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CEP espera que Ano Sacerdotal seja “fecundo”

LISBOA, quinta-feira, 18 de junho de 2009 (ZENIT.org).- A CEP (Conferência Episcopal Portuguesa), reunida em assembleia plenária esta semana, em Fátima, na véspera da abertura do Ano Sacerdotal expressou seu agradecimento aos sacerdotes e disse esperar que este ano seja “fecundo”.

“A Igreja de Cristo é toda ela um povo sacerdotal. A vida e o ministério dos sacerdotes ordenados nasce do povo sacerdotal e a ele se destina, em dedicação plena de alma e coração”, afirmam os bispos em um comunicado final da plenária.

“Os sacerdotes são imprescindíveis para a vida da Igreja. Importa pôr sempre em relevo a beleza da sua entrega a Cristo e do seu serviço apostólico às pessoas e comunidades cristãs, abertos ao mundo.”

Os bispos de Portugal saúdam todos os sacerdotes, “desde os mais idosos que já não podem trabalhar, mas cuja oração e exemplo são ajuda e estímulo para todos, aos mais novos, de quem esperamos fidelidade criativa e dinamismo para a renovação da Igreja”.

Os prelados apelam “à generosidade das comunidades cristãs e das famílias para que abram horizontes vocacionais aos seus filhos e agradecem a solicitude e desvelo de todos os que trabalham na pastoral vocacional e na formação dos sacerdotes, particularmente nos seminários”.

 
 
 

Recebe em audiência os membros da Congregação para o Culto Divino

Por Inma Álvarez

CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 13 de março de 2009 (ZENIT.org).- Bento XVI sublinhou nesta quinta-feira a importância de aprofundar no mistério da Eucaristia, aumentando a consciência dos fiéis, especialmente dos futuros sacerdotes, sobre a Presença Real de Cristo nas espécies eucarísticas.

Esta preocupação foi o tema central de seu discurso aos participantes na plenária da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, que dedicaram o tema de sua reunião à prática da adoração eucarística.

O Papa agradeceu neste sentido que para o dicastério atualmente presidido pelo cardeal Antonio Cañizares, administrador apostólico de Toledo, «a insistência sobre o tema da Eucaristia como fonte inextinguível de santidade foi uma urgência de primeira ordem».

Na atualidade é necessário, sublinhou o Papa, «promover a fé na presença real do Senhor na Santa Eucaristia e assegurar na celebração da Santa Missa toda a dimensão da adoração», para o qual a prática da adoração eucarística supõe um recurso pastoral importante.

Este esclarecimento é importante, sublinhou, sobretudo pelos «desvios que talvez contaminaram a renovação litúrgica pós-conciliar, revelando uma compreensão reducionista demais do mistério eucarístico».

Esta preocupação esteve muito presente no Sínodo de 2005, no qual «os padres sinodais não haviam deixado de manifestar preocupação por certa confusão gerada depois do Concílio Vaticano II, sobre a relação entre Missa e adoração do Santíssimo Sacramento», explicou o Papa.

Diante disto, o Papa recorda que a doutrina da transubstanciação do pão e do vinho e da presença real «são verdades de fé evidentes já na própria Sagrada Escritura e confirmadas depois pelos padres da Igreja».

Adoração de amor

O pontífice quis também especificar o sentido que o termo «adoração» deve ter para os cristãos, e que não é o da mera submissão, mas que «a palavra latina ad-oratio, ao contrário, denota o contato físico, o beijo, o abraço, que está implícito na idéia do amor».

«O aspecto da submissão prevê uma relação de união, porque aquele a quem nos submetemos é Amor. De fato, na Eucaristia a adoração deve converter-se em união: união com o Senhor vivo e depois com seu Corpo místico», explica.

Recordou suas próprias palavras na esplanada de Marienfeld, durante a Jornada Mundial da Juventude de Colônia: na Eucaristia se vive a «profunda transformação da violência em amor, da morte em vida; ela arrasta consigo as demais transformações. Pão e vinho se convertem em seu Corpo e Sangue».

«Este aprofundamento será possível só através de um maior conhecimento do mistério em plena fidelidade à sagrada Tradição, e aumentando a vida litúrgica dentro de nossas comunidades», acrescenta o Papa, citando a Spiritus et Sponsa de João Paulo II.

Neste sentido, animou também a redescobrir outras práticas ligadas à Eucaristia, como o jejum, especialmente nesta Quaresma, «não só como prática ascética, mas também como preparação para a Eucaristia e como arma espiritual para lutar contra todo eventual apego desordenado a nós mesmos».

«Que este período intenso da vida litúrgica nos ajude a afastar tudo aquilo que distrai o espírito e a intensificar o que nutre a alma, abrindo-a ao amor a Deus e ao próximo», concluiu.

 
 
 

VATICANO, 10 Ago. 08 / 09:07 am (

ACI).- Este meio-dia milhares de fiéis e peregrinos assistiram na Piazza do Duomo de Bressanone para rezar o Ângelus dominical com o Papa Bento XVI, quem introduzindo a oração Mariana recordou que a verdadeira renovação de todo ser humano se dá plenamente na relação com Deus.

Depois de anunciar que na segunda-feira deixará a pequena cidade de Bressanone para dirigir-se a Castelgandolfo, o Santo Padre manifestou sua “gratidão ao Senhor que me concedeu este descanso, renovador tanto para o físico como para o espírito” e agradeceu também a todos aqueles que “se tornaram instrumentos laboriosos da Providência divina”.

O Pontífice descreveu seu descanso como “o melhor que corresponde a um ministro de Deus” e citou algumas características: “me dedicando à oração, à leitura e à meditação, sem a urgência das cotidianas urgências pastorais… que certamente não esqueci senão, por assim dizer, filtrei mediante um sadio desapego que ajuda a restabelecer as justas proporções: reconhecer que o Senhor é Deus e nós somos somente seus humildes colaboradores pelo serviço da Igreja e pelo bem da humanidade”.

Bento XVI compartilhou com os presentes uma reflexão em torno de sua experiência na recente Jornada Mundial da Juventude: “…os jovens foram um sinal de alegria autêntica, às vezes ruidosa entretanto sempre pacífica e positiva. Embora eram muitíssimos, nunca causaram confusões nem fizeram mal a ninguém. Para estar alegres não tiveram a necessidade de recorrer a modos grosseiros e violentos, ao álcool e estupefacientes. Neles estava presente a alegria de reunir-se e de descobrir juntos um mundo novo. Como não fazer uma comparação com seus coetâneos que, em busca de falsas evasões, consomem experiências degradantes que desembocam não raramente em dramáticas tragédias? Este é um típico produto da chamada ‘sociedade do conforto’ que para encher um vazio interior e sem sentido que o acompanha, induz a provar experiências novas, mais emocionantes, mais ‘extremas’”.

Seguidamente alertou do risco que correm as férias de “dissipar-se em um vão perseguir ilusões de prazer. Mas desta forma o espírito não descansa, o coração não encontra nem alegria nem paz, porém termina por ficar mais cansado e triste que antes. Referi aos jovens porque são os mais sedentos de vida e de experiências novas e por isso os que correm maior perigo”.

“A reflexão vale para todos: a pessoa humana se regenera verdadeiramente e somente na relação com Deus, e Deus se encontra aprendendo a escutar sua voz no interior e no silêncio”, concluiu o Papa.

Seguidamente rezou o Ângelus, saudou os presentes em diversas línguas e deu sua Bênção Apostólica.

 
 
 
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