, a teoria da evolução trata de especificar e descrever processos biológicos. Não consegue, ao contrário, explicar a origem do ‘projeto’ homem, explicar sua derivação interior e sua essência. Nós nos encontramos, assim, frente a duas questões que se integram, não se excluem».

Em conclusão, o Pe. Pascual sublinha que «deve-se distinguir entre teoria (ou teorias) da evolução e darwinismo, e logo, dentro do mesmo darwinismo, entre elementos de caráter científico e aqueles de tipo filosófico ou ideológico. Não se deve confundir a ciência com o cientificismo».

 
 
 
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